Coleção pessoal de celso_nadilo
Na hora do almoço tenho despertar de um pouco de alívio...
Novas crônicas das asas da alma voando livremente em meus pensamentos... tão alto e tão longe que chega o fim do intervalo.
Tantas regras mais aonde esta a moral...
Sua piscina está cheia de ratos...
Suas ideologias nao corresponde aos seus atos...
A verdade escorrem por seus lábios...
Seu olha morre e ninguém explica o impensável..
Para onde foi os tais discursos falsos.
Para onde engolir a seco o gosto amargo da verdade.
Quando a luz do conhecimento é simplicidade roubada para si nos atos insanos e medonhos serão apenas corrupção.
Porque agradeço pela agressão moral e verbal com um sorriso sem discutir...
Pois moral pessoal não ser o discurso e ter a razão racional dentro de si pois se não tem verbal para que gastar tempo e intelectual?
Logo é breve mais mesmo eterno...
Pois o cair da poeira na ampulheta é um grãos de pensamento na imensidão de valores éticos e morais.
Porque existir ou porquê existo meros mundos mortais, Sou a voz que pergunta e a voz que responde.
Pois o sou é parte do somos.
Voz que acusa mesma que engana pois acusar tira o foco...
Mentiras expirou agora é ocultar com paralelos de quem quiser se envolver,
Quem era amigo de quem.
Enquanto o dinheiro some entre entranhas do real paradoxo quem perdeu paga o prejuízo descontado todo mês
O esquecimento é foice do sistema.
Esquecer por que não conseguimos compreender.
Olhar para espelho ver as distorção do ser que é obcecado pelo seu próprio ego...
Tanta vaidade e tão pequeno percentual de um ser humano.
Apenas um olhar no vazio da existência.
No metrô as pessoas são julgadas pelo teatro do dia a dia, como se fosse interessante ou sedução ou ate mesmo desde do ser aparente.
Robos do sistema ou sobreviventes de mais um dia no trabalho escravo da alienação.
O valor ser humano e o que valemos para o poder publico.
Prato é fino mais o coração é simplicidade abandonado.
As camas são quentes no albergue
Mas é contado as vagas e quem esta la , ninguém saberá.
Pessoas dormem nas pracas a prefeitura passa caminhões de jato de agua frio. Não noticia apenas o retrato dos vulneráveis...
Nas barracas seres passam frio e morrem o unico destino geladeiro do MIL ... aonde esta a dignidade.
Imporar para viver....
Roubar para viver.
Aonde chega o ser humano.
Os bolsões de frio...
Frio extremo devido a poluição crescente... alienação humano.
O luxo é negócio e petróleo é ouro...
O impacto ambiental é desastroso.
As geleiras quebram e descongela.
O alienado diz o gelo derrete e mato pega fogo.
Bolsão de frio extremo as pessoas morrem nas ruas sem proteção.
Os abrigos de pessoas em estado de vulnerabilidade sofre com alienador.
As bolhas de frio fazem mudança no meio ambiente, plantações morrem, inundação entre outros problemas ambientais e sociais.
Mar de mentiras querem que engula suas verbais de verdade...
Que inocente diante das verdades que o consome...
Mundanos o seja ate a agua que bebe é vinho...
Na alienação intelectual deepfakes te fazem sonha com narrativa dele...
Que sobre poem aos alicerces da verdade...
Mais fakes news mais contradições para haja as vozes do engano...
Atenção pois as balelas são para tornar os conflito em mais conflitos o condenado seja absovido.. Pelas próprias verdades.
Tento fugir do meu eu
A fuga dos meus pensamentos surge.
Em meio a desolação da ilusão em massa.
Percigo meus pensamentos .
Pego meus sonho no ar que for entre meus dedos.
Então minha imaginação voa tão alto lindo de se ver um pensamento ganhando vida..
As bolhas que voam com vento são expostos desejos ouculto por apena o acordar de madruda observar o luar e seus contrastes.
O ressurgimento do eu infinito.
Para que eu tenha composição traumatismos do tempo lacos de realidade seja consumidas pela realidade.
A dor surge e coração torna se frio...
A dor infinito é o drama das oito...
As paredes minha companheira parte da composição do eu as paredes são refugio do sol que arde ate o espírito...
Lamurias num eu que deseja sonhos num mundo de desigualdade social num labirinto moral.
Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...
Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.
A poluição do meio ambiente é cruel desumano com meio ambiente.
Quem merece viver no lixo com lixo.
Mentalismo do lixo e realizações notáveis.
Homem come lixo...
O homem é poluição,
E poluição é homem.
Dentro da degradação a reciclagem...
Alguém gritou reciclagem homem...
Assim nasceu intelectual artificial e realizações maravilhosas o homem se dobrou a alienação intelectual pois a máquina comanda pelo homem...
O lixo se tornou dinheiro para o homem seu lixo.
Enquanto meio ambiente sofre o meio digital cresce...
Feudo tecnológico e Feudo humano reis suas ganância sua luxuria em conflitos sociais do homem.
Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...
No alvorecer da tecnologia somos primórdios dos deuses... calamidade nos mesmo....
Algozes do próprio destino...
No frenético dilemas das construções para onde subiu corpos frios sem sentimentos.
O tempo encontra respostas diante do destino.
Nos braços dos deuses somos pequenos dinossauros ate formigas tem mais profundo sentido da fisolofia...
Ja disse que ser humano é formiga no paradoxo alinha na própria alienação.
Que mepotismo da geopolítica transforma a cidadão e desalinha a sociedade moderna sendo horizonte.
Caminho ao meu esse fluxo e compreensão desse desatino todo entre tantos cenários de incerteza e desafios que pergunto sobre atanto a tanto?
No ser humano ambíguo e intelectual o que cabe a compreensão de tantos conflitos sociais a ganância a cobiça.
Tudo bem busca de falsa moralidade.
