Voo

Cerca de 1509 frases e pensamentos: Voo

Viagem...

De supetão.
A mão alçou vôo
E me levou aos céus...

Inserida por FrancismarPLeal

MEU AMOR POR TI

Uma gota de orvalho...
O perfume da flor...
O vôo do colibri...
A essência da poesia...
Meu amor por ti cresce
A cada dia
Na sensibilidade d'Alma
e na mais perfeita sintonia.
Meu amor por ti é divino
Como a gota de orvalho...
Sedutor como uma perfume da flor...
Leve como o vôo do colibri...
Sensível como a doce poesia...
É tudo mais belo que já vivi.
Assim é meu amor por ti.

Inserida por Catheriny

Alguns livros não são para pessoas de mentalidade acanhada(tacanha), de vôo curto e rasteiro, amarradas à letra do texto. Pedem inteligências abertas, capazes de descobrirem, em meio à falação desabrida, o quanto há de humano, sofrido e pungente

Inserida por Hob

A vida é um vôo sem destino certo... Nós é que conduzimos nosso próprio vôo para onde quisermos ir!...

Inserida por agnaldopoeta

Vôo frustrado..

Esse mesmo amor que feliz fez-me ser;
Voar entre as nuvens;

Hoje me entristeces;
E toda vez que penso em voar;
Sinto-me insegura.

Então penso...
Quando vou desfrutar-me;
De um belo vôo de novo.

Inserida por vanessaamonteiro

Linda como a primavera em doce embalo do amanhecer ainda escuro. Ela me levanta em voo suavemente delirante. É sufocante como eu a amo. É perigoso e desatino esse desejo.

Inserida por NaomySakaguchi

Podemos admirar aqueles que voam alto, ou lançar nosso próprio vôo.

Inserida por RosaneCa

Quando eu paro e quando eu vôo

Parei! para pensar no quanto é bom ter alguém para gostar como gosto de voçê.
Parei! com as outras luzes, pois o único brilho que me interessa é o do seu olhar.
Parei! de levar a vida como se ela fosse só uma vã filosofia, pois quando te toquei senti a vida na palma das minhas mãos e fluindo pelo meu corpo arrepiado e entregue.
Parei! para sentir o calor do seu abraço, que conforta e espanta até o frio da região serrana.
Parei! com qualquer outro paladar, pois não a nada mais gostoso que o sabor do seu beijo.
Parei! com qualquer outra sensação agradável de prazer, pois quando faço amor contigo, sinto o alfa, o ômega, o nirvana, a ardência da paixão que faz meu corpo pegar fogo.

Parei! para pensar.
Parei! para te observar.
Parei! para te tocar.
Parei! para te abraçar.
Parei! para te beijar.
Parei! para te amar.
Voei! para te encontrar.

Você me faz parar e me faz voar;
me faz retroagir, e me faz avançar;
me faz sentir, e me faz amar.

Inserida por flyrj

Não consigo definir se sou sonhadora ou realista. Sou ambas. Eu vôo com os pés no chão. Sou sonhadora apenas no tempo em que levo para tornar os meus sonhos realidade.

Inserida por leticiabeppler

enquanto eu penso em sair pelo mundo, você espera demais, eu vôo alto no céu e ainda é pouco, você só olha pra trás. Quero a surpresa de encontrar meu futuro, E isso não te distrai, mas afinal ninguém pode entender o porque .

Inserida por natidamasceno

Pensamentos

Sou um passarinho,
que vaga devagarinho.
Nunca vôo em busca
de solidão,
mais sempre em busca de consolação.
Quero ser sua amiga,
para sempre que precisar
lhe dar a mão.

Inserida por tamygomes

O voo mais alto de tais pássaros fica limitado às camadas inferiores do ar.

Inserida por guilhermebueno

Meu Vôo

Você pode me trazer a calma
Pode pensar em começar agora
Você pode chamar por outra pessoa
E adquirir a tua calma também

Você pode me atrazar a tranquilidade
Sair, voltar e sair denovo
Você pode pensar em ficar
Sem atrazar a tua também

Estou aqui, voando enquanto te espero
Quando olho para baixo te chamo
Talvez você não olhe para as nuvens
Quero chegar perto e te dar a mão

Você pode procurar e pedir
Ou pode pensar, pensar...
Você pode voar em algum outro lugar
Ou pode sentir este vento também

Inserida por DaiSophi

Deseje deseje, até alcançar vôo e planar nas nuvens.

Inserida por tattyscavone

Somos Fênix

Uma Fênix em seu mais alto vôo
Renascendo a cada segundo de sua morte subita
Se faz divina refazendo sua epécie.... flôr rara... de suave perfume
És agora uma miragem ou minha verdade?
Divina se fez... me refez...
Nas cinzas se ergueu... abriu minhas asas
Fênix sou... quando das águas salgadas de meus olhos
Faço brotar doces sonhos em meu coração
Sim sou Fênix de asas abertas... alma de fogo...
Sou sua coragem... sua força... sua paz... a minha PAZ

Inserida por SonynhaPecora

Para alçar vôo é preciso, antes, saltar os abismos.

Inserida por WASHINGTONMACHADO

amor e uma planta que se voo´c cuida e sabe trata dela
dara frutos lindos assim>>: com bj´s carinhos amor e FEDELIDADE

Inserida por pg1992

O último voo.

