Caverna
Ao homem cuja existência dorme é incapaz de alcançar clareza, o mantendo preso na Alegórica Caverna de Platão.
Ousar sair da caverna e buscar a luz da verdade sempre será a maneira mais fácil de encontrar àquilo que mais buscamos: A LIBERDADE em si , pura e livre.
O futuro é uma caverna escura. Portanto, foque no agora, onde pisa. Faça da fé a faísca que ilumina e da positividade o som que ecoa.
O mito é sair da caverna, desglobalizar é o que mais nos implica.
A escuridão é total, mas não me leve a mal, a penumbra é global
A Caverna é Madiwanu
Ela
a alma desalmada vagueá indestinada,
que energias anónimas seguem-na ?
Sorrisos à beira do mar, rimas descobertas na areia
Pensamentos levitam, as sombras condenam,
os objectos enganam
Se fores para fora, não voltes para relatar aos outros.
a caverna é madiwanu
as mentes estão fechadas
mãos e pernas acorrentadas
a caverna é madiwanu
os firmamentos estão abertos
os corações estão abertos
Ele
queria o mundo apenas para si,
aspirava um astro para si
A praia velha recebia novos inquilinos
A sorte era fortuita
a saída da caverna estava aberta,
mas calma aí ...
usa estes óculos para te protegeres do sol, tuas vistas são imaculadas
a caverna é madiwanu
as mentes estão fechadas
mãos e pernas acorrentadas
a caverna é madiwanu
os firmamentos estão abertos
os corações estão abertos
Eles
hão de matar-te se transmitires as descobertas,
o silêncio é a arma da sabedoria
Homens insignificantes, manipulados por forças poderosas
ao pó voltarão
com um sopro hão de desvanecer
entretanto,
correm mesmo tendo as suas pernas mutiladas
a caverna é madiwanu
as mentes estão fechadas
mãos e pernas acorrentadas
a caverna é madiwanu
os firmamentos estão abertos
os corações estão abertos
EDUCAÇÃO LIBERTA !
“Na Alegoria da Caverna de Platão consta que o único homem que conseguiu se livrar das correntes e viu luz, resolveu regressar para ajudar os companheiros que permaneciam na escuridão. Esse retorno é o que deveríamos chamar de política, na verdadeira concepção. Ajudar os nossos irmãos a verem também a luz e não mantê-los na escuridão da ignorância.
O livreco do MEC que preconiza que os erros de português tipo “nóis pesca” devem ser considerados como certos, tenta manter a maioria na mais profunda ignorância.
Entendam que a leitura de bons livros é uma das mais ricas atividades humanas, pois dá acesso a conhecimentos elevados e sublimes. É através da reflexão de boas leituras que elevamos a nossa compreensão, o nosso senso crítico e a nossa percepção de vida.
Ler não é somente uma atividade mecânica, mas envolve a compreensão profunda da vida, é um instrumento para a elevação da consciência.
Ler é um exercício de reflexão para acessar outras dimensões, outras verdades e outras liberdades.
Como alguém que não domina o vocabulário, os fundamentos básicos da gramática e concordância de sua língua poderá compreender um bom livro? Alguém responde? Não estamos mais na idade da pedra. Estamos na era da comunicação e do conhecimento, ou não?
A língua de um país tem como função maior a comunicação, mas o que se entende por comunicação, na concepção mais profunda da palavra. A comunicação se processa entre o “interior” e o “externo”, entre um adulto e uma criança, entre um adolescente e uma criança, entre ideologias contrárias, entre o racional e o irracional, entre o homem e a natureza, entre o homem e um livro, entre o homem e a mídia, etc.
Como desenvolver a habilidade da comunicação no sentido mais amplo, sem o instrumento da leitura? Como compreender um livro e se comunicar no sentido mais elevado no mundo atual, sem a compreensão do que se ler?
Manter as pessoas mais humildes sem acesso a literatura, aos textos filosóficos, técnicos, é uma das maiores violências que se faz a um ser humano.
Querer nivelar um humano por baixo, é mantê-lo na eterna escravidão. Todos já deviam saber que o CONHECIMENTO LIBERTA.
Não estou com essas palavras negando as diferenças regionais que de fato existem, mas não podemos diversificar o idioma. O idioma português tem uma história, uma tradição, que foi adotada pelos brasileiros como a língua oficial do país. Poderia ter sido a tupi-guarani, mas não foi.
A nossa língua tem uma estrutura básica que pode até ser alterada ao longo dos anos e dos costumes, mas não se pode passar por cima de sua estrutura fundamental.
Está na moda, atualmente, que tudo é preconceito contra os humildes, mas não querem que as pessoas humildes ampliem a inteligência para que possam desenvolver o que os humanos têm de mais sublime que são: A LIBERDADE E O SENSO CRÍTICO.
Vamos dar nossas mãos às crianças, aos jovens que são excluídos de boas escolas para que possam ler, escrever e falar de maneira compreensível, para que tenham acesso aos bons livros e que possam se comunicar das mais diversas maneiras, respeitando as diferenças.
Vamos educar nossas crianças e ensiná-las a pensar, somente assim não se submeterão aos enganadores de plantão que são muitos.
NÃO ESQUEÇAM: EDUCAÇÃO LIBERTA!
O mundo vive em guerra
A humanidade voltou a idade da caverna
Praticando a imprudencia de quem governa
Há homens que causam morte e aflição
Há homens cheios de razão
Alimentando a desolação
Não sente pessoas de fome perecendo
O amor aos poucos cada dia morrendo
Á poucos a boa verdade e o amor a anunciar
Os que houvem, não consegue praticar...
Letras Em Versos de Edna
O mito é sair da caverna,
Desglobalizar me interessa.
Mas não me leve a mal, essa penumbra é global.
"O que tem dentro da caverna? Ilusão - Irreal - Miragem. O inferno é a consciência presa no mundo das ilusões (Mundo dos mortos). "As sombras" citada no mito da caverna de Platão."
"O mito da caverna é uma linguagem simbólica ou uma metáfora, pois o que sai da caverna é a nossa consciência e não o corpo físico, aliais o corpo físico permanece interagindo com os outros, mas como criar estratégicas para despertar os outros? Só com muita sabedoria - luz da razão."
Na escola, a parte escura da caverna, onde matam os iluminados que voltaram, jaz meu sacrifício infrutífero.
"Se fossemos ainda homens da caverna quantas catástrofes teríamos evitado, se tivéssemos crescido o bastante quanras mortes teríamos evitado
