Contas
"Se o amor sussurrar que está chegando, não se intimide: já fez as contas de quantos se foram?!"
-Aline Lopes
"Perdi as contas de quantas noites passei em claro imaginando onde você estava, o que fazia, com quem falava... Quanto tempo perdido, quantas lágrimas desperdiçadas, quanto amor não correspondido."
-Aline Lopes
O Valor do Tempo
Carlos cresceu ouvindo que riqueza era sinônimo de contas bancárias gordas, relógios caros e viagens para destinos exóticos. Por anos, ele perseguiu essa definição com afinco: horas extras, madrugadas em claro, fins de semana sacrificados. Quando finalmente alcançou o tão sonhado "sucesso", algo parecia faltar.
Num sábado ensolarado, sentado à beira de sua piscina, ele viu João, seu vizinho, passar com uma bicicleta velha e um sorriso largo no rosto. Curioso, Carlos o chamou para conversar.
— João, você nunca quis ter mais? Uma casa maior, um carro melhor? — perguntou, enquanto segurava o copo de um uísque caro.
João riu, tranquilo, e respondeu:
— Ter mais? Tenho tudo que preciso. Sou rico do meu jeito.
Carlos franziu a testa. Como alguém que morava numa casa modesta, sem luxo algum, poderia se considerar rico?
— E como você define riqueza? — desafiou.
João olhou para o céu e, depois, para Carlos, com serenidade.
— Ser rico, meu amigo, é ser dono do meu tempo. Posso pedalar pela manhã, tomar um café com calma, ouvir os pássaros, ver minha família crescer. O tempo é a moeda mais preciosa, e eu gasto a minha com o que realmente importa.
Naquele instante, algo em Carlos mudou. Ele, que tinha tanto dinheiro e tão pouco tempo, percebeu o quão caro havia sido o preço de sua "riqueza".
YakuzaMoon § JWC Autism
No fim das contas o mais importante é deixar as pessoas melhores de como as encontrou. E na real mesmo é o que ainda faz sentido nessa vida.
...SERVIR!!
**No Fim das Contas**
Ricardo sempre foi uma pessoa determinada. Desde cedo, ele aprendeu que, para vencer na vida, era preciso lutar e nunca desistir. Ele tinha um sonho grande: abrir seu próprio negócio, um restaurante onde pudesse unir sua paixão pela culinária com o desejo de oferecer algo especial para a cidade. Passou anos juntando dinheiro, abrindo mão de momentos com a família e amigos, dormindo tarde, trabalhando em empregos que não gostava só para guardar cada centavo.
Finalmente, o dia chegou. Ricardo abriu seu restaurante. No começo, as coisas pareciam promissoras. Ele tinha clientes regulares, feedbacks positivos, uma equipe dedicada. Mas, com o tempo, os desafios começaram a pesar: impostos altos, despesas inesperadas, concorrência feroz. Ele tentou de tudo para fazer dar certo, fazendo promoções, cortando custos, investindo em novas ideias. Cada dia era uma batalha, mas ele acreditava que, no fim, todo o esforço valeria a pena.
No entanto, quanto mais ele se esforçava, mais o sucesso parecia escapar das suas mãos. As contas começaram a se acumular, as noites em claro tornaram-se rotina, e ele foi ficando cada vez mais cansado, esgotado de tentar salvar um sonho que parecia estar se desfazendo. Em uma noite silenciosa, após fechar o restaurante pela última vez, Ricardo se deu conta de que tudo o que fez não tinha sido suficiente. Ele havia colocado tudo de si, mas, no final, não era ele quem decidia o resultado.
Ele caminhou até o parque onde costumava ir quando criança e sentou-se em um banco, encarando as luzes da cidade. O peso da derrota era esmagador, mas, de alguma forma, uma nova compreensão começou a surgir. Ricardo percebeu que, apesar de tudo, ele havia se tornado mais forte, mais resiliente. Aprendeu que, às vezes, a vida não recompensa o esforço como imaginamos, mas nos ensina algo que nunca poderíamos aprender sem a queda.
Ele respirou fundo e, em silêncio, prometeu a si mesmo que, mesmo que os sonhos nem sempre se realizem como queremos, ele seguiria em frente – pois era isso que ele sabia fazer melhor. Afinal, o fim de um caminho também pode ser o começo de outro.
