Crônicas de Violência
Enquanto houver jeitinho brasileiro, discriminação e violência com as "minorias e maiorias", corrupção, injustiça, mals tratos , destruição da fauna e flora, falta de investimento em saúde e educação, disputa entre poder ou para descobrir quem é melhor, não vai ser uma troca de partido ou presidente que vai melhorar a sociedade brasileira. Se quer um país melhor, a mudança tem que começar em você.
Mesmo se o Estado defende os seus cidadãos do risco de serem tiranizados pela violência física (como acontece por princípio sob o sistema do capitalismo desenfreado), ele pode frustrar as nossas finalidades se não consegue nos proteger do abuso do poder econômico. Em um Estado deste tipo, quem é economicamente forte é também libre para tiranizar quem é economicamente fraco e privando-o de sua liberdade. Nestas condições, a liberdade econômica ilimitada pode ser autodestrutiva, da mesma forma que a liberdade física ilimitada; e o poder econômico pode ser tão perigoso como a violência física. De fato, aqueles que dispõe de um excedente de mercadorias podem impor a quem tem penúria uma servidão 'livremente' aceita, sem a violência.
" A violência." O aumento significativo e gradual da violência, seja no plano coletivo e individual, remete- nos a uma reflexão, de que o homem alienado e perturbado, vivem no inconsciente coletivo, um processo de finitude. Amplia- se os estimulos animalescos, em que o homem vivendo amontoados nas grandes cidades tendem a aumentar as neuroses coletivas e patologias psicossociais. Afinal, a violência que estamos assistindo é reflexo dos nossos Instintos, que não controlado pela educação e pela cultura, será um sinal de empobrecimento da vida, consequentemente no cadafalso das relações humanas.
Quando falamos da História do povo negro, sempre nos lembramos da violência inenarrável da escravidão, mas não devemos nos esquecer de que nas lutas pela sobrevivência e pela superação da violência sempre estiveram presentes a criação de alegria, de beleza e de prazer. Estes são os presentes do povo negro para o mundo.
Eu não consigo aceitar a ideia de que a violência e o terrorismo sejam ainda instrumentos para que determinados grupos sejam escutados. Violência e terrorismo devem ser combatidos incisivamente e por duas razões bastante claras: trata-se de covardia inominável; e despreza a – suposta – inteligência humana para resolver as diferenças sem que haja derramamento de sangue.
Toda violência tem em si mesma seu limite, porque ela produz a violência contrária, que, mais cedo ou mais tarde, se igualará a ela, e talvez a sobrepuje. A bondade, porém, age por meios simples e constantes. Ela não produz resistência paralisante. Ela até desfaz tensões existentes, dissipando desconfianças e equívocos, e se fortalece a si mesma, produzindo bondade. Por tudo isso, ela constitui a força mais direta e intensiva.
E se o mundo fosse tranquilo? Sem brigas, violência, abuso, egoísmo e dores, talvez sobrasse mais espaço para o amor. Imagine as crianças correndo nas ruas, com olhos brilhando, sem medo de nada. Sorrisos sendo a nova linguagem do mundo; e abraços, a moeda mais valiosa trocada. E nesse mundo sonhado, a paz seria o nosso lar.
"Castigar um filho com vara não é disciplina, é violência que deixa cicatrizes psicológicas — aumentando risco de ansiedade, depressão, agressividade, baixa autoestima, perturbações do apego e prejuízos cognitivos e comportamentais ao longo da vida — e por isso, além de ser eticamente reprovável, o Brasil sancionou a chamada “Lei da Palmada” (Lei nº 13.010/2014) para proibí‑la e orientar medidas educativas e de proteção; a evidência científica é clara: punição corporal não educa, só perpetua o ciclo da violência e compromete o desenvolvimento infantil. "
"A violência doméstica pode atingir qualquer gênero, mas as mulheres, frequentemente mais vulneráveis social e fisicamente, acabam sendo as mais fragilizadas; tal realidade revela não apenas a urgência de proteção, empatia e justiça efetiva, mas também uma reflexão ética sobre a responsabilidade coletiva de sociedade, família e Estado em cultivar relações humanas baseadas no respeito, na igualdade e na dignidade, lembrando que a verdadeira moralidade se mede pela forma como cuidamos dos mais vulneráveis."
