Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Estou com medo desse sentimento que nasceu no meu peito
Tu chegou e me ganhou
Tu fez eu sair do chão, voei alto em sentimentos, sonhos e desejos
Mas, não sinto reciprocidade e isso está acabando comigo dia após dia
Quero fugir, mas não consigo
Te ter perto me acalma, mas também me enlouquece
Primavera em cor
Primavera em cor...
Eu gosto da flor
Gosto de todas as pétalas
e as borboletas
me ensinam a voar!
Primavera em cor
Eu gosto do sol
Gosto do perfume das flores
e os amores
me ensinam sonhar!
Primavera em cor
Eu gosto do céu
Gosto de ver mil formas nas nuvens
e as paisagens
me ensinam a colorir meu dia!
Primavera em cor
Eu gosto da vida
Gosto de imaginar mil encantos
e todos os momentos
me ensinam, Deus alcançar!
Maria Lu T. S. Nishimura
Eu confesso
É Deus, todos os defeitos são meus
Todos os erros são meus também
Todas as fraquezas são minhas eu sei
Todas as irresponsabilidades foram minhas
Todas as revoltas foram minhas
Todas as dúvidas se criaram aqui
A falta de fé também está aqui
Aquela falha realmente foi minha
Foi minha a ofensa
Foi minha a traição
O primeiro golpe saiu de mim
A irá nasceu aqui
A dúvida mora em mim
Foi eu quem desferiu o golpe
Também foi eu quem blasfemou
Sim eu sei que sou imperfeito
Sei que erro sempre, sou soberbo, hipócrita, ignorante, irresponsável.
Sei que sou falho senhor, sei que não mereço teu perdão, sei que faço tudo errado.
Tudo bem eu estar colhendo os efeitos
Só peço que não me abandones , não desistas de mim Deus....
Eu tenho um sonho
Eu tenho um sonho, que um dia todas as dúvidas se esclarecerão
Eu tenho um sonho, que um dia todos os amores se reencontrarão.
Eu tenho um sonho, que mães e filhos se abraçarão
Eu tenho um sonho, que um dia todas as tempestades se acalmar-se-ão
Eu tenho um sonho, que todos os corpos se unirão
Eu tenho um sonho, que todas as guerras se apazigua-rão
Eu tenho um sonho, que o um dia toda a fome se saciará
Eu tenho um sonho, que toda a tristeza um dia se alegrará
Eu tenho um sonho, que um dia, juiz nenhum irá jugar
Eu tenho um sonho, que um dia criança alguma sofrerá
Eu tenho um sonho que um dia nosso Deus irá voltar, e contigo para sua morada nos levará e com ele dividiremos o maná e a sua glória nos cobrirá, e só o que for bom irá ficar .
Eu tenho um sonho e uma certeza, que tudo isso irá se realizar para a honra e glória de Jesus se multiplicar .
Deus ...
Mais uma noite estou diante de ti a implorar o teu amor, o teu acalento.
Senhor eu te peço, cubra-me com tuas penas pois sei que debaixo de tuas asas eu estarei seguro.
Sara senhor as minhas feridas, cura senhor o meu sofrimento com teu amor.
Sei senhor que escrevestes os meus caminho por isso guia-me conforme tua vontade.
E ainda que eu não te ouça sei que permaneças ao meu lado.
Mantenha senhor meu coração longe da mágoa, do ódio é do rancor.
E que todo sentimento que me transborde seja a felicidade, a gratidão e amor.
Ensina-me senhor o teu caminho para que eu ande na tua verdade e o meu coração se una ao teu propósito pra gloria do teu nome.
Que o meu respirar seja a ti prova de amor e resignação, e nem em pensamentos eu lhe cause desgosto.
Que minha fé no senhor Me faça crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível.
Esteja senhor no controle para que garantas a minha Vitória contra todas as expectativas negativas que me entristecem.
Pai, não existe outro lugar que eu queira mais estar do que em tua companhia.
Amém
Liberta me de mim
Eu sou meu acusador.
Sou eu que me humilho.
Sou eu a rebeldia.
Sou eu a minha dor.
Lembra te senhor que chamei.
Disseste a mim que auto examinasse.
Enxerguei fraquezas.
