Baú
Hoje é um outro dia !!!!!
Não remova do fundo do baú as desilusões !!!
Se isso acontecer , jogue o baú no lixo !!!
Viva a vida !!!!!
Passe a ver sempre e somente o azul do céu !!!!
É Você quem vê!!!!
Deixei meus sonhos
No fundo de um baú
Para realizá-los
No momento oportuno
Mas com o tempo
Decepções e desilusões
Soterraram meus planos !
Há quem diga que encontrou ouro sem ter encontrado baú algum, e há também aqueles que mesmo possuindo o baú, não tem o tesouro nas mãos.
O baú do arco-íris
Olá meu doce menino
Onde você estava enquanto eu lutava
para encher o baú do arco-íris?
Você estava no paraíso das alucinações
viajando na ponta do arco-íris
Meu doce menino
Onde você estava enquanto eu lutava
para termos um pouco do verão, céu azul
e noites estreladas?
Você só estava a espera do resultado do meu sacrifício
Meu doce menino
Assim não se pode ter o céu azul,
nem noites estreladas
nem verão
nem nada
Meu doce menino,
hoje o céu não tem arco-íris
e eu tenho o verão que quero
onde quero
conforme o meu sacrifício.
– Estamos dentro do Baú, Aninha. Como os Jovens de A Caverna do Dragão ao ingressar na Caixa de Zandora. Camila caminha conosco, de mãos dadas. Mas do lado de fora. Em pensamento. O Aqui e o Agora, Aninha, é absolutamente relativo. E O Silêncio-Que-Vem-Mais é a construção das paredes internas do Baú. Uma Viagem no Tempo sem tempo para perder. Vem, Aninha, vamos embora. Que esperar não é saber. Quem sabe sabe agora -- não espera para ver.
– Wellington! Wellington! É deveras um local estranhíssimo esse Baú. Teu amigo Didi deve estar doido para encontrá-lo e compreender o que esses vinte e seis anos ocultaram no Plano das Ideias. Foram expectativas sem fim.
– As quais compartilho até hoje, Aninha. Vem.
Das flores saem o néctar para as abelhas fabricarem o mel. Do baú do pensamento, PRECIOSAS palavras!
Se for para mexer no baú do passado,que sejam coisas boas,lembranças que te edifiquem,renovem sua esperança,fé e amor!
Um baú cheio de segredos...
As mulheres são
Um baú cheio
De segredos,
Que nós homens
Nunca vamos descobrir.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Tua vós melódica suave como as águas em teus cabelos. Tua beleza como a de uma baú de riquezas, Roubou-me o coração.
Baú de Desejos Assassinados
Amar é desejar,nada de dramático, amor e desejo são as mesmas coisas, você ama aquilo que deseja, você ama aquele que deseja, você ama na intensidade que deseja e ama enquanto deseja.
A má notícia, é que se o desejo acabou é porque o amor acabou também, amor e desejo são as mesmas coisas. Nesse momento, a pergunta óbvia: se amor é desejo, desejo é o que ?
Desejo é a falta, desejo é aquilo que faz falta, desejo pelo que não temos e queremos ter, desejo pelo que não somos e queremos ser, desejo pelo que não fazemos e gostaríamos de fazer.
Agora temos a equação completa, você ama o que deseja e deseja o que não tem, e quando tem não deseja mais, como amor é desejo, então não ama mais. Funciona assim, simples e rápido e quando desaparece a falta, desaparece o desejo, como o amor é desejo, então acaba ali naquele instante.
Um ótimo exemplo é quando olhamos caixas de brinquedos de crianças, a primeira coisa que notamos é que tudo aquilo que era motivo de desejo para tê-los, acaba ali, em um baú de desejos assassinados pela presença, em um baú de desejos mortos pelo consumo.
O Véu da Incredulidade
Frágil humano, de carne e de medo,
Que tranca o mistério em baú de segredo,
Como podes andar sob o manto da lua
E negar a presença que a noite acentua?
Tu ergues cidades de vidro e de aço,
Medindo o vazio, ocupando o espaço,
Mas fechas os olhos quando o vento murmura
E ignora o que foge de qualquer moldura.
Como podes não crer?
Se a erva no pote ainda cura a ferida,
Se o círculo traça o sentido da vida,
Se há uma força que a mente não doma,
Perdida no tempo, num antigo aroma.
Não são só caldeirões ou chapéus pelo chão,
É o pulso da terra na palma da mão.
É a voz que sussurra quando o fogo se apaga,
A força ancestral que em teu sangue propaga.
És frágil, pequeno, num mundo de espanto,
E ainda assim negas o peso do encanto?
Pois saiba que o místico não pede licença:
Ele existe, humano, apesar da tua descrença.
Gostou do tom do poema ou prefere algo mais sombrio e folclórico? Se quiser, posso transformar esses versos em uma letra de música ou até gerar uma imagem que ilustre essa cena.
Final de ano renovando sempre os sonhos empoeirados e lacrados dentro do baú fechado, mas aberto a cada nascer de um novo tempo.
Muitas vezes dentro da alma existe uma riqueza inigualável mas só que dentro de um baú (corpo) gasto pelo tempo e empoeirado pelas adversidades da vida...Portanto, não dê importância a carcaça (corpo)que guarda essa riqueza da alma, pois o corpo é perene e em breve se desfaz e alma rica de bens morais é o bem mais precioso. Portanto, não desperdice as oportunidades que Deus coloca em teu caminho (baús empoeirados).
A CAIXA DE PRESENTE...
Olhei para o passado e encontrei um baú cheio de mofo e empoeirado…
Olhei para o meu hoje e vi um dia frio e nublado…
Olhei para o meu amanhã e eis que um anjo desce do céu e entrega-me uma caixa com um laço colorido como enfeite…
E o que tem dentro?
- Não sei, quando chegar o momento certo eu abro e vejo se gostei ou não desse presente…
Afinal, não dizem que o futuro a Deus pertence?
