O homem tinha uma vontade de voar pela... Celso roberto nadilo
O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus.
Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus.
E isso foi bom.
Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou.
Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som.
Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador.
O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução".
O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência.
Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom.
O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar.
Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos.
Por Celso Roberto Nadilo.
As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.
