Cúmplices
Seriam nossos olhos vilões?
Seriam nossas bocas cúmplices,
de mim, de tu...
ou seriam compassas de nós?
Bom dia
Cúmplices da insanidade
Olho ao redor do meu dia a dia, e vejo a cumplicidade e a insanidade das pessoas em relação ao nosso país. Não gosto de falar de política, porém hoje resolvi me manifestar. Em cada 10 famílias Um membro faz uso de substância química, nosso sistema de saúde Mata mais do que salva (não por culpa dos profissionais ), a educação me dói em ver a luta dos verdadeiros profissionais para formar novos profissionais, falam em passeatas, manifestações, porém o que vejo é uma passeata de estradas lotadas num feriado que deveria ser de um dia apenas e se tornou
uma semana. Ai aparecem alguns e dizem poxa trabalho metade do ano para pagar meus impostos, mais esquece também que fica mais em casa do que trabalha. O pior que a anos vejo as mesmas caras no controle do nosso país ou seus descendentes, até porque o político brasileiro precisa só de dois mandatos para se aposentar, enquanto a verdadeira máquina trabalhadora que faz o país girar trabalha até quase a morte para o mesmo, pior sem nenhuma dignidade de um trabalhador verdadeiro.
Ah, se tu soubesses
Amarravas-me sem medo
Amavas-me em segredo
Seríamos cúmplices
Desta nossa fantasia
Ah, se tu soubesses amor.
A maior forma de nos tornarmos cúmplices da regressão intelectual e moral é nos mantermos em silêncio em momentos que devemos questionar.
Cúmplices ..
eu diria bem a palavra referente a
"Nós"
Eu mato tu enterra o corpo? Rs.
Muito mais que amigos...
Somos irmãos de alma e coração!
Eis a poesia
Que vem e fica
Invade a alma
Possuindo a mansidão
Delirios e desejos
Cumplices sensações
Aquelas que tocam
Que abraçam meu ser
Não sou de lata
Nem mesmo de ferro
Sou homem
Aquele que sente… vibra…
Amo as emoções
Desejos a flor da pele
Infinitas percepções
Amo o amor
E suas contradições
Quero você
Para que ecoem
As inspirações
16/02/2019
Que me perdoem os cúmplices comedidos. Que não me julgue a lei da sensatez, mas o amor nada mais é senão um arrebatamento!
Tempo ao Tempo.
Erros.
O arrependimento e o remorso são fiés cúmplices; ambos alimentam-se de nossos erros, às vezes fatais.
.
“O silêncio da verdade é o tempo da peneira: é ali que caem os cúmplices, os lobos em pele de cordeiro.”
As vaidades humanas derivaram em atitudes que nos levam a ser, inevitavelmente, vítimas e cúmplices do egoísmo e da ganância.
Namorados somos nós
Namorados amantes, cúmplices do amor
Beijos apaixonados, cheios de calor
Abraços enlaçados repletos de carinho
Aconchego do amor em nosso ninho
Vinho, uvas, fina seda no convés
A lua prateada sobre nós
Lençóis caídos aos nossos pés...
Ah! Namorados somos nós!
O tempo simplesmente não tem fim
Quando você está perto de mim.
Sinto no amor o frescor do orvalho da manhã
Na boca o doce toque da maçã...
Vinho, uvas, fina seda no convés
A lua prateada sobre nós
Lençóis caídos aos nossos pés...
Ah! Namorados somos nós!
Não é tão importante um papel
Pra garantir um relacionamento
Nem mesmo tão igual, um anel
Simbolizando um casamento!
Vinho, uvas, fina seda no convés
A lua prateada sobre nós
Lençóis caídos aos nossos pés...
Ah! Namorados somos nós!
Mas, às vezes, é tão bom
Ter por certo tal união
Anelados as mãos
E blindados no coração!
Vinho, uvas, fina seda no convés
A lua prateada sobre nós
Lençóis caídos aos nossos pés...
Ah! Namorados somos nós!
Amor é um caminho que apesar de todos os obstáculos previstos, duas pessoas apaixonadas e cúmplices escolhem trilhar lado a lado com o objetivo de nunca desistirem uma da outra.
O consolo da humanidade é saber, que são os tiranos e seus cúmplices que irão beber todo veneno que produzem. A história nos mostra isso.
Cúmplices
É !
Chegou a noite,
Eu e minhas alucinações somos cúmplices inseparáveis,
Eu escrevo,
E minhas alucinações vai me levando ao um rumo que nem ela mesmo conhece,
Faz sentido,
A boca pede água,
Ela soluça com a vista da lua cheia,
Entendo e ao mesmo tempo não entendo,
Mas posso de alguma forma compreender,
A cabeça fervilha,
E a poesia me atiça,
Parece que combinamos,
Tudo que eu penso,
Elas pensam também,
Lá fora, o breu ofuscado,
Mostra-me o grito de cada estrela encantada,
Algo me apavora e me alegra,
Parece até uma jaula com duas crianças e duas feras,
Tento a ela fazer uma rima,
Ela chora e solta suas gargalhadas,
Tento ficar mudo,
Além de me julgar,
Ainda me machuca com palavras doces e salgadas,
Se faço um poema apaixonado,
Ela diz que sou uma ilusão,
Se sou bruto selvagem,
Ela me deixa,
E diz-me que não conhece esse animal,
De repente uma ideia me vem,
Falo declamando e cantando,
Ela insiste em rir até o dia clarear,
Jogo tudo pros altos,
Ja cansado,
Percebo que esqueci de dormir,
E me lembro que preciso trabalhar....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Quantos cúmplices há
Um bloco europeu, entre aspas e vírgulas talvez.
Nessa manobra sórdida.
Orientais donos da altivez.
Até minha América, do norte a insensatez.
Estações ao redor do meu Brasil.
O que querem este funil.
As igrejas, as escolas, as faculdades se calam.
No jogo de ambigüidades.
Envolvendo a multidão nos enganos e obscuridade.
Oh meu povo, cuidado com os Deuses, gregos, egípcios, bezerros de ouro, sabedoria, filosofia, antiguidade dos Hebreus.
Oh Brasil refém, o rolo compressor, os poderosos massacrando a gente.
Ouro, prata, carne.
Imprimem força que arde.
Eu sei, ainda é cedo, não, grita a poesia agora, amanhã a letra é tarde.
O que libertas.
Fale igreja, não coloque meu Jesus novamente na cruz.
Essa esfera marginal.
A identidade política imoral.
Até igrejas entra na dança e tal.
Maioral, grite, Católica, Universal, Mundial.
Dê nome aos diabos material, materializados na vida real.
Quem são os poderosos do mal.
Que se vestem de gafanhotos.
Migrador, destruidor, cortador, devorador.
Contem ao povo.
Ranque o pinto do ovo.
Cante o galo da verdade ao povo.
Quem são, que tende a enganar, escravizar, engolir toda riqueza nesse jogo.
Quais os países estão dentro do útero dessa refém terra.
Potestades, principados, materializados nessa guerra.
Se entraram pelo ar, pelo túnel e pelas águas, outra trilha
Ai que acharam mil caminhos, fugiram, bateram retiradas com todas armadilhas.
Giovane Silva Santos
