Crônicas de Violência
Sou assim mesmo ,fico arrepiado quando vejo violencia na tv ,quando vejo fotos de animais sendo maltratados fico com os olhos molhados de desespero , se eu sou o certinho? estou lonje disso, pelo contrario ,tenho milhares de defeitos, e o que me faz mal é sentir a dor do mundo ,seria facil ser como milhares de pessõas que simplismente ignoram ,ou não enchergam mesmo tanta maldade ,não consigo fazer isso ,como conseguem? me mostrem o segredo de "não se importar"
Quer saber? Eu não ligo se aqui tá desabando, se há violência, prostituição, assalto a mão armada, incompetência do governo, impunidade, corrupção. Eu não ligo, porque apesar de tudo, essa cidade continua linda como sempre, e foi escolhida a mais alegre do mundo. Por que quem mora aqui sabe o que é isso. Sabe o que é poder ver todo dia a vista MARAVILHOSA da Bahia de Guanabara. E poder visitar o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar a qualquer momento. E essa sensação é inigualável, indefinível. Cura tudo. Por mim, eu vivia aqui pra sempre. E eu sinto pena das pessoas que não valorizam isso, porque eu valorizo sim, eu valorizo de ter nascido aqui, e mesmo podendo levar uma bala perdida na cabeça a qualquer momento, Eu sou carioca com muito orgulho!
Na justiça santa de Deus não cabe a violência. A violência é processo criado pelo homem, que é mau e procede conforme as suas concupiscências. A violência tem sua origem no verbo "violar". Deus não viola nada e ninguém, muito menos as leis que Ele mesmo cria. Em essência, Deus é AMOR.
Pensar sempre em arranjos de beleza, em arranjos que impeçam a violência, em arranjos que não sejam só arroubos de dinheiro. Ajudar a desmontar a roda da subserviência. Se tiver de gritar, gritar não porque tem riqueza ou poder, mas porque tem oferta de harmonia, gritar porque deseja contribuir com verdades que ajudam o mundo a ser duradouro e possamos conviver felizes com nossas divergências e diferenças.
Que bom seria se o mundo fosse diferente, sem preconceito, sem violência, sem traição. Que bom seria se a alegria não ficasse triste, e que as pessoas não se sentisse solitárias, mesmo acompanhadas e que a esperança permanecesse viva nos corações dos homens. Que bom seria se o mundo tivesse paz e se as pessoas tivessem paz interior,que o amor substituísse o ódio e que o amor a Deus estivesse acima de tudo.
A violência é a pior cegueira do mundo. Quando enxergarmos que somente a coletividade pode construir um futuro melhor, seguiremos rumo a um horizonte mais igualitário. O maior desafio do legislador é acompanhar a dinamicidade social, um recheio de avanços e retrocessos, mudança de cultura em face de comportamentos coletivos capazes de influenciar na decisão do parlamento, exigência de equilíbrio e discernimento para se evitar juízos apressados e naturalmente produzir normas atuais que protejam efetivamente os bens jurídicos mais importantes da sociedade
“[...] Certamente, manter os dependentes de mulheres, vítimas de violência doméstica e domiciliar, estudando próximo de sua residência, torna-se medida mais viável e constitui-se, indubitavelmente, em práticas de prevenção, de cunho afirmativo e garantidor, evitando que vítimas de violência doméstica possam fazer longos deslocamentos para conduzir filhos em escolas distantes de seu domicílio, o que certamente, as colocariam em maior vulnerabilidade durante os deslocamentos, e claramente seriam alvo de tocaias premeditadas e esperas de agressores covardes, violentos e mal intencionados[...]”
Não se pode permitir nem tolerar esses exorbitantes índices de violência doméstica e familiar no Brasil, aliás, nenhum tipo de violência é tolerável, talvez agora com a imperativa inserção na grade curricular das escolas brasileiras, de conteúdo de prevenção à violência doméstica e familiar, ensinando as crianças desde cedo bons valores, que o espírito de igualdade e respeito entre as pessoas deve prosperar na busca de uma sociedade fraterna, igualitária, solidária e justa, artigo 3º, inciso I, da CF/88, decerto essas ferramentas educacionais têm o condão e a possibilidade de proporcionar uma virada cultural, rechaçando as nocivas ideologias de destruição do caráter dos jovens, lamentavelmente presentes em algumas facções criminosas no Brasil, e assim, seguindo a lógica do bem-estar social, em havendo agregação de bons princípios, regras de convivência, sem dúvidas, todos esses meios de proteção integral aos direitos da mulher, servirão de combustível para implantar neste Torrão a indústria do respeito e da fraternidade, considerando que tais providências coadunam com a política de promoção de direitos humanos. Assim, conclui-se que transgredir direitos da mulher é violar normas de direitos humanos.
Eu sou contra qualquer regime autoritário. Eu sou contra qualquer tipo de violência. Abomino o racismo, o machismo e a homofobia. Espero pela sororidade um dia. Que ela nos una como unidos eles são. E que como eles, também nos sejamos livres. Livres de vestir, livres de sonhar, livres de falar e livres de ser. Que nenhuma violência nos impeça de ser.
