Carta a um Amigo Detento
Carta do dia (1-2-15) a Temperança: Você quer realmente ter uma vida boa? Então, comece a agir com mais moderação, ou seja, fuja dos extremos. Principalmente, na vida amorosa. Pois é nesse setor onde a maioria sofre. Também pudera, é tanta ilusão que o povo faz acerca do amor que até o que era pra ser bom se torna numa coisa ruim. Pois vamos ser sinceros, minha gente, se tem uma coisa que nos arrebenta por dento é, sem dúvida, um amor mal resolvida, ou pior, um amor não correspondido. Por isso, que é muito importante colocar moderação até para amar. Afinal, amar sem inteligência dói demais. Primeiro, é fundamental acabar com a ilusão de que a pessoa amada é a coisa mais importante da sua vida. Concordo, sim, que ela tem uma dose de importância. Mas não essa que você dá. No fundo, ela é uma pessoa comum como qualquer outra; a diferença é que você tem um pouco mais de intimidade com ela. Só isso. Mas daí achar que ela é maravilhosa e que é também a razão da sua existência é viajar na maionese. Menos, por favor. Procure colocar os pés no chão da realidade, pois assim você vai enxergar as coisas e pessoas como são de fato, vai ver que ninguém é insubstituível e que você pode e vai continuar firme e forte mesmo sem a presença da pessoa amada. Portanto, se você quer ter uma vida boa tempere suas relações. Quando ninguém é tão importante assim, a brincadeira fica mais gostosa.
Vontade de escrever uma carta de amor. Escrever apenas: a gente se vê. Bem no meio do papel, vasto e branco todo o resto. Como toda essa vida interposta entre dois dias, o que não chegou e o que fez tudo mudar. A carta, o amor, a vastidão branca. A vontade interposta da vida. Mas a gente se vê, quem sabe.
Os pequenos gestos nunca são pequenos! São tudo! Gestos como escrever uma carta no impulso da amizade, gestos como observar a quantidade de ternura de um pai ou de uma mãe a tomar o filho pela mão, gestos como avaliar o calor que se concentra num abraço ou num beijo, ou saborear intensamente os minúsculos rituais que nos cercam e que por capricho se tornam invisíveis...
Hoje eu pensei em escrever para você, talvez uma carta que falasse das coisas que andam acontecendo desde que você chegou, me deu vontade de relatar que eu comecei a ver a vida com cor, comecei ouvir musica nos cantos dos passarinhos, comecei ver as nuvens desenhando seu rosto, eu não sei o que anda acontecendo, só sei que os dias estão mais bonitos, e que te chamar no meio do meu dia, faz um bem danado.
Espero que tenha a carta que te escrevi de folha frente e verso, porque eu tenho a foto da que você fez pra mim, mas gostaria dela em minhas mãos. Ainda me recordo de palavras como: "pode me ligar de madrugada falando que teve sonhos ruins; pode me roubar um beijo quando eu não estiver preparada; pode me abraçar sem eu pedir; pode fazer palhaçadas só para me fazer sorrir. E entre outras dizendo que eu poderia compartilhar meus medos, chorar na sua frente e que eu poderia fazer do teu abraço o meu lar, e... pra eu não parar de te amar, e essa foi a promessa que fiz, estou cumprindo e vou cumprir, NUNCA vou deixar de te amar, porque não existe ninguém que me fez tão bem quanto você. Te amo...
Agora o meu presente que já se foi derrama sobre está carta o meu amor que transcende o tempo, o eu de agora, o eu depois, e eu de qualquer lugar que te ama cada vez mais você. Talvez eu tenha inveja do meu eu do futuro, por ele ter passado mais tempo com você do que eu agora, penso nas incríveis coisas que fizemos juntos, tantas risadas, abraços e aquale trocar de olhar sincero que grita que nós se amamos... Mas o que me resta agora é me emocionar e esperar um dia você ler essa carta, que faço com lágrimas de alegria muito amor e carinho. Que nosso amor ultrapasse as estrelas e faça o cosmos parecer piqueno de um modo que apenas nós entendemos... (Sim, uma carta quase perdida foi achada)
Essa não é mais uma carta de amor, não é nada disso, porque afinal eu já te fiz uma, e você nem se importou. Essa também não é uma carta de despedida, porque é uma carta de esquecimento. A pior coisa não é ignorar, ou fingir que esqueceu. É realmente esquecer, e não se importar. Hoje você me provou o quanto eu sofri em vão, e o quanto eu significo para você: nada. Eu não preciso de alguém que não se importa, não sente tanto quanto eu. Sinceramente, eu não vou fingir que sou forte, que superei. Eu vou te superar! Eu confiei tanto em você, e tudo isso foi quebrado, começando pelo fato de você não ter tido a capacidade de confiar em mim quando eu te pedi. Chega! Sabe, uma hora cansa. Suas infantilidades, e tudo que faz para chamar a atenção. Se você quer mexer comigo de algum jeito, deixa de ser criança e venha falar comigo, caso contrário, não venha com essa. Eu já desperdicei muito do meu tempo com você. Desperdicei muito da minha felicidade, dos meus momentos, da minha vida. Vamos fazer assim? Já que você tá seguindo sua vida com Deus e meio mundo, deixa eu seguir a minha também, mas só não venha tirar satisfação no final, porque você nunca deu valor as lágrimas que chorei por você. E, pode parecer mentira, mas agora é o final. Não tem volta. Foi um prazer, mas agora você nunca existiu para mim.
