Dentro da filosofia, sou o vento da... Celso roberto nadilo
Dentro da filosofia, sou o vento da crítica. Em meio aos deuses, sou apenas o espectador que olha para os céus, refletindo sobre o que sou diante das estrelas que caem sob a alienação corrupta daqueles que deveriam ser o exemplo para o povo.
Sendo um espelho quântico perdido em suas próprias origens, olho profundamente para o futuro e para as certezas do presente. Compreendo, então, que cada passo foi analisado e calculado para que o passado fosse cancelado. Dentro dessas afirmações, entendo que o futuro ainda não existe e que o passado já se foi, marcado por suas próprias indagações.
E no cenário onde as deepfakes existenciais dão transcendência a uma aparência coletiva, dizem que os alienígenas construíram as pirâmides. Chicotadas foram esquecidas e mortes foram apagadas pelo simples fato de não haver mais testemunhas vivas — restando apenas fatos científicos misturados aos loucos da conspiração.