Dificuldades.
Falhas.
Erros.
Frustrações.
Impotência.
Fracasso.
Sim.
Sou eu esse que busca redenção.
Redimir de mim.
Porque não sou advogado da derrota.
Mas a inclinação maléfica humana se deu em mim.
Um pouco de todo horror.
Um genocida por natureza.
Sou eu.
Pois detenho simplesmente o medo da liberdade.
Mantenho o grito na prisão.
Acuado sob a grade.
O eu covarde.
Pequeno.
Insignificante.
Confesso.
Teu espírito de misericórdia é meu refúgio.
Minha libertação é a presença do teu espírito.
Do gozo que ouço falar.
Da paz.
Da capacidade do enfrentamento.
Oh céus.
Oh altíssimo.
Oh Jesus.
Liberta me de mim.
Pois tenho me aprisionado.
Espírito de libertação.
Giovane Silva Santos
Grande é a dor que eu preciso sentir
Pra gerar algo produtivo em mim..
São noites sem dormir peito a apertar
Não dar pra viver assim
Assim não quero ficar.
Em cada dor sai uma poesia
Em cada verso uma canção
Alguém pode achar que sou fria
Mas dentro de mim existe um vulcão.
Pronto ele estar pra explodir
Entrar em erupção
Se acontecer será meu fim..
Rastro de mim restará? NÃO
Este sou eu: sem planos, sem desejos, sem esperança.
Escolas esqueça, nunca frequentarei
Amigos é algo que nunca terei.
Primeiro amor, namorada e casamento nem pensar.
Seria bom se eu desse um sorriso, apenas um pingo de alegria, porém nem isso posso.
Se ao menos eu pudesse sonhar
Se ao menos eu pudesse vê
Nem ao menos pude encarar que tirou tudo isso de mim.
Minha vida foi interrompida antes de eu nascer; e só me restou o silêncio.
(Memória de um feto)
19 de julho (do ano passado)
Eu precisei me recolher
Tudo que remetia a mim, levei comigo
Sozinho, coloquei em um pedaço de pano
Todas as coisas que trouxe comigo
Naquele dia entendi que não havia ali um lugar pra mim
Que era sobre você enxergar a si de verdade
Que era sobre eu entender a onde eu pertencia
Não ouso dizer que não foi amor
So eu sei do que fiz e do que abri mão
Estar contigo me custou muito
Preço que paguei com um sorriso no rosto
Um sorriso que também custou caro
Estive mal, quase caí várias vezes
Mas também não foi você que me segurou
Me segurei sozinho, me encontrei no chão em cada queda
E percebi que estava só
Percebi que ao seu lado eu era mais útil do que amado
Era mais prático do que amor
Pra você eu fui de graça
Colori os dias de verde, de marrom e de cinza
Enfrentei seus medos, extrai as verdades mais doloridas
Nos curamos você as custas de minha própria saúde
Cai mais uma vez, e mais uma vez você não foi socorrer
E enquanto sacudia a poeira dos meus joelhos
Você precisou de mim de novo e lá eu estive
Doeu entender
Eu por nós
Eu por você
Você por você
Senti ternura quando te disse que ia embora
Voltei porque acreditei que sentiu falta de mim
Mais uma vez decidi cair fora
Você cresceu, se tornou maior do que imaginou que seria
Venceu todos aqueles obstáculos que pareciam insuperáveis
Te olho hoje de longe
Com olhos de amor e de esperança
Com a certeza que não era pra ser
De que o amor ainda é a coisa mais importante desse mundo
E sabendo que amor vem de dentro
Primeiro pra mim e depois para os outros
Te amar me doeu
Mas meu amor por mim me salvou
Por um momento...
Por um momento eu esqueci de respirar
Por um momento borboletas no meu estômago estavam a voar
Por um momento eu não pensei no amanhã
Por um momento quis ter alguém pela manhã
Por um momento me iludi por outro alguém
Por um momento quis ouvir o padre dizer amém
Por um momento a tristeza se afastou
Por um momento o céu não mais chorou
Por um momento as roupas pretas eu não notava
Por um momento você ainda contente sorria
Por um momento a sua falta eu não sentia
Por um momento!
