Crônica sobre Política
A política no Brasil está contaminada por falsos moralistas disfarçados de representantes do povo.
Vestem discursos de virtude, mas agem em benefício próprio.
Falam em nome da justiça, mas legislam em causa própria.
A moral que defendem é seletiva, conveniente e, muitas vezes, usada apenas como escudo para esconder a corrupção disfarçada de retórica.
2020
Dois e mil vinte um ano de tragédias,
de muitas perdas, muitas dores.
E na política somente de discórdias
Sim, não há como negar, muitos dissabores
Não podemos ignorar todo esse sofrimento
Por isso que tenhamos empatia
Mas não podemos cair em lamento
E busquemos com todos harmonia
Vamos nós, sobreviventes,
focar em fazer o bem e agradecer,
afinal somos todos remanescentes
E com tudo que se passou temos de aprender
Aprender a amar o que possuímos
Saúde, familia, alimento um teto,
E como ser humano, nos reconstruirmos,
Aprender a valorizar o afeto
O beijo o abraço a união
Que comecemos uma evolução!
O homem é uma contradição...
Ser humano é uma viajante...
A política transforma o mundo inteiro num hospício...
A guerra te faz ser poderoso...
Olhe para suas ideias...!
Copie e cole...
Tudo que sabe fazer ditador..!
Tem orgulho de ser assim mais não mate as pessoas...
Por uma ideologia falida... ( a guerra te faz melhor) ou mais um genocida da história...
Palavras apenas na guerra fria...
Ditadores sanguinários...
Se acha na obrigações de serem absorvidos pelo momento que se acham melhor que qualquer um...
Filhos da coisificacao ainda assim pessoas o seguem como líder mundial...
No imenso território do Brasil,
Onde a política desafia o sentir,
A pátria vive tempos de tormenta,
Injustiças e dificuldades sociais a enfrentar.
Desde os tempos da colônia,
Traumas se arrastam com desgosto,
A opressão e exploração do passado,
Ainda marcam o presente e o futuro.
Na política, o poder se mistura,
Interesses obscuros em jogo,
Enquanto o povo sofre e luta,
Por direitos justos e mais diálogo.
Mas a esperança não pode morrer,
Brilha em cada brasileiro batalhador,
Unidos, somos capazes de vencer,
Essa luta pela igualdade e pelo amor.
Nosso Brasil é feito de lutas e força,
Epicamente escreveremos nossa história,
Solidários e determinados,
Transformaremos a situação com vitória.
Bilhões de necessitados em comida, social, política, segurança,
discriminação, necessário se ter uma Cortina de Ilusões religiosas,
para conseguir um pouco de paz para envelhecer e morrer, sem
promover o mal, a conquista a força, por quase tudo, nada haver
se muitos aproveitam essa Cortina de Ilusões religiosas , com suas
retóricas oportunistas para enriquecimento pessoal.
Poema Jurídico - A Perseguição Política à Direita Brasileira
Douto STF, que em toga impõe,
O Autor, que na política se expõe,
Pede vênia para expor
A perseguição que em seu peito arde e dor.
Homens de bem, que amam a pátria,
São alvos de uma cruel insídia,
Onde o Tribunal, em seu fervor,
Decide com viés, sem rigor.
Bolsonaro, figura de luta e crença,
É tratado com intolerância, sem clemência,
Enquanto os juízes, em sua parcialidade,
Tentam silenciar a liberdade.
Sigilo em atos, sem transparência,
É arma que destroça a democracia em silencia.
Onde está a justiça, onde o direito?
Quando a Constituição se torna um defeito?
A acusação se fragiliza, sem sustentação,
Denúncias vazias, sem fundação.
Mas o povo sabe, a verdade clama,
Que a democracia nunca se inflama.
Em nome de um Estado justo e soberano,
Não se pode usar o poder de forma insana.
Os homens de bem, de direita e fé,
Não são criminosos, mas vítimas dessa maré.
Os tribunais devem ser guias da razão,
E não instrumentos de uma visão,
Que persegue, cala e condena sem provas,
Em nome de um jogo que só desova.
E o Autor, sem medo, ergue sua voz,
Exige que a lei seja feita para todos nós,
Que a justiça não se curve a um interesse,
Mas se erga, como a luz que jamais se esquece.
Que o povo, unido, clame por transparência,
E que o STF, em sua vigília de consciência,
Retorne à sua missão de ser justo e imparcial,
Porque a justiça só é justa quando é universal.
Mas quando o assunto é política
Houve uma época em que tudo
Ou era oito ou era oitenta
Ou era sim ou era não
Hoje já existe o talvez
O talvez sim o talvez não
Hoje já existe o meio termo
O depende, o quase isso, o mais ou menos
Mas quando o assunto é política
Ninguém pode ficar em cima do muro.
