Textos sobre Honestidade
Um homem bem formado tem a habilidade de fazer brotar uma autocrítica, fazendo com que ele seja réu diante de si mesmo em decorrência dos atos praticados . Por isso, antes da punição estatal, há intrínseco no homem um poder sancionador que o orienta e coopera para construção de um pensamento baseado na auto-punição e no arrependimento.
De tanto ver triunfar as nulidades, a desonra, a injustiça e as inutilidades, para não desanimarmos da virtude, da honra e da honestidade, precisamos pensar e, ao expressarmos o pensamento, reconhecer que as grandes mudanças não ocorrem por fora, nem com o envelhecimento, mas com a maturidade, o crescimento espiritual, moral, filosófico e intelectual. (Parafraseando Rui Barbosa).
Uma pessoa honesta jamais será unanimidade, exatamente por ela não negar o perdão e nunca fechar os olhos para a justiça; o farol e o sol que norteiam o seu caminho,pois quando ela perdoa desagrada aqueles que querem justiça a qualquer preço e quando ela faz justiça desagrada aqueles que querem perdão ao seu ente querido.
Filhos, podemos até achar que nunca crescerão mas inevitavelmente isso acontecerá e não podermos esquecer que grandes ou pequenos eles nos observam e sabem sim, exatamente tudo que fazemos com eles, por elese para eles, por isso eu tomo o cuidado de ser honesta de falar sempre a verdade, minhas virtudes e defeitos para não só ter filhos mas filhos amigos... Triste qdo os filhos falam dos pais coisas que não temos argumentos para dizer que não é.
Esqueça as pessoas, esqueça o que elas pensam – principalmente a seu respeito - e siga a sua vida sempre fazendo as coisas com amor, respeito e honestidade, e colherá nesse plano terreno muitas benesses. Dê sempre o seu melhor em tudo o que fizer, independentemente se você gosta ou não da tarefa a ser executada.
O problema das pessoas "boas" é que elas querem ser perfeitamente boas, e o mal tem tempo para ser o que ele quer ser. O problema da nossa sociedade hipócrita é o mesmo princípio. Assim, o homem bom quando faz algo "desagradável aos olhos dos críticos" ele é martirizado, e o homem mal quando faz algo "bom" aos olhos dos críticos, é considerado um santo, um ser maravilhoso. A sociedade moderna não aceita a honestidade. Assim como num campo de concentração, os seres são enganados. O ser humano atual é escravo dele mesmo, escravo de seus próprios pensamentos, onde o "bem" o força a estar dentro de uma linha reta, enquanto o lado negro lhe da liberdade para ser o que quiser. Concluindo, a honestidade e a mentira todos têm seu preço, todos temos que pagar por isso, agora a hora de usar uma ou outra, depende de cada um de nós.
Triste é o país que confunde privilégio com mérito, pobreza com incapacidade, voluntarismo com Justiça; que enaltece a riqueza obtida por meios nem sempre dignos e desdenha daquele que, por ter-se mantido honesto, não acumulou bens materiais. Pobre é o país que vê uma espécie de fraqueza moral na compaixão; que encara os direitos humanos, a educação e a ciência como males a serem combatidos, e que enxerga na crueldade, na arrogância e no desprezo ao semelhante uma expressão de autenticidade, coragem e franqueza. Passei a vida ouvindo uma antiga lenda de que o Brasil era um país rico. Hoje, constato que o Brasil é rico sim, e talvez o mais rico país do mundo, mas em falsos valores e, principalmente, em pobreza de espírito.
O jogo político é assaz cruel e maldoso, nojento e horripilante; causa náuseas, provoca revolta. E quando aparece alguém disposto a desmantelar o sistema corrompido, a limpar a sujeira, a debelar a imundície, vem logo a ordem de cima e diz: pega esse idiota e enterra! Pare o mundo que eu quero descer! Por isso, todo agente público, efetivo ou comissionado, eletivo ou não, deve ter a consciência de que cargos públicos e funções são temporários; de outro lado, honradez e honestidade são perenes; o homem correto e cumpridor de seus deveres para com a sociedade e sua consciência jamais sujeitará a essas execráveis aberrações. Pelo contrário, homem sério, lamentavelmente, tem vida curta no setor público; o fisiologismo político fala mais alto; o jogo de favores com vista a manter a governabilidade sempre tem prioridade; homem probo tem sempre a tendência de ser alijado do setor público, justamente porque não aceita imposições, ordens manifestamente ilegais, esdrúxulas, macabras, as repugnáveis ingerências de chefes desonestos e exangues que sempre se apresentam publicamente com o capuz da honestidade. E assim, diante da carência de ações eficientes, geralmente, o arremedo de gestor, o genérico, para se manter no poder, utiliza-se do jogo de muita luz, estrelismo, faz barulho e marketing institucional; quer dizer, muita mídia e holofotes, mas pouca efetividade.
Você não tem o poder de ferir ninguém e nem ninguém tem o poder de te ferir. Aprimorando está afirmação o melhor seria dizer: Não deixe ninguém usar você, como instrumento que fere. Trate as pessoas bem, com honestidade e coerência e você jamais será usado para este fim. Quanto ao outro te ferir, não dê este poder a ninguém.
