Contas
Valorize quem deseja o seu bem.
No fim das contas somos todos falhos.
Perdoe e recomece, apenas imponha os limites necessários para uma vida saudável.
Cuidado para não jogar fora uma história por uma aventura, preste atenção...
Emoções são passageiras, teus valores não.
Ser exemplo é isso irmão... Ter padrão de dignidade comportamental para não ser injusto com o sentimento do outro.
Invista no que é nobre para a consciência e para suas emoções, não se importe em impressionar os outros.
No fim, ninguém liga e daqui a 100 anos ninguém vai lembrar de mimimi e tecnologia ultrapassada. Assim como os avós abandonados e trocados por smartphones.
Sim, é assim que eles se sentem... Era a vez deles de ser avô (e ele entende isso do jeito dele) EMPATIA!
Transforme sua vida em algo positivo e ajude alguém a fazer o mesmo.
É difícil as vezes, mas nunca desista o tempo não para, sempre siga o caminho do que te faz feliz.
Só você pode fazer isso, mais ninguém.
Vai um degrau de cada vez.
Para as vezes e descansa, curte a vista em um passeio de bicicleta em alguma orla aí do Brasil, ouvindo um som que te faça feliz e garanta que sua companhia esteja feliz também.
Vamos em frente irmão.
No fim das contas é você e sua consciência.
Escolha sempre o caminho do bem.
Todos os dias.
Não desvia dos teus valores.
No final das contas, o epitáfio que desejamos é aquele que realmente importa, e ele está sendo escrito a cada dia que vivemos. Viva o presente com propósito, seja a mudança que deseja ver no mundo e deixe um legado que ilumine o caminho para aqueles que seguirão.
A calculadora fez-nos desaprender a fazer contas complexas. O smartphone fez-nos deixar de decorar números de telefone. Espero que a IA não nos faça desaprender a escrever.
Perdi as contas das vezes que meu mundo desabou, ainda bem que sou eu um arquiteto inquieto e persistente.
Sobre dois códigos importantes,
Os de barras,
uso para pagar minhas contas.
O de ética,
usamos pra cuidar da própria vida.
Quem nós afinal de contas ?
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Quem somos nós para falar do que não conhecemos ?
Nosso conhecimento é finito,o infinito é o nosso parceiro desconhecido .
Portanto não falemos do que não conhecemos e muito menos " profetizemos "!
Não sabemos nada ,nem mesmo quem somos nós !
Muito menos sabemos o que ou quem é Deus !
Se eu tiver que prestar contas
Que seja pra Deus
Se tiver que errar
Que seja na loteria
Se for pra acertar
Também
Se tiver que sentir saudade
Que seja da infância
Se tiver que ser difícil
Que sejam palavras cruzadas
das coisas que não entendo
Me basta o extrato bancário
Aliás
Se for pra me cobrar
Que seja o cartorário
Pois
Se eu tiver que pular
Que seja amarelinha
e se for pra rir
Que seja de mim mesmo
e se for pra me bater
Que seja a minha mãe
que teve anos de prática
e batia com muito amor
Mesmo quando doía
Aliás
Se é pra doer
Que seja na barriga
de tanto rir
Se for pra ter briga
Que seja na TV
Se for pra não me entender
Que sejam meus poemas
Se tiver que haver problemas
Que seja na linha telefônica
No dia em que o cartorário
Me telefonar cobrando
Se for pra eu não entender
Que seja o gato aqui de casa
E se for pra cortar
Que sejam as unhas
Se for pra me tirar água dos olhos
Que seja uma maçã bem verde
Pois
Se for pra exigir
Que sejam meus filhos
E se for pra fazer sacrifícios
Que seja no almoço de domingo
na casa da minha mãe
Numa mesa bem cheia de gente
Ela sempre põe um pouco mais
de comida no meu prato
e sempre foi muito exigente
Se eu tiver que voltar atrás
Que seja pra buscar a carteira
Que vivo esquecendo em casa
Se eu tiver que jogar
Que seja bolinha de gude
Se eu tiver uma atitude
Que seja uma vez só
Pois, se tiver que ser um saco
Que seja de batata frita
Mas
Se for pra morrer
Que seja de rir
E nesse momento de alegria
Que alguém tire um retrato
E, se eu tiver que dizer adeus
Que seja pra tristeza
Edson Ricardo Paiva
Tem gente que pensa
Que a gente quer um monte de coisas
Que no fim das contas
Nem chega a importar tanto assim
Uma hora você se pega pensando
Que se apegou a um enorme nada
Quando olha pros lados
Olha pro espelho
Pro passado
Pra si
As coisas que pareciam desimportantes
Tem um valor diferente
Então você percebe que queria mesmo
Era aprender a rir de piada sem graça
Um copo d'água na hora da sede
Um olhar despretensioso
Que lhe transmitisse a sensação
Que alguém sente alegria
Quando vê você
Um colher de xarope, na hora da tosse
Uma mão na testa, se acaso sentisse febre
Alguém que puxa um cobertor e te cobre
Alegria de festa sem motivo
Pois, muito mais do que se pensa
Todo mundo deseja apenas
Que a sua presença seja esperada,
desejada e benquista
A gente não quer requinte
Deseja um olhar atento
E um par de ouvidos bem ouvintes
Alguém que conte pra gente
Como foi a sua infância
E diga também da saudade
Que sentiu durante a distância
E o que foi que fez lembrar a gente
Em alguma coisa que viu pelo caminho
E no quanto doeu a nossa ausência
Mais importante que o diamante
É sentir
E Principalmente
Perceber que faz sentir
Saudade
Um certo orgulho bobo e sem razão
Confiança
Um olhar de lealdade na janela
Uma ida ao portão
Vontade de estar junto
Um amor sem explicação
Saudade do abraço
Desejo de respeitar
E um querer
Que sente um vazio quando quer
E quando quer
Não quer deixar de querer
São essas as coisas difíceis
de perceber a importância
Até que aqueles olhos
Azuis, castanhos ou verdes
Não mais sejam vistos
de manhã, de tarde, de noite
ou de madrugada
Nem mesmo à distância
Então você há de perceber
Que tudo mais
Não vale nada.
