Crônicas de Violência

Cerca de 517 crônicas de Violência

⁠A droga do amor 2

Sentimento é algo surreal
Nem todos tem
Nem todos sentem
E os poucos que existem
São desprezados
São deixados de lado
São ignorados

O amor é para pouco é apenas para quem é puro de coração.
O amor quando não é correspondido causa danos irreparáveis.
O amor é uma arma para o bem e para o mal.
Por ele você cura e por ele você mata.

Inserida por simone_franca

⁠A esquerda tem que parar com esse discurso intrapartidário de:
- Ain isso é política. Se um homem branco se apropria das idéias de uma mulher, dos direitos políticos de uma mulher seja preta ou branca, o nome disso é violência política institucional de gênero. Crime não tem outro nome quando não é a oposição que pratica.

Inserida por AShakti

⁠Morreu Mais Um Alguém...!


Mais um alguém morreu...!
... Talvez culpado... Talvez inocente... Talvez confundido... Talvez... Talvez...
Talvez...!
Morreu mais um alguém, sem a prerrogativa da argumentação, do
julgamento... Do perdão !
Morreu mais um alguém... !
Mais um alguém Morreu! Talvez sem saber por que, por que morreu...
...Alguém filho, filha, alguém irmão, alguém pai, alguém Mãe, alguém amigo...
Alguém pessoa, alguém gente, alguém ser humano, alguém cidadão...
Alguém ! Alguém ! Alguém !
...Morte talvez sem culpados... Morte talvez sem culpas... De quem morreu...
Talvez...!
...Alguém morreu... Alguém com nome e sobrenome... Alguém que faz parte
da vida de alguém... Morreu... Morreu mais um alguém !
...Mais um alguém morreu...!

Inserida por ManolloFerreira

⁠⁠Quando se posterga que milionários paguem impostos, quem paga pelo bens usufruídos por todos é todo o resto da população. Isso pode gerar um efeito em cascata, no qual a sonegação ou o simples fato de não pagar pode inviabilizar todo o já precário estado de bem-estar social, aumentando a evasão escolar, o desemprego, a falta de saneamento básico e de saúde, desembocando na violência e na criminalidade.

10/01/2024
a respeito da eterna discussão a respeito da taxação de grandes fortunas

Inserida por uspiao

⁠SANTIAGO SANGRA
Quando tudo já está complexo
Velha Santiago que surpreende
De deixar qualquer um perplexo
Tomara haver o que se emende
Seja “Querétaro melhor”
Não só em seus altos padrões
Traga São Tiago o seu fervor
Sem violência e mais florões
Lugar de pedras e penhascos
Volte a um cenário menos bruto
Que seu esporte seja tlaxco
E o bom combate o seu fruto
E venha mais um Santo Eclipse
Em seu cavalo cor de Paz
Empunha tua espada em riste
Pra deixar o sangue pra trás.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠Na terra de natureza abundante e horizontes vastos, a mulher brasileira dança sob céus nebulosos, contrastantes e nefastos.

Nas sombras do cotidiano, uma dura realidade, ela foge do espectro da violência, sem descanso, sem piedade.

No lar, onde deveria encontrar abrigo e amor, é onde muitas vezes enfrenta um mar de odio, violência e temor.

Entre paredes que testemunham silêncios amargos, a mulher brasileira busca forças e se contenta com migalhas e desprezíveis afagos.

No tecer de seus dias, entre laços e desvãos, enfrenta o desconhecido, sem medo de seus grilhões.

Em um sistema que às vezes parece não notá-la, ela ergue sua voz, desafia a injustiça, mas a maioria se cala.

Com a coragem de quem tece os fios do destino,a mulher brasileira é luz em meio ao seu futuro escuro em desalinho.