Dizer não quero! Não posso! Não vou sem ter que justificar os seus motivos para ninguém não é falta de educação, chatisse e nem egoísmo, é honestidade com os outros e, sobretudo, com você mesma. Escolher fazer o que você quer, com quem quer, na hora que quer, é a maior sensação de liberdade que alguém pode experimentar.
Hipocrisia. Muito se critica e vilaniza a desonestidade certos indivíduos, mas infelizmente, de forma geral as pessoas que se declaram de bem se assemelham a aqueles que criticam. A sociedade não recompensa pessoas honestas. Você apenas precisa parecer honesto. Muitas vezes a ética também é colocada rapidamente de lado quando o individuo tem algo a ganhar.
Os humildes, honestos, sensatos e generosos vivem para abrir portas e aproveitar as oportunidades, manter vínculos, ter boas referências e convivência. Por onde passa, deixa saudosos momentos. Mas infelizmente, os rancorosos, desonestos, narcisistas, mesquinhos, gananciosos, egoístas e néscios, com suas más atitudes, maquinações e maus comportamentos, encerrarão ciclos, fecharam portas, que jamais abriram novamente.
Dia 1º de maio de 2025 marca o início do nosso COMPROMISSO DECENAL com a EDUCAÇÃO NÃO CONVENCIONAL. Assumimos a MISSÃO de trabalhar diariamente o CONHECIMENTO EPISTEMOLÓGICO UNIVERSAL, indicando conteúdos para o Acervo do PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE. Somos uma VITRINE-REFERATÓRIO DE PESSOAS ESSENCIAIS, lideranças naturais nos seus meios sociais, reconhecidas publicamente por sua conduta ÉTICO-AFETIVA de inegociável HONESTIDADE INTELECTUAL.
Eu sempre me considerei uma pessoa honesta e íntegra, mas aprendi da maneira mais difícil que nem sempre falar a verdade é fácil ou seguro. Em algumas situações, a verdade pode ser dolorosa ou prejudicial para mim ou para outras pessoas ao meu redor. Por isso, aprendi que a honestidade deve ser equilibrada com a sabedoria e a empatia. É preciso pensar antes de falar e considerar as consequências de nossas palavras e ações. A honestidade não deve ser usada como uma arma para ferir os outros, mas sim como uma ferramenta para construir relacionamentos honestos e saudáveis. Aprendi que a honestidade é um valor fundamental, mas que a forma como a expressamos pode ser tão importante quanto a própria verdade. Seja honesto, mas também seja gentil, empático e respeitoso com aqueles ao seu redor.
Por me acharem arrogante, as pessoas vivem fechando as portas para mim, mas a única coisa que eu quero nesta vida, é ter oportunidade para trabalhar honestamente e com dignidade. Não me vitimizo, sou qualificada, esperta, inteligente, trabalhadora, mas a verdade é que sou massacrada todos os dias pelos que dizem não ser racistas e são.
Tanto faz se você é da religião A, B ou C. Na verdade, pouco importa se você é crente ou ateu. O que é realmente importante é que suas ações diárias sejam guiadas por valores do bem, como a humildade, a simplicidade, o respeito, a honestidade, a solidariedade, a caridade, a compaixão, o perdão e o amor, de modo a irradiar o Deus que há dentro de você. Por isso, aquele que é ateu e pratica tais valores no seu dia a dia está mais perto do reino dos céus do que aquele que vive plantado na igreja mas afastado da prática desses valores.
Suas falas não retratam quem de fato você é, com a irrefutável justeza quanto suas atitudes lhe definem, conclui-se então, que, nada te fará ser diferente de tudo quem você sempre foi, mesmo que por vezes, no decorrer da vida, você venha demonstrar mudanças, um dia, algo te ativará, fazendo o seu verdadeiro Eu vir a se revelar... Assim como a lua, que mesmo mudando de dimensão em face às quatro fases que lhe delineiam, seguirá redonda aos olhos do pensamento de quem espera pelo seu despertar no alvorecer da noite.
Se a educação começasse no berço as pessoas não dependeriam de igrejas para serem honestas, Deus não precisaria do medo delas para que fizessem o que precisa ser feito, e nem de "porta-vozes" para falar a seus corações, os mesmos que, em vez de juntá-las, as dividem entre "escolhidas" e "condenadas".
