Versos de agradecimento
Procuro por ti no antigo castelo de paredes coloridas... No circo dos sonhos... Nos versos que componho... Na biblioteca fechada,esquecida... No teatro das ilusões... Entre terremotos, vulcões, furacões... Até mesmo em outros corações... Em montes nebulosos, escuros, vazios... Nas brumas à beira dos rios... Em dias cheios de solidão e medo... Em noites silenciosas cheias de segredos... Em cada solitária dança... No riso de uma criança... No frio vento... Em cada gota de chuva... Em cada flor de ilusão... Pelo caminho a fora... Em cada terrível lembrança... No perfume de tua luva caída ao chão... No passado e no agora... Por que? Por que fostes embora?...
Há Tanta esperança em teus versos poéticos...nos teus avisos proféticos...até mesmo em teus contos mais patéticos...Há tanta esperança que às vezes são os doentes que curam os medicos(...)
Os versos transcrevem muito bem o que não posso ou não consigo falar, uma forma que minha alma encontrou para deslizar no ritmo manso das rimas e ser embalada por sua sonoridade.
Se um dia eu ficar rico continuarei investindo em frases e versos, assim contribuirei para que mais riquezas seja compartilhada.
O poeta não rasga seu coração para exalar versos de ternura somente no dia 20 de outubro; nem emerge do seu âmago a mais profunda sensibilidade apenas dia 31 de outubro; tampouco derrama rios de lágrimas de paixão em 21 de março; todo dia a tenra brisa toca levemente na epiderme do poeta, fazendo-o apreciar o vento que toca no varal, balançando a roupa ali estendida; a nuvem calma; a ária bela com versos de paixão, da arte, retratando as minas de ouro, as montanhas gerais. O amor está no ar.
TEUS, são esses indescritíveis versos que vivem tentando decifrar os sentimentos que sobrevoam os lábios das palavras.
Te amo, minha amada, além das palavras, És a melodia que embala minhas madrugadas. Nos versos que componho, declaro meu amor, E te ofereço esse poema, com todo o meu ardor.
escrevi versos de amor quando joguei fora os de dor, agora que vejo a cor, me inspiro com a flor, observo o brilho da luz natural, que ilumina o dia, que traz a tona a vida, me indignaria se um dia o que eu mais desejasse fosse dizimado, minha alma em frangalhos, não valia cascalhos, mas era mais um macaco no galho.
Um poema apaixonado, fez de seus versos soneto. Sonhava encantar com rimados a poesia charmosa que ele aprendera a amar.
Após tudo, o que sobrou daquele que fui? Apenas uma sombra sem reflexo, um poeta com poucos versos, agora esquecido por aquela que um dia amei tão profundamente."
Sou um escritor de livros não escritos, um filósofo de frases não ditas e um poeta de versos jamais lidos...
