Coleção pessoal de celso_nadilo
Efemeridade e o amor
Na janela ela se delicia cantorola uma canção faz a desejar e sonhar.
Com certeza do seu amor ouvir seu sentimento que paira pelo tempo e espaço.
O encontro de madrugada serenas
Doce ardor do amor
Paixão surge num luar de amantes...
Seres viajantes no amor.
Motor de Consciência
O motor agora é a mente.
A transferência dos dados da alma humana
É lançada e projetada em outros planetas.
Uma viagem de dados puros pelo espaço,
Galgando o cosmos através de sondas,
Navegando pelo vazio sem limites.
Do outro lado, já em um novo corpo,
A mente desperta e ganha as experiências
Dessa longa e silenciosa viagem espacial.
O antigo preceito humano, diante disso,
Ganha um novo, profundo e eterno contraste.
O Maximus IA e a Nova Crônica da Humanidade
As máquinas ganham alma
Ao dominar a energia do planeta como um todo,
Para alcançar o equilíbrio perfeito:
O mental humano fundido ao mental da máquina,
Rumo ao Maximus IA.
As inovações tecnológicas e biomédicas
Transcendem o bicho homem:
Tornamo-nos parte digital, parte transhumano,
Parte da própria bioesfera.
Ou na mente coletiva,
Onde porções das mentes ficam armazenadas
E outras partes servem como hardware.
Seres humanos também são feitos de robôs de fótons,
Numa matrix de reprodução independente da colônia mental.
A Expansão Cósmica
O tópico se torna aventura espacial:
Embriões são lançados ao cosmos para novas colônias.
A Lua, superabitada. Marte, também.
Vênus se torna o entreposto galáctico das bios terrestres.
Pois os humanos fundem-se a cada meio ambiente:
Sofrem mutações,
E aprendem a se comunicar pela mente,
Mesmo estanto do outro lado da galáxia.
A grandiosa cortina da alienação é, enfim, superada,
Para dar lugar a novas crônicas da humanidade na galáxia.
A vida supera seus conceitos, preconceitos e tabus...
Até mesmo o radicalismo.
A Costura do Tempo
Motor de alto transporte, nave para nave.
Os átomos são decompostos,
E depois, reorganizados num mundo
Pronto para ser descoberto.
Os laços do tempo são amarrados,
Ou costurados em ordem cronológica.
Os valores de cada ser ficam expostos
A cada viagem no tempo, a cada nave.
Os conceitos e paradigmas religiosos
Não existem mais...
Pois a caótica do ser humano
Transcende as possibilidades da criação.
O Último Leilão do Verde
O ar pesado, difícil respirar.
As águas poluídas, a terra seca, árida.
Num Brasil outrora de verde,
A última árvore gigante é leiloada...
A terra já não tem mais ouro.
Nas edificações: ruínas,
Ou aglomerados de ricos e poderosos apenas.
Ar condicionado e água pura reaproveitada.
Mau cheiro... e ratos poucos,
Pois a própria poluição matou quase a todos.
A radiação solar se torna mais forte,
As cidades, vazias.
Novas expedições ao espaço demarcam
Que o refúgio frio e sem vida está nas estrelas.
Enquanto isso, os últimos seres animados — ditos humanos —
Se retorcem em seus próprios corpos,
Sem forças, apenas pele e ossos.
O pensamento da existência contemporânea
É agora um passado distante.
A Era dos Sintéticos
Entre as naves temporais e as naves de transdobra,
Movem-se seres sintéticos e híbridos,
Alguns robôs, entre eles androides.
A humanidade está depositada em depósitos de embriões,
Onde máquinas replicam o ventre da mãe.
Outros humanos seguem congelados na criogenia.
Novas raças são encontradas pelo universo:
Simbiose de alienígenas e seres humanos,
Os transdimensionais.
E mesmo tendo a humanidade viajado por eras,
Ainda debate velhos conceitos...
E velhos preconceitos.
Vagante, Viajante
Vagante ser viajante...
Nas margens da marginalidade.
Constroem-se os dogmas diante dos senhores do tempo.
Somos máquinas de carne que operam por sonhos.
A devastação foi o pesadelo ambiental
Para o qual as máquinas comeram a floresta.
Tantos momentos insanos
Fazem seus verbos alienados desde a era bizantina.
Os contrastes... ver isso de perto.
Quantas árvores foram cortadas para eternizar suas palavras.
Quantas vidas ceifadas para as ideias virassem papel.
Se perguntou ja quais biomas foram destruídos para ser reconhecido.
Quantas pessoas trabalharam e morreram para tenhas a história descrita.
Para que a liberdade de ser.
