Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim
E todos os dias eu falo e repito”Vou gostar menos, vou gostar menos”, ainda não sei porque continuo gostando tanto.
Há quem diga que eu me precipitei, mas só eu sei o quanto tempo eu já esperava. E simplesmente não dava mais pra ficar sem fazer nada.
Eu queria falar de amor, mas como posso falar de uma coisa que não sei ao certo o que é?
O amor é o sentimento mais completo e complexo que existe. Quando amamos uma pessoa, parece que deixamos de existir em nós, e passamos a existir nessa pessoa. Sentimos suas dores, sentimos suas alegrias, suas tristezas. O amor nos transforma, nos muda por completo, pois nenhuma outra coisa importa além de quem amamos. Muitos filmes são feitos sobre amor, muitos livros são escritos para tentar narrar esse sentimento, mas como podem existir tantas versões de uma única coisa? Já assistimos a histórias de amor onde uma pessoa se mata para encontrar a outra que ja morreu; já vimos histórias de pais e amigos que entram na frente de um tiro para proteger quem amam; já vimos histórias de pessoas que abandonam a vida para encontrar seu verdadeiro amor. O amor é isso, várias formas de expressar o que não se explica. Muitas pessoas fazem loucuras por amor, chegam a sequestrar, perseguir e até a matar, mas até que ponto podemos compreender essas atitudes? Às vezes o amor traz consigo outros sentimentos. O mais comum é o medo; o medo de não ser bom o suficiente para ficar com aquela pessoa, o medo de nunca chegar a altura de quem nos inspira, o medo de perder essa pessoa para alguém. O amor não pode ser descrito em palavras, mas o amor pode ser descrito com lágrimas. Não digo que devemos chorar para provar nosso amor. O que acontece é que não controlamos isso, as lágrimas escorrem de nossos olhos sem percebermos, sem forçarmos. Dizem que a verdade etá estampada nos nossos olhos, mas nosso olhos estampam amor, único e verdadeiramente amor. Por isso as lágrimas descrevem o amor, porque saíram do único lugar que possui o significado desse sentimento. Se você chorar por alguém que se foi, ou mesmo chorar por alguém que está longe, tenha certeza de que você ama essa pessoa, da única forma que uma pessoa pode amar.
Eu não sei de quem tenho mais raiva: se dos filhos que mandam nos pais, se dos pais que se deixam ser mandados pelos filhos.
Só sei o que sei porque pensava que sabia…
Eu poderia falar um monte de coisas que não sei, sussurrado pelo google, “copiado e colado” por duas ou três teclas tipo control alt shift mas, resolvi que não, pois minha posição, no mínimo em vão diria tudo sem saber de nada, confessaria um assassinato sem ao menos ter conhecido o fédido defunto…mas sendo que a única coisa que penso que sei é sobre o tal amor, sem desconfiar da grande mentira que minha boca prediz quando o ouvido da direita não escutou a mesma coisa que ela, apaixonadamente desapaixonada balbuciou no pé do ouvido esquerdo, espantado porque lhe faltaram braços e, não pode abraçá-la. Na dúvida, juntando os depoimentos destas duas testemunhas auriculares num julgamento secreto em algum lugarzinho perdido no meu cérebro: constatei escrevia sobre o amor mas…não tinha ganho a tal incontestável prova a qual, sonhava, procurava e desejava que fosse …”o beijo”…
(...)Queres que te explique, mas eu não consigo. Sei que doí, que treme, que às vezes me sinto perdida, que a minha cabeça começa a andar à roda e mundo me foge entre os dedos. São montes de emoções. As minha emoções. Já sabes como elas são. Misturam-se, baralham-se, jogam às escondidas umas com as outras e depois quando batem de frente nem sabem em que posição arrumar-se. E eu, já me conheces, não tenho mão nelas. E agora estou mais ou menos assim, a observar e a ver uma espécie de jogo entre elas. Sei bem que vão ganhar as melhores. Mas até lá tenho que olhar para elas , que as sentir. São montes de emoções. Coisas e histórias mal resolvidas. Sim, porque "coisas" não são histórias. E é isso que eu também quero separar. As coisas das histórias. E então resolver. São montes de emoções. Coisas e histórias mal resolvidas dentro de mim (...)
Qual é tua idade?
Qual é a tua idade? Confesso que não sei a minha…Um dia destes estava comendo pitanga sentado em um galho a saborear os pequeninos e deliciosos frutos de uma majestosa e centenária pitangueira, a uns 5 ou 6 metros de altura quando num momento de discernimento olhei para baixo e me perguntei…- Que estou fazendo?? Em meio a solitárias risadas respondi: – Vivendo!