Se for para escrever, que seja uma carta de euforia, daquelas que não há hora, lugar certo e papel apropriado. Quero uma daquelas bem reais, onde você é início, meio e fim, sem abreviações e com sentido. Que registre as nossas alegrias mais eméritas, loucas e intensas. Onde tenha a sua mão grudada na minha, seu perfume pela casa depois do banho e bagunça decorando meu quarto. Que haja muito de você e pouco de mim, mas o suficiente para nós dois. O encaixe perfeito em suas expectativas e o humor inteligente de nossas conquistas. A união de dois corpos perdidos no espaço, mas encontrados no olhar que não paira, flutua. Que seja breve, doce e pesada nos termos ilegais da insanidade. Nossa doce loucura cotidiana.
Hey!!! Sei que não está sendo legal da minha parte me despedir por uma carta, eu realmente seu. Mas e que eu já cansei de todo esse dilema, e sempre a mesma coisa: você arruma um motivo pra brigar, me humilha e depois pede desculpas. Isso já estava insuportável, enquanto você falava eu escutava calado. Eu preciso amadurecer completamente e sem você, eu não sei mais o que fazer pra te agradar. O nosso relacionamento, (se e que eu posso chama o que nós tínhamos de relacionamento) acaba aqui. Eu não fui o suficiente pra você, assim como você já não era pra mim. Não quero que me julgue menos homem somente por querer evitar ver você, mas sempre que eu tentava fazer isso você me impedia de alguma forma. Não tente me ligar pois troquei de número, espero te encontrar um dia e te ver feliz. Encontre alguém que te faça muito feliz, isso e o que eu te/me desejo. Até qualquer dia.
"Já recebi muitas cartas; mas os tempos eram outros. Antes que uma carta pudesse atravessar a distância entre o remetente e seu destinatário, às vezes até o sentido da postagem mudava. Hoje não, pois apertamos algumas teclas na tela do celular e recebemos e enviamos instantaneamente." ( Léo Pedacci )
Hoje, eu escrevo essa carta que não irá falar de amor, dessa vez não será alegria, sabe, já fui feliz em alguma parte da minha vida, não sei se ontem, ou anteontem, mas já fui feliz, já senti o cheiro das flores, já me banhei na chuva, já beijei a boca de alguém que amei, já deitei em seus braços, já saímos pela madrugada só nós dois, já sonhei um futuro, já amei alguém, já acreditei na humanidade, já ajudei alguém, já aliviei a dor de uma pessoa, já dormi cedo e acordei sorrindo, já aguardei mensagem de alguém que sempre amei, já fui amado, já fui respondido rápido, já fui tratado como rei, já te tive ao meu lado, já sonhei com o nosso futuro, já imaginei um casamento com você, já planejei nossas viagens, já te vi no futuro bem grudadinho a mim, já senti seu perfume, já fui feliz, não te vejo mais, não te beijo mais, não sinto seu perfume mais, não te namoro mais, não te tenho, não vivo mais, não tenho mais coração, pois hoje eu MORRI.
O amor não me pede passagem, porque ele sabe que na minha vida, ele sempre tem passagem livre, carta branca, domínio absoluto sobre mim. Ele sabe também que, sem ele, nada sou, nada me completa e nada me faz ser bem mais feliz. Portanto, o amor nunca me pede passagem pra passar, porque ele aqui sempre está, com moradia permanente dentro de mim.
Caro Advogado; venho através dessa carta, lhe pedir para que Instruam/orientem seus clientes, "ladrões, ou assaltantes" a quando forem roubar e furtar, que pelo menos limpem a casa, cortem a grama, ou lavem a louça, e aos assaltantes; que pelo menos façam as unhas de suas vitimas, ou o cabelo, para então valer a "Lei; roube mas faça," de certa forma, a sociedade acalentará o "coitadinho", determinando que; ROUBOU MAS FEZ!
