Contas
Quem nós afinal de contas ?
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Quem somos nós para falar do que não conhecemos ?
Nosso conhecimento é finito,o infinito é o nosso parceiro desconhecido .
Portanto não falemos do que não conhecemos e muito menos " profetizemos "!
Não sabemos nada ,nem mesmo quem somos nós !
Muito menos sabemos o que ou quem é Deus !
Não, eu não mudei.
Apenas resolvi me valorizar mais, cuidar mais de mim.
Afinal de contas eu sempre fiz isso por você, enquanto ninguém fazia por mim.
Somos responsáveis por ensinar a Palavra de Deus. Teremos que prestar contas a Deus, sem nos esquecer disto: Deus não requer de nós sucesso, mas fidelidade no viver e no ensinar da Sua Palavra.
"É preciso aceitar o não"
É preciso aceitar o não numa boa. Afinal de contas, ele faz parte da vida.
Porém, tem muita gente que, além de não aceitá-lo, faz de tudo para transformá-lo num sim. Inda que isso seja impossível.
Pessoas assim, se negam a ver o não, mesmo que ele esteja escancarado.
O não está ali, bem diante do nariz, mas ela não quer enxergá-lo. Prefere deturpar a realidade para que ela se encaixe em suas fantasias.
Esse comportamento revela a dificuldade que ela tem em lidar com o mundo real e, mostra também, a sua falta de senso de limite.
Gente, não tem problema nenhum em receber um não na vida. Aliás, quem não tem maturidade em aceitá-lo, infalivelmente, terá sérios problemas.
Além domais. quem tem dificuldade em receber um não, também tem em dizê-lo.
O fato é que o não faz parte da vida e temos que aprender a conviver com ele de forma inteligente e sensata.
E vou dizer mais: pessoas que não sabem lidar com o não, certamente, sofrem muito.
Se você tem dificuldade em aceitar o não, acredite, nem o sim vai lhe fazer feliz!
Precisamos com urgência rever nossos conceitos do que é ser bom ou mau.
Afinal de contas, somos todos seres humanos vivendo sobre o mesmo teto
e filhos do mesmo PAI
e Ele a todos ama, sem nenhum abandonar.
Só por hoje,
Sentei-me, como quem conversa consigo mesmo ali de canto só observando.
Nem contas fazia eu do tempo.
Era tarde morna, abafada de um mormaço típico da estação.
Queria eu apenas vislumbrar oque passava pra lá e pra cá.
Sem medir, nem comentar, nem perguntar.
Apenas me deixar ir na onda da emoção.
Naquele instante só pensei em mim, era um estado de completa adoração interior sem culpa, sem melancolia ou mágoa.
Contei nos dedos os segundos de olhar pálido e estático.
Naquele instante não era eu.
Fiz conta apenas da contemplação.
Porem naquele nano segundo me vi absorto! Oque estava eu a observar se tudo estava turvo, não assimilei se quer o tempo, era como se eu estivesse apertado o ``Pausa´´.
Minha mente que ora estava frenética sentiu desejo de ainda que em breve estagnar-se para logo em seguida refeita continuar a medir o tempo de viver.
Só sei que naquela breve sinapse refiz uma nova estratégia de viver.
E me vi diante do nada que me fez ver que até dele sou tudo.
Só por hoje preciso refazer-me.
Contas...
Quando partir não deixe nada para trás
Nenhum batom, nenhuma foto
E nem seus ais
Não toque em nada do que você já me deu
Não leve o disco de Gardel
Não faça contas
O amor não subtrai, não se divide
Só se soma... não se trai
Se já não quer mais viver
De nosso amor é hora de partir
Quando a luz da manhã
Invadir os seus olhos vazios
E ao andar pela casa
Viajar em saudades de nós
Entender que geleira e amor
Não misturam ou combinam
Que fogueira e paixão
Prá quem ama é igual
Morrerás um pouco mais
Entre abraços, enganos e danos
Perceber que perdeu
A história
Que a vida
Te deu
Espero que, ao acertar as contas com Deus, ele não me cobre o fato de ter sido contemporâneo de Barbalho, Jucá, Renan et caterva.
Nunca mais farei nada para agradar os outros se isso estiver me desagradando. Afinal de contas quando preciso ninguém me agrada.
Já perdi as contas
De folhas que amacei
Tantas poesias e versos
E todos eu rejeitei
Por não acreditar em mim mesmo
E em coisas que eu escrevia
Mas por um breve momento
Eu olhava e sorria
Tantos sentimentos bobos
Transformados em poesia
Porque será que o seu problema é sempre maior que o do outro?.
Façamos as contas.
O resultado depende de um ponto de vista.
Já perdi as contas de quantas batalhas obviamente perdidas eu já entrei.
Entro em campo de guerra sem nenhuma cerimônia, venho armada, disposta a lutar e a conquistar territórios, visto minha armadura e enfrento os meus adversários fantasmagóricos com minha espada em punho.
Luto para não morrer nem que para isso tenha que matar. Utilizo-me de estratégias para invadir e chegar ao topo, para depois, descer da torre pela saída de incêndio.
Retorno com as mãos vazias, trazendo comigo apenas a frustração de mais uma vez me acreditar invencível.
Chego estatelada, coração dilacerado e vazio, porque pensava que dessa vez não seria impossível.
Desabo exausta e com a certeza de que essa foi a última vez que me propus a lutar...
Pura ilusão!
Eu não sei dizer quantas vidas tirei, nem quantas perdi nesse jogo, muito menos quantas me restam.
Talvez a vitória seja a chance de me descobrir resistente.
Talvez a cada derrota eu me torne mais resiliente.
Talvez vencer, seja saber me levantar e tentar novamente.
Talvez eu esteja cansada, e tudo o que eu deseje seja alguém com o coração abastado, um abraço apertado e disposto a me conduzir para um novo mundo encantado.
Laís Penteado
Enquanto tudo se apaga, a esperança acende dentro de mim. Afinal de contas, a falta de luz pode ser só um apagão!
Em terra de faz de contas
Enterram os que ainda curtem
O que fazem os que de galo cantam
E bilhões de propina contam
Dando surra de cinto
- nada sucinta -
Nos que também não curtem.
ROUBO
Roubaram a minha bolsa,
junto foi as promissoras,
tantas!
Mas não levaram as contas,
donas d'essa carranca...
Que tanto me afronta.
Antonio Montes