Edson Ricardo Paiva.
Acabou-se o mês de janeiro
As contas que eu paguei dão a impressâo
Que já passou-se um ano inteiro
Em fevereiro acabam-se as férias
Fizeram o mês com menos dias
Que alegria!
Para aumentar a miséria
O brasileiro, sem rodeios
Tratou de colocar um carnaval alí no meio
Em pouco tempo chega março
Em menos tempo o correio traz as contas
Eu me embaraço e vou pagando
passo a passo
Passa-se o mês e a gente nem viu
Já é abril
Que já começa com mentira
de um jeito ou de outro
todo mundo se vira
Só eu que me atrapalho
Ainda bem que já é maio
Comemoramos o trabalho e as noivas
Que no final
São a mesma coisa
Chega junho e a gente nem viu
Simbora fazer fogueira
Comemorar a colheita do milho
Meu filho
Estamos em julho
Que desgosto!
Tem hidrofobia em agosto
Passam-se setembro, outubro e novembro
de janeiro?
Nem me lembro
Mês que vem já é dezembro
E assim a vida vai passando:
Praia, carnaval, quentão
fome, miséria, corrupção
violência, ignorância
Um dia a vida acaba mesmo;
pra quê dar tanta importância ?
Contas.
E então
Você pega um lápis
e aponta
Faz de conta que é poeta
Numa folha de papel
Faz cair as letrinhas do Céu
E depois pega as letras
e as conta
E conta como foi a vida
E sobre as coisas que o tempo faz
Logo após, o aponta novamente
E desenha um poeta
Faz a conta
das vezes que errou
e divide
Pelos erros que acerta
E os soma às manobras do tempo
O que sobra
Empunhar a um lápis sem ponta
Examina o corte da lâmina
As marcas que a vida fez
Galvanizadas
Pelos golpes que o tempo deixa
e de novo o aponta
Esvaindo seu tempo sem conta
Tentando outra vez
Apontar uma estrela
Entre o Céu e a Terra
Faz as contas de novo
e novamente erra
Fazendo de conta que sabe exatamente
Qual era o mês que o calendário indicava
Admite que o poeta mente
Se escreve bonito
Mas escreve pra acalmar a vida
Pois a vida é brava
Cruel servidora do tempo,
Pois o tempo é o que conta
Escreve, pois acredita
Que um dia hão de cessar
Todas as contas
Inclusive a contagem do tempo
Quando as letras, enfim
Se combinarem
E o poema escrito
Mais bonito que a própria vida
O lápis, já sem ponta
Aponta o dia que passou
A oportunidade que foi perdida
E as coisas que o tempo leva
Sendo bem ou mal aproveitadas
Pode ser até que ninguém
Não tenha entendido nada
Daquilo que esteja escrito
Feio ou bonito
Não há meio de apagar
O feito, o dito, o efeito causado
A lâmina gasta
Uma vaga lembrança
Que contrasta
Uma vasta esperança perdida
As arestas ... mais nada
O lápis se acabou
Passou-se a vida
A luz se apaga
Tudo mais o tempo faz
do jeito que sempre o fez.
Edson Ricardo Paiva.
Fale-me
Sobre alguma coisa que aprendeu
Me ensina a fazer as contas
Me diz o que devo dizer
Me diz alguma coisa sobre a vida
Esse barco que segue vazio
Prosseguindo sob o Sol ou vento frio
...e apenas vai
Me diz o que é que sente
A folha que cai, durante a queda
Por que foi que a gente quis ser gente
Em vez de ter sido uma pedra
Ou, quem sabe, um passarinho
Eu quero aprender sobre a dor que dói mais
da saudade, quando a dor se vai
da verdade, quando é dor que fica
Só não tente ensinar-me o amor
Quando a gente sabe muito pouco sobre a vida
Sabe
Que o amor, esse, quando é de verdade
Não se explica.
Edson Ricardo Paiva.
Faça sempre sua parte independente do que os outros disserem ou acharem, pois no final das contas não será o homem a nos recompensar.
No final das contas caímos na real e percebemos que as muitas pessoas e os muitos lugares badalados que conhecemos não passaram de meros momentos de euforia e que agora nos encontramos sozinhos, pois não soubemos valorizar as poucas e os poucos lugares que realmente deveriam ser valorizados.
Quando será que as pessoas irão entender que, nem pagando suas contas, elas não têm o direito de dizer o que você deve ou não fazer?
No final das contas, serão sempre você e a sua consciência, e, é a consciência que importa, e permanece, essa sensação gostosa de ter sido bom...
A influência mais poderosa na vida de um homem é sua esposa, e um dia ele prestará contas disso diante de Deus.
