Aperto de Mão
"Tolo o homem que senta em uma mesa com estranhos, troca apertos de mãos em vão e por fim, deposita sua confiança em falsos sorrisos"
Eis minha percepção.
É o singelo e disfarçado aperto de mãos em forma peculiar formal rotineira, um habitual cógnitivo de convencimento!
Conversa de comadres: Palma
Terra seca: Palma
Fome aperta: Palma
Mãos furadas: Palma
Boi babão: Palma
_Sabe, comadre: Não é todo mundo que sabe preparar a palma!
_Deus nos livre de engolir um espinho!
_Perde a voz! Perde a vida!
_Oxente, comadre!
Barriguda sabe preparar palma como ninguém!
_Como o boi nunca se engasga, comadre?
_ Sei lá! Vai ver a gente precisa aprender a ruminar!
_Ruminar a vida!...
Nos braços da imaginação
Nos braços da minha imaginação,
Aperto as mãos e lá vou eu,
Vou consolando uma poesia machucada,
Sou perito sou Poeta,
Sou apenas um escritor e compositor,
Moro lá do outro lado do mundo,
Moro na lua e moro no Sol,
Acima das nuvens faço minha cabana,
Formato as ilusões perdidas desde a minha inocência,
E me vejo um habilidoso pirilampo,
Da foice e machado,
Sou especialista também em teclado,
É nele que crio os calos em meus dedos,
É nele que me deleito e crio meus versos improvisados sem nem um preconceito,
Poemas de um instante chorado,
Ou de uma alegria infinita,
Sou afoito e faço também gabaritos,
É nesse chão que piso,
É esse chão que beijo,
E nele que deito e alimento o meu espírito....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Mãos entrelaçadas,
abraço apertado...
um encontro
num dia inesperado!
Toda magia envolvida,
um calor que invade...
desejo, paixão e coragem.
Aperto de Mãos
Tenho milhões de palavras para expressar meu contentamento pelo conhecimento que vocês propiciam. Mas, quero deixar aqui apenas uma palavra, obrigado livro !
Só Deus sabe
Só Deus sabe quantas mãos eu apertei
Para então poder apertar a sua
Só Deus sabe por quantos minutos eu vaguei
Pelo nosso futuro inexistente
Só Deus sabe com quantos olhares eu cruzei
Procurando o brilho dos seus
Só Deus sabe quantos sorrisos para ti sorri
Sem nem estares ao menos por perto
Porque quando a distância é grande,
As pedras se engrandecem com ela;
Mas ao seu lado, até as montanhas se desfazem em pó.
O que é por natureza frio, contigo esquenta;
E o que já é quente, ferve.
E eu fervi.
Suaviza minha dor
Agrava meu amor
Meus pés molhados no chão
Com força aperto com as mãos
O caule da rosa mais bonita
A dor que traz a vida.
costas curvadas
mãos apertadas
palavras não ditas
perdidas no ar
beijos desejados
por vezes perdidos
lembrando que a vida
é um presente que dói
Somente mãos verdadeiras escrevem poemas verdadeiros. Não vejo diferença de princípio entre um aperto de mão e um poema.
Saudades em Apertos: Um Amor Eterno.
Nosso aperto de mãos, laço que nos unia.
Firme e forte, um elo de amor profundo.
Em cada passo, na jornada que seguia,
Ajudando-a, cuidando, num mundo tão imundo.
Mas hoje, sinto falta desse aperto,
Um vazio no peito que me invade.
As saudades caminham, em meu deserto,
Lembranças de gestos, carinhos, verdade.
E assim, entre a falta e a recordação,
O amor perdura, além da dor presente.
Nosso aperto de mãos, eterna conexão,
Em cada gesto, um laço permanente, insistente.
Que nas estrelas mais brilhantes do céu noturno,
Minha mãe, encontre um lugar sereno e seguro.
Nos meus piores dias, sejas meu amparo,
Protegendo-me com teu amor eterno e puro.
Enquanto os homens escondem suas amantes, as mulheres fazem questão que o amante aperte as mãos do seu marido!
Hoje conheci alguns Homens honrados!
E consegui aperta-lhes suas mãos.
Observei que estes tinham boa conduta!
E o melhor não eram ladrões.
Existem coisas que estão em nossas mãos
por vezes deixamos escapar
em outras apertamos tanto
que sufocamos sem a intenção de acabar
mas sufocado
nem o amor consegue suportar
AS MÃOS
Elas pegam
E despegam,
Apertam
E desapertam
Emoções.
Matam paixões,
Fazem reviver
Quem está a morrer
De mortes ou sensações.
Benzem
E banzem
Orações,
Bruxarias,
Arrenegam heresias,
Aliviam comichões.
De muito as glorificar,
Acabei por me lembrar
Que há tantos anos
De desenganos,
Não beijo as mãos
De minha mãe.
Pobre de quem a não tem.
Valho-me dum retrato dela
E mato a sede da saudade,
Beijo-lhe as mãos de papel
E até me parece que ela
De verdade,
Me afaga o rosto,
Com tanto gosto,
E aquela doçura do mel.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-10-2023)
As mãos que eram para me acariciar, você as usou para me apertar; na intenção de me prender, você só me viu pelos seus dedos escorrer.
Mais uma vez apertaremos as mãos após mais uma conquista . Não posso dizer nada que não seja muito obrigado por confiar mais uma vez em nosso trabalho e por nos permitir mas uma conquista!Sinto uma gratidão sem tamanho porque sei que vocês nos escolheu entre tantas outras opções disponíveis no mercado. Que possamos trabalhar de novo e de novo e de novo futuramente, sempre estreitando esta relação de confiança estabelecida entre nós!
