Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Vejam como há tanta maldade neste mundo,
E vocês ainda trazem seus filhos para nele habitar.
Essa maldade nunca terá fim, não sejam otimistas.
Não coloquem a culpa na sociedade, ou culpem Deus por não ter protegido quem vocês queriam bem.
Pois está na sua frente o que este mundo é, e o que nunca será.
Coloquem as mãos na consciência.
De tantas vidas inocentes que já se foram, ou já se perderam, e as que ainda precisam de ajuda.
Das vidas de pessoas maldosas, que são assim por uma razão, o sofrimento sem fim desta vida cheia de perigos.
Nada adianta ensinar a amar, em um mundo onde só existe ódio e sofrimento.
E quem está tranquilo agora, o que imagina do futuro?
Talvez ser uma destas pessoas doentes, ou que sofre de qualquer outra trajedia.
Que por causa deste falso e curto amor se originaram.
Não adianta querer achar que se é superior.
Se está vivo, está exposto.
Não deixem com que vidas inocentes sofram por causa de um simples instinto de amor falso.
Você as vezes não para para pensar em como as coisas mudam.
Se você não estiver mais aqui,
Mas essa vida que você trouxe a este lugar grande e cheio de perigos, poderá sofrer até o fim, exposto a maldades.
Coloquem as mãos na consciência.
Função afim de você
No interior do meu conjunto numérico
meio complexo, mas ainda assim real
Você é o ponto de aderência principal
Na função do nosso amor
bijetora, de variáveis reais e traço contínuo
Meu sorriso e minha imagem
tem você como domínio
Então você, garota de olhos castanhos
cabelos de constante elástica invejável
olhos com brilho inevitável
chegou de fininho
e se guardou em meu peito
E eu, me encantei com seu jeito
Direito, imperfeito
porém perfeito, pra mim
Às vezes é bom voltar do começo e recomeçar o começo que sempre foi bom. Ele ainda permanece em mim como algo inesquecivelmente novo.
Ainda Assim!
Era um verde intenso que se prolongava até o azul manso,
Do meu quarto, por entre suspiros, uma contemplação serena,
Sempre assim o preferi, ainda assim!
Uma contemplação serena,
Uma atuação oculta por detrás daquela outrora montanha imensa,
Hoje pequeno monte,
Não sonhava muito mais do que aprender a sonhar,
Ainda assim o é hoje!
Não sonho muito mais do que com o dia que começarei a sonhar,
A nostalgia e a solidão que me acompanham enchem-me de uma alegria profunda e singular,
Alegria sossegada, permanente, ainda assim!
Luz que invade com o seus fulgor e calor,
Mas que se prefere, ainda assim, apenas na porta da caverna, cujo fim se reserva e é reserva!
No fundo havia o vale e como em todos os vales de verde fulgurante, havia o rio,
O rio que aprecia invadir as margens e que eu muito o apreciava invasor, ainda assim, mas menos hoje!
Na encosta do meu condado existia a vinha aprumada,
Em socalcos desenhados à lei da sachola e do suor,
Descia a encosta e mais subia a denuncia dos árduos ofícios,
Os bardos hoje espraiam-se mais além,
De resto como tudo. Não me inquieto.
Valem-me tanto agora como antes, conquanto lá continuem, ainda assim!
A minha igreja era a mais bonita,
Enchia-me de vaidade, é em talha doirada, não sei se a talho de foice,
Tanto me dá.
Penso que dela me veio a segurança e o orgulho por ser mais robusta e luzidia que as vizinhas,
Para mim era assim, julgo que hoje já não o é, ainda assim!
Tenho a alma da minha aldeia,
A minha aldeia é uma descida e uma subida,
Um sem fim de subir e descer, uma teia,
Um resumo profundo dessa minha idade ida,
Uma reserva de inconstância que incendeia,
Uma alma, ainda assim, sempre adormecida!
Meu sentir após a infecção por covid…
Após tal três meses por mim passaram;
Mas a tosse seca ainda em mim ficou;
Mas graças a tal, meus pulmões limpou!!!
De muitos dos lixos que em mim entraram.
Importou foi passar-me: o faltar de ar;
Tal como os distúrbios intestinais;
Ao fim de passado um mês ou mais;
Embora ainda a mim fuja o paladar!
Tem-me também fugido o bom olfacto;
O que me leva a vestígios sentir;
Mesmo passado o tempo que passou!...
Daí saber que dela em mim ficou;
Gravado este vírus nesse fluir;
Que por muita sorte venci de facto.