Os tiros que me chegam vindos do morro me remetem a questionar o porque de tanta violência. Ainda que não justifique, consigo entender que para o indivíduo condenado à perene pobreza não deve ser fácil aceitar que alguns tenham tudo, e outros tantos precisem passar uma vida inteira para ter pouco mais do que nada. Minha lógica me diz que é bem mais fácil entender miseráveis roubando de ricos do que milionários roubando o pouco que o pobre consegue apenas porque o muito que têm ainda não é o bastante para o tamanho de sua ganância.
A violência simbólica na academia é sutil: vai da simples nomeação pela figura de autoridade até o consenso imediato e óbvio de que você é apenas um técnico subalterno, auxiliar, nunca um pesquisador à altura ou de potencial equivalente. [...] Quem te intitula ferramenta, no mínimo, admite e treme ante o vislumbre da obra.
Hoje um perdido bobo seguido de indiferença, uma violência velada disfarçada de cuidado, depois uma mentira quase inocente justificada por uma suposta preocupação. Um desrespeito aqui, outro ali, recorrentes crises de ciúmes sem nexo, incontáveis pequenas traições seguidas de um "eu te amo". Amanhã a confirmação do óbvio: os sinais estavam por toda parte mas, a gente se negou a enxergá-los.
Uma iniciativa eficaz para coibir a violência contra a mulher seria o Governo disponibilizar, a todas as interessadas, aulas gratuitas de defesa pessoal (como Jiu-Jitsu, Karatê ou Judô). Embora não garanta salvaguarda absoluta, a medida aumentaria significativamente as chances de defesa das vítimas diante da agressividade e covardia excessiva dos agressores.
Nem toda violência é física, e nem toda família é um lugar seguro. Existe um tabu enorme em admitir que dentro de casa pode haver rivalidade, ressentimento, abuso emocional e até um desejo velado de ver o outro fracassar. Isso gera um desgaste psicológico profundo, porque a família deveria ser, em teoria, o espaço de apoio e quando não é, a pessoa fica sem “base”.
" E assim...mais um dia...intolerância...violência...egoísmo...assim caminha a humanidade...passos largos a injustiça...dificuldade de ver...observar...a dura realidade...triste vida...vida triste...assim vivemos...assim morremos...alienados...idiotizados...manipulados...espectros humanos...ridículos...se existe vida inteligente neste vasto universo...na terra,com certeza,não vão chegar...espero que não."👽🤪
"NÃO SOU CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER! - Não especificamente, porque a violência em todas as suas formas me choca e revolta. Na verdade, sou contra qualquer tipo de violência contra qualquer pessoa, porque a violência pode até ser um recurso no entendimento de alguns, mas ela nunca será a resposta para ninguém"
As vezes eu só queria que tudo voltasse a ser como era antes, pessoas felizes, sem violência, sem preconceito, sorrizos verdadeiros, amores verdadeiros, pessoas felizes como o que tem, pais e filhos com uma convivência normal, sem brigas, horrores, não somos diferentes pois todos nós temos um coração, entende ? somos todos iguais e eu só queria mais paz e amor e menas violência e preconceito no mundo, se ligo ?
Como é que ta a sociedade Brasileira hoje estar cheia de Violência espalhada ai a fora a cada dia que passa as pessoas perdem a fé em Deus, querendo fazer justiça com as próprias mãos, mais só quem tem esse poder é Deus e ele ta vendo tudo que acontece mundo a Fora, desgraças, abalos sísmicos, guerras e no Brasil a sociedade apedrejando e lichando o povo no meu da rua esposa mantando o marido a facadas, isso não é coisa de Deus é do Demônio. Orai por todos Nós Meu Santo Deus.
Ah,o que ela ignorava é que todo ato de violência, desde que seu gesto se cumpra, é um ato interior; o que ela estranhava, não era o ambiente, mas o que nela era estranho - o que se rompera no seu íntimo com aquilo que praticara, era a dose de vontade que despertara seu espírito do letargo imposto pelo hábito, a raiz viva da consciência que, boa ou má, começava a aflorar acima das contingências banais da existência.
Vemos a todo instante a violência que destrói a vida. O descaso das pessoas, com o amor e Deus. O horror é banal e convive com todos nós, a cada dia nos mostra que a vontade do Senhor nosso Deus, nos prepara para sermos transladados a nossa pátria, ao início da vida. O sopro retornará ao Criador.
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