Evangehlista Araujjo O criador de histórias
Sentimento de viver aprisionado e prestando contas à quem nunca deveria, logo liberdade pia, logo liberdade pia.
Temos o bem e o mau dentro de si
oque vai se destacar
cabe a você decidir
levando em contas
que o bem sempre vence
mas como imperfeitos
o mau sempre aflora
qual a sua índole?
você tem o livre arbitre-o
é sua escolha!
Orar a respeito de tudo é uma declaração diária de dependência de Deus. Afinal de contas, não somos autossuficientes, embora mais do que nunca, tudo ao nosso redor, queira nos tornar autômatos.
Sábio o Sabiá
Afinal de contas nós somos um animal, aliás, o único que é capaz de decidir ,escolher e julgar por si mesmo, isto é, nós somos portadores de liberdade e há pessoas que dizem que querem ser pássaro, devido a isso, precisam tomar cuidado!
Pássaro não são livres, pássaros não podem não voar e pássaros não escolhem o que fazer, não adianta em uma bela tarde como hoje, às 17h, um sabiá caminhando e de repente ele olha e diz: nossa, acho que vou à pé para o ninho.
Não é ele quem decide, a decisão sobre a conduta do mesmo não depende do próprio,liberdade nem sempre é ter asas, asas te afastam do chão e é onde você vive a própria realidade.
O Saber como Physis
No final das contas, só a sabedoria resiste, somos meios para que o conhecimento se propague, mas é que, dentre inúmeros seres, são poucos os que são realmente “brilhantes” a ponto de o conhecimento dar um salto enorme de uma só vez. Como dizia Parmênides que era um filósofo grego e pré-socrático, que eram os estudiosos da physis (a natureza), aquilo que é natural, que ia em contraposição ao sobre naturalismo vigente. O primeiro filósofo foi Tales de Mileto. Tales acreditava que a primeira substância era a água, a água era a origem única de todas as coisas. Voltando a à Parmênides :Os que dormem, têm um universo em particular, mas o que velam, habitam um mundo incomum.
No fim das contas nunca fará diferença os tempos se ainda no fim serem reféns de um materialismo para se viver o pós intitulado... Do mesmo jeito que mentalizar um ideal e ser realizado para definir diferenças em um fim pré determinado;
No fim das contas o começo sempre será o fim de cada começo em um algoritmo infinito.
Sou à favor da paz e do amor. Pois não pago suas contas, não resolvo seus problemas, não choro suas lágrimas e muito menos sinto a sua dor.
Cristo Jesus nos amou, de forma humilde e simples, mas um amor tão puro e poderoso, que todos os dias salva inúmeras almas do mal do mundo.
Parem de guerras, vivam o amor❤️❤️
Quadra
(Agasalho)
Coração apaixonado costuma aprontar
No fim das contas sobra pra alguém
Desse mal tento me livrar
E fazer só o que me convém.
Ciclos
Perdi as contas de quantas vezes morri
Algumas vezes fui apunhalada sem misericórdia
Assassinada pelas mãos de quem jurou estar ao meu lado
Outras vezes fui levada ao suicídio
Pelo desejo em findar a dor
A dor das feridas abertas em minha Alma.
Perdi as contas de quantas vezes morri
Mas todas as vezes que a morte me beijou a vida me abraçou
Me fazendo perder as contas de quantas vezes renasci.
No fim das contas, o mais importante é ser fiel a si mesmo e às pessoas que você ama, e trabalhar duro.
Nos robôtizaram, não podemos mais desabafar, se contas hoje tua vida à um, no outro dia um terceiro saberá.
CONTOS QUE A NOITE CONTA:
A noite é fria e tímida
Em seus becos, seus piteis.
Suas contas que são poucas
Conta-se noutros viés
Os contos que não se conta
Dos que jaz em seus bordéis.
DE COR
Esse jogo de correr é sem fim
Você corre das contas,
Dos problemas,
De mim.
Foge de tudo
No início
Meio
Fim.
Sabe o que busca e tem medo
Sabe o que quer e não estende a mão.
Destrói tua prosa e teu verso
No medo de outra ingratidão.
Esquece que outrO risco é viável
Abre mão do que há de melhor.
Sozinhos são todos mais livres
Livres, infelizes e só.
Abre os braços e vá de encontro
Desencontro que ata esse nó.
Ser feliz é possível, é palpável
Eu prometo, disso eu sei de cor.
