Vento
Vento de outono
O vento sopra doce
E o dia flui levemente
O amor no entrelace
Nas nuvens flutuam levemente
O vento sopra doce
Nas manhãs de outono
Mais um dia que nasce
Gigante igual o oceano
O vento sopra doce
Nos vales e montanhas
A folha cae e desaparece
No rio que te banhas
@zeni.poeta
Não sou de ninguém
Sou do Tempo
Quem me aceita
Sou do Vento
Posso ser Calmo
Mas posso ser Tempestade
Viver comigo é me Aceitar
Viver um sonho
Ou um pesadelo
Tanto faz
Depende de quem trás
"Sobre essa maravilhosa criação de Deus. Adoro ouvir os pássaros cantando livremente o vento a balançar as folhas, observar tudo com admiração. Uma brisa leve como um susuro no meu ouvido falando: Viva cada momento com intensidade. Apenas viva. Liberdade é poder sonhar de olhos abertos."
O fogo pode esquentar ou consumir, a água pode extinguir ou afogar, o vento pode acariciar ou cortar. E assim é com os relacionamentos humanos: nós podemos criar e destruir, nutrir e aterrorizar, traumatizar e curar uns aos outros.
Amanhã será um novo tempo
De dançar solta no vento
E viver livre de vez
Se reinventar a todo instante
Ser humano, ser mutante
Te beijar então, talvez
A melhor forma de encontrar a Paz é trilhar em meio a natureza e sentir o barulho do vento soprando no ouvido.. Curtindo a paisagem e viajando nos mais aleatórios entrechos dos pensamentos..
O mundo dá voltas
O vento vem vindo de longe
O dia se curva nas flores
Debaixo da água do chuveiro
Morrem muitos amores
Mas o amanhã sempre volta
Com um coelho na cartola
Olhos secos, novos trechos
E recomeça uma nova história
Poema curto autoria #Andrea_Domingues
Todos os direitos autorais reservados 13/05/2021 às 11:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Devasso Sabor.
Sou teu legado,
Herdeiro das suas vontades,
Tocada pelo vento,
Teus gemidos me chamam,
Murmúrios de uma virgem que grita por amor.
De ti vejo exalar brasa viva.
Algo doce libidinoso e prazeroso,
Os travesseiros se molham pela madrugada,
Transpiração salgada e oleosa.
Suas mãos vão bagunçando os lençóis,
Teu corpo contorce pedindo o meu,
Teus lábios caramelizados me faz perder o sono.
Nossas fronhas e o espelho no teto testemunham tudo,
Teu cheiro impregna no cetim,
Milimetricamente percorro teu corpo,
Em labaredas tu tens calafrios,
De repente sua intimidade toda está em minhas mãos,
Resta-me calar-te com beijo meu,
E lhe servir tudo que me pediu.
Teus olhos marejam de emoção.
Arrepiado te digo baixinho,
O macho que te toca agora sou eu.
Trêmula e com sorriso sereno me implora.
Suas unhas gravam em minhas costas no cenário quente e fechado.
Ofegante você me diz;
--Vem!
--Morda-me e toma-me toda para ti que te darei tudo tenho.
--O que está em mim é viscoso e é todo seu.
Devasso sabor de mulher pequena,
Que me causa dor e prazer......
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Do que me resta
Da noite … as sombras.
Da chuva… o rio.
Do inverno… o frio.
Do vento… a brisa.
Do céu… um sol sombrio.
Do que me resta…
Do pouco que a vida me empresta…
Na janela uma fresta.
Do que me resta: esperar acabar a festa.
Para muitos os poetas podem parecer loucos...
Palavras soltas ao vento.
Mas em alguém elas pousam ou fazem morada.
Sou um fraco bastante a ponto que o vento não me derrube, pôs a mão de Deus está comigo. Romão 3D
CERRADO, da sua maneira
O belo dentro do cerrado perfumado
Canta o vento andante, canta, alheio
Entre tortos galhos, lá, bem no meio
Do sertão duro, ressequido e areado
E de encanto teus arbustos é armado
Gorjeia a vida, pulsa, do vário cheio
De uma imensidão o planalto adveio
É diversidade no cenário cascalhado
Da mesma beleza a variação do prado
Floresce o ipê, quaresmeira e lobeira
Desenhando as fronteiras do cerrado
Chove, seca, trovoa, a brenha inteira
É o agreste no seu santo apostolado
Encantado, imenso, da sua maneira...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
2021 maio, 24, 05'55" – Araguari, MG
Um verdadeiro amigo conhecerá o seu coração, e ouvirá o rugido das águas correndo e o vento distante sobre as montanhas na canção da sua cítara, sem a necessidade de você falar em voz alta.
Linhas em, em ondas
Com desfecho, me prendo
..No mar me acalento
....De ondas ao vento
......Em pleno sonhar
....Sempre me lembro
..Do meu amigo tempo
Que tudo me leva
..Sem mesmo esperar
....De acordo som da bela
.....Mar-é, quem me convida a entrar
......Em ondas, em caos
.....Uma paisagem banal
....Mas se vista de dentro
...Tão plena e serena
..Convite mortal
.Para um corpo carnal
Mas que alma deseja
.Alcançar
..Amigo eterno
...De corpo etéreo
..Me convide a entrar
Em dunas salgadas
.Numa xícara de chá
Me convide a tomar
.Porque você, oh tempo
Me afasta do Mar
.Em um eterno
Sonhar.
Att. Aurora N. Serra de Mendonça