Porque no prazo de nove meses [apesar de “muito” cuidado] já
fui infectado duas vezes, tal como já em anos anteriores venci duas pneumonias sem internamento hospitalar (embora bem medicado e muito bem cuidado) digo: nada de pânico, pois, ele veio para em nós ficar; mas só nos matará se com uma possível febre nos desleixarmos. Logo, se a tal (febre) em ti sentires e após toma de antipirético (paracetamol) verificares que a mesma não baixou, contacta os serviços de saúde e/ou dirige-te imediatamente para o hospital, pois a mesma (neste caso de infecção pela covid) quando aliada a falta de ar poderá significar que em pneumonia para a ti matar, se encontra a transformar.
"E ainda que conheça minhas escolhas, sei que desconhece meus motivos, por isso se torna desnecessário quaisquer julgamento ou crítica."
Ainda pego-me pensando em você, seja na luz da aurora ou na brisa fria da madrugada, seja dia ou noite! Vejo-me ainda preso a saudade dos teus braços entrelaçados aos meus.
Poetalmente falando, amor rima com dor...
Mas no real, é uma rima dolorida,
e ainda deixa a alma ferida,
e que ninguém gosta de sentir...
Osculos e amplexos,
Marcial
AMOR E DOR RIMA DOLORIDA, DEIXA A ALMA FERIDA
Marcial Salaverry
Embora seja uma rima poética, realmente, a dor não combina em nada com o amor, embora por vezes seja consequencia. Na verdade, o amor deveria apenas trazer felicidade e coisas boas, mas nada é perfeito neste mundo, e o amor também tem o famoso "outro lado", que por vezes é bem dolorido, pois nem sempre traz aquela felicidade desejada...
E por causa desses "efeitos colaterais", muitas vezes nos queixamos do amor, dizendo que não queremos mais amar, porque o amor só nos causa dor, tristezas, aborrecimentos. Isso, claro, quando perdemos alguém a quem amamos, mas não podemos nos esquecer de que são coisas da vida, pois não me parece ser possível dizer a alguém para não amar, para não sofrer, para não chorar, e que procure melhor escolher a quem vai amar, assim como jamais será possível querer "obrigar" a alguém que nos ame com a mesma intensidade...
Efetivamente não parece ser possível, pois o coração não tem lógica, não tem juízo, apenas tem emoção, e se entrega e embora sofrendo, continua vivendo, e sempre querendo mais, mas acontece que quando o amor acaba, chegamos a nos fechar na dor, na solidão, jurando nunca mais querer "entrar noutra fria", que nunca mais vamos amar ninguém, até que apareça um outro alguém que nos toque o coração.
É verdade que tal pensamento dura apenas até a ferida cicatrizar, e aparecer um outro alguém que nos balance e, como estamos vulneráveis, recomeçamos tudo mais uma vez, com um novo amor, mesmo sujeitos a nova decepção, a nova dor, tendo contudo, sempre a esperança de que "desta vez vai", pois sempre existe "aquela" esperança de chegar à felicidade, e que realmente poderá surgir, quem sabe, né?...
Em casos assim, pergunta-se o que se pode fazer, pois não parece possivel deixar de sentir amor quando o coração vence a razão, não é possível anular os sentimentos, calar a vida que teima em nos empurrar em direção ao amor, pois o sangue continua a correr pelas veias, levando a esperança de que "desta vez vai" até o coração, impulsionando-o a continuar, sempre persistindo a esperança de enfim viver "aquele amor"...
Pergunta-se por vezes, se será melhor simplesmente ignorar todas essas emoções, fechando-nos numa redoma, onde estaremos protegidos, de tudo e de todos, mas principalmente, de nossos sentimentos. Será válido viver assim? Parece que não, pois o amor é a mola que move a vida...
Não temos muito o que escolher, podendo apenas viver apegados ao passado, isolando-nos em nosso sofrer, ou damos uma chance ao futuro. Ou vivemos, ou deixamos de viver. Podemos viver em vida, ou morrer na vida, pois não existe terceira opção, não sendo possivel segurar o tempo no presente, pois a vida continua, impulsionando-nos para adiante. Ou a acompanhamos, ou então deixamos que ela prossiga, e mergulhamos no passado, e se o passado nos trouxe dores, melhor esquece-lo do que vivenciá-lo. E o presente, nem sempre é bom presente, e nem sempre vale a pena segurar. O mais indicado, é deletar o que houve, e seguir em frente, porque atrás vem gente doidinha pra nos deixar pra trás, o que sempre nos traz aquela dúvida sobre o que fazer...