Inserida por Diogovianaloureiro

Mais dia menos dia, somos surpreendidos pela impotência de sermos quem somos.
Acordamos do sonho de ter uma vida duradoura, estável.
Batemos de frente com o muro da realidade, e o muro desmorona.
Não queremos ser espectadores de violência, nem muito menos coadjuvantes ou protagonistas, mas infelizmente fazemos parte das estatísticas.
Há momentos assim que são de muitas perguntas e nenhuma resposta.
Somos reféns da liberdade alheia, do livre arbítrio criminoso, onde quem escolhe ser protagonista da violência, transforma em vítima quem não pagou o ingresso para participar da barbárie.

Inserida por samirfranca83

⁠É preciso ter mais do que paz dentro de si,
É preciso ter um caos que te mova à algum lugar,
A paz é preguiçosa, um fardo silencioso, o comodismo diário, o sossego que esconde a agitação.
A paz é cega, ela é o enaltecer da desigualdade, o permitir da dominação.
A paz é o silenciar dos homens e mulheres , é o consumir da carne, é abraço sem toque , o sentir sem sentido.
Nos fizeram acreditar na paz , enquanto nos matavam na guerra.
A paz é o Brasil coberto de sangue e pintado de verde e amarelo.

Inserida por rosariosaraiva

No chão
(José Adriano de Medeiros)

No chão um jovem, um sufoco.
Fardas sem rostos.
Quatro em pé garantindo a segurança dos três, que sobre o pescoço, costas e pernas deixam bem claro,
que o mais seguro é permanecer
de braços cruzados ao fundo







O poema "No chão um jovem, um sufoco" é uma denúncia contundente da violência e da opressão. Através de uma imagem forte e concisa, é um convite a refletir sobre a nossa própria responsabilidade diante da injustiça e questionar nossas atitudes e a buscar formas de construir um mundo mais justo e igualitário.

Inserida por alemedeiros

⁠ A minha conexão com você é tão forte quanto a imagem de um mundo
caindo aos pedaços em um cenário apocalíptico. Todavia, não é o mundo cinza e devastado que nos representa, é simplesmente aquela plantinha verde no centro de todos esses fins.
Talvez saibamos que todo fim é um começo, e estamos nos permitindo
durante todo esse caos, descobrir se seremos apenas mais uma parte no fim ou uma essencial no começo.
Apesar das minhas resistências, dividir os afetos com você tem se mostrado algo pré-existente em mim. Pura verdade, não obstante, dos apuros de ver destroços declinarem o nosso entorno, o medo de tudo isso nos perceber e nos encerrar, as vezes nos preocupa. No entanto, há beleza no ato de cair. Antes mesmo que o imaturo caminhe, ele se arrisca em algumas quedas, que para ele é repentino, mas para o mundo é calculável. Ali coincide um tombo. E lembramos das mãos, quase como se fosse uma extensão da nossa completa proteção. Essas mesmas mãos que resistem unidas diante desses escombros, que encontramos no meio da nossa coletividade.
Aquela planta lá do início, enquanto alguns fins se orquestram, simboliza as nossas mãos, a nossa conexão, e a nossa fé. Quando o assunto é “o amanhã” estamos sempre numa corda bamba; é a mais pura verdade. Então que seja esse o nosso destino, enquanto o presente não provar o contrário. Vamos apreciar as quedas durante o período do voo, pois voar é liberdade. Um dia crescemos e apesar dos declínios, depois, quem sabe, aprendemos
que a nossa natureza não precisa de construções que não possuam alma e vida. E no meio desse mundo cinza caindo aos pedaços, a única coisa viva, não importa o que aconteça, será sempre aquela planta entre o caule e as nossas mãos.
@poeticainterstelar

Inserida por MirlaSantos

Ouvimos muito falar de Mateus 5-39: Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra.
Não entendam que isto seja uma pregação de humilhação e de sofrimento ensinada por Jesus.
O que se propõe é mostrar ao agressor que é possível viver sem violência.

