Coleção pessoal de marialu_t_snishimura

161 - 180 do total de 449 pensamentos na coleção de marialu_t_snishimura

Se você não gosta do Natal, então por que segue o Cristianismo e também vive nesta era? Pois a nossa era é contada a partir do nascimento de Jesus Cristo!

Maria Lu T S Nishimura

A tua cara feia me enoja, se não gosta de mim não é preciso fingir, eu também não gosto de você purgante!

Maria Lu T S Nishimura

Martelinho de mimTô dando pancada lapidando a pedra bruta, com o meu martelinho na mão!Eu não tinha forma e depois, que lapidei meu coração, me descobri!Sou eu...sou eu! O martelinho de mim!Agora, já achei o meu tesouro, no meu coração eu tenho o ouro, de um amor sem fim!Ah! Também te descobri, num cantinho, aqui dentro escondido, bem pertinho de mim!Eu quis que você não estivesse aqui, mas, ao lapidar meu coração, cheguei a conclusão de que era você o tesouro guardado dentro do meu coração!

Maria Lu T S Nishimura

Estrofe e refrãoColoquei no poema estrófe e refrão, puxei um ritmo no violão! Minha viola cantou a estrofe é o refrão!Nesse ritmo eu vou! Eu vou e vou, vou fazer modão!Neste poema cantei uma canção, senti tanta saudade de você no meu coração, queria estar contigo, dançando um baião!Olhei pra minha viola, e deslizei nas cordas minha paixão, sentindo você no meu coração!

Maria Lu T S Nishimura

O velho preconceitoChega deste preconceito, já se arrastou demais no tempo. Tá parecendo secular... velho demais para se falar!A história conta tudo do que foi, que trataram ser humano que nem boi! Essa coisa já passou... já chega deste preconceito, todo mundo tem direitos iguais!Aliás, a bomba foi em Hiroshima que devastou também a Nagasaki e a guerra foi bem pior... talvez não há bandeira levantada, japonês fica em silêncio, sem dizer nada, porque tem outro jeito de pensar.O carinho é importante, o respeito é relevante, mas, a ferida tem que estar sarada, pra não sentir nada... porque quer a guerra... quem tem a bandeira levantada!Já chega deste preconceito, já se arrastou demais no tempo. Tá parecendo secular... velho demais para se falar!Vá a luta sem se machucar, sem pedir piedade pra ninguém... afinal todo direito todo mundo têm, mas igualdade é utopia e ser vítima do passado não faz bem!Chega deste preconceito, já se arrastou demais no tempo. Tá parecendo secular... velho demais para se falar!Olho, pele, cabelo... tudo é relativo, e pra quem é ativo usa o preconceito reativo: - Aquele que não pede e nem deve nada pra ninguém!Guarda o sorriso do teu rosto, esconda qualquer desgosto e siga em frente sem parar, não de ouvidos aos ecos tolos são sons de bobos à falar.Chega deste preconceito, já se arrastou demais no tempo. Tá parecendo secular... velho demais para se falar!Silencie o teu verbo, o passado não tem culpa da preguiça de ninguém, se você quer ser alguém todo mundo quer também, portanto... não adianta querer ajuda de ninguém! Vá á luta com inteligência, é isso que cala a boca da ignorância!A vaidade é complicada: - Tem a branca desbotada; - Tem a negra debochada; - A parda descarada; - A japonesa sem dizer nada; - A loira burra de morrer... e se for pra crê tudo é preconceito, mas se falar em direito cadê a cota pra mim?Quantos por cento de raça tem que aparecer numa novela, eu não queria dizer dela... Mas, tô dizendo por pirraça porque não é justo e é sem razão, querer separar as raças desta Nação!Até parece que o índio não é gente, porque são tratados de um jeito diferente... Por que não tem índio na minha escola? Por que não tem índio jogando bola, se eram eles os donos da terra, que o branco tomou por invasão?Já estou cansada (o) deste preconceito e se for ver direito todo mundo têm, então cadê a minha cota pro ENEM? Porque até isso tem também!Chega deste preconceito, já se arrastou demais no tempo. Tá parecendo secular... velho demais para se falar!Maria Lu T S Nishimura

Maria Lu T S Nishimura

Brasil queridoBrasil, meu Brasil brasileiro eu canto Meu hino na inocência de um sonho, Minha ingênua alegria e esperança, Trago neste meu jeito de uma criança!O nosso povo já foi guerreiro e heróico, Hoje meu lamento num brado retumba Evoca no peito um sentido adormecido, Enquanto perco - me nesta penumbra!Mas, de certo ainda meu amor eterno À Pátria amanda é imenso e tão vívido, Posto a cantar no meu coração fraterno!Flâmulo minha bandeira em sentido, Mesmo que pareça apenas engano, Meu país eu amo e o tenho querido!