Na realidade, não existe "se" na vida prática. A coisa toda resume-se num sim, ou num não. Não podemos vacilar, pois tempo perdido jamais será recuperado. Assim, o melhor é tratar de esquecer o que não nos trouxe felicidade, e encarar uma nova realidade que talvez nos traga algo de bom. E isso, só iremos descobrir se não deixarmos de viver, ficando mergulhados naquela coisa chata que aconteceu.
Não adianta nem pensar nas alternativas da vida, no que poderia ter acontecido se tivessemos tomado outra atitude. O que passou, já houve. Temos que cuidar do porvir que está por vir. E melhor traçar nosso destino, com mais lógica e menos emoção, para não acontecer o mesmo desatino... É essa a tênue linha que separa o sucesso do fracasso. A maneira como escolhemos os rumos a seguir, e é quando nos perguntamos porque alguns conseguem outros não, mas a resposta é clara. Porque alguns são mais corajosos se arriscam mais, porque não se prendem a erros e fracassos do passado, e vão à luta sem medo e mesmo que sofram novos revezes, não desistem e nem se acovardam, e prosseguem sem jamais baixar a cabeça, sem deixar-se vencer pelo que houve, e, como diz a música, "levantam, sacodem a poeira, e dão a volta por cima", não se entregando ao que chamam de "meu destino", pois não podemos apenas aceitar o que achamos que o destino quer. Devemos usar nosso livre arbítrio para fazer nosso destino. Se certo, ou se errado, mas conforme nossa vontade, nosso espírito de luta, nosso amor à vida, jamais nos entregando às tristezas e eventuais dores do passado.
E assim, temos que fazer nossa parte, dando uma pequena "mãozinha" ao destino, e pensando melhor. Claro que às vezes erramos, mas também às vezes acertamos, pois a vida é um eterno jogo de ganhos e perdas, onde ninguém poderá saber quem realmente ganhou ou perdeu. Apenas temos que viver a vida apesar do que nos acontecer. Isso, claro, até a hora em que tudo vai terminar. Essa é a segunda grande certeza da vida, pois a primeira, foi a de que nascemos.
Contudo, aquele que viu a oportunidade de ser feliz e deixou escapar por medo ou covardia, jamais poderá saber se iria ter sucesso ou não, pois não tentou, mergulhado em sua dor. Quem sabe aquela pessoa que cruzou seu caminho poderia ser o grande amor de sua vida... Mas, fechado nas dores do passado, não soube ve-la. E sempre persistirá a dúvida. Será culpa do Destino, ou do destino criado por seu medo de viver?
Teria sido melhor se tivesse tentado? Se não tivesse desistido de viver enquanto vivo?
Para melhor pensar nisso, vamos procurar sempre fazer de cada dia, UM LINDO DIA, sempre pensando que o amor não espera para ser vivido, ou o "pegamos", ou deixamos que passe...
Adaptação. A grande lei da sobrevivência em qualquer negócio. Ou ainda melhor do que apenas sobreviver, acerte as próximas tendências e avance 10 casas. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
Dizem que é preciso está PURO limpo de Coração, de Cérebro com o Divino conectado.
Ainda, entendo que do Divino jamais estamos separados.
A força vital energética parte do seu centro e ainda que se imagine fora, estamos totalmente DENTRO.
Se o universo nos esmagasse agora, agora! nós ainda seríamos o elemento mais nobre que o universo esmagou porque nós sabemos que nós morremos e nós sabemos também o quanto nós somos frágeis.
Ainda estou de pé pela Graça de Deus, mesmo tendo que enfrentar os gigantes que se levantam para me derrubar, mesmo quando sou deixada de lado, quando sou mal compreendida ou quando ouço duras palavras de pessoas que dizem me amar, eu ainda estou aqui de pé, porque Deus me sustenta e enxuga minhas lágrimas, e não me deixa esquecer que ainda que todos me virem as costas, Ele jamais me deixará só.
Posso até chorar mais alegria do Senhor é a minha força e esperança.
- Ana Chahin
Nosso mundo enfrenta uma crise ainda despercebida por aqueles que possuem o poder de tomar grandes decisões para o bem ou para o mal. O poder desencadeado do átomo mudou tudo, menos a nossa forma de pensar, por isso, caminhamos para uma catástrofe sem paralelo.
Na vida as decepções são inevitáveis, mais ainda aposto que cada erro que praticamos, mais amadurecemos para o acerto. Criar expectativas é sinal que estamos bem vivos, porque cada um de nós somos á diferença."
Existem muros que ainda hão de demorar para cair em terra! Estou falando da liberdade de aceitar as escolhas mesmo que para nós; achamos algo decadente.
Mas mesmo que isso aconteça. A liberdade em todos os sentidos, sempre terão olhos para novos desafios. Respeitando opiniões adversas; já é um enorme passo.
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