Voce esta Mudando minha Vida
Eu me habituando, eu mudando por força das circunstâncias. A gente sempre acha que não precisa mudar por causa do outro, mas a gente muda e muito por causa das circunstâncias.
Quero ser.
Quero ser eu, as quatro estações, mudando num dia só.
Quero ser inverno, de frio sem dó.
Ser primavera, de pólem e pó, de cores e flôres.
Ser verão, de praia e de mato. De campo e asfalto.
Quero ser outono, de ventos e chuvas.
Quero ser este.
Quero ser isto.
Quero ser eu, as quatro estações, mudando num dia só.
Parece que as pessoas estão mudando. E eu também quero mudar. Mas ainda são sete horas. Minhas roupas envelhecem, precisam ser substituídas. Por outras que também envelhecerão, mas eu não quero ficar reclamando. Acho que a vida não deveria ser assim, mas é. A minha é. E a de um monte de gente também deve ser. Mas isso não me conforta. Aliás, nada me conforta. No máximo, me distrai. Cubro meus problemas com esmalte. Depois descasca. Escondo meus medos com holofotes acesos de estádio, escolho a dor. Problemas ignorados retornam afiados e te machucam. São facas disfarçadas de colheres. Durmo por causa deles. Mas eles deveriam me acordar. Acompanho o soldado inimigo em fuga. E compartilho com as mulheres da sua vida a esperança do seu retorno. Sua ausência parece ser ameaçadora. E deveria ser apenas compromisso e progresso. Não sei o que estou procurando na tevê. Não aceito a tragédia das fotos 3x4. Vejo que há uma diferença desconcertante entre o amor realmente percebido e o vividamente imaginado. Assim como uma pessoa por dentro e uma pessoa por fora. Ambas, ideias presentes na mente de Deus. Ambas a mesma pessoa. Cor de pele por fora, cor de chiclete por dentro. E o amor. Compartilhado até mesmo entre os egoístas. Discutido entre os calados. Sinto a sua presença através de imagens simbólicas, mas não o entendo. O amor. Que não pode ser penhorado. Mas que às vezes sinto recebê-lo a granel. Incidental e frequentemente. Como a repulsa e o preconceito. Coisas a serem desafiadas. Algo como o sorriso perdido de alguém que não encontra aquela única e última peça do quebra-cabeças e não consegue nunca ver a imagem completa. Falta apenas um tijolo do castelo. Ou um pedaço da orelha do Mickey. E mesmo assim, está feliz. Pois percebe que já não tem mais medo de barata. Nem de altura. Lugares fechados, solidão, intimidade. Resta apenas medo de si mesmo. Mas este é um medo com o qual a gente tem que conviver. Uma constante repetição de uma mesma experiência, seu mantra poderia ser “foda-se”. Mas é simplesmente “não acredito”.
As coisas vão mudando de lugar, o vento não sopra devagar, as palavras se perdem, e com elas, estamos indo pra um lugar desconhecido. Vai ser difícil voltar aqui..
A lágrima não cai. O telefone não toca.
O silêncio invade. E tudo está perdido.
Logo tudo distrai-te, e a calmaria volta a fingir paz, desse ser tão frágil ser.
Os anos vão passando, vamos mudando nossas roupas, nossas caras, envelhecendo os nossos olhos, aumentando a nossa miopia, tocando sempre as mesmas canções nos mesmos bares, recebendo sempre pouco, sempre dando murros na ponta da mesma faca, e o que é pior, esperando sempre por resultados diferentes.
Se as coisas não mudam para melhor, é porque algo em nós precisa ser mudado.
Somos todos inconstantes. Sempre mudando de planos, de desejos e ideais. Até nossos sonhos são vítimas da nossa inquietude. Vivemos na base do “hoje eu quero isso, amanhã não sei”. E de forma muito confortável, invertemos nossa busca e inventamos outros propósitos. Amanhã coisas novas vão nos chamar a atenção, amanhã outros pensamentos vão dominar a nossa mente. Amanhã, nosso coração vai amar outro e depois de amanhã também. Nenhum amor dura tempo suficiente para florescer, nós amamos apenas a descoberta, o novo, a paixão chegando ao mundo e mal abrindo os olhinhos. Nós o abandonamos no instante em que ele tenta dar os primeiros passos, arriscar as primeiras palavras ou um olhar mais atento. Matamos sentimentos com a nossa pressa. Estamos sempre correndo sem nunca saber exatamente para onde. Em um ritmo frenético que busca sempre algo mais, impedimos que algo maravilhoso nos aconteça. Não ficamos até que o outro pegue no sono, não abandonamos uma única vez a mania de olhar o relógio e dizer que já está tarde, que é preciso ir embora. Não assistimos mais o pôr do sol. Sabemos apenas que já é noite, mas perdemos a beleza do anoitecer.
Nossas inconstâncias nos dão a sensação de que estamos dominando os próprios sentimentos, assim: amando, odiando, viajando sem paradas. Morrendo de sede, de fome, sem buscar recursos verdadeiros para que a gente se sinta menos vazio. Forjamos uma felicidade que nunca passará de fotos e sorrisos amarelos. Não passa da primeira porta, não atinge as outras camadas da pele. Não abraça verdadeiramente o nosso íntimo. Não dá frutos.
