Coleção pessoal de marialu_t_snishimura

261 - 280 do total de 448 pensamentos na coleção de marialu_t_snishimura

Ainda não sei negar ao coração o sentimento de uma saudade!

Maria Lu T S Nishimura

Pela janela da minh'alma, espio o universo!

Maria Lu T S Nishimura

Não posso negar aos ouvidos aquilo que ouço, nem aos olhos o que vejo, mas à boca posso medir as palavras e ao pensamento vigiá - lo com a austeridade da sabedoria!

Maria Lu T S Nishimura

Meu tecido é delicado e o pernilongo um ávido costureiro!

Maria Lu T S Nishimura

Onde estás?

Você sumiu
ninguém mais
falou de ti!

Senti
e sinto
a sua falta aqui!

Onde estás?
O que fazes aí?
Ainda se lembra de mim?

Ou será que me esqueceu
e o sorriso se perdeu?
O que foi que aconteceu?

Estás tristes?
Estás deprimido?
Por que estás sumido?

O que foi que aconteceu?
Será que fui eu?
Será que foi alguém?

Onde estás?
O que fazes aí?
Ainda se lembra de mim?

O seu sorriso, sua alegria
é minha saudade,
é também minha vontade
de te encontrar mais uma vez!

Onde estás?
O que fazes aí?
Ainda se lembra de mim?

Me diz porque...
eu te peço por favor
preciso saber se fui eu...
ou se foi outro alguém...

Não quero a dúvida
pois tenho certeza
da saudade...
e se isso for amor...
O que vou fazer sem você?

Onde estás?
O que fazes aí?
Ainda se lembra de mim?

Maria Lu T S Nishimura

O bullying

O bullying é uma perseguição
que maltrata o indivíduo
causando - lhe insatisfação!

Não faça bullying com ninguém
porque o respeito é bem melhor,
se vocês verem bullying, denunciem!

Não aceite o maltrato, o desrespeito
nem que não seja contigo.
Bullying não é certo!
Bullying não é bom!

Às vezes, é na escola...
Às vezes, é no trabalho
Às vezes, é em outro lugar!

Bullying não é certo,
Bullying não é bom
porque pode ferir um coração!

Sejam amigos e respeitem à todos:
- Não importa se são diferentes!
Todos são pessoas e sentem...

Pensem antes de ferir alguém
com palavras duras, ou gozação
isso pode ferir um coração!

Bullying não é certo!
Bullying não é bom,
não faça isso, meu irmão!

Maria Lu T S Nishimura

Ufa!!!

Pindorama, meu índio pescador;
Depois semeia sonhos de açúcar,
O português que aqui aportou
E o índio feito bicho se assustou!

Pajé não é mais curandeiro,
Agora o seu nome é Jesus,
A terra Ilha de Vera Cruz,
Não importa quem foi o primeiro!

Importa agora a Terra Nova,
Terras de Papagaios, renova:
- É minha Terra de Vera Cruz!

Bem melhor: Terra de Santa Cruz,
Ou, Terra de Santa Cruz do Brasil!
Não! Terra do Brasil; então: Brasil!

Ufa!!!

Maria Lu T S Nishimura

Carrossel gigante

Sol, gigante de luz em movimento,
Círculo que, sem parar vai girando,
A cada volta que dá leva - me junto,
Carrega-me sem piedade do mundo!

Sei lá se este universo é início ou fim,
Por certo que, tudo acabará num raio.
Queimará o fogo num rastro sem fim,
Ou tropeçarão os planetas em um fio,

Ou alinham os anéis soltos lá no céu,
Ao girarem em torno do sol a queimar...
Nesta semelhança, gira um carrossel:

Roda gigante, a gente no mundo a girar...
Somos parte do giro deste imenso anel,
No giro, vai o mundo aprendendo a amar!

Maria Lu T S Nishimura

Sem água, só o pó

Choro da Terra de onde brota a fonte,
Suor que escorre por entre os poros!
Águas vindas dos fios da chuva forte,
Gotas de orvalho onde ouço os coros!

Sinfonia do sereno doce do anoitecer,
Enleio da valsa triste de uma lágrima!
Germina a vida em cada amanhecer,
Ou seca a seca no sopro em lástima!

Sem água! Na sede da terra, sem nada,
Nem flor, nem folha, nem raiz, o pó, só!
A poeira na testa, veio de Terra rachada...

Lá onde a serra espanta a nuvem sem dó!
Por canto de jeito, um cacto e mais nada...
Em outro, outra serra a deixar cair só o pó!

Maria Lu T S Nishimura

Labirinto de saudade

As tristezas de minhas perdas...
É um vácuo cravado no peito,
Daquela vontade de abraçar,
De sentar juntos pra conversar!

De tantos risos, tantas festas...
Um pouco de silêncio no jeito,
Na hora do almoço ou do jantar,
Ou se era aquele tempo de pensar!

