Uma poesia que Fale de Sentimento
Eu não gostaria que você sumisse sem que eu tenha certeza.Mas também não quero acolhe-lo no meu coração com a bagunça que está.
Busco-te em todas as instâncias. Em todos os estados do meu consciente o meu pensamento te procura. Meu anseio pela sua companhia transcende o estado físico. Quando o sono me domina e os meus olhos se fecham, o meu cérebro se empenha em processar a sua imagem. O meu ser não se contenta em ter-te apenas em um universo palpável e no espaço de tempo que a vida permite. Meus sonhos chamam por você, permanecem a todo momento a almejar a sua presença. Para sempre é incompatível com meu sentimento, é muito pouco para te amar.
O amor não permite parcialidade, ele não se fragmenta, não se apresenta apenas em determinadas instâncias. O ato de amar não possui pré-requisitos, não faz o uso de fatores oriundos de dogmas, crenças, conceitos pessoais e/ou afins para existir, ele engloba o amplo, só é real quando abrange a totalidade.
Guardo a sensação do seu abraço e do seu beijo em algum lugar dentro de mim. Todas as vezes que eu não me sinto bem, eu a deixo escapar parcialmente para que esta invada o meu redor, acalme meus pensamentos, diminua minha dor e conforte a minha alma. Sigo preservando esse sentimento que reflete no meu espírito, o máximo que posso, até encontrar-te novamente e preencher o meu reservatório.
Deito na cama com os braços e pernas esticados em direções opostas. Formo com o corpo o desenho da antepenúltima letra do alfabeto. Sinto um formigamento na ponta de cada um dos meus dedos, como se meu interior estivesse saindo através das extremidades das minhas unhas. Encontro-me no vácuo, sem o meu espírito, vazio como o nada, assustadoramente oco. Vejo minha alma a me observar, flutuando próxima ao teto do meu quarto. Ela me fala das suas frustrações, do quão pequeno é o espaço para ela viver, das imensas limitações impostas pelo sistema vil e comprometido criado pelos indivíduos terrestres. Conta-me sobre a liberdade, desconhecida por praticamente toda a massa. Ela ri sarcasticamente e faz cara de decepção ao falar sobre as pessoas que se julgam libertas, quando estão a viver reféns de padrões estéticos; obrigadas a seguirem um modelo definido como certo; estagnadas às normas do capitalismo; presas aos conceitos e aos dogmas incodizentes aos anseios mais puros de seus instintos. Chora por viver junto à suas semelhantes que, talvez, morrerão sem descobrir essa vertente crucial da vida e ao mostrar suas asas estendendo-me a sua mão para levar-me a liberdade. O despertador anuncia o nascer de mais um dia, é hora de acordar.
A multiplicidade de fenômenos e as singularidades mediúnicas reservam surpresas de vulto a qualquer um que possua mais raciocínios na cabeça que sentimentos no coração, mas as surpresas devem ser razões sentimentalizadas ou sentimentos racionalizados. A razão embota os sentimentos e esses embotam a razão. No sentimento acredita-se em tudo, na razão deixa-se de acreditar no que precisa. Razão e sentimento, quando tratamos de mediunidade, são e devem ser amigos inseparáveis.
Definitivamente sou complicada. Não consigo me contentar com o pouco que a maioria das pessoas se contentam hoje em dia. Não quero nada em doses, nada regrado. Quero intensidades, quero desmedido, desmarcado. Quero pessoas ao meu lado que ajam de acordo com o seu coração, que não tenham vergonha de demonstrar o que sentem e nem de se redimir quando erram. Quero o que poucas pessoas hoje querem. Não tenho muita ambição, para minha vida quero apenas simplicidade, quero pessoas que dão valor aos pequenos detalhes, as pequenas fases do dia. Quero pessoas que se comovam, que reflitam suas palavras antes de dizê-las com medo de ferir alguém. Na minha vida quero pessoas que se importam, que se jogam, que não tem medo de viver e de desfrutar os sentimentos. Sei que são desejos aparentemente impossíveis, mas mesmo que sejam poucas, na minha vida só permanece quem não tem vergonha de ser o que é, só permanece quem se entrega para o amor, de corpo e alma.