Os sentimentos virando apenas espasmos de madrugada. Enlouquecemos quatorze vezes por semana a procura de algo diferente. Deitados no gelo do lençol, a única coisa que a gente sabe e entende é que queremos sempre mais. Uma pimenta mais forte, um gole a mais na bebida, uma hora a mais mergulhados num beijo que parece nos revelar quem somos, mas ainda não supre aquilo que nos falta. Carregamos esta ideia fixa e inútil de que algo sempre nos falta.
Mas o beijo poderia sim suprir e nos revelar quem de fato somos, se a gente soubesse aproveitar a beleza daquele instante. Mas a nossa pressa vem carregada de um descaso insuperável.
Doamos tão pouco de nós para o outro, mostramos apenas o que vai a nossa superfície. Interrompemos as tentativas de quem quer se aproximar ou desistimos de uma aproximação fiel, por medo de nunca mais voltar. Medo de o amor prender. Medo de não saber vestir a felicidade. Medo de se dar conta de que a busca acabou e que sem isso a vida possa arruinar seu sentido.
Eu busco amor. Eu busco a mesma coisa que você. E é um absurdo sentir que buscamos as mesmas coisas, mas ambos sairemos perdendo. Estamos tão acostumados a procurar sempre que não sentimos quando um verdadeiro encontro acontece.
A verdade está na força que não fazemos para que as coisas criem raízes. O amor está nos detalhes da gente que não entregamos. A permanência está escondida atrás do medo de sermos nós mesmos. Não mostrar nossos defeitos com medo de ver o outro partir, apenas adia alguns segundos a nossa própria partida, pois não teremos mais nada a revelar se a maior metade de nós é feita de falhas. Pudera que fôssemos menos inconstantes, que a gente mergulhasse no fundo do outro e também permitisse que ele mergulhasse em nós. Estreitando assim as distâncias e estendendo os momentos mais felizes.
Eu consigo sentir as coisas mudando, pessoas, sentimentos, clima.
Eu consigo perceber o que já não faz mais sentido,
Eu consigo olhar para frente e desejar que alguém do presente continue no futuro,
Eu consigo dizer olá para a realidade, sorrindo.
O que eu não consigo, é virar para trás e fingir que tudo que ficou no passado, não faz falta.
Faz falta, dói, machuca.
Definitivamente eu estou mudando. É isso mesmo, vou mudar em tudo, sair da teoria e viver a prática. Os meios termos já não me servem, os que nada me acrescentam no lixo vai ficar. Sei quem trama e quem tá comigo. Evolução, essa é a palavra, essa é a ação! #bySauloRodrigo
A estrela perguntou para a lua:
como é ficar mudando de fases todas as noites?
A lua respondeu:
Porque às vezes fico feliz ou o inverso,
porque nunca vjo o sol por completo,
mas só em ver sua luz, fica feliz.
Sinto que ele também me sente.
mas nunca se olham
Em tempos e tempos nos tocamos,
em questões de segundos o dia vira noite.
Mas que ironia do Criador,
quando um dorme o outro acorda,
e com isso ele não contou
um dia um pelo outro se apaixonou.
Eu vejo as coisas mudando/
Velhos ditados se reinventando/
Cabeças esquentando na medida em que o coração vai congelando .
Algumas coisas estavam mudando e eu estava vendo aquilo acontecer sem interromper. Relia alguns textos antigos para não esquecer a essência. Relia e ria, gostava do que lia, mas não sentia mais aquilo
Mudando Cultura
Muitos que acreditaram vieram confessando e contando suas ações. - Atos 19:18
Tite Tienow, professor de missões e teologia da África Ocidental, foi confrontado por seu médico durante um exame médico. O médico discordou do trabalho do professor e disse que estava ensinando americanos a "colonizar" sua terra natal. Mas Tienow apontou que o objetivo dos missionários não é mudar a cultura, mas levar as pessoas à fé em Cristo.
É verdade que quando as pessoas se tornam crentes, elas abandonam algumas das práticas que marcam sua cultura. Mas isso é um resultado, não o objetivo. Por exemplo, quando as pessoas da tribo Udek em Chali, no Sudão, se tornaram cristãs, elas rejeitaram a prática de enterrar um bebê vivo com sua mãe se ela morresse durante o parto. Esses novos cristãos não se propuseram a virar sua cultura de cabeça para baixo. Mas oficiais das Nações Unidas notaram publicamente a diferença entre os crentes Udek e seus vizinhos não cristãos.
O apóstolo Paulo viu o evangelho em ação na sociedade de Éfeso. Quando os feiticeiros se voltaram para Cristo, eles queimaram seus livros ocultos avaliados em 50.000 dias de salário (Atos 19:19). E os ourives que faziam os santuários de Diana quase foram abandonados (vv.23-27).
Não é nossa responsabilidade mudar nossa cultura. Somente o poder de Deus através do evangelho pode fazer isso!
Cristo nos liberta da penalidade
E do poder do nosso pecado,
E Ele mudará a sociedade
Como os corações mudam dentro. —Sesper
O evangelho produz uma mudança dentro que quebra as cadeias do pecado. Herbert Vander Lugt
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