Versos de Solidão
Neste Universo com cores tão brilhantes.
Chegaram a lugares distantes,
E neste planeta tão insignificante.
Chamaram sua atenção.
Bem distante foi Plutão.
Quem pode culpar Andrômeda.
Tão bela era esse anjo acorrentado.
Agora seu nome gravado.
No cosmos dessa imensidão.
É te vendo que te desvendo.
No teu silêncio escuto ecoar teu grito...
É amargurado, solitário, dolorido.
Não percebes a mão ali, pronta, ao teu lado, à espera.
Queres que alguém te puxe daí desse teu abismo.
Anseia por uma mão que possas chamar de amiga e reclamas:
_ Não há uma só!
Deveras, não há só uma mão a tua espera. São muitas!
E elas aí estão, frente ao véu de tua cegueira.
Por que não me puxam, então? _ perguntarás.
Porque teu abismo é um raso degrau;
Porque ao te puxarem não sairás do lugar;
Porque é de ti que deve partir o encontro das mãos.
Tantas vezes já tentaram e não te alcançaram!
Quando acreditavam te agarrar,
Atravessaram um espectro que não se deixa palpar.
Vejo-te clamar em silêncio sem aceitar resposta.
Sinto teu olhar suplicante fincado no chão.
Queres abrigo, mas enjeitas o amigo.
Alma em noite escura,
Espreito teu amanhecer.
Ao menor sinal de abertura,
Estarei aqui para te acolher.
Todos os dias esperando o sol,
Todos os dias espero o sol,
Todos os dias espero brilhar,
Todos os dias espero voltar a sonhar...
Sonhar me dá vontade de viver,
Mesmo sabendo que essa dor me invade antes mesmo do sol nascer, me rasga por dentro, me joga no chão, me deixando a mercê desse frio que parece nunca ter fim. Pisando em tudo que eu esperava ser para quem saber poder finalmente reviver, viver...
Viver... É esperar incansavelmente essa dor cessar,
É poder apreciar os pássaros cantarem todas as manhãs no fundo da minha pequena janela...
É poder chamar minha mente um pouco louca a minha casa de lar.
Viver é querer ser, estar, ficar. renascer todos os dias de uma forma diferente e com uma força inabalável,
Mas, toda via, minha mente quer voar...
pois embora queira viver, para viver e preciso suportar.
Suportar?
Todos os dias quero viver...
Todos os dias quero morrer.
Fazia muito tempo que não chovia,
Fazia dias que não estava tão frio, tão nublado.
Fazia semanas que não era tão vazio quando agora está,
Lá estava tão ensolarado que novas flores nasceram no meu triste jardim.
Em poucos instantes tudo se escureceu, o céu se fechou e choveu mais do que o necessário.
As flores morreram afogadas por conta da terrível inundação, me lembraram até as outras da primavera do ano passado...
O sol também se escondeu, não aguentou tanta tristeza, e assim ficou impossível de ajudá-las a se manterem firmes.
Talvez o problema seja o meu jardim,
Belas flores não vivem muito em terras mortas.
E mesmo com todos a minha volta
Eu me sinto sozinha
Me sinto solitária
Sem ninguém.
Toda vez q lembro disso meu peito aperta e meu coração dói
E automaticamente meus olhos enchem de lágrima.
Nesse momento me encontro assim
E essa sensação
É horrível
Eu pensaria
Eu pensaria em outro alguém,
Se um motivo eu tivesse pra viver
Que não fosse te amar.
Já não me procuro
Onde eu possa me encontrar
Que não seja em teu olhar.
Mas aprendi
Que tudo tem o seu lugar
Mesmo sem o alcance de um olhar.
Edney Valentim Araújo
1994...
Quem sente
Já não ouço a sua voz
Mas não me cala
Esse alarido
De quem tem
Por um momento
O grito incontido
Desse amor
Que é infinito.
O vento sopra
Sem dizer de onde vem
Nem revelar pra onde vai,
Mas deixa sempre
O bom perfume de uma flor
Que não se perde pelo ar...
Quem sente seu aroma
Nunca deixa de ama-la.
Edney Valentim Araújo
1994...
