Coleção pessoal de celso_nadilo

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Numa cadeia de eventos somos sustentável...
Ou aprendemos sermos insensatos diante de uma teia biológica....
somos servos cegos da alienação coletiva.
Pense seremos assimilados pois ignora e declínio.

Nos firmamento temos individualidade racional mais na transcendência do ser alienado vemos aglomerados de vies que entorpece a mente mostra degradação da humanidade. Tendência involuntária também tem seu erros pois dentro das contradições somos copilidos a crítica o pensamento nublado nebuloso dentro da bolha que desprende se da realidade.
Mais quando temos a visão de compreender a matrix sua manipulação.
Aprendemos que o controle está todo lugar mais não vemos as correntes que nos aprisiona apenas glorificamos a prisão pois aonde viveríamos diante o caos que nos colocamos. "Ainda quero comer churrasco delicioso da floresta destruída e o carvão era a parte da floresta devastada."
*respiro minhas memórias pois ar e refinado nos purificadores*
Nossas vidas roubadas pelas necessidades de homem se dizem deuses de mundo decadente*

Na sub existência do amanhecer da humanidade... somos pequenos lampejos de paradoxos em aflor de tantos seres somos apenas humanos...

Entre dia e a noite somos ilusões do tempo.para o qual estado alterado de consciência se vê no amanhecer de cada instante ate anoitecer, quando anoitece nos vemos nos aglomerados da madrugada.
E evoluímos diante o abismo que transpoem laços da eternidade.

Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.

Toda constante tem a variável em tuas mãos sois vento levou tantos momentos numa constante...
Num voo cego o paradigma se contrata e um fato que desdém o instinto que a variável do relativismo.

Se o amanhã anotamos tudo...
....para que o paradoxo tome formas.
Mas.
Somos copilidos pelo que somos.
Diante o que somos ainda seremos o somos.
Nas profundezas do esquecimento somos um vórtice de contradições e reações...
Para as realizações somos servos de nos mesmo esperando um dia melhor...
Então somos apenas somos dentro da apologia do ser para que sou diante do que somos...

Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.


Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.


Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.

Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.

Somos objeto de estudo enriquecimento cultural raríssimo...
Julgamos o contemporânea vida numa alienação coletiva abstrata entre crias dos vies acúmulo do absurdo.
Ainda sobreviventes do ambientalismo do gado pois o gado alimenta o povo a floresta apenas mato cresce em qualquer lugar.

Nas lágrimas veladas espinhos são expostos como alivio da vida,
Pois mesmo magoados sejamos louvados.

⁠no estatuto somos servos da existência.
E na compreensão somos alienados.

"No conforto dos nossos lares, ainda vagamos pelas correntes que carregamos há séculos: a escravidão mental, emocional e os algoritmos que ditam regras. Ainda somos racistas, repressivos, ignorantes e abusivos — legítimos filhos da opressão.
​Se é gay, tem que ir para a fogueira.
Se é de religião pagã, fogueira.
Se é bruxa, discriminação e fogueira, sem exceção.
​Mas se é burro e alienado, torna-se o 'futuro da nação'.
​Queimem os pensadores e ignorem-nos! Pois, para este sistema, eles são os loucos: os ditadores da gramática fundamental da existência."

No conforto dos nossos lares ainda vagamos pelas correntes que carregamos a séculos.
A escravidão mental emocional e ogaritimos tida regras.
Ainda somos racistas e repressivos ,ingnorates, abusivos, filhos da opressão.
Se é gay tem ir para fogueira.
Se é religião pagão fogueira.
Se é bruxa descriminação fogueira sem exssão.
Se burro e alienados futuro da nação.
Queime os pensadores e ignore.
Pois eles são loucos ditadores da gramática fundamental da existência.

No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?

Fronteira da galáxia é a mesma imensidão do passado e quando sonhamos vemos aglomerados de estrelas que brilham nos nossos pensamentos.

O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.

Brilho na escuridão do espaço.
É brilho na imensidão
O passado é visto para se desvendar o futuro.
Nossos olhos vem luz da estrela mais quando olhamos mais perto a luz se embaraça como pingo cai no lago cria ondas se refleti em profundo sentimento.