O jornalista expressa sua opinião e a sua convicção política quando não é pago por um político.
Quando isso acontece ele é empregado, subordinado, subalterno e muitas vezes traidor dos seus próprios ideais.
Não há como ser pago por alguém e discordar de suas atitudes.
O jornalista pago tem que deixar bem claro quando escreve e recebe qualquer provento de um político ou grupo político.
A política do pão e circo
Quem de nós já não ouviu falar da politica do pão e circo, muito famosa na Roma antiga por ter sido criada e usada por seus governantes para conseguir manter seu poder e autoridade em relação à população de época.
Para quem não sabe o que era isso vamos detalhar bem rápido o que significa essa politica.
Quando se tinha problemas, seus governantes faziam uso de diversas artimanhas para aplacar a revolta do povo, sendo usado para isso, show de circo, duelo de gladiadores, feras, espetáculos de teatro e por ai vai, sem esquecer, da distribuição de alimentos, sendo que com estas atitudes a população se acalmava e seus governantes mantinha o controle da situação.
Passando para os dias atuais, percebemos que a situação vivida na antiga Roma é muito idêntica ao que vivemos em nosso dia a dia em nossos pais.
Percebemos no cotidiano de várias cidades que existem diversos problemas que geram grandes problemas sociais, Podemos incluir como problemas, a falta de condições mínimas de sobrevivência, falta de assistência médica, a falta de moradia, a falta de empregos, falta até do que comer mesmo, entre outros mais.
Podendo definir que a condição da grande maioria da população é de uma vida de dificuldades, lutas e sofrimentos para sobreviver.
Podemos em algumas situações ver e presenciar que muitos governantes procuram adotar medidas de uma maneira em geral, para manter a população calma submissa e sempre a seu favor, principalmente, quando esta mesma população nota que nem tudo vai bem, que ela tem e quer reivindicar seus direitos, quando esta abandonada e por ai vai.
Para evitar que essa mesma população crie problemas como reclamações, cobranças, divergências, que seja mais fiscalizadora e atuante, esses governantes criam mecanismos para acalmar e controlar essa população. Uma destas maneiras é a politica do pão e circo.
São criados eventos, shows, festas para que a população se divirta e esqueça pelo menos naquele momento a real situação por que passa.
São criados programas para distribuição de diversos itens, tais como cestas básicas, remédio, inclusive dinheiro mesmo, quantos programas tipo “Bolsa Família” existem por ai. Que na verdade ilude e engana os que são economicamente desfavorecidos e que na opinião destes que recebem este agrado deixa-os muito felizes e agradecidos.
O motivo de dar dinheiro, alimentos, entretenimento ao povo é muito das vezes uma forma de se manter no poder e ao mesmo tempo fazer valer seu poder.
Nada mais é que o mesmo que os imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias, armações e manipulam a situação a seu favor, desviando assim o foco das coisas mais importante, principalmente, quando a situação não esta boa para estes governantes.
Podemos ver isso acontecendo em todas as esferas do poder, seja, no federal, estadual e principalmente no municipal, hoje em dia na politica, isso é muito usado de várias maneiras, sendo que, nada mais é do que distrair a população com mimos e agrados gratuitos visando sempre alguma coisa.
Podemos notar também que em muitos casos, este tais programas sociais poderiam até fazer seu papel verdadeiro se fossem aplicados os recursos necessários para a manutenção e aperfeiçoamento da educação, da saúde, do bem estar social e principalmente da erradicação da pobreza em que vivem muitas pessoas.
Poderiam também desenvolver programas de apoio aos jovens que chegam ao mercado de trabalho, não que não existam, mas que poderia ser melhores, trabalhar mais a questão da qualificação profissional e mão-de-obra qualificada, fornecendo cursos e uma ajuda concreta para seu desenvolvimento profissional.
Você não acha que é preciso repensar este modo de agir de nossos governantes?
Notamos que hoje se discute mais o resultado de uma partida de futebol, o final de uma novela, um show ou evento do que assuntos que muitas das vezes fazem parte e influenciam em nossas vidas diretamente. Deixamos-nos levar por estas distrações e somos enganados, quanto à resolução de alguns problemas e situações que nos afetam diretamente.
Através destas artimanhas, consegue-se por estes governantes um efeito politico importante sobre a população, o efeito de letargia, ou seja, um efeito de entorpecimento, uma indiferença, os problema são deixados de lado e esquecidos e só lembramos-nos dos resultados do futebol, da novela, do show.
É necessário e urgente que todos nós tenhamos a consciência de que esta situação precisa e deve ser mudada, não que isso seja uma coisa fácil de conseguir, mas precisamos e devemos passar a ver e compreender algumas destas armações destes governantes.
