Doce Mulher

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O Timbre Afinado da Emoção

No seu lindo canto, ouço a pureza de uma doce criança; na sua aparência delicada, vejo a delicadeza de uma rosa. Entretanto, isso não quer dizer que ela seja fraca, pois, mesmo entre as rochas, floresce — tipo uma mulher quando canta rock.

Assim, a sua intensidade se revela a cada nota — aquelas presentes na sonoridade forte de uma música intensa — que consomem a sua mente e se vestem das suas emoções, então, as expressa na sua voz de uma maneira profunda e sincera.

Interpretação simples, de fato, inspiradora: a bela mostra de um timbre afinado e emotivo. Muito mais do que uma beleza sonora, uma entrega satisfatória entre cordas vocais e espírito, numa ocasião transformadora regrada à emoção e ao ritmo.

Faça como eu! Tome um chazinho de erva doce ou de maracujá e durma já!!! Sonhe mais e viva menos a realidade. Beijos carinhosos.

Insaciável,
olha a fera!
O teu cupido
lhe fertou;
Foi preciso
um copo d'água doce,
deve ser nostalgia
ou ouro de tolo,
a minha vez
com menos por quês
mantendo-se sóbrio
mas se teu coração dilata
tenho gigantesca certeza:
Tô morto
de novo!

Amar é flor que nasce em plena estrada perfume doce que o vento quer levar
é luz que insiste em brilhar na madrugada
e nunca cansa de, no peito, morar

PESO DO QUE NUNCA FOI DITO


Jovem e imatura para evitar que um amor doce e bom se vá.
Tão doce que meu sangue derrama Sobre você.


De baixo da chuva me derretendo, assim como açúcar, com o que não pude dizer, E saber que esta tudo acabado entre Nós.


Sufocada e sem ar ao te olhar, e ver tudo O que não foi dito, tudo que tínhamos a Dizer, a fazer e a viver.


Minhas lágrimas derramam, assim Como nossas lamentações.
Minhas lágrimas derramam, enquanto Eu tento esquecer.


Tento fugir, mas não se engane, assim Como as cinzas de cigarro que Queimam onde caem, meu coração já Foi queimado.


Me sinto tão jovem para desistir, tão Velha para continuar.
Ao pensar em você.

O amor pode ser um doce para o diabético ou
O sal para o hipertenso ⁠

A visão trilionária mais doce é aquela que se traduz em ternura pura, onde a força de um império se curva para ouvir um coração e o maior sucesso é saber que sua presença é um porto seguro de paz, carinho e acolhimento para todos os que cruzam o seu caminho.

⁠Tem Gente Que Tem a Aparência Doce Mas o Coração é Azedo.

Doce é a queda da chuva
Que ajuda a adormecer
À noite
Quando eu durmo
À noite na minha cama
Como eu amo
O som doce
Da chuva
É realmente lindo
Sim, a noite é longa
Foi feita assim
Para eu dormir à noite
Também não devo esquecer
Que a noite tem 24 horas
Eu só espero que
A chuva pare amanhã
E o arco-íris apareça no céu
E também que o arco-íris seja colorido
Fico feliz que o sol tenha saído
Esta manhã
Já está quente demais para mim
Eu preciso tirar minha camiseta
Do meu corpo
E pegar um pouco de sol
No meu peito
Sim, eu sou louco pelo sol
Sim, há muitas pessoas
Por onde eu caminho
E também está lotado
Eu odeio multidões
Com paixão
Todos são estranhos para mim também
Algumas pessoas têm aquele olhar
Que poderia matar
Outras têm um olhar cansado
Outras têm
Um sorriso de boas-vindas
Bonito e caloroso
Eu mesmo gosto disso
Preciso refrescar meu corpo
Tirei meus sapatos
E tirei meus shorts
E mantive a roupa íntima
Eu nadei por algumas horas
Foi muito refrescante
Agora finalmente saí da
Água

O fim da melancolia?
Doce morte sombria,
Nevoeiro da primazia,
Suprassumo da apatia.

Ríspido rasgar psicossomático,
O mundo tem sido monocromático,
Amargo é o pensamento dramático,
O resplendor do ser errático.

O falso sorriso neurotraumático,
As sequelas do passado fático,
O algoz do presente lunático,
Sem um futuro fanático.

Aqui jaz o ser do meu eu,
Tal qual dizer o que doeu,
Aquele homem em mim morreu!
A silenciosa dor apareceu.

A estrondosa morte bateu,
O dia de fim aconteceu,
O eu lírico morreu,
Esvai-se o eu.

Chegam-me notícias de que a doce Iara-CE, outrora viva em encanto, agora se vê sufocada pelo mato, como se esquecida pela memória dos homens. É lamentável.


Benê Morais

Ser quem somos é ser o doce ou o amargo na taça de quem decide o que quer beber.

O maracujá por fora é calmaria enrugada,
mas por dentro guarda tempestade doce…
igual gente que aprendeu a sorrir depois das trovoadas.

Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.


O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.




O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.


Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.


Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.


Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.


Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.


Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.


Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.

Doce atrai amigo e inimigo. Amargo seleciona.

⁠É na minha loucura, esta doce e louca sensibilidade que falei verdades e escondi sentimentos...
Brinquei de não querer amar, por medo de sofrer e perder o que nunca tive.
Infinito breve é meu tempo que corre num constante desatino de querer viver...
Talvez estas linhas ainda estejam em um estado crisálido...
Quero apenas deixar claro que minha loucura tem um nome, tem um motivo real e sigiloso. Guardado em um passado cruel que me rasgou a alma.
Um dia não muito distante tu saberás que minhas palavras sem nexo foram minhas mais profundas doses de querer viver e amar de viver para todo sempre contigo... Um anjo, o meu anjo.


Texto: Re Pinheiro (Copyright©) - Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98 - Por favor, reposte com o crédito! Imensamente grata!

Minha doce lua, encontrei sua luz mais forte, que se expande do Sul ao Norte.Sempre ao seu lado, sou apernas um pequeno astro, cuja luz forte você tem compartilhado.

PREMÍCIAS DE UMA DOCE- AMARGA VIDA EM POESIA






Na espreita a luz se acende


Alma pura em impura transcende


E viva-morta ninguém sente


A dor e o prazer de ser gente




Nesses caminhos que a inspiração leva-nos


Os poetas dormem acordados


Fogem da ilusão real


E mergulham na ireal ilusão


Dos pobres apaixonados




A história conta por si so


O eterno conto das palavras


E amargas emoções doces sabores


Deixam na garganta um nó




Que se abre em flor de meio-dia


Doce amarga poesia


Que o sol nascente some


E em versos , sentimentos se consome




Doce amarga poesia


Persistir é imoral


Quando a falta nos e fatal


Aos olhos alheios


Poetar é coisa pra imortal


E nessas primicias que les


Ves um sonho real


Miha singela


Doce amarga poesia


Brotando a cada dia




Flor mais bela do jardim da fantazia


Te sigo e te vejo sorrir


As lágrimas que choro


MINHA DOCE


MINHA AMARGA


POESIA

Sei lá, será que você me faz tão bem assim? talvez seja por esse doce sorriso, por esse olhar fascinante, esse teu jeito meigo, que vai me conquistando aos poucos.

Café bueno.


Talvez seja o doce amargo dos acasos;
talvez você saiba bem o que falo.
O desencontro dos nossos lábios
deveria ser uma traição pintada por Picasso.


Pintura esta que, mesmo triste, enalteceria os teus olhos.
Olhos que habitam os reflexos dos sonhos
que tanto sinto falta nas noites de insônia
reforçadas com xícaras de café bueno.