Inserida por ajmesquita

⁠Não existe paz individual…
Não existe progresso intelectual e tecnológico em uma sociedade,que não se trasmute em tragédia, se esta evolução não vier acompanhada de uma cidadania plena e efetiva nesta mesma sociedade, focada em valores coletivos e universais de solidariedade e equidade.

Inserida por ADRIANOGARCA

OS HUMANOS SEM HUMANIDADE

Com bárbaros não há diálogo
Entre os boçais a sabedoria não reina
Os intolerantes não respeitam as diferenças do outro
Os ignorantes não entendem argumentos
Os alienados não enxergam os fatos
Os hipócritas dizem amar, mas matam

Os sábios
Lutam contra a barbárie
Levam paz, por onde passam
Carregam no peito, amor pelo mundo
Trazem no olhar a esperança
sem deixar de ver a realidade que os cerca
Reconhecem a dor do outro

Em tempos de brutalidade
É preciso ser luz na escuridão
Vida em meio a guerra
Flor vencendo o canhão
Fé para os desesperados
Família para os abandonados
Razão em meio a bestialidade
É preciso ter humanidade diante da crueldade

Inserida por Sheilatinfel

Medo e Fantasia, Uma Perigosa combinação
O medo faz das pessoas, presa fácil de manipuladores.
O medo faz com que acreditem em fantasias sem sentido.
O medo se torna ódio e violência.
O medo é uma arma poderosa.
O medo é uma das melhores ferramentas, que boçais utilizam para alienar a população.
O medo é uma forma de controle.
Fica esperto, ou você será o próximo a ser enganado!
-Sheila Tinfel

Inserida por Sheilatinfel

Os Vermes

Eles dizem duvidar da nossa força
mas eles nos temem
Eles tentam nos calar
mas nossa voz ecoará ainda mais
Eles nos olham com asco
mas não somos nós, os vermes
São eles!

Eles nos chamam de imorais
mas são eles que escondem a verdade
Dizem que somos pecadores
mas são eles que matam por ódio
Falam que tudo o que fazemos é ilegal
mas se esquecem que a lei nem sempre é justa
A lei já defendeu a escravidão, meus caros!

Eles acham que estamos errados,
mas não somos nós que usamos da ignorância para resolver conflitos
Eles dizem nos odiar
mas é mentira!
Eles odeiam a si próprios, e sabem que se transformaram em parasitas
e agora nos culpam por isso!
Eles sabem o que são
e precisam humilhar os outros para se sentirem melhores

Eles querem ser superiores a todos
Acreditam que são o centro do universo
Não aceitam opiniões diferentes das deles
Não amam ninguém, alem de si mesmos
Não lutam por uma causa justa
e sim pelo PODER
E pelo "direito" de ofender os que não se adequam aos seus fantasiosos padrões

Humanos? Não!
Eles são vermes,
Parasitas
Não passam de patifes fanáticos
São monstros que assassinaram sua própria humanidade
É isso o que eles são!!

Inserida por Sheilatinfel

O circo
Estamos no picadeiro e não existe ensaio.
Palhaços contando as mesmas piadas sem graça.
Trapezistas sem rede para aparar.
Malabaristas tentamos não deixar a peteca cair.
Mágicos sem cartola multiplicando o pouco da dignidade que nos sobra.
Domadores de toda a violência explícita, ou não.
Sem receber aplausos por nossa atuação.
É! Nossa vida parece um circo...

Coitado é quem não usa da razão
E é escravo da emoção
Que usa a boca para o mal
E não para a edificação
Coitado de quem só sabe usar da violência
Pra resolver um problema
Que não tem autodomínio sobre si
E só sabe usar as mãos para agredir
Coitado de quem só sabe usar da maledicência
Criando assim só problemas
Causando sofrimento também para si
E não sabe usar as mãos para medir
Medir as consequências de um ato
Violência só te leva ao fracasso
Pra quê sujar minhas mãos?
Uso elas para escrever sobre o amor
E coisas que para mim tem o real valor
O que pensam o que digam eu não ligo
Quero mesmo é agradar a quem merece
E fazer da minha história um abrigo
Abrigo de tudo que é bom e feliz
De coisas que enriquecem um aprendiz
E não do que contradiz!

