Voo
Flor no Deserto!
Entre jardins multicores
Voo de borboletas
Beijos e beija flores
Perfume de jasmim
Asas de querubim
Um amor só pra mim
Na vastidão do horizonte
Pedras de diamante
O desejado amante
Nas ondas do mar
Barcos a velejar
Anseio te encontrar
Na alegria perdida
Nos olhos, enigma
Sentimento destruído
Procura encerrada
Animo derrotado
Coração lacrado
Lugar improvável
Encontro inevitável
Surpresa agradável
O deserto floriu
Flor se abriu
O coração sorriu.
Luzia Ditzz,
Campinas, 29 de agosto de 2012.
Nada é tão simples, nem tudo é tão complexo. A homogenia da
flor e o voo do beija flor não são tão simples como parecem.
E não é tão difícil conduzir um lápis para que se produzam gravuras que parecem tão complexas. A vida num todo é simples, o amor é muito complexo.
A simplicidade de um raio de sol e a complexidade de uma bomba Atômica são tão similares, mas os olhares são complexos, o que os meus olhos veem nem Freud explica.
Nada é tão complexo. Nem tudo é tão simples.
É o nascer de um novo dia que me ensina a acordar para vida, a ensaiar um novo vôo, a dar mais um passo, arriscar um caminho diferente, seguir uma nova rota, traçar novas estratégias, tentar mais uma vez e mesmo que pareça longe jamais desistir de alcançar meus sonhos.
Ela sobrevoa meu pensamento
Me toma sem atento..
Eu entregue, em acalento
Subo, voo até o teto.
Coisas que espero,
Todo dia a noite
A me beijar....
Doce mistério
Doces sonhos inteiros !
A Bordo da Própria Existência
A vida é uma viagem que ninguém deseja concluir. É um voo do qual ninguém quer desembarcar. É um hotel existencial do qual ninguém quer fazer o check-out. Devemos portanto, aproveitar bem a viagem e os serviços a bordo. Antes que de chegar ao destino final.
Voo
Voa pensamento
Livre como o vento
A procura do sentimento
Voa imaginação
Nas asas da emoção
Ao encontro do coração
Voa ilusão
Desenhando paixão
Nos rascunhos da solidão
Voa sonhos
Reais e risonhos
Sem ser enfadonhos
Voa felicidade
Sem a brisa da saudade
Flutuando na eternidade
Voa bardo transcritor
Poetando ventura e dissabor
Nos caminhos do amor...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Eu voo lá pro céu
Pra buscar uma estrela pra você
Eu faço uma canção
Pra tentar fazer você não esquecer
Eu paro o mundo
Pra você ficar, cada vez mais perto
E lá no fundo
Eu posso encontrar, de coração aberto
Tudo o que você quiser
SOU AVE. SOU PASSARINHO.
Sou ave.
Sou passarinho.
Meu voo é bem de mansinho.
Mas se estou apressado,
Faço um voo descuidado:
Voo alto ou dou rasantes,
Nunca voo como antes.
Não ligo pro que dizem as gentes:
"Se quer voar, nem tente"!
Acredito nas minhas asas
E na força que elas têm,
Porque, quando eu sinto a pressão,
Vou de pássaro a gavião.
As asas as quais eu tenho
São as melhores de voar:
Conduzem-me em meu caminho
E não me deixam perder o ar!
Sou ave.
Sou passarinho.
Sou bicho solto que voa,
Mas, se encontro bom ninho,
Do meu voo as asas pousam.
Me perco no aconchego
De um afago acolhedor
Que não corta minhas asas,
Porque sabe quem eu sou:
Um pássaro, um gavião
Que precisa sempre voar,
Mas que alegra o coração,
Quando tem onde pousar.
Nara Minervino
Pensamento vôo para longe e muito distante, que foi o verdadeiro significado de abraço congelante, e despertou os sentidos de lembra de uma avalanche, ao te encontrar pela primeira vez sinto que minha cautela e as sensações de friezas que as borboletas saltitante marca meu semblante, que me diz foi um momento tão deslumbrante. O imaginário foi ao pensar que tudo era inovador os meus sentimentos naquele momento, e também sei que nada é mais gelado que um abraço sem amor. E estou voltando ao meus aposentos e depois daquele momento, vou caminhando a luz da lua em uma noite fria e sombria, em frações de segundo você pode mudar seu mundo, e vou viver um sonho para uma vida inteira. Estive pensando em um posicionamento sobre os meus sentimentos de felicidades futuras, e vou compreender que tudo acontece às vezes para nos dar novas esperanças. o que vai ser felicidade em ter você diante do altar, e eu vou estar lendo os votos dos nossos mundos opostos, que tudo começou com um momento que teve um propósito, de ser promissor as minhas declarações de amor, o futuro distante uniu os nossos mundos, que hoje no presente eu e você precisamos um do outro, mais do que uma definição para a palavra que dizemos " Tudo ". E você hoje se tornou a razão do meu novo mundo.
É preciso ser leve como o pássaro e não como a pluma.
O pássaro tem controle total sobre seu vôo!
A pluma e carregada pelo vento!
(LM.L.C)
Voar num horizonte, sem hora e sem pressa pra pousar. A vida é como um vôo. Saiba usufruir com sabedoria, desse dom sagrado, chamado vida!
PANDEGOMANIA*
Um voo noturno sem direção, porém, inquietante, é sempre sombrio e sofro o grave frio do pânico, coronavírus. Diante das considerações, colocações eu sinto que estou em um país acéfalo.
Não sei decodificar o que é informado e arriscar a imaginação como uma águia que aos quarenta anos, sem qualquer compromisso coerente com a razão se confina.
Diante do panorama mundial até esta manhã é cinza em nosso horizonte, em Palmeira dos Índios, Alagoas, 25 de março, como nosso destino.
Deixo a águia na sua renovação e me vem, como um insight, o alerta do especialista Jean-Claude Manuguerra, em 2012 que há seriíssimos riscos de pandemia.
Portanto, quem fala diferente da linguagem literária da ciência e dos fatos de outros países contradiz o que está na literatura, na ética, no compromisso e responsabilidade do profissional.
A nossa vida e saúde estão em risco.
- Socorro!
Diante dos especialistas, qual é o pândego que diverge da veracidade da ciência?
* Pandegomania – neologismo