Temos que ter em mente que se queremos mudar, somente mudaremos com mais educação, inteligência e principalmente vontade de resolver esta situação. Temos e devemos compreender que esta maneira de agir com esta politica do assistencialismo barato nada trás de benefício verdadeiro para as pessoas, muito pelo contrário, estimula a safadeza e cria mais problemas ainda, muitos se aproveitam disto parar levar vantagem sobre os que realmente trabalham e produzem.
Necessitamos de governantes que realmente sejam transparentes em suas atitudes, e que não tirem proveito da deficiência de seu povo em detrimento de seu bem pessoal.
Tarefa difícil hoje em dia, mas não impossível basta querermos e ficar atentos.
O Brasil e a política da fé
O Brasil parece afundar a cada dia, não pela força de seu povo, mas pela ação de uma parcela de políticos que se mantém no poder. Ainda assim, é preciso reconhecer que a responsabilidade também recai sobre nós, cidadãos, pois muitas vezes não votamos de forma crítica e consciente. Uma parte significativa do eleitorado é influenciada por lideranças religiosas, que utilizam a fé como instrumento de controle político.
Se, no passado, os coronéis impunham sua vontade pela força das armas, hoje o poder se modernizou: a Bíblia passou a substituir a pólvora. Versículos e sermões são usados como ferramentas de convencimento, muitas vezes para legitimar projetos que ameaçam a democracia e favorecem interesses contrários ao bem comum.
Essa instrumentalização da fé não apenas compromete a autonomia do voto, como também contribui para políticas que aprofundam a destruição ambiental. Em nome de um discurso moralizante, justificam-se práticas que destroem a fauna, a flora e todo o equilíbrio ecológico do país.
O desafio, portanto, é romper com esse ciclo de manipulação, fortalecendo a educação política, a consciência crítica e a defesa inegociável do meio ambiente como patrimônio coletivo.
SEJA UM REBELDE LÚCIDO
Estamos a viver numa era de escravatura política organizacional , um sistema onde poucos decidem por muitos, como bem alertou Noam Chomsky.
A democracia tem sido reduzida a um teatro, onde o povo assiste de longe às decisões que afectam o seu destino, sem poder real de intervenção. Em vez de servir o cidadão, as estruturas políticas servem-se a si mesmas, alimentando a obediência e sufocando o pensamento crítico.
Enquanto a voz do povo continuar silenciada por conveniências partidárias e interesses pessoais, não haverá verdadeira liberdade. É tempo de romper as correntes da submissão e devolver ao cidadão o poder que lhe pertence por direito.
➡️ Pensar diferente é o primeiro passo para libertar Angola.
Cilada política de quem detesta a religião e principalmente o cristianismo:
A igreja fica somente para os religiosos e a política somente para os políticos nenhum setor interfere no outro.
E assim, os políticos ficam à vontade para destruir as igrejas e matar cristãos.
Por exemplo: esse acordo de ninguém interferir em política foi feito na Coreia do Norte, onde havia mais tempos religiosos e cristãos do que na Coreia do Sul.
Resultado: devastação de igrejas e matanças de cristãos na Coreia do Norte por tirania política.
A Política das Promessas Esquecidas
Há políticos que, em tempos de campanha, vestem a roupa da esperança e falam com a voz do povo.
Prometem escolas novas, hospitais equipados, ruas pavimentadas, empregos e dignidade.
Usam palavras bonitas, gestos ensaiados e sorrisos prontos — como se o futuro coubesse num palanque.
Mas quando o poder chega, a memória se vai.
O discurso vira silêncio, o povo volta à espera, e o plano de governo, antes cheio de metas, vira papel esquecido em gavetas de gabinete.
As promessas que um dia emocionaram se transformam em desculpas, e a vontade de mudar o mundo se perde na conveniência de manter o cargo.
O erro maior não é prometer — é enganar conscientemente quem acreditou.
É subir no palco do voto com o coração vazio e descer do poder com as mãos cheias de privilégios.
A verdadeira política nasce do respeito à palavra dada, da coerência entre o que se fala e o que se faz.
O povo não precisa de heróis de palanque, mas de servidores de verdade, capazes de entender que o mandato não é um prêmio, e sim uma missão.
Porque quem ilude o povo uma vez pode até vencer uma eleição —
mas quem o respeita, conquista algo muito maior: a história.
A POLÍTICA DE CADA UM...
Enquanto utilizarmos a política como desculpa para agredir e humilhar o nosso semelhante, infelizmente, da evolução intelectual, mais ausente e mais distante estaremos, pois a cada xingamento, a cada ataque vil, mostramos quem realmente somos, intolerantes, donos da verdade absoluta e senhores da razão bruta...
Nada demais, pois se de repente alguém notar que fomos brutos em exagero, nos juntaremos aos que comungam da mesma ideia e colocaremos a culpa no fascismo, no comunismo, na religião ou mesmo na ignorância de quem não compactua da mesma intelectualidade absurda.