Maria Lu T S Nishimura

Encanto animalAs coisas do não sei Surpreende com encanto Outras vezes com espanto! Coisas que fazem! Pensei:Tanto melhor ser bem, Ser original, verdadeiro! Para que se perderem Em ser desordeiro?Maldade não serve Pra bicho, nem gente, Nem sei pra que existe!Não compreendo o mal De gente querer ser tal Muito melhor ser anima!

Maria Lu T S Nishimura

Esplendor de DeusCladonota inflatus seu nome, Bicho estranho, meio esquito Pareceu-me...rubra lhe repito: O órgão orgulho do homem!Onde foi reportar-me atenção Ri de mim nesta descoberta, Não resisti fazer comparação Compor poema nesta escrita!Deste jeito sei da existência Onde de tudo Deus é criador Atenho-me mais consciência,Das existências fenômenicas Em que tudo é Deus esplendor Sem fios de ciências eletrônicas!

Maria Lu T S Nishimura

Tom de teseO tom da cor da folhagem Desperta-me coisa mística, O mistério de uma imagem, Não funesta, mas artística!Ao pensar no aspecto da cor O que faz uma pigmentação No vasto de toda a criação A luz do dia ou a lua do amor?Seria minha ingenuidade até Pensar apenas na fotossíntese Ou pensar na natureza com fé!Por certo, os bichos na síntese Também tem mistério até no pé E gente também no tom da tese!

Maria Lu T S Nishimura

O quebra - cabeçaCerta vez veio - me a seguinte ideia: - Nossa vida é um quebra-cabeça! Quem não sabe jogar, fica na platéia, Fica a ver, que o outro o jogo vença!No jogo vence quem sabe encaixar Cada peça no seu devido lugar! Na vida vence quem sabe lutar, Ama a própria vida sem se queixar!Se o objetivo é sempre uma meta, O sonho consiste em se realizar E o quebra-cabeça é a descoberta!Á quem a própria vida sabe decifrar, Criar estratégia na própria conduta, De repente, aprende sozinho a jogar!

Maria Lu T S Nishimura

A arteA arte é a parte do encanto criado: Ás vezes serenidade, outras vezes um arrebatamento do algo na alma, sem intento de nada, só expressão!Ao talento cabe tudo, até o pecado, ou o silêncio, ou um grito de vozes! O que importa é a paz que acalma os sentimentos dentro do coração!A arte tem um que de Deus e oração; Há saudade, amor, encanto, intuição, tem filosofia, sabedoria e realidade!Veste-se de sonho e também ilusão; Traz também a beleza ou a reflexão, ou qualquer coisa de uma liberdade!

Maria Lu T S Nishimura

O presenteA vida é o maior e melhor presente Recebemos gratuitamente de Deus No nascimento, dos pais, de repente, Nunca deixe de agradecer aos seus! Os meninos e seu instrutor ensinou, Quão é importante á vida, o resgate! Que o mundo inteiro se mobilizou, Para que salvos fossem do embate!As mãos de Deus estava com eles Á dar-lhes a força e a perseverança Para resistir a fome, as intempéries!A lição do resgate é a esperança E Deus vem ensinar seus valores: -No nada, nele tenhamos confiança!

Maria Lu T S Nishimura

Perambulando no versoO que não se inventa, não existe, Assim a coragem faz a ousadia! Inventos até de estranha moradia, N'alguma arquitetura persistente!Retortos esparsados deste edifício, Plange o concreto fazer sacrifício! Á saquear atenção de quem passa, Ao comum, a estrutura ultrapassa!Então no ápice do meu argumento Com o espanto pelo lado de dentro Na construção versar pensamento,Que também tem um jeito bêbado! A minha alma no próprio encontro, Perambulo no verso sem segredo!

Maria Lu T S Nishimura

O fazer - se no espaçoICala-te a dizer asneira Á escrever dispersão! Para que ser maneira, ser ser cheio de ilusão?Um comum no nada, nunca nem apareci, em luz programada... na televisão nem fui!Não! Cala - te a boca! Chega de criação vil; Irão chamar-te louca!Então! Pequeno tolo Gosta do incomum, silêncio em consolo?IINo meu ínfimo ato de tão íntima razão. Faço nesta questão ciência de meu fato!Posso e decido-me! Não sou obrigada ser igual a um você de incomum... nada!Calar-me ou dizer! Em suma decisão, decido cada fazer!Meu querer do.. ser Não devo satisfação! Faço-me sem conter!IIICada letra que escrevo tem o ar que eu respiro: Sou céu, ou um relevo, ou Saturno, ou espirro!Não importa o que sou, se desvairada, tola, ou... qualquer crítica do ego, que faz qualquer um cego!O que importa é ser um! Este, no quanto posso, igual não há nenhum!Cada um no seu passo, se astro ou ser comum... faço-me neste espaço!