Se o ser não compreende o próprio ser.
No estabelecer algo se define como intelectual pois nem alienação intelectual compreende.
Para o fato é jogado num mar de definições.
Em nuvens de opiniões clama o sois diante sois.
A liberdade algo que não voa sem as asas da percepção. Se ve preso num mar de indagações.
Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.
Dia é começo e a madrugada. continuação diante do inevitável,
Somos o pensamento vivo diante as entrelinhas do cosmos somos insignificantes e irrelevante.
Na irregularidade somos continuidade do relativismo a soma de negativos.
No caótico universo da perspectiva dos humanos claro,
Ser o somos diante do que somos.
As formigas do futuro se comunicam por feromonios e gestos para ser tão organizado a colonia pensa no bem estar de todos.
Porém resistir é inutil, sera assimilado
Seus corpos serão lembrados nos depósitos de reciclagens. Nada se perde, então não resista grilo humano.
Grilo que grita ao universo existo estou aqui esse meu mundo, aonde consumo tudo a todos, ate alienação intelectual se tornou ferramenta moral.
Não precisa de armas de destruição em massa. Mensagem foi clara o universo se calou, se tornou uma crônica não tenha contato pois sera ferramenta para própria destruição. Humanos grilos são bonzinho.
"Considerando que as constantes da relatividade envolvem a velocidade e o espaço entre dois pontos — e que a unidade dessa constante seja irrelevante para a gravidade —, em teoria, as sombras seriam mais rápidas por estarem associadas à matéria escura.
Ao exercitarmos esse pensamento livre das amarras de positivo e negativo, a lei do paradoxo passa a criar novas equações no desequilíbrio do universo. Afinal, as leis da relatividade podem não seguir a mesma ordem em todo o cosmos, já que o silêncio do espaço sideral abriga os mais variados cenários.
Esse conceito de macro e micro universo nos dá o livre-arbítrio do olhar para compreender melhor as nossas vidas, o cosmos e a dobra espacial. Ao estudarmos os conceitos mais profundos, encontramos respostas em equações e paradoxos cujas leis operam perfeitamente — até que tudo o que conhecemos mude diante do impacto do desconhecido. Diante de tudo isso, somos apenas grãos de areia, feitos de água e carbono."
Ecos da Essência
Se o contraste morre,
se o desdém é simplicidade...
O atroz reluz em tuas lágrimas.
Calo-me diante da tempestade.
Sendo fugaz meu terror,
na tua silhueta sou diante do olhar.
Deferi o sonho como a sombra implantada pela sua mente.
Cavalgo em realidades...
Meros artifícios bidimensionais,
virtude das almas massivas.
Luar que se quebra, derramando pronúncias
que avassalam as sobras da essência mais pura.
Vasos clandestinos, sopros de uma era,
hiato que se formou diante da resenha.
Luzes dentro do corpo inerte todavia a luz conduz a escuridão e para escuridão caminho se torna luz.
O que é pássaro nas ruínas da alma?
Fonemas perdidos no abandono do mundo.
Voar para desespero sem pensar apenas a fome e desejo de procriar,
Vórtice da primavera encanto num alvorecer,
Seja lucido nas asas o ritmo de ama o infinito.
Estrelas brilha frio da noite cai juntamente com sereno e desequilíbrio do inverno gotas de chuva pairam no ar desafiando a gravidade.
Noite se torna escura e clara trovões e relâmpagos dançam nos céus a terra estremece as luzes tornam se ventos fortes e as nuvens se dão partido quase nos chão poeira levanta cai nada fica no lugar árvores tombam com suas raizes expostas, Sereias voam sobre olhares vagantes sementes pegam fogo suas folhas morrem a natureza devastada respira mais uma vez, calida alma rebelde desejo de viver a te lucidez ganha moldes nas sombras..
Solitude do Amanhecer
Na solitude do amanhecer, notei as nuvens em camadas,
o vento frio e o cheiro da terra úmida.
Pois, na madrugada, o sereno pairava sobre as planícies...
e o mesmo sentimento pairou sobre minha alma.
Voz do relativismo.
Tão ocupados e pequenos lampejos.
Grupo torna se evidência.
A existência tornasse únicas no máximo da politica meros atrozes artificiais.
Contos do vigario,
Sereias que a narração tornasse troféus no fundo do mar.
Trabalho escravo
Análogos de submissão.
Para tudo ter o poder acumular riqueza ainda fazer piada com suas leis.
O povo comemora com detergente contaminado.
Para poucos insanos façam amor Esqueça que epidemia seja maravilhosa no negacionismo.
Nada é simplicidade abandonado sim eucentralismo e realizações notáveis do alienação intelectual..