​O Paradoxo do Eterno e o Resgate no Nexus
​Preso no vazio do Nexus Temporal, Samuel sentia sua mente fraquejar enquanto mastigava os restos secos de um amanhã que nunca existiu. Mas o universo não aceita o vácuo, e muito menos o apagamento de uma linhagem que já reescreveu a história.
​De repente, o tecido cromático da cela quântica rasgou. No meio do nada, surgiu Cecília.
​Ela era a bisneta de Samuel, uma variação temporal viva nascida diretamente do paradoxo cronológico. Cecília não deveria estar ali, mas, pela lei fundamental do Colisor de Pensamentos, aquele que existiu sempre vai existir. O tempo pode ser dobrado, sabotado e trancado, mas a existência de uma consciência é indelével.
​Como a física do espaço-tempo proíbe terminantemente a presença de dois "Eus" idênticos no mesmo ato do loop, o universo resolveu a equação da forma mais caótica possível: em vez de trazer o velho Samuel ou o filho dele, a própria linha do tempo materializou Cecília no Nexus como uma força de compensação. Ela era a resposta matemática à prisão de seu ancestral.
​Cecília olhou para Samuel, o bisavô debilitado pelas migalhas quânticas, e estendeu a mão. Em seu pulso, um dispositivo feito com a carcaça modificada da velha Voyager 1 brilhava com a energia dourada dos cofres roubados do passado.
​— Eles acharam que podiam trancar a nossa história em uma cela, bisavô — disse Cecília, com a voz ecoando em várias frequências temporais ao mesmo tempo. — Mas eles esqueceram a regra básica: nós quebramos o tempo antes mesmo de eles inventarem as facções.
​O Nexus começou a tremer. As paredes invisíveis da prisão das facções racharam quando a presença de Cecília forçou o loop a se expandir. O confinamento havia acabado. A linhagem de Samuel não era uma prisioneira do tempo; eles eram os donos dele.
​— Vamos embora — Cecília sorriu, ativando o motor tridimensional. — Temos uma bomba atômica no Brasil para proteger e umas facções temporais para apagar da história.

​Diário de Bordo: Os Gafanhotos Espaciais e os Colonizadores de Embriões
​A bordo, a nossa carga mais preciosa e contraditória: uma colônia de embriões humanos, a semente dos novos colonizadores. Para o universo, somos apenas os Gafanhotos Espaciais, mas para o futuro da nossa espécie, somos os carregadores de sonhos.
​No meio do caminho, aceitamos uma nova carona: uma garota Veridiana do planeta Traquis 4. Ela trouxe consigo um bicho bizarro, uma criatura que caça humanos com o único objetivo de infectá-los com um vírus mutante controlado por um fungo pensante. Mal sabiam eles onde estavam se metendo.
​Encostamos a nave em um novo posto de parada, na borda de um buraco negro. A gravidade da massa crítica estava tão violenta que, assim que estacionamos, o motor da nossa nave simplesmente despencou no chão do posto. Enquanto o piloto descia, calmo, para comprar cigarros eletrônicos, o caos humano acontecia ao redor.
​No restaurante do posto, uma baleia espacial girava no espeto. Um dragão imenso esperava pacientemente pelo seu pedido. Aproveitando a distração da criatura, um dos nossos humanos roubou as correntes de ouro do dragão e ainda arrancou alguns de seus dentes. Tudo para virar enfeite no painel da nave, logo ao lado de uns chifres que surrupiamos de um povo espacial que parecia uma mistura de polvo com rinoceronte. Os outros passageiros do posto começaram a suar frio de medo da humanidade. Afinal, quem usa uma cabeça de Predador como abajur no painel não está para brincadeira.
​A infecção que a garota de Traquis 4 planejava foi um fiasco. O cachorro espacial que ela carregava ficou para trás no posto, morto. O fungo pensante e todas as pragas alienígenas simplesmente murcharam e morreram ao entrar em contato com os terráqueos. Depois de séculos de história humana sobrevivendo a esgotos, pandemias e miséria, nós somos imunes a qualquer ameaça biológica do universo; o resto do cosmos é que é frágil demais para nós. Para piorar a situação da Veridiana, o feitiço virou contra o feiticeiro: o vírus falhou e a garota já estava grávida de um dos tripulantes terrestres.
​De volta à rota, cruzamos com um cemitério de naves abandonadas. Para os gafanhotos humanos, aquilo era um shopping a céu aberto. Em minutos, estávamos saqueando tudo: calotas de motores hiperbólicos foram adaptadas na nossa lata velha, novos propulsores foram soldados na carcaça e roubamos até tecnologia de teletransporte e cápsulas de imersão de sono criogênico — onde o sono comum era, na verdade, uma viagem por um universo paralelo.
​Com os motores novos instalados e os tanques cheios, o saque rendeu mais do que peças: encontramos as coordenadas de um novo planeta pronto para ser invadido. A colônia de embriões já tem um novo lar para sugar. O universo que lute.
​— Por Celso Roberto Nadilo