Através da cruz Cristo promulgava ao mundo e para os homens uma carta de alforria quanto ao perdão de nossos pecados e com isso outorgando ao coração do homem um alivio tendo em vista que libertos do poder do pecado podemos caminhar em retidão seguindo as pisaduras d'ELe............Jesus é caminho!!
Me escreva uma carta. Uma qualquer. Poder dispensar envelope se assim quiser. Não necessita laço nem barbante dado nó. Nem palavras rimadas ou difíceis. Não se preocupe com algumas pontuações, assim eu veria que (embora esses longos meses longe) não temos divisão alguma. Nem mesmo em palavras. Só peço para que não deixe de espirrar na carta um pouquinho do teu perfume do qual confesso que não sei ao certo se é doce ou cítrico - você sabe que sempre tive essa confusão -, mas sei que é seu. Certo que isso agravaria a saudade, e para não acontecer de senti-la ainda mais eu teria que andar com a carta pendurada no nariz o dia inteiro. Na cafeteria, na fila do banco, no restaurante. Peguei-me rindo agora que disse isso. Imagina quão inusitado e engraçado seria ver a reação de algumas pessoas que, porventura, me olhassem… Mas, pensando bem, até que não seria má ideia. Talvez, se, os que rissem, soubessem de perto a nossa história, clamariam feito italiano quando vê massa: “Mas que bela história! E que bela ideia!” E a cidade, quem sabe, adotaria esse ato. E as pessoas se acostumariam com a ideia de que cartas de amor podem ser cheiradas em público, já que por anos foram cautelosamente fungadas no canto da sala. O assunto se alastraria pelas ruas, bairros, e assim por diante. Preencheria as colunas dos jornais e seria assunto em reuniões de negócios, onde todos concordariam que o próximo passo seria ir à procura do remetente. E como justificativa diríamos, mesmo que com dentes cerrados, mesmo que balbuciando: 'Eu vim, porque o teu perfume foi embora.'
É pela pregação que adquirimos a fé, afirma o apóstolo Paulo em sua carta aos romanos (Rm. 10.17). Não a fé em que, mas em quem. Podem nos ensinar um caminho de cura, mas o que carecemos é mesmo de fé. Falhamos em não despertá-la como faziam Jesus e seus discípulos. A fé pode ser ensinada e adquirida. Deus não pode agir se não há fé.
Por anos venho te esperando, bater a porta ou simplesmente enviar uma carta mas durante muito tempo você não apareceu então cá estou no meio desses zumbis tecnológicos do século XXI que se importam mais com a próxima publicação do que o com o que está acontecendo na frente deles, porém continuo a te esperar não importam quantos anos passem eu preciso ser forte mas um belo dia as estrelas me mandaram uma carta sua e o sol sorriu pra mim em mais uma manhã nublada, a neve que cai lá fora me faz perceber o quão será lindo quando estiver aqui ao meu lado... Ouço uma batida na porta, abro e lá vejo você olhando pra mim e de repente tudo faz sentido, todas as lágrimas secam e agora me vejo voando alto ao seu lado e mais uma vez a luz venceu a escuridão, obrigado... Mais uma vez!!!
Ontem J. veio me visitar. Em conversa reclamou que minha resposta à carta que ele me escreveu fora muito cruel. Fiquei assustada, pois não tive a intenção de magoá-lo, mas disse apenas o que penso sobre a amizade e a sua transformação com a ausência. E estava com razão, tudo ficou confirmado. Onde o amigo de há alguns anos atrás? O que agora tinha na minha frente era um conhecido apenas, que não sabia mais de mim e nem eu dele. Arrastamos a conversa pela noite adentro, o seu reencontro não me deu nenhuma emoção, está morto, ou, estamos mortos um para o outro. Nada fará reviver o que foi antes. Podemos começar uma amizade nova, como se fôssemos estranhos, mas o que passou está acabado, morto.
Carta melancólica de C., queixando-se de R. A melancolia é bela. Os amigos falham, nunca estão no mesmo momento que a gente. E a amizade - diz ele - não será apenas uma ilusão, o terror da solidão, o desejo de ser amado, o pensamento da morte, da partida inevitável? Cá por mim perdoo sempre, pois também falho como amiga.
E lá se foi outra carta de amor em uma segunda- feira chuvosa. Lá se foi mais uma porção de lágrimas congeladas,e um desabafo para te contar sobre as mudanças que se operam em minha vida, as dúvidas que me roem, as músicas que me cercam , as palavras que me consomem, me libertam e me destroem. E para dizer como você tem perdido tudo isso…
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