Verdade
Sem meios momentos ou palavras incompletas,
sem meias verdades, ou amor pela metade
O coração intenso se rende, é sincero
E se entrega por completo
AUSÊNCIA
Prismas diferentes dão tonalidades diferentes às verdades da vida. Ás vezes sob o cajueiro centenário, que se espalha no fundo do quintal, fico a observar o firmamento; acho que é uma forma romântica de preencher ausências; é um ângulo que de certa forma me protege de mim mesmo. Cada estrela dessas é uma ausência e sob o cajueiro eu sou um prisma perdido que seus galhos camuflam, e a angústia de ser só é de alguma forma sacudida; e os meteoros que viajam cambiantes eu chamo de estrelas cadentes e faço um desejo. O cajueiro já me conhece, e conhece todos os meus desejos; conheceu a minha primeira namorada e seus gemidos; bem perto de sua raiz enterrei demônios: cajuzinhos em oferenda para o Deus das estrelas; acreditava que assim as namoradas voltavam; mas no meio da noite sempre tinha pesadelos com seus galhos me apertando; acordava de madrugada, corria pra janela e observava o cajueiro sacudido pelo vento litoral; parecia comemorar alguma coisa; talvez a minha ausência, até que de trás de seu tronco iam surgndo as namoradas, que leves como algodão, eram carregadas pelo vento ou arremessadas pelos seus galhos em direção a abóboda celeste. Cada estrela dessas é uma ausência, mas o cajueiro floresce com a neblina primaveril numa promessa fiel e infalível de frutificar e acolher agruras e angústias de qualquer ausência.
Devo inventar palavras pra te dizer o que sinto
ou mentir muito pra te dizer verdades
na minha idade, na minha idade nada é muito certo
e tudo anda perto da insanidade,
nasci com trinta anos; aos vinte eu já tinha sessenta
agora me encontro adolescente na terceira idade
Meu ódio está definido
Minha língua está solta
O que o fogo consome
São suas falsas verdades
- Bleeding World
Não me encontro viva, o aparento é vistoso.
Sou entrada para o caminho;
Permuto entre verdades, mas esqueço-me de mim.
Sou estrada reluzente de alegria;
Mas esqueço-me de mim, de mim!
De mim sou tão estranha,
Faço-me poema de beleza.
Sou visão para saídas;
Mas esqueço-me de mim, de mim!
Gosto de verdades.... ditas,
bem ditas.... benditas.
Gosto de palavras práticas,
sou prática em qualquer questão.
Aprendi na prática a me guiar pela razão.
Das coisas do coração... não entendo nada, não.
A vida te bate, te machuca, te joga verdades na cara, te deixa muitas vezes cair no desanimo, parece que as dificuldades e problemas irão te quebrar no meio. Te mostra coisas maravilhosas, mas não te da nada.
Um lutador pra ter seu cinturão de campeão, ele apanha muito, se machuca, apanha de novo, perde, perde pra depois começar a ganhar e mesmo ganhando, continua levando socos e ponta pés, até ganhar o tão desejado cinturão.
A vida é um octógono, que sempre te coloca a frente de muitos oponentes fortes, mas o incrível é que o dono da luta sabe que tu é ainda mais forte e o melhor lutador. O que falta? É tu lembrar do teu verdadeiro valor.
Deus não te da um fardo maior que possa suportar. E as grandes batalhas são dadas aos grandes guerreiros.
Existem muitas verdades...
Mas há uma na qual acreditamos
e diante desta...
todas as outras são mentiras e nada mais!
Eu amo
Amo a vida, amo a liberdade, amo as pessoas de bem que pregam suas verdades, que compartilham seus preciosos conhecimentos, seu valoroso aprendizado de anos no mundo; amo a natureza e sua pureza, os animais e a sua inocência; amo o passado e as suas doces lembranças; amo o presente com o seu jeito inesperado e surpreendente de nos levar como numa dança; amo o futuro mesmo que venha carregado de incertezas e dúvidas, mas que sempre vem com um pacote completo de opções, oportunidades e muita esperança.
Defina-se
Verdades e mentiras;
Afirmações e explicações;
Mimos e desconfianças;
Desejos e segredos;
Lealdade ou soberba;
Amor ou separação.
