noah
gostari de ser o seu jardi e vc minha borboleta so para senti os ventos ta suas asas baterem emin seti o barulho do seu voou a quendera si eu fosi seu jardim
Paixão platônica
O sentimento maldito
Que me intoxica de pensamentos
(ansiedade)
Me faz sangrar medos
E respirar sua imagem
É doentio, efêmero e corrosivo.
Velado por inseguranças milenares,
infantis e fúteis;
(erótico)
sorveria sua pele, com um beijo proibido,
para me eternizar em você;
você gavagearia-me
como um vinho amargo.
Pensar não é pecado,
foi o que disse a pecadora.
(amortecimento)
Pensar histórias unilaterais e reabitadas
pelos meus olhos transtornados
que angustiados te esperam,
nessa profusão de inexatidões,
encontrar-se com os seus.
Se deitasse-me ao seu lado
por um instante te amaria,
ao olhar seus olhos labirínticos,
confrontaria seus muros intransponíveis,
e os atravessaria,
por um instante sentiria
a insegurança desmancharia
te amaria por um breve instante.
As letras escritas na imensidão do seu olhar, criam histórias tão belas, que minha mente não consegue processar.
A verdadeira beleza não reside no seu rosto ou no seu corpo; E sim no mexer dos seus lábios e no balanço de suas cordas vocais. Formando melodias tão belas, que nem Beethoven com suas sinfonias, conseguiria transmitir tanto resplendor.
Às vezes penso se eu estou realmente escrevendo certo ou me expressando certo, mas aí me vem a duvida, isso realmente importa?
Não é se importar no sentido de escrita, isso todo mundo tem! (inclusive, fico feliz que as pessoas tenham isso) mas, e se eu começar a me importar de como eu me expresso?
Realmente vale a pena duvidar de si mesmo por conta de uma letra? Ou vale a pena tentar esconder?
Aí vai um questionamento.