Minha modesta teoria é que nosso corpo não acompanha nossa mente. No esplendor da preguiçosa juventude, aproveitamos, descobrimos, fazemos ou tentamos fazer de tudo…e depois vamos deixando de fazer uma coisa, outra e derrepente estamos lendo romances, lendo aventuras e esquecemos de vive-las…Eu que devia estar no outono da vida, resolvi viver na constante primavera, vou correr nos campos floridos da vida, se não estiverem floridos, aprendi a fechar os olhos e imaginar, sonhar, depois plantar umas sementinhas e fazer meu próprio campo florido! Então, vamos comer pitangas, soltar pandorgas, pipas e jogar bolita?
Mesmo sabendo que tudo pode dar errado, não sei porque, mas não consigo desistir do que eu mais quero, que é você.
É, não é; sim, não; acredito, não acredito; sei, não sei... Gosto assim!
Seja frio ou quente de uma vez. Meio termo não serve pra mim!
Deleitar de seu colo a sombra de um coqueiro é um sonho a ser alcançado, sei que não tenho fortes qualidades, não sou um predador muito menos uma presa, creio na eventualidade de aproveitar oportunidades únicas, mas sei que não existe somente uma oportunidade para se chegar num mesmo objetivo, me basta ter força de vontade e seguir meu instinto, e ao piscar dos olhos lá estarei, com a respiração aliviada e um sorriso de satisfação.
Eu não sei mais o que fazer… Ainda não entendi como tudo isso chegou a esse ponto. Pra onde foram todas aquelas nossas promessas? Todos os nossos planos? Todas as nossas conversas? Tudo se foi assim… Do nada? Foi tudo tão rápido… Aliás, muito rápido, não acha?
Eu ainda tenho esperanças de que tudo volte a ser como antes.
— 1100 km de tortura, Tudo vai voltar a ser como antes?
Nao sei porqu¨º ainda te amo se ja tentei te esquecer. So quero que saibas que gosto de te amar e amarei-te ainda mais
Sou um simples observador deste mundo. Não sei como as pessoas conseguem viver em seus devaneios de aparência. Nesta sociedade, você vale pelo que veste, pelo que finge ter na conta bancária, e pela forma como se locomove — como se tudo isso realmente dissesse algo sobre sua dignidade. Mesmo sendo uma fantasia, essa ilusão social ainda rege relações.
Por não vestir roupas de marca, não ter dinheiro ou andar a pé — e, muitas vezes, por tentar expressar meus posicionamentos sociais e políticos, arrastando comigo uma pseudo-filosofia voltada aos que estão à margem —, acabo sendo visto como louco pelos que se acham no topo da pirâmide social.
Mas eu amo essa visão que criam de mim: um pobre coitado, sem estudo, dinheiro ou status.
Quero viver com os loucos, moribundos e desvalidos — porque é neles que encontro mais sabedoria e conhecimento do que naqueles que vivem mergulhados nas loucuras sociais.
"TUDO BEM?"
Não, não está tudo bem, não sei o que aconteceu com a minha vida mas mudou, algo que eu não sei nem explicar para mim mesmo. Eu tenho que parar de achar que alguém vai me amar, vai estar comigo nos piores momentos nos bons momentos. Eu tenho aquele vontade de pedir para Deus me levar daqui, ou eu mesma faço isso. Chega uma hora que vc não tem mais motivo algum para viver!! chega uma hora que vc morre por dentro, e pede mto para que isso aconteça por fora. Eu não vejo mais nenhum motivo de eu conseguir prosseguir com tudo isso... que eu já passei... Então caso você não consiga lidar cmg não pergunte se eu estou bem, algo do tipo. Só me faça uma coisa, me deixe feliz, me mostre algo novo, algo que eu possa levar para a minha vida inteira, não deixe eu triste com besteira, brincadeiras de mau gosto, vc não sabe tudo o que eu estou passando. E com muita calma, eu vou conhecer alguém que me faça feliz, que não me faça chorar, por besteira, que não me iludi, que não me deixa no vácuo quando quer, que realmente se preocupa comigo, mostre
o verdadeiro ele.
- Keys Henry (foi o que ele me disse antes de partir)
🎙️✨
Sério… minha paixão pelo Neymar é de alma mesmo. Não sei se sou a fã número 1, mas ele com certeza foi quem me fez amar o futebol de verdade ⚽💛
Nem todo mundo já me viu jogando, mas quem viu sabe: eu boto meu coração em cada toque na bola.
Tudo que sei, aprendi vendo ele jogar. Aprendi com cada drible, cada gol, cada lance 👑🔥
Tá, vai… também aprendi um pouco com meus colegas do 7º ano 😅 kkk
Chamo de "falta de emoção" aquilo que ainda não sei nomear.
É uma presença vazia, um sentimento sem forma, sem cor, sem raiz.