“A espera de um filho é a sensação mais sublime que podemos sentir, desde sua geração no ventre, um grande amor brota no coração dos seus pais, é o mais verdadeiro dos sentimentos, é algo instintivo e natural que transforma para sempre a vida de um casal, pois a partir desse momento, o seu filho se torna o seu céu, seu mundo, seu tudo ."
Nada é por acaso: somos todos importantes na teia da vida”, fazemos parte uns dos outros e dividimos cada momento e sentimento com os que “entram e saem” nesse nosso caminhar. Através deles muitas vezes, Deus nos vem abençoar e ensinar...
Eu a vi abdicar seus anseios para suprir as minhas vontades. Ela negava os seus desejos para proporcionar-me o contentamento. Aquela mulher, constantemente, de tudo fazia para ver meus lábios desenharem um sorriso. Minha mãe deu-me os primeiros contatos ao amor – a versão mais afável, condescendente, admirável e grandiosa, um sentimento quase palpável. Quando o meu afeto para com alguns colegas vizinhos e da escola evolucionou, uma vertente pura e doce do amor eclodiu. Nomeados como amigos, aqueles indivíduos engrandeceram-me. Trouxeram-me confiabilidade e companheirismo. A companhia deles já era o bastante para o despertar da felicidade. Minha adolescência mostrou-me uma nova vertente do amor. Esta se manifestou por alguém fora do meu âmbito familiar. Sufocamentos demasiados, suspiros intensos, batimentos cardíacos acelerados, ciúmes incoercíveis, risos soltos e incontroláveis eram alguns dos sintomas que esta recente revelação trazia. A vontade de crescer enquanto ser humano e o talante de fazer o outro feliz me dominavam. Meu repertório pessoal fora crescendo. Modos de defesas foram surgindo, causados, especificamente, pela não correspondência, por outros, ao meu sentimento. O amor havia se tornado minha concepção absoluta, o resto se pusera como elementos secundários, coisas levadas pelo vento e exterminadas pelo tempo. O amor é minha lei primordial. Ele estivera junto a mim desde os meus primeiros passos de vida, permeando por todo meu processo evolutivo, e assim permanecerá até quando algum vestígio meu existir.
Ah! O Orgulho!!! Quanto mais passa o tempo, maiores as chances de nos colocar de joelhos! Amor próprio e orgulho são coisas distintas. O orgulho pode ser tão destrutivo a ponto de sufocar o amor próprio. Devemos primeiro nos amar, e nunca deixar de dizer ao outro o que sentimos por ele.
Se eu tivesse que escolher entre não enxergar ou não ouvir, eu preferiria ser cego. Já imaginou acordar e não poder escutar aquela música? E de que adianta poder ver se o que vale mesmo é sentir?
Os animais sentem falta de outros tão quanto as pessoas, mas ao contrário delas eles não guardam orgulho.
" Talvez não seja eu que lhe deixo sem palavras, talvez seja seu coração que não tens capacidade de responder um sentimento a altura como o meu..."
A escuridão leva tudo de nós! Esperança, Felicidade, vontade de viver, Família, amigos e etc. Hoje ela faz parte de mim!
Um relacionamento constrói-se utilizando os seguintes materiais: amor, confiança, respeito, liberdade e companheirismo.
Porque nem juntando todos os aglomerados de estrelas do universo, teria tanto brilho quanto um sorriso teu.
Eu aprecio a arte, e tudo o que ela proporciona. Arte tem sua beleza pelo fato de agraciar o artista com liberdade. Porque e no turbilhão de sentimentos que a imaginação se solta, mas apenas no controle desses sentimentos que a imaginação se molda.
"O que é a tristeza, quando não se conhece a felicidade? O que é o amor, quando só se conhece a dor? O que são lágrimas derramadas na chuva?! O que é uma vida sem um sonho..."
Um dia por acaso me perdi no tempo, esqueci de tudo, e deixei que a emoção tomace conta do meu coração.
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