...num movimento alienado, Aiumy olhou novamente pela janela impacientemente como se esperasse alguém. Estava inquieta e por isso foi buscar um cigarro no criado mudo do seu quarto, respirou fundo e foi caminhando o que lhe pareceu uma maratona. Colheu seu último cigarro do sexto maço que comprara junto de outros cinco a quatro horas. Acabou a munição, pensou consigo mesma, está chegando ao fim.

Sentou-se então na cama para acendê-lo, suas mãos tremiam incontrolavelmente o que dificultou o processo. Quando começou a queimá-lo fechou os olhos como se tentasse acalmar-se, como se fosse conseguir. Contou calmamente até 10 e depois deu uma tragada, pensou estar mais calma, mas a essa altura do campeonato Aiumy não conseguiria relaxar.

A sua frente mirava sua penteadeira desorganizada: quinze tipos de pincéis de maquiagem espalhados por todo o móvel, um curvex, seu estojo de sombras com cinquenta cores diferentes, um estojo de blush com seis tons e ainda 23 batons em todas as tonalidades de vermelho ocupando todo o espaço. Havia também perfumes, Carolina Herrera, Caron's Poivre, Jean Patou's Joy, Imperial Majesty, Chanel n°5, além de infinitos elásticos de cabelos de infinitas cores, grampos com e sem brilho, inúmeras jóias e algumas bijuterias. Por último e não menos visível, uma garrafa de Dom Pérignon vazia e alguns resíduos de sua fuga mais rápida. Alguns papéis, notas fiscais, contas e cartelas de remédio se via por ali também. Acima e refletindo tudo aquilo havia o espelho, que além de suas porcarias refletia o seu rosto cansado o qual não transparecia a tensão que ela sentia no momento.

Em uma tentativa de não enxergar sua desorganização, que sua mãe sempre considerara sintoma de loucura, olhou para o lado. Tentativa frustrada. Agora olhava seu criado-mudo ainda mais desorganizado, livros embaixo de tudo, 4 ou 5 exemplares, Clarice, Drummond, Machado, Nietzche, discos espalhados, pois adorava uma velharia. Ao lado deles seus óculos e a caixa do seu aparelho móvel: ambos inúteis. Muitas bolinhas de papel amassado além de embalagens de barrinhas de cereais de baixa caloria. Havia também o dobro de caixas de remédios, bulas, cartelas, receitas, copos meio vazios e um cinzeiro, o qual não se podia mais enxergar a imagem do fundo, muito menos qualquer outra parte do objeto que carregava bitucas e cinzas de quatro dias.

E agora, uma última bituca.

Acabou-se o cigarro então foi à janela conferir a presença de ninguém. Abriu a porta da sacada e demorou-se admirando as pessoas-formigas lá embaixo, era o vigésimo primeiro andar do prédio. De repente ao longe, talvez vindo da sala - agora não fazia idéia de onde colocara suas coisas - ouviu seu celular tocando Edith Piaf - Non Je Ne Regrette Rien. Irônico. Deixou tocar.

Tocou de novo. Ignorou. Não desistiu. Aiumy foi atender. Não quero, não quero, não quero, pensou alto, mas esqueceu de repetir mais uma vez para ir às quatro direções. Quando chegou parou de tocar, ela respirou e então tocou novamente. Somente de olhar o número não gravado seus olhos se encheram d’água. Não estava armazenado, mas ela sabia exatamente quem era. Atendeu, gritou, respondeu, esperneou. Do outro lado era o contrário: a outra pessoa respondia fria e indiferentemente. Aiumy desligou e jogou o celular no sofá, mas não havia dito adeus.

Olhou pensativa para o sofá, caçou o celular entre os cobertores e restos de comida. Mandou uma mensagem, uma palavra. Desligou definitivamente o aparelho e voltou ao quarto.

Dirigiu-se a penteadeira, sentou-se na banqueta, aspirou a ultima fileira e pensou, quem diria finalmente poderei me livrar desse vício. Olhou-se, e agora em seu rosto manchado de lágrimas transparecia seu sofrimento, porém havia prometido: "vou ser fiel ao rosto que criei". Selecionou suas maquiagens e se pintou, tornou-se perfeita novamente como era (re)conhecida, demorou quarenta e cinco minutos nessa última atividade e esforçou-se para não borrar, nem haver defeitos.

E então correu para sacada, até lembrar-se. Voltou até o criado-mudo, selecionou aleatoriamente uma das bulas, qualquer pedaço de papel serviria e escreveu alguma coisa pequena e somente nas bordas.

Voltou a correr para a sacada. Abriu a porta, apoiou-se com as mãos na mureta e olhou para baixo, ainda na sua incessante busca por ninguém admirando as pessoas-formigas. Pôs força nos braços, ergueu-se e ficou em pé na mureta, equilibrando-se com a respiração que aprendera na ioga.

Aiumy fechou os olhos, sentiu duas lágrimas caindo e seu coração pulando, seus braços se abrindo automaticamente em posição de asas e seu corpo foi despencando lentamente e para quem a entendia, percebeu.

Aiumy não caia, alçava voo.

Inserida por tatianafranco

Para um melhor voo esteja com o ‘pé no chão’, sonhando alto, sem desviar da razão.

Inserida por OnZeJr

bilacmania

livre espaço a ave aurora
as asas cantando climas céus
nuvens agora o sol o vôo
a vida o olhar (re)volta
tempo alegria de novo

Inserida por pensador