Trechos de Livros
Eu sou o resultado de minhas escolhas, dos livros que li, e da sabedoria que extrai de cada página para moldar meu caminho.
Assim como os objetos, os livros são portais para o passado. Quando mergulhamos em suas páginas, somos transportados para outras épocas, outras vidas e outras perspectivas. Cada palavra escrita por um autor é como uma cápsula do tempo, contendo pensamentos, emoções e experiências que podem ressoar conosco de maneiras profundas e transformadoras. À medida que lemos, as histórias e ideias se misturam com as nossas próprias, criando um diálogo contínuo entre passado e presente. Os livros, assim como os objetos, têm o poder de nos lembrar quem éramos, quem somos e quem podemos nos tornar, enriquecendo nossa jornada através do tempo e do conhecimento.
Confesso, meu corpo relata nas marcas a minha história! - Seríamos livros de co-autorias indefinidas?
As escrituras sagradas com 66 livros são e devem ser a verdade de Deus, que alimenta a nossa vida espiritual. Mais do que isso não, nem menos do que isso.
Podemos ler tudo um pouco. Mas sempre com uma atitude crítica. Pois só a bíblia é a verdade.
Se os outros se gloriam. Também eu me vou gloriar. Já li mais livros do que talvez vós. Desde literatura portuguesa a estrangeira. Mesmo autores russos. Li livros de teologia, sem número. Tenho o 12. Ano tirando em 1984; cursos de línguas e de teologia.Mais uma coisa, fui empregado de mesa, num hotel! Depois de 1991-2005 fui ministro evangélico. Até que me mandaram embora, do meu Lamego.
Verdadeiros
Existem muitos mitos verdadeiros e Livros Apócrifos verdadeiros. Mas porque não estão ao nível da palavra de Deus, não são verdade do Cânon bíblico. Mas ainda assim, são verdadeiros mitos.
Alguns livros sagrados, atestam que fomos criados à semelhança de Deus, a partir disso usando algumas sabedoria matemática, conseguimos compreender bem esse tal Deus.
Ouço a beleza de algumas músicas, o amor nos poemas, leio a sabedoria nos livros, mas quando olho para o mundo me pergunto onde estão a beleza, o amor e a sabedoria... e chego a triste conclusão de que tudo não passa de fantasia!
Sempre fui uma leitora eclética e devoradora de livros. Jamais, meu guarda-roupas teve tantos modelitos tão apropriados ao meu dia a dia quanto os exemplares de minha biblioteca. Ler, é viciante, e não me basta o acervo virtual. Gosto do folhear, de sentir o cheiro das páginas, de carregar comigo, estar junto e do apalpar.
VIDA DIDÁTICA
Eram pilhas de livros: problemas um, problemas dois, problemas três;
Tinha as coisas do arquivo pra se guardar todo mês,
O controle do estoque; do que foi gasto com limpeza,
Nossa vida didática não era assim uma beleza.
Afora a solidão, tinha o Gandhi, espesso e de letras pequeninas
Nunca tive coragem de ler tanta filosofia;
Me encantava mais com os seios e as pernas das meninas
Da confecção, meu coração sozinho perdido nos decotes,
Vida sem perspectivas a fazer e desfazer pacotes
Fui sempre tão romântico na minha solidão,
Fui sempre tão sozinho no meu sonhar
Sempre sonhei na simplicidade de ser feliz por amor, de ser livre por viver...
Gandhi, não aprendi filosofia não, minha vida era didática demais
Os livros que não li empacotei e enchi caminhões
Que conduziram aos ricões mais distantes deste meu país
Minha filosofia era lutar; porquê? eu não sei...
Talvez por Aquela força sutil do amor...
Aquela força sutil e irrefreável do amor...
Aquela força inabalável que soprava na brisa
Depois de um dia de trabalho pensando no baralho
E na companhia fraterna e palavras suaves de ternas filosofias...
Lembre-se que, assim como livros, a vida também pode ser reinterpretada, e o que um dia enxergamos como dor pode dar espaços à aprendizagem.
Na impossibilidade de ter um Mestre, toma bons livros e com eles aprenda. Na impossibilidade de ter bons livros, toma a tua própria mão e vai-te calmamente trilhando as veredas que lhe cabem seguir.
Não compro livros; compro as ideias (incluindo, aí, as eventuais teorias e constatações) de seus autores. Vendê-las não é, pois, o seu interesse maior?
Há livros meus que deveriam ter sido escrito muitos anos antes. Livros que deveriam ser reescritos. E... livros que eu não deveria ter escrito. Para que essa ausência tivesse, em relação inversa, mais significação que sua presença no mundo. Tenho leitores que ainda não nasceram – e, via de regra, é para eles a quem escrevo. Meus livros, publicados, já não me pertencem mais, mas a quem os lê e algum proveito tira disso, seja qual for.
