Coleção pessoal de celso_nadilo

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Centro também tem bairro chinês da liberdade. Feira do final de semana barraca de esotérica de camisetas e boneca a senhora da barraca muito atenciosa e gentil conta cada história das suas bonecas, tem bonecas enfeitiçada não liguei se andar pela casa faz parte.
Camisa de animes são outra barra perto shopping chinês velha fuchiqueira e pergunta ate seu sobrenome. Mais gente boa... tem sovertes salgados sorvete feito no fogo chamuscado... tem vendedores de plantas falsas... tu acha que é coelho é lebre. Árvores pequenas árvores grandes, danças de dragões. Almoço farto chinês japonês pouco de cada fora doces.
Tem também roupas e churrasco delicioso.
A catedral dos escravos vive fechando pois vive em reforma pois um lugar sombio revela a crueldade da época dos escravo mostra escrava enforcada outra sofrendo chicotadas até a morte essa uma parte .
O restaurante da praça do templo budista carpas na água suja pegando comida da pessoas outro contraste.

O Palco da Sé
​Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
​Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
​Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.

25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.

Espinhos da madrugada
Ecos do coração embriagado.
Flores que sangram
memórias tais lembranças.
Fogo arde queima a paixão...
Vultos na parede do quarto
Devido devido a fumaça do cigarro.
Delírio da bebida vangloriar
Os espinhos da madrugada...
Flores que sangram nas sombras dos quarto.
Vago meus pensamentos perdidos
No transe profundo torna navegante.

Ossos da alma navegantes em movimentos que o espírito te deixou.
Nas falanges da madrugada um sopro sutil.
Meros arficios da boa vontade sois a negação que amou.

Escravos do ambiente que pensam que controlam.
Na imersão de ideias sois o absurdo.

Doce amor que te amo muito.
Igual as estrelas do ceus....⁠

Das farpas jogadas em construí um castelo, das calúnias e afrontas construí um jardim... reguei cudei agora quem sois?

⁠palavras são proibida...
Ideias falsas são glorificados a realidade e produto da vies da alienação.

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

Nossa dor atrozes...
Pois declínio é a ignorância
Virtudes que nadam num mar vazio.
Dias passados foram feitos pelo astros.

Hoje acordei diante um pássaro que voa dentro da minha imensidão.

No abraço da escuridão sonhos são caminho dentro da ausência de luz.

Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.

Canibais da própria essência
Vassalos da ignorância.
Grita, gritam fruto do nepotismo declarado como renascentista.
Verbalistas de um mundo pede socorro.
Dos lacos mundanos ...
Frores mortas são alimentadas com hipocrisia Temos carvão...
Alucinação de alienação intelectual as sobras dos americanos...
Regar o jardim não tem agua nem para beber pois as chuvas foram realocadas para o deserto pois homem queimou a floresta.

Seus corpos famintos
Suas almas cansadas,
Seus espíritos ainda vivo...

Criticar a efemeridade da clareza
Morrer nas incertezas
Navegantes sonhos de liberdade.

Voz que no pudor do silêncio grita as injustiças do mundo.
Morre o teor que é exclamação e vive interrogação.
Tantos momentos neste mundo insanos.

Somos o que somos alem do somos nada seremos diante que sois.
Para ser o sois levou a manipulação ao nivel IA....
Ate IA duvido do somos diante somos.
Ate semos fruto da manipulação...
Ouvi os sinos tocarem voz da liberdade .
As mentiras cairam diante as sobras dos burgues somos hipocrisia de todos tempos.
Manipuláveis pois não aprendermos ser o somos diante do somos.
Farpas no caos absoluto do caotico.
Mais jogo o pais pode esperar.
O churrasco do jogo da hipocrisia
Carvão da floresta devastada...
Carne do gado que devasta o que era a floresta.
O jogador não joga esta machucado
Informações irrelevante pois serão assimilados.
Jogador apoia político corrupto pois também faz parte do esquema.
Se político for bem nas pesquisas jogador que não tem nada joga...
Fifa aceita alguns milhões...
Mito mito mito.
Deus patria família.
Todos sejamos louvados pois arrecadação chegou dois bilhões...
Geopolítica introspectivo maestria do fruto da corrupção e alienação.
Close ação mais uma deepfake my friedys ... move move
Por Celso Roberto Nadilo