Inserida por garotaqueescreve

Todo dia o mundo acaba
Todo dia acaba tudo
Pra alguém
Mas se você não conhece não importa
Ou importa pra quem?

Tantas mães chorando
Enquanto o mundo segue girando
A vida segue andando
Pra frente ?
Mas tem que aguardar
O iml liberar o corpo
Para o seu mundo ela enterrar

Mas se você não conhece não importa
Ou importa pra quem

O mundo acaba Todo dia
Porque todo dia a vida acaba
Mas fica difícil de suportar
A injusta noção de justiça
Que o estado incita a acreditar
E temos de dizer amém

Sem lutar ?
E a minha luta
Você não conhece
Você não se importa
Ou importa pra quem

Não aguentamos mais
enterrar nossas crianças
Seus sonhos nossas esperanças
Não aguentamos mais
Passar a noite em claro
Porquê a polícia vai entrar
Enquanto os "nobres" festejam ao som de fogos o fim de cada ano

A gente "dorme" aos sons dos tiros
Aqui no fim do mundo
Enquanto o marketing divulga
É maravilhosa nossa cidade
Balas perdidas encontram crianças em tenra idade
Onde ?
Lá no fim do mundo
Nas comunidades

Daqui alguns dias não serão lembrados
Enquanto a gente chora nossos mortos
E se pergunta o porque disso
Pela segurança eles dizem
Tá seguro para quem mas vc ñ conhece não importa Ou importa pra quem

Inserida por pamela_pacheco

Eu sou a sociedade
e sou especialista em criar
Não pense que é fácil
Precisa primeiro se acostumar
Já não dizia o fulano
Necessário ñ é viver
Necessário é...
Enfim vou lhe ensinar um macete
Não tem erro pra entender
Meu método é simples
E o que eu faço?
Eu fecho os olhos ,
Eu fecho os olhos quando a criança chega na escola depois de ser espancada,
Eu fecho os olhos para as crianças dormindo na calçada,
Eu fecho os olhos para a menina de 10 anos grávida ,claramente violentada,
Eu fecho os olhos para o assalto que vejo da janela na minha sacada
Eu fecho os olhos para o meu colega desviando a verba da merenda,
Eu fecho os olhos e durmo em paz?
Não precisa exagerar também,
Quem tem paz num mundo desse ?
Não penso muito .
Eu crio muito!
o importante são os números
não as pessoas certo ?
Um dia mais tarde tragicamente eu encontro tudo aquilo que criei
E sou manchete no jornal da tarde
Morre beltrano com requintes de crueldade
Aquela que eu não repudiei
Aquele assalto na esquina era meu filho,
Mas como eu não reconheci
na hora eu não me importei
Os monstros que eu criei estão sempre a espreita ,
A violência ,o medo ,a fome , o descaso.
Quando bati o carro dia desses fui parar na emergência
faltaram remédios para me salvar , lembrei me do meu colega
que desviava a verba sem pensar
Lembro também de ver uma notícia
de um hospital público que por desvio
de verba não tinha
o mais básico para trabalhar
eu fechei os olhos novamente
e dessa vez eu não os abrirei mais
deixo este mundo como um gigante
Por que tudo o que eu criei
está aí pra te assombrar
Você segue como eu , a fechar os olhos
E no final abre a boca pra reclamar ?
Ha ha ha ha ha ha
________Pamela Pacheco

Inserida por pamela_pacheco

Uma agressão física pode ser considerada um ato cruel e de extrema violência contra uma pessoa, mas uma agressão moral ou uma agressão feita apenas por meio de palavras pode ser considera, muitas vezes, uma agressão tão ou mais violenta que esta mesma agressão física. Pois esse tipo de agressão não atinge somente o corpo físico, mas principalmente a dignidade humana.