Não sei de onde vem, tampouco o que quer me dizer. Só sei que se instala. Silenciosamente.
E fico esperando que passe, como se a alma respirasse por impulso até que outro sentimento mais forte venha e ocupe seu lugar.
No meio desse vácuo, me torno mais analítica.
Começo a observar o mundo com olhos mais calmos, como se tudo ao redor pudesse me ensinar algo sobre mim.
Foi assim que reparei em meu gato.
E nele vi, não um animal de estimação, mas um reflexo.
Demorei a tê-lo. Não por falta de vontade, mas por resistência alheia.
Quando finalmente chegou, entendi de imediato por que sempre o desejei.
Gatos são estranhos à espera.
Amam a rotina.
Buscam afeto, mas apenas quando o silêncio pesa demais.
Percebi que éramos semelhantes.
Sou alguém que demorou a entender o que é afeto.
Guardo sentimentos em caixas seladas, como quem tenta proteger o mundo do que sente.
Mas quando a caixa cai, o estrago é incêndio: tudo arde de uma vez só.
Gatos, ao menos, não fingem.
Eles sentem e demonstram.
Se querem carinho, pedem.
Se algo muda sem aviso, se retraem.
Mas quando estão bem, vibram com uma intensidade que ninguém consegue conter.
São fiéis à própria natureza.
Talvez meu gato seja assim porque herdou a minha essência.
Talvez ele apenas a reflita com mais pureza.
Ele me ensina, com cada olhar e cada silêncio, a ser mais sincera com o que habita em mim.
E é aí que reside a beleza:
na humildade de aprender com o improvável.
Na coragem de admitir que a vida nos ensina pelos cantos.
E que crescer é, muitas vezes, parar de tentar entender tudo e apenas sentir.
Afinal, somos eternos aprendizes.
E o mundo, uma sala de aula infinita.
Aprendemos nos gestos mínimos.
E crescemos quando deixamos o orgulho ceder lugar à verdade.
Esse é o caminho:
ver com a alma,
sentir com o espírito,
e reconhecer, na simplicidade, a grandeza de viver.
O REENCONTRO
Às vezes, eu olho no espelho... e não sei quem está ali. É como se a imagem refletida fosse uma tentativa desesperada de parecer inteira, mas por dentro, tudo parece rachado. O corpo continua, a rotina segue, a fala até convence. Mas a alma... a alma está em silêncio. Um silêncio pesado, abafado, que ninguém escuta. E é nesse vazio que a gente se dá conta: não estamos tristes por causa dos outros... estamos tristes porque nos perdemos de nós mesmos. O sorriso ficou automático, as palavras viraram performance, e o peito, um cofre trancado cheio de vontades engolidas. Dói. Dói como se a alma gritasse por socorro, mas ninguém escutasse. Nem mesmo a gente.
E nessa confusão toda, vamos nos moldando para agradar. Queremos caber na régua da igreja, da família, das redes sociais. Queremos ser aceitos, entendidos, desejados. Mas quanto mais tentamos ser tudo para todo mundo… menos somos para nós. E aí, nos desvalorizam, ignoram, invalidam e a gente acredita. E deixa um pedaço para trás. Como se dissesse: “essa parte de mim não serve mais”. E sem perceber, vamos nos abandonando. Parte por parte. Capítulo por capítulo. Há lugares dentro de nós que não podem ser destruídos. Só esquecidos. Mas continuam lá… esperando.
E então, um dia, sem aviso, acontece. Você pisa de volta nesse território esquecido. Não por escolha racional, mas porque algo dentro de você não aguentou mais a ausência. E é como abrir a porta de um quarto antigo, onde tudo ficou exatamente como estava. O chão de madeira ainda range, o cheiro da infância ainda paira no ar, os desenhos nas paredes continuam firmes, como quem resistiu ao tempo. E no meio desse cenário… ela está lá. A criança que você foi. Sozinha. Mas inteira. Com os olhos brilhando como quem te esperava há anos. Você se aproxima com medo, mas também com saudade. E quando os olhares se encontram, o tempo congela. O abraço que acontece ali não é físico, é espiritual. É como se duas partes da mesma alma se reconhecessem depois de uma guerra. E nesse abraço silencioso, sem nenhuma palavra, algo se reconstrói. Uma ponte. Um vínculo. Uma verdade que nunca deixou de ser sua.
Eu não vivi esse reencontro ainda, mas sonho com ele todos os dias. Sonho com o dia em que vou me acolher sem vergonha, me ouvir sem medo e me abraçar com amor. Talvez esse texto não seja um relato, mas um desejo íntimo de alguém que cansou de fugir de si. E se você também cansou de fugir, talvez seja hora de voltar.
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