_Quando uma musica é sua realidade,
eles sempre impõe as suas regras,
e assim dizem suas morais...
esperando que tudo seja lindo...
os dias se passam em momentos,
ninguém compreende...
estrelas toxicas
num céu de janelas abertas,
sinto conversão
de seus lábios frios,
tantos sentimentos...
apenas em momentos.
O desejo liberta a alma
resta teu sonho
até que o silêncio seja
o beijo profundo
em teu coração
tenha sido o último momento
sendo o último suspiro,
além de tudo que já vivemos.
oprimir
tudo que querer,
sejam mascados a teus ideias,
até as ideias rolarem num moro
aonde anjos são demônios
desejando tudo seja feliz...
tantas paranoias
estou a acordado
noticias que se repetem
amarguras pois o mundo tem
tudo gira em torno de um ser,
pois tudo que tem é apenas dinheiro,
meus olhos queimam em palavras tortas
tantos para nada se tem um rumo
apenas mais um carnaval sem fim.
tudo parecia o mel
até céu tocar o mar
e tudo parecia feito de papel
quando mar tocava o céu
o dia clareava até por do sol
assim parecia madrugada,
e vento realejava sob o mar
tuas contas no arco do céu azul.
Minha musa inspiradora de meus pensamentos
Hoje vejo esse sorriso
So vem a vontade do choro
E o terrível e cruel LAMENTO
Da dor da sua perda
Da sua ausência
Do seu AFASTAMENTO
faço esse poema com lágrimas nos olhos
Com o coração apertado
Partido e cheio de erros acumulados
Eu penso todos os dias em ti
Mas você ainda lembra mim?
A vida e o tempo
Essa admirável vida
Acesa por uma chama intrínseca
Disputa com o tempo
O desfrute da alma viva
O tempo é eterno
Pra sempre existirá
Ele traz e leva, do verão ao inverno
Mas sentenciado, a solidão vivenciará
A vida é movimento
Ama, odeia e semeia
Chega e vai num sopro de vento
Mas será ela maior que o tempo?
Eternas enquanto sua existência
Felizes experiências e doces lembranças
A vida não acaba com a morte
E isso o tempo não pode mudar
Minha alma chora,
no acalento da tristeza,
na dor de um passado sombrio,
de um presente passado,
e de um futuro incerto.
Meu coração quebrantado,
na dor que machuca,
na escuridão que me perde,
de uma vida vazia,
de sorrisos sem risos.
Minha Face aparenta,
a felicidade triste,
os olhos fundos,
de alguém que vive sem vida,
que sente saudades do que nunca teve.
No vale da morte,
colho rosas vermelhas,
em terras sem adubo,
com cheiros de véu,
ela se aproxima aos poucos.
Por dentro vidros quebram,
os pedaços se espalham,
as forças se perdem,
ela me chama,
com voz seduzente, fria e calma.
Ergo minha cabeça,
peço forças para continuar,
me arrasto, levanto,
caio, se machuco, entro em coma,
a sepultura se aproxima.
não sei o que faço agora,
uns que se tornam mais fortes,
e alguns que nascem sem sorte,
leve-me em sua memória,
pois o que me resta é a morte.
Olho pro meu passado e vejo
Que se eu fosse aquela de um tempo atrás estaria chorando por medo da perda
Mas agora eu estou tão saturada
Acostumada
em ser abandonada
Ou deixada para atrás
Que as feridas já se regeneram mais rápido.
Amizades e amores
Eles vem e vão
E eu não vou prender ninguém a mim
Pois só fica quem quer
Quem aguenta
Quem sustenta a barra que é lidar comigo
Te deixo livre pra me deixar, juro que não vou ligar, nem ao menos te procurar
Sumirei do mapa
até vc não lembrar mais o meu nome
Então apague o meu telefone
Se esqueça dos momentos (sejam eles bons ou ruins)
Me substitua por alguém que vc aguente
Já te digo eu não vou me importar se vc me deixar
Apenas lidar com a dor da partida.
-apenas o desabafo de uma figura imoral
Orgulho, barulho do ego
Tô cego, mergulho e rezo
Tô certo, e na reza eu peço pra não ser raso
Se for um tropeço, Deus, encerra o caso
Pensamentos meus contigo eu caso
Sentimento é amigo mas fiz um descaso
Criei um caso sério com essa razão
Então eu me enterro nessa solidão
Errei e erro em cada paixão
Sinto que assim serei até meu caixão.
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