Corpo
Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)
A verdadeira beleza não reside no seu rosto ou no seu corpo; E sim no mexer dos seus lábios e no balanço de suas cordas vocais. Formando melodias tão belas, que nem Beethoven com suas sinfonias, conseguiria transmitir tanto resplendor.
O que você faz com o meu corpo? Porque é o teu nome que ele chama? Porque é o teu corpo que ele deseja?
Ah Smith, se você soubesse o que você faz comigo; o que seus gestos, suas atitudes e suas palavras causam no meu corpo, em minha mente e em meu coração. Tudo o que faço e tudo o que penso, sempre vem você em mente; quando paro para admirar as belas íris escuros do teus olhos, do teu olhar encantador, eu me perco e só me encontro quando sinto que você me olha igualmente. É estúpido se apaixonar apenas por um olhar?
Se for estúpido, me considere sua Senhora Poeta Estúpida, pois foi atrás do primeiro contato com o brilho dos seus olhos que eu me apaixonei. Não queria, lutava para esse sentimento não flui; mas tudo fluiu de uma forma tão singela e natural, que não teve como escapar. Sou uma menina sonhadora, se eu não sonhar, sabe que no futuro não valerá a pena, pois eu não lutarei para realizá-lo. Eu sonho com você desde da nossa primeira troca de mensagem, desde do primeiro flerte em forma de brincadeira; você chamou a minha atenção quando resolveu me valorizar pelas minhas escritas e palavras proferidas a você. Nesse momento vi que você era diferente, mas diferente para mim; quanto mais te conheço, mais eu me apaixono, e tenho medo de isso acabar, porque eu tô te amando Sra Smith e não tive como lutar com esse sentimento que saiu tão natural que é até difícil de acreditar. Não tem máscaras, não tem segredos, foi tudo natural, tudo espontâneo, se forma tão simples e singular.
Eu não consigo entender como o meu corpo chama pelo seu; como minha alma chama pela sua; como a minha boca deseja urgentemente beijar a sua!
Eu não consigo entender porque que toda vez que penso em você, meu coração acelera; porque que toda vez que ouço seu nome, sai um sorriso bobo dos meu lábios. Porque, eu não consigo tirar você da minha cabeça?
É amor? É desejo? É atração?
O que importa, se é em você que eu penso desde do amanhecer até ao anoitecer; se é seus olhos que eu busco toda vez que sonho com você!
Ah, aquele olhar, que me deixa sem ar, que me hipnotiza e me deixa sem chão; aquele olhar que parece me despir de todas as formas mais travessas possíveis.
Me derreto toda vez quando eu encontro o seu olhar em meus sonhos; me derreto toda quando vejo um sorriso lindo e tão sacana saindo dos seus lábios. Se sua intenção era me enlouquecer, parabéns eu estou completamente louca por você. Louca pra sentir sua boca junta a minha, louca para sentir seus braços em minha cintura, louca para meu corpo encontrar o teu; estou louca de amor por você e não sei como evitar.
Não sei como evitar esse sentimento tão mútuo que existe dentro de mim. Não sei explicar quando e porque tudo isso aconteceu, mais a minha poesia está sendo você.
Cada palavra que eu escrevo hoje, tem seu nome, tem o seu sorriso e tem o brilho dos teus olhos. Você é a minha poesia! Em cada momento que passo ao seu lado, cada conhecimento, cada conversa, é em você que eu encontro a minha poesia; a minha poesia não são somente palavras bonitas, elas tem significado, tem histórias e muito amor. Hoje a minha poesia tem você! Hoje a minha poesia é você.
O corpo de uma mulher é uma verdadeira obra de arte; cada curva, cada detalhe, cada jeito...tudo nela é especial. A cor dos olhos, a curvatura da boca, o jeito meigo de olhar...tudo nela é de se apaixonar.
Sua boca colada na minha, seu corpo colado ao meu; seu perfume, seu aroma, seu beijo, seu carinho, seu amor...ah, sua pegada que me fazer delirar de prazer.