Lembrei, com saudade, dos Jarlich, três irmãos gêmeos, negociantes estabelecidos, com negócios de jóias, na Rua da Conceição, quase em frente a prefeitura. Se eu não me engano, Crisólita era o nome da loja. Quando eu ia lá com meu avô, era, na época, uma das melhores do ramo da cidade. De origem judaica, esses negociantes, extremamente simpáticos, gozavam de um vasto círculo de amizades grangeadas nos longos anos de comércio que exerceram com muita capacidade. Delicados ao extremo, lembro que, sorridentes, bastava conhecê-los para que uma amizade tivesse início. Sua freguesia era certa no ramo de jóias. Entendidos no assunto, honestíssimos, não eram como donos da H Stern ou Sara Jóias com a família Cabral. Vendiam a prazo, contou uma vez meu avô, muito antes dos serviços de proteção ao crédito (SPC) o que demonstra o alto grau de confiança que depositavam nos fregueses, mais selecionados pelas amizades do que, propriamente, pelas informações que pudessem obter em qualquer ficha cadastral hoje tão prática. A Crisólita, ou melhor, a calçada fronteira à loja, era o ponto obrigatório de todos os amigos e colegas do comércio dos irmãos Jarlich que, ali, às primeiras horas da manhã, iam provocar os parceiros infalíveis, para uma partida de "porrinha" valendo café. Nesses encontros não falava-se em política internacional. Isso porque, os parceiros, sem que houvesse acordo nesse sentido, sabiam que não seria conveniente qualquer comentário ou opinião sobre a luta travada entre árabes e judeus. Ainda mais sabendo que Hajjat e outros patrícios árabes evitavam comentar sobre a luta na qual os judeus levavam nítida vantagem na ocasião. Essa, aliás, é uma das características da comunidade niteroiense no que tange ao relacionamento de estrangeiros lá residentes. Como é natural, todos têm suas religiões, clubes e festejam suas datas festivas tradicionais, mas, uma coisa é certa, jamais deixam de cooperar juntos pelo progresso de Niterói. E, o que é mais importante, o conceito social de todos eles é dos mais respeitáveis e sempre nivelados pelo trabalho honesto e pelas atividades executadas nos clubes de serviços e em obras sociais diversas. Amam suas pátrias de origem, como não podia ser de outro modo, mas, sem dúvida, há em todos eles e em seus descendentes um demonstrável amor por Niterói, onde vivem, crescem e terminam seus dias. Mas, voltando à reunião habitual pela disputa do café, os anos foram passando e consolidando cada vez mais, a amizade entre os componentes da roda, até que, um dia, um dos irmãos gêmeos, o Isaac, morreu. Foi como se num tripé faltasse um dos apoios. Os sobreviventes sentiram demais a perda. Não eram mais os mesmos. Vislumbrava-se, agora, nos seus semblantes, a marca triste das perdas irreparáveis. Não passou muito tempo, Moysés, o segundo irmão, partiu também para o eterno descanso. A ruptura deste vínculo fez desaparecer no sobrevivente o sorriso que, antes, era o traço marcante da sua fisionomia. Taciturno, já não sentia prazer em conversar com os amigos e a impressão que nos dava era o desânimo. Até que um dia, Germano também foi se unir aos irmãos, deixando um vazio imenso na roda que, com o tempo, foi-se desfazendo pelo mesmo motivo, a morte. E lembro o meu avô dizer: "Meu neto, quando você for mais velho, vai começar a ver as pessoas indo embora." E não deu outra. Já um pouco mais velho, fui vendo, ao lado do meu avô, o Serrão, da casa de ferragens, Souza e Carvalho, os banqueiros, Hajjat, da camisaria Sul América; e outros mais, indo embora, até que chegou a hora mais difícil: ver também o meu avô, meu ídolo, partir. Devem estar hoje em qualquer plano do espaço, fechando as mãos com os três fósforos, disputando qualquer coisa sem valor com os irmãos Jarlich, os saudosos companheiros da disputa do cafezinho matinal. Nós, que ficamos apenas com saudades deles, não podemos deixar de reconhecer que, no fundo, a morte não é tão ruim. A chatice dela está no vazio que provoca, quando arrebata, sem apelação, pessoas que amamos. Os Jarlich deixaram saudades. Homens assim fazem falta à comunidade. Eles, sem dúvida, contribuíram para o progresso de Niterói. Sua loja primava pelo bom gosto. No gênero, em certa época, foi das melhores em instalação, e, inegavelmente, é uma forma eficaz de ajudar uma cidade, dando-lhe vida, através de um estabelecimento comercial bem montado e sortido. Niterói que possui, hoje, nesse gênero de comércio, vistosas e excelentes lojas, que tanto contribuem para o seu progresso como a Gran jóias, dirigida pelo Antônio, a Garbier, da propriedade do Alberto, a Jóia Niterói Ltda, sob a direção do Salomão, não pode esquecer dos irmãos Jarlich que alinhavam a competência comercial ao bom gosto uma excepcional capacidade de fazer amigos. Mas uma amizade que, sem dúvida, passava longe da amizade desses novos empresários de jóias com a família Cabral. Saudades dos irmãos Jarlich.
Os olhos estavam isentos de preocupação. Pelo contrário; animado, sabia como funcionava: valia-se da hora errada para aparecer. Era o modo que Deus operava. E apareceu. Chegava exatamente um daqueles momentos mágicos da vida: toda verdade do mundo testada diante de todas suas crenças. Teria mais uma prova sobre a dinâmica de funcionamento das pessoas, das relações humanas, da sua existência, e também da sua percepção existencial sobre o resto da humanidade e dos valores espirituais escolhidos por ele.Optou pelo inevitável: a honestidade seria o mastro da sua bandeira.