Digo de forma geral, mas também me refiro ao cidadão da pequena cidade, onde somos vizinhos da mesma realidade, sendo amigos, mas que em tempos de política selvagem, agem como se nunca tiveram alguma amizade, é triste esta realidade, pois faz parte da falta de educação e da intelectualidade...
O que impulsiona uma boa pessoa, por razão política, resolver se mostrar e atacar o outro por pura crueldade?
É a política interior, algo que está dentro de cada um de nós, mas que poucos entendem a sua real finalidade!
Fracasso social(política)
Até quando; vamos continuar respirando esse ar tão poluído; recheado de ganância, egoísmo, mentiras e individualismo?
Até quando; seremos tratados como escravos de um sistema criado para poucos ganhadores soberbos?
Até quando; eu e você beberemos e comeremos das sobras dos pobres em espírito?
Até quando; suportaremos ser cuidados e guiados de forma enganosa por esses políticos que carregam em suas mãos e nas suas faces manchas de sangue de inocentes?
Até quando; vamos permitir que os nossos sonhos sejam construídos em cima de um castelo de areia?
Até quando; vamos ficar esperando o dia seguinte nascer sem esperanças, respeito e sem luta?
Até quando?
POEMA INEVITÁVEL
Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!
#israelsoler
POLÍTICA E OUTROS LAÇOS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
É melhor não perdermos pessoas que amamos,
quando menos importa ganhar ou perder
nas questões do poder que nos faz consumir
tantos verbos opostos e desencontrados...
Valem mais os afetos que preservam laços,
o calor que não cabe nas leis distorcidas,
os olhares, abraços e risos sinceros
que não acham valor em paixões partidárias...
Saiba menos ou nada pra quem sabe tudo,
tenha mais incerteza pro discurso pronto,
seja tonto por fora e bem você por dentro...
Essa grande alegria de alegrar os seus
é o dom da verdade que não tem senhor,
mas a força do amor; a renúncia do ego...
Com tantas “lideranças religiosas” mais preocupadas em fazer política do que evangelizar, tomara que ninguém espere encontrar toda essa permissividade escatológica lá no céu.
Quase sempre mais empenhadas em conquistar palanques do que corações, é natural que alguns confundam fé com estratégia e altar com palco.
Mas o risco maior não está apenas no que se faz aqui, e sim no que se passa a acreditar: que a permissividade, a manipulação e o jogo de interesses poderiam ter algum espaço no céu.
O céu — seja entendido como metáfora de transcendência ou esperança — não se molda aos desvios humanos.
Ele não precisa de campanhas, slogans ou acordos.
Ali não se barganha silêncios, não se negocia salvação e nem se legitima vaidade em nome de Deus.
Tomara mesmo que ninguém espere encontrar lá a mesma mistura de poder e conveniência que alguns apaixonados cultivam cá.
Que a expectativa do sagrado permaneça alta o bastante para nos lembrar que espiritualidade não se mede por seguidores, mas por verdade; não por palanque, mas por compaixão; não por permissividade, mas por integridade.
E que, diante de tantas distorções e adequações, ainda caiba em nós o desejo de uma fé que não se deixa contaminar — e de um céu que não se pareça, nem de longe, com os arranjos terrenos.
Prosopopeia flácida para acalentar bovinos na seara política é fingir preocupação, sem se ater ao início ou fim de qualquer problema.
Tudo em prol de narrativas e desinformação.
É aí que reina a arte sutil — e covarde — de simular zelo enquanto se abandona, à própria sorte, o princípio e o desfecho de qualquer problema real.
No teatro da dissonância não há compromisso com a verdade, apenas com o capricho das narrativas que melhor embalam os distraídos.
E assim, entre discursos inflados e intenções murchas, vai-se normalizando o hábito de confundir espetáculo com responsabilidade, opinião com fato, ruído com relevância.
No fim, quem brinca de governar com palavras vazias não conduz a destino algum — apenas empurra consciências para um pasto cada vez mais estreito, onde pensar dói e se questionar incomoda.
Porque, na política dos fingimentos, o que menos importa é resolver; o que mais importa é convencer.
E é justamente por isso que a vigilância se torna dever: para que nenhum de nós adormeça ao som de cantigas que só servem para manter rebanhos dóceis, enquanto a verdade passa, sozinha, pelo portão da história.
Só cometi o pecado de odiar os manipuladores até perceber que tamanha facilidade em 'Sequestrar a Mente' das pessoas nunca foi “mérito” exclusivamente deles.
"Tendo em vista o tanto de Discursos na Política (e mesmo fora da Política) e tudo o que Sonham e Desejam alguns, era para o(s) citado(s) nos Discursos já terem perdido o cargo, não é mesmo? E por que não perderam? Nos Discursos, todos são bons, até Meus Cunhados, HeHeHe ou HaHaHa!"
Frase Minha 0264, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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