OS INFORTÚNIOS DE AFONSO
Por Nemilson Vieira (*)
Eu o meu irmão mais velho e alguns amigos da primeira infância visitávamos o bananal do seu Afonso nas caçadas de passarinhos. Havia bananas maduras nos cachos, com furos por cima; já visitadas pelas aves. Pipira (sanhaço), currupião (sofreu), sabiá… Homem bom, de poucas posses, mas trabalhador e honrado… Numa certa altura da vida, Afonso desandou-se; deu um atrapalho na família: a mulher foi-se embora com outro e levou consigo os filhos. Com o tempo a sua casa do nada, pegou fogo com a plantação de bananas. Tudo que possuía tornou-se em cinzas; quase morreu de desgosto… Um amigo o convidou a uma caçada conhecida no nordeste por fachear; consiste em se fazer uma picada por baixo da mata e ficar a andar na mesma, num sentido e noutro, com uma lanterna e uma espingarda, o tempo que se fizer necessário; no intuito de abater a caça que tentar atravessar o caminho. Naquele dia deu errado… Terminaram o trabalho ainda cedo da tarde; o amigo de Afonso disse-o que o aguardasse um pouco, que iria dar algumas voltas por perto. A caçar algum bicho miúdo: um preá, um inhambu… Ao retornar, alguns metros de distância, algo fez um barulho por baixo de umas ramagens a sua frente; com a espingarda engatilhada na direção do bicho olhou mais um pouco e apertou o gatilho, Bam! Ai! — Gritou o Afonso em dores profundas. O amigo correu desesperado para ver e, confirmou ser o seu companheiro de caçada. Com bastantes perfurações de chumbo fino por todo o seu corpo; respiração ofegante, dificultada. No momento que fora alvejado Afonso firmava o cabo da sua faca que havia afrouxado. O amigo visualizou apenas o seu cotovelo em movimento e confundiu-se: achou ser uma cotia. Próximo à escuridão da noite começou o martírio do amigo do Afonso com ele nas costas a procurar uma ajuda. Um galo cantou ao longe de onde estavam… Era o sinal que precisava; marcou o rumo e foi-se. — Orientado pelo canto da ave chegou a um morador. Afonso perdera um pouco de sangue pelo caminho, com a agitação do corpo, aos balanços nos ombros do amigo. — Ainda vivia. O amigo contou com riqueza de detalhes tudo o que acontecera com os dois, ao morador. O homem depois de ouvi-lo… Indicou um remédio caseiro à vítima: um frango pisado no pilão com pena, tripas e tudo mais; do jeito que fosse pego no poleiro. Não carecia de sal; um pouco de água sim. Somente para chegar aos recursos médicos na cidade, lá entrariam com os cuidados e uma medicação coadjuvante ao tratamento. Com uma observação: não devia vomitá-lo caso contrário morreria. Afonso ainda consciente, por certo ouvia tudo em profundos gemidos. Consultado se topava beber o tal remédio naquelas circunstâncias, o aceitou. Depois do frango pisado o homem despejou aquela mistura numa caneca grande, mexeu e deu ao baleado a tomar. Afonso bebeu o frango pisado no maior sacrifício do mundo; com uma cara daquelas… A cada gole que dava fazia menção de jogar tudo para fora. Lembrava da orientação do homem e não o fazia. Missão cumprida, providenciaram uma rede para o traslado do paciente. Alguém para ajudar na condução do mesmo. Afonso não provocou vômitos e resistiu bem a viagem. O seu tratamento foi trabalhoso gastou-se um bom tempo para remover todos àqueles chumbos do seu corpo e a saúde voltar. Depois do caso passado até serviu de graça, se é que o Afonso contava que o pior de tudo não foi o tiro da cartucheira: foi o frango que bebeu. Com as recomendações de segura-lo no estômago para não morrer.
*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário.
(27:02:18).