Maria Lu T S Nishimura

Ócio criativoIDo ócio das vagas horas Um conceito de aprumo Concedeu ás memórias Seguir algum novo rumo!O apreço logo se fez belo D'alguma coisa de efeito Elaborar sem preconceito Artefatos ou um castelo!Sei lá desta tua habilidade Mas, sei dizer de um fazer Este da minha capacidade,Não é convencimento o tal, Fazer do afinco de querer Deste jeito sem ser metal!IIÉ um autodidatismo o ato Que se descobre na ação, Ficar só no ver, é papo... É preciso fazer co'a mão!É nisso que reside o sentir O de se colocar no lugar Daquele que prega o provir, Que devemos progredir!Meu convite de aceno real É para toda alma sem idade Á descobrir um novo ideal!Cá dizer aos nossos neurônios, Que a nossa criatividade Espanta até, maus agouros!

Maria Lu T S Nishimura

EstampaMinha relação com o tempo Desafios em mim estampo Fazendo minha doce pintura Ou pelejando na dura escultura!O resultado não tem importância Se meu treino no tempo desfio, Podes ser tu critico, em mim confio, Pois tenho polido alguma elegância!Nesta arte igual escrita faço o gosto Aquele sentir d'alguma sensibilidade Onde moldo e pinto talvez meu rosto!Assim é possível fiar tranquilidade, Desfazer qualquer tipo de desgosto, Quiçá, a estampa da mera liberdade!

Maria Lu T S Nishimura

Saibam ser pais e ser filhos de verdadeSe um pai sabe ser verdadeiro, Ser amigo e ser conselheiro! Não importa como o filho veio Se da geração ou do coração!Uma vez por Deus escolhidos Os filhos serão sempre filhos Obstantemente, pai sempre pai Ambos na sua missão apraz,Para ambos a responsabilidade Mas, há pais que só os filhos fazem Para abandonarem sem moralidadeE filhos que não cumprem sua parte Desonra o pai e vivem na vadiagem, Estes não são filhos nem pais de verdade!

Maria Lu T S Nishimura

OusadiaA pintura é uma escrita na tela Onde contorno minha ousadia Para passar a hora com alegria Esquecendo qualquer mazela!Oxalá, pudesse alguém dizer: - Para que serve esta pintura? Queria poder tudo responder, Contudo, prefiro a compostura!A resposta de mim, já tenho Não tenho que provar nada Neste simples eu que componho!E assim sendo, é sempre bom Descobrir - se nesta caminhada, Talvez em mim, mais um dom!

Maria Lu T S Nishimura

ResgateAs missões fizeram lições e desbravamento Na história está contada e não se pode negar! E uma coisa acenta - me trigueiro um espanto: - Onde se perdeu a história do padre a explorar?Se tudo tem uma razão, veja só o que vou contar: - O Padre José de Anchieta e os jesuítas por cá, Fundaram Itaquaquecetuba, á faciltar, diz Itaquá Mas, na cidade nunca do padre se ouviu falar!Que povo sem memória e sem conhecimento! Por que não há levante, um grande monumento Alguma coisa que lembre a relevância histórica?Deixaram a mediocridade fazer a destruição Mas, ao meu ver tem um jeito e uma salvação: Alça do historico de tudo faz a cidade turística!

Maria Lu T S Nishimura

A penitênciaCrescer é nada além de uma arte, Parece fácil o rumo certo que há! Mas, tu escolhes as voltas que dá Na sua forma viva de fazer parte!A vida no vasto sobre bela terra É um íntimo de experimentação, Que em cada peito se encerra Na fala ou no silêncio da emoção!Não é deste mundo o julgamento Na hora certa, cada um saberá O veredicto do seu testamento!As linhas disso estão lá com Deus Alguns nele escreve sem o: ô... "Será"? Se tortos, pedem perdão só no adeus! IISe ficam retos e belos depois disso, Não nos cabe saber o triste desfecho. Se a alma irá ao céu ou ao inferno E que fim haverá a alma após isso!Renascerá então, por sete vezes, talvez... Até que, o algo "torto", fique bem reto, Que o espirito apreenda cá o correto E toda alma evolua na sensata altivez!Renascerão todos até alcançar evolução, Viverão a narrativa romântica desta vida, E moldar-se-ão na reza rija, por salvação!Não é insensata a vida nesta existência, Posto a viver, cá em vão para perfeição? Então... a vida terrena é uma penitência?

Maria Lu T S Nishimura