Se for um sonho não me deixe acordar, estou no paraíso do amor, e ela ao meu lado estar.
Como o doce vinho que embriaga... Doce e quente é o calor no meu corpo excitado... Coração acelerado antes e depois do ápice do prazer💕
Pode ser
Que eu saia desta vida
de alma ainda pura
e com o corpo
Completamente quebrado
Se for assim
Creio eu
Que terei logrado
Morrer como queria
Portanto
Não me culpem
das expectativas malogradas
Criadas em meu redor
Cada um tem a própria vida
E não se pode viver duas
Eu sou responsável
Somente pelas minhas palavras
e não pelas suas
Cada um de nós
Vai criando seus próprios problemas
Na medida em que não atenta
Para os sinais tão claros
Às vezes gritantes
Com os quais o mundo acena
todo dia
Eu só faço aquilo que posso
Pra quem deseja um pouco mais
Eu só posso pedir
Que me deixe morrer em paz
Edson Ricardo Paiva
Imagine o espaço territorial de um país como um corpo e seu povo como a sua alma.
Quando um grupo ou uma ideologia ruim chegam ao poder e passam a prejudicar esse país, é como se fosse um tumor malígno que precisa ser extirpado.
Quando esse grupo ou ideologia passa a se apossar da mente desse povo com leis que afetam nas relações interpessoais desse povo, isso já se assemelha a um espírito malígno: Isso é um demônio que precisa ser exorcizado.
Mas só se houver uma influência prejudicial, Isso é você que responde, de acordo com seus conhecimentos e consciência.
Tem dias em que simplesmente
Minh'alma se eleva
Flutua por breve momento
É como se meu corpo
voasse ao vento, de tão leve
Não trago comigo
remorsos que me lesem
Não guardei na vida
nenhum ouro
e nem nada que hoje me pese
divido o que me caia às mãos
se não houver o que partilhar
partilho a fome
não quero e não desejo
aquilo que não me pertence
e é desta maneira que eu vejo
que devo viver
minha vida de homem
Não pergunto a ninguém
se estou correto
Na verdade, nem quero saber
a leveza que me invade
faz sentir
Que esta é minha única
e intrasferível
verdade.
"Quando a alma se despedaça, os seres da criação não se preocupam mais com o corpo."
Edson Ricardo Paiva
A Maldição
A maldição do homem é sua prisão;
também chamada de corpo;
esta cela de carne e osso;
o limita, o aprisiona, o diminui;
Fomos feitos com uma incessante vontade de ser mais;
com a consciência de que podemos tudo;
mas ao mesmo tempo limitados ao nada;
Mas afinal, como algo a mais podemos ser?
Se eu e você, compartilhamos a mesma prisão;
pés que nos mantêm no chão;
Esta énossa maldição.
O Sol ainda brilha lá fora
Eu sinto que luz e calor
Não me pode alcançar
Corpo frio
Longe de tudo
Até mesmo da própria vida
Coração vazio
Nada mais prende mais atenção
Que a vontade de ir embora
Lá no fundo do quintal
O ruído, pouco mais que gemido
De uma alma chorando escondida
O desejo de orar me toma
Mas Deus não há
Há somente a vontade que implora
Com voz que ninguém pode ouvir
E agora?
Edson Ricardo Paiva
Não foi meu suor que ofereci; foram minhas lágrimas.
Não foi meu corpo que sacrifiquei; foi minha alma.
Eu amo a forma que você joga o seu corpo para frente, a forma que faz os meus olhos vibrarem com o seu movimento, com a forma de expor toda essa sentimentalidade, eu amo cada parte dessa ''parte" a qual se diz "partido", a qual se diz mágico.
Com amor ao mágico sentimento real.
Mãe, tento não pensar sobre a nova casa que abriga o teu corpo, lugar frio, pequeno e sem quem mais amava, nós os seus filhos, solidão Mãe, tem seu nome e sobrenome.
