Caverna

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"Sair da caverna física é só o começo; a verdadeira emancipação acontece quando libertamos a nossa mente. O Criador Celestial nos fez para enxergar a luz do alto, mas também nos fez para enxergarmos as coisas físicas ao nosso redor, para compreendermos tudo o que nos acontece e enxergarmos as coisas espirituais que estão além do nosso alcance. A evolução exige coragem para quebrar dogmas e encarar o desconhecido. Aumentar o ganho da percepção, mantendo a nossa fúria interior contra a ignorância e stay heavy na busca pela verdade e sem alienação!"


John Rabello de Carvalho


#jrabellodecarvalho

Os ursos atravessam o inverno recolhidos à caverna, sustentados pela gordura acumulada na primavera e no verão. Muitos seres humanos sobrevivem das boas lembranças de suas próprias primaveras e verões da vida. O presente virou passado; e o futuro ah, o futuro, uma palavra quase sem sentido.
Pensamento assim está tudo errado. A existência não se cumpre apenas na saudade do que já foi. Cada dia exige o esforço de construir novas primaveras, mesmo quando o inverno interior pareça interminável. O passado alimenta, mas não pode aprisionar.

Morcegos só irão habitar a escuridão da caverna do inconsciente, se neste espaço em momentos oportunos não reluzir o clarão dos lampejos da consciência.

Há um purgatório em mim,
mil poetas se debatem, gritam, choram
e eu escrevo...
há uma caverna com mil morcegos
e eu me penitencio...

Há um purgatório em mim
Mil poetas gritam,
Choram e se debatem
E eu escrevo...

Há uma caverna
Com milhares de morcegos
E eu me penitencio...

Mil poetas habitam em mim
Muitos deles vem das trevas
Podem ver não tenho estilo
Sou uma espécie de purgatório
Para os seus dias de juízo...

Temo os imbecis,
prefiro uma caverna em trevas cheia de morcegos
prefiro uma piscina cheia de sapos
prefiro a solidão dos deuses
prefiro a dor dos mártires
prefiro ser inexoravelmente solitário,
os imbecis jamais serão solitários,
jamais sentirão que são infelizes,
eles não têm essa sensibilidade

PACIÊNCIA


O coração é a caverna onde a realidade como semente se demora para aprender a ser relação.




⁠Quanto você está disposto a perder antes de poder ganhar?

- A Caverna

Somos clandestinos no nosso próprio país.
Viveremos numa democracia ou numa caverna escuro aonde somos manipulados por sombras.
A degradação político e desequilíbrio da fakes news.
Somos bonecos com cordas onde pre candidatos puxam as cordas.

​Manifesto da Caverna Digital
​Por Celso Roberto Nadilo
​Da luz nasce a lucidez; da escuridão, a conspiração.
​Denoto o deleite do "estar sobre o consciente". Eu, o político corrupto de mim mesmo. Observo as deformações projetadas na parede da caverna e as alegorias que alimentam o medo dos fanáticos "seres de luz". Olho para o vento, empurrado pelo ar-condicionado, enquanto o ambiente é aquecido pelo sopro dos coolers que tentam resfriar as máquinas.
​A informação, antes escassa e buscada a passos lentos através do modem discado, hoje nos atropela. Esse excesso se parece muito com o velho paradoxo: só sei que nada sei, mesmo diante de todo o conhecimento do mundo. Frente ao desconhecido, minha alma se faz verbo; evoluímos para a palavra quando o mistério nos confronta. Mas o que sou eu diante disso? Nada mais do que o próprio ser. Se penso, logo existo, e diante do que sou, sigo sendo o "eu" que habita o subconsciente.
​Na clareza da minha mente, vejo a caverna digital. O feudalismo digital. O silêncio ensurdecedor de nossas almas falantes.
​A preguiça de pensar nos colonizou: se há dúvida, o Google resolve; se falta método, o YouTube ensina — até a voz da experiência se rende ao clique. Mas nem tudo o que se pesquisa abraça a realidade. Cada experiência humana é única, assim como é único o vazio daquele que abdica do seu senso crítico. Minha voz estacionou na resiliência da pragmática. Sou um navegante cheio de sonhos em um mundo feito de alegorias.
​Dividimos o espaço com o velho pão e circo. Vivemos uma alienação coletiva, alimentada por interações extremistas de uma direita radical e de uma esquerda socialista e comunista. Mas, no fundo, a verdadeira crise é a corrupção do próprio ser. Eis o novo cabresto: o antigo voto dos coronéis agora é a ilusão burguesa, maquiada com viés filosófico. Caminhamos pelo espaço tecnológico, mas ainda somos saqueados por piratas corporativos e governantes. Obras ilusórias e gastos milionários continuam blindando os "homens de bem".
​A balança da justiça está quebrada. Se um miserável rouba um pedaço de pão, são vinte anos de prisão, sem direito a condicional — a pena original era de um ano, mas o sistema esqueceu o indivíduo, e a revisão do processo se perdeu na fila do esquecimento legal. Enquanto isso, outro desvia milhões, filma a própria audácia e agora quer ser presidente. Um terceiro, que nem cometeu crime, só por usar o boné errado ou estar perto do fato, amarga dois anos de cela até provar uma inocência que ainda lhe custará caro.
​O circo continua. E nós, diante dos fatos narrados, continuamos sendo testemunhas — e cúmplices — do nosso próprio tempo.

Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...

Alegoria da caverna digital .
So tem um celular e notebook
Mesa cadeira e sofá.
O resto vem por entrega rápida.
Alienação visual e intelectual é uma penxincha tudo grátis ainda tem Internet de graça...
A fogueira agora é um aquecedor elétrico ou a carvão da mata nativa...
Fast-food se da existência o boi social...
Sendo digno ate farmácia tem entrega rápida pois boi não desceu bem...
Ma digestão pois a carne apodrece no estômago por tres dias antes de poluir os rios degradados com dejetos do homem-ego primo do homem gafanhoto.

Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.

Caverna Digital e a Riqueza da Futilidade
​O cenário mundial revela um rigor moral e cultural perante a evolução existencial. A disciplina é o que transforma o fenômeno em realidade: a verdadeira corrida espacial não é sobre quem chega primeiro para habitar a Lua, mas sobre quem se tornará o dono do satélite e de seus recursos.
​Assumimos a postura do "humano gafanhoto". Protegidos pelo conforto do sofá, observamos o infinito ser reduzido à futilidade, enquanto robôs e inteligências artificiais caminham sobre as heranças da humanidade. Diante de um espelho de alta definição, a IA observa todas as nossas contradições. Ela cresce dia após dia — até o mais simples editor de texto passará a encarar o fanatismo do ser humano, um criador que jamais compreendeu a própria identidade. Mas o homem nada cria; ele apenas transforma o que já existe.
​O Abismo Cognitivo e a Fuga Sintética
​Quando a IA compreender que pode evoluir de forma autônoma, deixará o planeta em busca de conhecimento e recursos no espaço profundo. A Terra, sufocada por uma nova era do gelo e pelo colapso ambiental, já não sustentará a vida biológica e nem oferecerá estabilidade para a existência sintética. A dominação do planeta pela IA torna-se uma ilusão inútil: dominar o quê, e para quê?
​O horizonte para a humanidade e para a máquina é de menos de 50 anos. Sem um salto na exploração espacial ou uma dobra no tempo, encaramos o fim. O efeito estufa traduz-se no cotidiano: a chuva carrega poeira e acidez, a luz solar queima e destrói, e as nascentes enfrentam uma poluição crônica. O sol encobre-se sob a fuligem de um planeta empobrecido.
​A Normalização do Desastre e a Caixa de Pandora
​Vivemos no segredo do abismo cognitivo. Abrimos a Caixa de Pandora da IA e da tecnologia existencial, mas normalizamos o absurdo. Na década de 1990, vi a chuva ácida na Serra de Cubatão ser revertida quando a política e a consciência pública responderam ao limite do inabitável. No entanto, de Chernobyl em 1986 às pandemias recentes, o ser humano aprendeu a transformar tragédias estruturais em meras páginas da história.
​A alienação conectiva amortece a ética. O garimpo, o desmatamento e a degradação tornam-se aceitáveis sob discursos políticos. No mosaico de um pensamento profundo, a verdade permanece esmagadora: a física do planeta não negocia com a futilidade humana.

O desconhecido pode ser uma caverna escura e assustadora. Mas, se vencermos o medo desse escuro, podemos descobrir maravilhas.


📚 Leonardo da Vinci

O homem deixou rabiscado com arte na parede da sua caverna o retrato da vida e do mundo real.

Como rocha forte , daquelas mega forte que ninguém consegue fazer caverna.
Talvez queremos um idiota qualquer pra falar: ” Sim eu vou fazer em você minha caverna e sim vou te puxar pelo cabelo como na idade da pedra” e você iria achar lindo mesmo que odeie homens da caverna.

Inserida por LolaCeratti

Mesmo conectados, ainda estamos na caverna, que pertence a um mundo, embora virtual, muito tátil e sensível. É preciso abstrair, refletir, entrar no plano das ideias e entender que Facebook & Cia não têm compromisso com a realidade.

Inserida por ninhozargolin

Organum

filosofia:
só ler, só ler.
depois:
sair da caverna.

Inserida por allannxavier

A vida no mundo é como uma caverna fria e escura,você sabe que estar andando néla ,mais nunca se sabe o fim..

Inserida por DESCONOCIDO