Amor Frio
O sonho...a dor
O sonho saiu
Numa noite de frio
A dor o seguiu, por amor
Companheira de jornada
Na chegada e na partida
Partiu por sonhar
Toda dor também sonha
E todo sonho tem lugar guardado
Para a dor parceira...e ela chega
Em cada coração que um sonho abriga.
Todo bom sonhador
Tem no peito o sonho...a dor
Cada qual do seu lado
O sonho é perfeito
A dor é dor
Não faz mal
Sonho bom foi feito para ser sonhado
E quando não der certo
O sonho sonhador e a dor, eterna amiga
Estarão sempre por perto
Sonhador que é sonhador...nem liga.
Edson Ricardo Paiva.
Mentiras lhe direi, amor falso lhe darei, sentiras frio nas madrugadas a me esperar, e amando outros amores estarei, não serei seu, mem muito menos seras minha, o amor que em mim um dia nasceu, este mesmo amor pra eternidade morreu, não serei fútil muito menos frio, meu corpo terás, seus desejos irei saciar, mais amor só da carne porque o amor do coração, me perdoe a um algum outro amor enterrou, escrito por Armando Nascimento
Porque o frio de minha alma não passa, em mim o amor não dói mais, mais o que dói é o medo de quem me faz essa dor se alastrar em meu ser, não a so o frio em mim, mais o vazio que me faz de ti sentir, escrito por Armando Nascimento
o amor,que em quatro letras resumi um frio na barriga ou o aqueçer de um coraçao,algo me move intencoes e ganha paixoes.
O amor é uma coberta que protege e acalenta aqueles que o possui, contra o frio de corações endurecidos e a indiferença de almas anestesiadas.
Que todo amor se proteja do frio do inverno, medite no frescor de outono, renove-se na beleza da primavera e festeje muito no calor de verão.
Dê calor ao que sente frio, dê alegria ao que sente tristeza, mas jamais dê amor ao que apenas sente tédio.
"Enquanto eu tava tão frio, teu abraço me aqueceu
lugar que tava vazio,
você com seu amor preencheu" [...]
O que é o sol sem a lua
O que o calor sem o frio
O que seca sem chuva
O que é o amor sem ódio
O que a vida sem a morte
O que é a morte sem o medo de morre
O que e morre sem a vida
O que a noite sem o dia
O que é o desprezo sem a compreensão
Do ser o equilíbrio da vida ou da morte se pra ser feliz a morte está só esperando a hora dela ser feliz a hora de te levar ao
Infinito do inferno dá dó
Pense só na maravilhosa dor do ser que te empurra para o abismo sem fim da imensa dor do seu ser
DHP
tarde sonolenta
o corpo frio
a busca do amor
a palavra que não cabe
um clarão no céu
teu sorriso
e todos os meus desejos
numa felicidade que parece infinita.
o café frio
em cima da mesa.
o coração frio!
é culpa do amor
por não existir ou
culpa nossa que escolhemos desistir?
A noite a lua,
De dia o sol,
Vivo tudo,
O frio,
O calor,
Alegria,
E a dor,
Até amor,
A família,
Amigos,
Mas Sozinho sigo,
Tento achar,
O mar,
Pra poder me encontrar,
Me perco,
Depois te acho,
Olho e vejo,
Daí percebo,
Pequeno riacho,
E uma vizinha,
Sozinha,
Lavando roupa,
Criança no colo,
E bem lá no solo,
A plantação,
Bonitas maçãs,
E hortelãs,
No meio um sorriso,
Por que,
tudo isso?
Nem sei,
Pra que?
Ou mesmo,
Por que?
Que o vento sopra,
O dia raia,
A tropa,
E a traia,
Se arruma,
Se vai perder o rumo,
E tudo vai,
Morrer.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora,
Lembrando ao outro que ainda estamos vivos.
Mas tal súplica torna os amantes cativos,
Rogando carinho, suplicando clemência —
É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
VEJO EM TEUS OLHOS DESAFIO
EXPRESSÃO DE CALOR
QUE AFASTA DE MIM O FRIO
FORÇA PROFUNDA DE AMOR
VEJO ISSO SEM DEMORA
O DESTINO ME CONVIDA A PROVAR
O SABOR DESSA VITÓRIA AGORA
É O DESEJO DE TE AMAR
O AMOR É A AMIZADE
A FORÇA DO DESTINO
TRAZENDO NESSA CIDADE
NOBRE ALMA DO MENINO
E ASSIM TERMINO AQUI
ABENÇOANDO A TODOS OS SEUS
LINDA HISTÓRIA VIVI
AGRADECENDO A DEUS
Eu já procurei um amor-perfeito encontrei um vazio frio no peito.
Já imaginei uma felicidade percebi que e raridade
Querê e um pensamento. Vago no tempo envolve tristeza esperança sentimento envolve-te por pouco ou muito tempo até cai no esquecimento
mais se o amor e a cura eu ainda estou a procura.