Ah! Falta destes dissos e aquilos!
Saudades é um mar de labirintos
Das lembranças que trago comigo...

Não! Esquecer??? Eu não consigo!!!
Estarão na paz de Deus eternizados:
Pai, mãe, irmão estejais descansados!

Maria Lu T S Nishimura

Enlaço do abraço

Se fosse definir alguma coisa de sentir,
Iria contemplar o abraço surpreendente!
Aquele abraço que abraça de repente,
Que faz o coração pular e a alma sorrir!

Se olhamos pra nós envergonhados,
Com jeito de não misturado com sim,
O pulsar de seu coração junto a mim
Parecemos dois tolos desgovernados,

Sem saber que rumo deveríamos seguir!
Fingimos ser apenas um amigo qualquer,
Mesmo que fosse impossível conseguir!

Então sempre voltamos lá no abraço,
Sem nenhuma vontade de esquecer
Mas, com vontade de ficar no enlaço!

Maria Lu T S Nishimura

O mito do vento

Tantas vezes a face estampada no reflexo,
Das águas, espelhos, telas e estampas...
Sabem lá inúmeras vezes escancaradas
Este enigmático ser humano sem nexo!

Ah! Existem aqueles a acusar o outro:
- Como és narcisista seu rosto á postar!
Entres flashes surgem as selfies no ar:
Rostos, caras e expressões, é o colostro!

Há quem desdenha dizendo assim:
- Vais ver quantas curtidas recebestes?
Naquele ar de quem não age por tal fim!

Daí, amplificando o mito, decifro o atrito:
-Todos, sem exceção, narcisistas rebeldes!
Pois, todos carregam sua imagem no vento!

Maria Lu T S Nishimura

Ciranda de celular

Se pá, acontece de pá se apaixonar
Não pinta de escuro o seu coração
A não ser que pá, cumpriu a missão
E pá, sucumbiu desmanchando no ar!

Sem um coração á pulsar na ilusão
Vai cor sem que possa impressionar
Um despedaçado pedaço de papelão
Colado no sentir do estrado de um lar!

Senão uma viela debaixo do viaduto,
Onde há vivos perambulando na rua,
Mortos pra quem passa ali resoluto:

- Mendigos, na afirmação que anda!
É caixote a feira mascote sob a lua,
Por certo pá, um celular vira ciranda!

Maria Lu T S Nishimura

Afeto de gangue

A totalidade de alguma coisa é incrível
E a totalidade de gente, alguém viu?
Gente é tal diagnóstico do inevitável,
Há tipos do bem e típicos metal vil!

Humanos nem a si mesmo conhecem:
-Ora ali vai com'a onda da boa doçura,
Ora constróem o mal sem compostura
E a epidemia contaminando a cultura!

Pega pena a nódoa de nada na caixa,
Borra indireta direta na reta da fala,
Orêia bondade, que não se encaixa!

Há quem valorize o afeto de sangue,
Que se respeitam entre si e amparam,
Outros que preferem afeto de gangue!

Maria Lu T S Nishimura

Cristais vazios

Sou escultora de silêncio
Onde teço as palavras,
Contemplando as letras
Nas veredas do ócio!

O murmúro de um grito
Rasga o verbo das asas
Infesta o sangue nas veias
Sepulta por dentro feito luto!

Libertas libélulas são células
Nos lábios que sentencio
A voz perco nas fagulhas...

Os olhos são fios de cílios
E na tez, brancas ressalvas
Diposto feito cristais vazios!

Maria Lu T S Nishimura

A união

Nos percalços que a vida tropeça
Queria eu recolher os obstáculos
Juntar somente os bons cálculos
Fazer matemática à boa sentença!

Contudo, minha ingênua vontade,
Não podereis pintar tudo de flores
Choraria eu os momentos de dores
Mas, posto ao centro pilastra forte,

Intercedestes, sobre mim o Pai eterno
Ensinando-me ver em tudo a gratidão
Pois, á vida pousa o verbo do destino!

Abraço, então, a vida, como uma lição
Porque não nos cabe viver em desatino
Deveis viver na paz, no amor e na união!

Maria Lu T S Nishimura

Soneto da gratidão

Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada!
Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada!

Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada!
Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada!

Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada!

Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada,
Muito obrigado, muito obrigada!

Maria Lu T S Nishimura

Soneto mudo

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Maria Lu T S Nishimura

Parente quando é falso é pior do que um estranho qualquer e não vale nada, um estranho ainda pode ser amigo!

Maria Lu T S Nishimura

Se um parente tratar um amigo(a) com maior consideração do à ti, então, esse não merece ser chamado de parente, nem irmã, nem sobrinha, nem cunhada, pois é pior do que um estranho qualquer!

Maria Lu T S Nishimura