Combater a violência contra a mulher é exercício de atividade constante na sociedade atual. Não há espaços para estagnação. Há sempre uma necessidade perene e dinâmica, deve ser um ato de repetição, até que um dia se possa sonhar num exercício totalmente inócuo, porque os homens aprenderam a respeitar naturalmente os direitos das mulheres.
Por fim, deve acrescentar que o novo tipo penal de violência institucional previsto no artigo 15-A da Lei de Abuso de Autoridade traz diversas expressões próprias do chamado tipo penal aberto, aquilo que se convencionou a chamar-se em Ciência Jurídica de elemento normativo do tipo, exigindo a intervenção da escola da Exegese Jurídica para desvendar o real significado do texto, dando uma valoração axiológica, em face da forma polissêmica que se apresenta, como procedimentos desnecessários, repetitivos ou invasivos, que a leve a reviver, sem estrita necessidade, a situação de violência, ou outras situações potencialmente geradoras de sofrimento ou estigmatização.
A situação da violência no Rio de Janeiro não tem causa e nem solução únicas; a criminalidade e o descaso social não nasceram de um dia para o outro; a meu sentir, a criação de um Código Penal específico para o enfrentamento da criminalidade no Rio de Janeiro, talvez fosse um reforço juntamente com outras medidas de políticas públicas; tipificar por exemplo, como crime hediondo a conduta de domínio de territórios por parte das milícias é medida que se impõe; a obrigatória inserção no RDD dos integrantes das milícias e do crime organizado; a construção de um presídio federal para recolher unicamente os criminosos das organizações criminosas do estado; a presença efetiva do Estado do Rio de Janeiro, na educação, saúde, lazer, assistência social, nas comunidades do estado; tudo isso, com respaldo numa Lei Complementar autorizando essas medidas, com base no artigo 22, parágrafo único da Constituição da República de 1988.
A violência física e moral é o instrumento dos fracos desprovidos de argumentos e oratória e que não sabem usar a retórica e que optam por atos covardes principalmente quando investidos em importantes cargos públicos, ou riquezas e abusam do poder usando a violência ou judicializando para calar seus críticos e tudo tem consequências e colhemos o que plantamos.
Olhemos em volta: tudo parece caótico e sem rumo. Guerras, fome, violência e desamor. Oito bilhões de viventes, a maioria sem rumo e esperança. Há propósito na vida? Aparentemente não, mas há muitos que creem que esta vida é apenas uma parte da existência. É a razão de um lado e a fé de outro.
"Pode ser difícil identificar as cicatrizes da violência psicológica, já que muitas delas residem nas profundezas da alma. No entanto, ao reconhecer a necessidade de respeito mútuo e saúde emocional, nos capacitamos para romper as cadeias do silêncio. Lembremos sempre que o verdadeiro amor nutre, nunca sufoca; e é na coragem de buscar ajuda e reivindicar nosso próprio valor que encontramos a força para romper os laços de uma relação que apenas simula ser amor."
Na verdade, porém, por paradoxal que possa parecer, na resposta dos oprimidos à violência dos opressores é que vamos encontrar o gesto de amor. Consciente ou inconscientemente, o ato de rebelião dos oprimidos, que é sempre tão ou quase tão violento quanto a violência que os cria, este ato dos oprimidos, sim, pode inaugurar o amor.
Hoje, a violência é tanta que depois de certas horas ninguém mais para pra ajudar alguém na rua. Ser egoísta é tão comum, que está se tornando quase uma condição necessária à sobrevivência. Em certos locais, é quase impossível sair de casa à noite e quem se atreve a sair é quase impossível fazer isso sem colocar a vida em risco. Indecorosa a violência vai minando a maior de todas as expressões humanas, a liberdade.
Hoje uma manipulação disfarçada de preocupação; uma violência velada; depois uma mentira boba, justificada por proteção; uma proibição inocente aqui, outra ali; recorrentes crises fofas de ciúmes; incontáveis pequenas traições, seguidas de um "eu te amo"; amanhã a confirmação do óbvio, a certeza de que os sinais estavam por toda parte e a gente que não quis enxergar.
O que é mais curioso: a maior parte das religiões condenam a violência e idolatrar homens. Os supostos religiosos faziam o que alguns chamam de “customização da religião”: sou religioso, mas somente sigo o que concordo, o que me interesse. Tenho o meu Jesus, que é meu, e eu digo quais são as regras.
É importante entender que a problemática da violência na escola não deve ser aceita como um estado de exceção. O dilema da sala de aula é que ela reflete exatamente o espírito da comunidade. É um reflexo no espelho de regionalismos e não de toda a sociedade. É um termômetro do entorno socioeconômico. Então, a partir desta perspectiva, podemos traçar projetos ou ações direcionados ao que se pretende corrigir ou adaptar, e que protejam professores e alunos. Num primeiro olhar é isso que precisamos compreender. É um tema complexo.
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