O Efeito da Causalidade Política: A Física Quântica do Poder
​O fluxo do dinheiro e o mecanismo da propina estão profundamente emaranhados na própria evolução existencial das disfunções políticas.
​No "mundo quântico" da política, o que se vê é um emaranhado de festas, privilégios e jogos ideológicos, cujo único objetivo é pavimentar o acesso a plataformas de poder e à riqueza ambiental. Nesse tecido quântico de mansões e excessos, vigora uma lógica perversa: o direito de ser criticado, mas o privilégio de ser blindado pela lei. Ali, a culpa nunca se materializa; ela foi hermeticamente blindada pelo status de parlamentar — o suposto "protetor do povo" e "representante da nação" que, ironicamente, deveria zelar pela soberania do país.
​A grande ironia por trás dessa narrativa é que, no fundo, os culpados somos nós.
​Somos culpados por nossa própria alienação política. Culpados por cultivarmos políticos de estimação. Culpados pela complacência com a falta de educação básica. Afinal, nesta era, o analfabetismo funcional tornou-se um tesouro precioso para o poder. Tudo o que se ouve, entende ou compreende pode ser modificado e conduzido; para bom entendedor, meia palavra basta, mas para quem manipula, a ignorância alheia é a ferramenta perfeita.
​Se fosse preciso desenhar nas paredes das cavernas para que o óbvio fosse visto, talvez daqui a milhões de anos alguém encontraria os nossos vestígios. O que a arqueologia do futuro acharia seria um autêntico circo arqueológico: vestígios de uma era onde os seres humanos não passavam de meros artifícios, projetando sombras em uma nova alegoria da caverna.

Caminho como um observador político pelas fronteiras e frequências da adversidade. O clero político, valendo-se de eufemismos, transgrede a Constituição e abre barreiras para o avanço de deepfakes e fake news. Criam-se redes de falsos aliados para monetizar perfis e viralizá-los com vieses que entorpecem a mente, gerando um efeito devastador. É o arco vicioso dos comerciais e de suas mensagens fixas, onde aplicativos — que deveriam ser ferramentas para facilitar o acesso à informação — tornam-se vetores para correntes de sombras. A inovação cobra o seu custo na alienação, alimentada por sites de falsas interpretações, falsas análises e construções fraudulentas. Um exemplo disso são os relatórios de falsos avistamentos alienígenas, fabricados apenas para o ganho de visibilidade.
​Tudo faz parte de um plano maior. Enquanto a febre do futebol mundial consome os olhares, a sociedade foca sua atenção no movimento da pedra caindo no rio: todos olham e aplaudem a distração. Sob esse ritmo, a corrupção descarada opera aos olhos de todos, e o culpado continua candidato a presidente. Toda a narrativa real foi deslocada.
​Agora, o debate gira em torno de vacinas que falharam e de vidas que se foram. A dengue persiste; o DNA do mosquito transmissor foi modificado pela ciência para impedir a procriação, mas a natureza seguiu rumos diferentes. O fato de pessoas morrerem e de a ciência enfrentar percalços é imediatamente sequestrado, transformando-se em mais um viés para alimentar o negacionismo. Enquanto o positivismo e a geopolítica introspectiva da ciência caminham a passos lentos, a fábrica de informações e alienação trabalha a pleno vapor.
​O polimorfismo da política torna-se abrangente na repressão ao mais pobre, resultando na degradação da sociedade e em passos retroativos na história. Reformas trabalhistas fraudulentas e o engajamento político corrompido tornaram-se fragmentos de uma máquina de extorsão pública, transformando o cenário político em um caos.
​O perigo se estende às novas crônicas temporais: o ambiente declina sob o peso de um novo El Niño, trazendo enchentes, frio extremo e calor recorde. A falta de água pela escassez de chuvas dita a resenha dos apagões de energia. E quais são as preocupações do povo? Qual será o próximo jogo do Brasil? Quais jogadores vão a campo? Preocupam-se em enfeitar a rua e comprar bebidas.
​Em meio a tantos momentos insanos, a filosofia tem o foco de criticar, olhar para o todo e compreender o que acontece ao redor. Uma vez que se compreende a filosofia e a sociologia, aprende-se que o mundo não gira: ele capota. Ninguém espera que as coisas aconteçam por nada; há sempre uma causalidade operando nas frequências do tempo.

Senhores feudais digitas.
Senhores da vida a alienação
Senhores temporais diferente.
No espaço continuo expressa
A existência contemporânea.
Para essas os híbridos da noite...
Na madrugada livres do fluxo temporal Aquieto das linhas da alma humana mostra-se o futuro aonde caminhamos dentro das excursões no extremo do mundo digital.

Na linha do racionio sou uma melodia.
Nos espelhos do espaço translúcido sou eter nas atitudes do mundo esquecido pois humano florescem em suas ideologia.
Calo me arrumando pela fumaça da emaranhado quantico de meus pensamentos.
Frutos da alienação social o queres doces direita ou esquerda dentro do seu mundo.