Coleção pessoal de annielivalerio

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⁠Não quero um príncipe num cavalo branco, com uma espada brilhante dizendo que veio me salvar. Quero um batalhador diário que nas batalhas da vida saiba me honrar.
Me queira bem, me faça bem e seja meu bem.

⁠Hoje me sinto solitária. Tristeza profunda que me tira o sorriso. Nesses dias a gente só quer um abraçoacompanhado de olhar profundo e sincero.

⁠Um conto, assim como a vida, tem dois momentos cruciais e difíceis de lidar. O primeiro é o começo e o segundo o finalizar.

⁠É que cada um de nós é uma árvore, e quando alguém se apaixona por nossas folhas, em vez de nossas raízes, ambos morremos secos.

⁠Por teu colo aprendi o que era afeto.
Por teu olhar aprendi o que era sinceridade.
Por tua voz aprendi o que era verdade
Por sua mão aprendi o que era caminho.
Por seu amor, minha mãe, aprendi o que era Deus.
Feliz Dia das Mães!

⁠É simplesmente ruim
Acordar e olhar no espelho e vê que tudo não ta bem
Você não sabe o motivo e tão pouco procura saber
Você só quer ter o direito de estar mal
E isso é uma condição de mulher
O mundo que sofra para entender
O que nem mesmo você entende

⁠Cansei de esperar por sorrisos
Quero amor desfrutar
Quero acordar com carinho
E aconchego quando deitar
Meu tecido remendado
Continuo a costurar
E mesmo todo machucado
Não desisto de amar.

⁠Meu choro torna-se rima
Minha tristeza conjugação
E a duvida de todo dia
Torna-se exclamação.

⁠E é assim que o poeta vive
Escrever é seu labor
Sua paixão sobrevive
Em suas rimas de amor.

Hoje eu senti saudade de você e não pude ver seus olhos.

⁠Queria teu abraço quente, pra sentir gosto de gente.
Um calor danado para aquecer meu coração carente.

⁠Senhor, num precisa me lavar dos pecados, me bote de molho, porque num é pouco o tanto de pecado que eu tenho.

Quero saber o começo
E entender o recomeço
E mesmo sendo derradeiro
Que alcance o que mereço.

Coração
Se em meu peito bater
Um coração de pedra
Nem intensa primavera
Poderá lhe florescer
E se nesse mesmo peito
Ter um coração de papel
Vira rima de cordel
Ou alvo de tiroteio
Mas, esse coração de carne
Que insiste tanto em amar
Fazendo meu peito sangrar
Que mim já se reparte
Busca sempre essa luz
E teima em palpitar,
Bem querer e bem amar
E na paixão sempre me induz.

⁠SOFRIDO
Não posso nomear as pedras
Que no meu caminho achei
Pois se encerra o alfabeto
E o caminho que trilhe
Chorei um mar, tanto
Mas não aprendi
Que quanto mais se cala
Mais você é feliz
E se falo ou grito assim
Fazendo tanto barulho
E porque já vi sobre mim
O silêncio de todo mundo
Já me calei demais
Já concordei demais
E ainda não fui capaz
De ouvir somente a mim
Ainda sofro com suas palavras
Ainda sofro com a solidão
Ainda vivo entrelaçada
Em quem nunca me deu a mão

AMOR NÃO MACHUCA
Amor não machuca
Amor nunca vai machucar
Mesmo em excesso de loucura
Amor sempre vai curar
Não esnoba e nem zomba
Nunca deixar maltratar
Sendo mar em forte onda
Amor sempre vai curar
Mesmo dizendo não
Mesmo que queira gritar
E até perdendo a razão
O amor sempre vai curar
Não se engane coração
Que tristeza o amor traz
Amor nunca será solidão
O amor sempre vai curar

⁠DOR
Se o vento soprar silêncio
E me perguntar o que é a dor
Direi no vão momento
Que é ausência de amor.
Mas, se insistir o que é tristeza
Causa de nos magoar
Direi então é a beleza
De sorrir para não chorar
Que são fagulhas de espinhos
Que penetram minh´alma
É a distância do carinho
Do tudo que fez-se em nada
Posso dizer sentida
Que a dor é pranto que cai
Que é todo o mal que fica
Quando todo bem se vai.

SER
Se um dia o som for o silêncio cante com a alma, pois ela entende a poesia e a sonoridade daquilo que não podemos ver e nem ouvir, mas que certamente conseguimos sentir.
Além dos olhos, além do toque, além de todos os sentidos, nos conectamos com o que é infinito através da alma. O que não se pode explicar, nem pontuar ou definir, existe no tempo e na imensidão daquilo que infinitamente nos multiplicamos a sermos, e os que virão sempre virão e os que se foram sempre estarão lá em algum lugar da nossa memória, da nossa alma.
Pois, podemos ver os olhos, mas não definir seu brilho, ouvir a voz, mas, não podemos desenhar a sonoridade, podemos comer mas o gosto cada um terá diferente. Somos seres únicos e infinitamente plurais e mesmo sem saber quem somos, o que gostamos e aonde iremos, nos somos e queremos. Queremos o melhor para ser melhores, sem parâmetros e analogias, somente o melhor que achamos ser.

⁠ANTES DE IR
Antes de ir preciso sorrir, ante as tristezas, ante os desencantos, ante as amarguras, ante as decepções.
Antes de ir, não preciso ter pressa, tampouco um plano infalível que me faça triunfar.
mesmo não sendo grande ou ainda forte e famoso não precisará vagar sem rumo como se não tivesse aonde, pois, tenho onde chegar.
antes de ir e não sei quando irei, só sei que logo irei partir e tempo não posso perder.
pois, não se trata quando se chega e nem tampouco o dia que iremos partir, trata-se desse intervalo, vago,
e tão incerto que precisamos desfrutar antes de ir.

⁠AMAZONAS
Cavalgam com o vento
as águas na beira do rio
E carregam com o tempo,
histórias daqui e dali

E no remanso ao longe
Um mistério a desvendar
De onde brota essa fonte
que faz tão grande o mar?

É tanto rio a navegar
São as gotas dessa correnteza
Que fazem a imensidão do mar

Profundo e indomável
És liberto em maresia
Em açoites tu galopas
Nas ondas de uma melodia

E carregas nesse choro
uma canção de ninar
E o teu grito de consolo
Corre em direção do mar.