Fli e Lang
VIAGEM ASTRAL
Eu naveguei numa tosca canoa por sobre as águas de um lago azul, molhei as mãos na cachoeira que o alimentava,cheguei as margens e adentrei a floresta,onde bruxas e bruxos conferenciavam enquanto um deles lia trechos do Livro Antigo! Passei por eles e continuei meu caminho,indo ao encontro do Cacique Pena Branca,que junto ao Caboclo Curador me mostrou senhores e senhoras, negros de idade avançada, que preparavam poções com o comando da Vó Maria Conga e Pai José Benedito das Almas! A um canto,olhando atentamente esses trabalhos, estavam os doutores Fritz e Bezerra de Menezes a me olharem com doçura e compreensão! Sentindo-me abençoado,voltei a sala onde estava meu corpo,em posição de meditação!
odai flores
O ar entra pelos pulmões
Eu sinto ainda
Aquelas antigas emoções
O sangue percorre as veias
Eu lembro ainda
Aquelas antigas brincadeiras
A água escorre pelos olhos
Eu me recordo ainda
Aqueles antigos propósitos
O sangue escorre pelos braços
Eu me recordo ainda
Aqueles antigos passos
A vida escorre pelas mãos
Eu me recordo ainda
Aquela antiga dor no coração
CONFIDÊNCIAS (soneto)
Eu fui falar, vexado, da minha solidão
Ao cerrado; e aos arbustos torcidos
Querendo pacificar a minha emoção
Dessas pequenas queixas e alaridos
Incomovido permaneceu sem alusão
Não quis a lamentação dar ouvidos
Nem cessar as cantilenas na imensidão
Pôs-se indiferente aos meus sentidos
Mas, devagar passou a prestar atenção
Aquietou-se mais, e mais ainda contido
Arregalou-se para a carrancuda aflição
E, em um ato inesperado, assim, dizia:
- Caro poeta acabrunhado e, aturdido
Da melancolia me converto em poesia...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/07/2020, 07’30” – Triângulo Mineiro
Conheço tuas dores
Eu sei todas as coisas, desde a folha que cai de uma árvore, como também a doença que assola a terra. Tudo está sob meu controle. Em tempos difíceis lembre-se que logo todas as suas dores e tristezas passarão. Eu Sou a esperança que não deixa você desistir. Eu Sou a cor que falta em seus dias cinzentos. Acredite, confie e descanse pois essa tempestade é passageira, logo virá a bonança. Por isso não esqueça, no momento certo todo choro se tornará em alegria, e então será derramado do meu alento sobre todos. Tudo tem um propósito!
CONTA E AMOR (soneto)
Amor roga terna conta do meu afeto
E eu, servil, ao amor dar-lhe-ei conta
Mas, sem a ponta, como dar-lhe fronta
De tanta conta, se no amor fui inquieto
Para dar desponta neste tal decreto
O amor me foi dado com boa monta
E eu, de incúria tonta, não fiz conta
Do tempo, que hoje me é incompleto
Ah! tu que tens o amor que desponta
No peito, me conta, para eu ter tempo
Se ainda tenho em conta, nessa conta
O tal que, na remonta, gorou o atempo
Quando lhe chegar à conta, na esponta
Do amor, chorará, como eu, sem tempo!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
27/07/2020, 08’43” – Triângulo Mineiro
paráfrase Frei Antônio das Chagas
É possível
É possível que eu sonho.
É possível que continuo sendo nada.
É possível que o cenário torne mais medonho.
É possível que eu seja colorido como Brasil.
É possível que eu seja uma voz febril.
É possível que a loucura me tome.
É possível que a insanidade Seja sua.
Por tornar a vida nua.
E que a esperança some.
Pois a solução é sua voz.
Com os anseios mais ardentes.
Conhecer do processo.
Ajudar o progresso.
Estrutura de uma gente.
Aprender e entender.
Embasar cada ponto.
Pois se na minha face existe lágrima.
Deixo a poesia como um conto.
De vida e de fantasia.
Do que se inventa e viaja.
Falo da mente que parece devaneio.
Mas guarda a verdade do anseio.
Uma realidade mortal.
A vida irracional.
Um curral.
Tal qual aprisionados ficamos.
Quando aceitamos.
Sermos lobos de nós.
Tumultuar e confundir o grito.
Não permitir emergir.
A natureza da justiça e construção.
Entre o que sonha e o que se propaga.
A ignorância trazendo amargura.
O país não se cura.
Enterra a sabedoria.
Cria a se a loucura.
Isso quando o povo recua.
A verdade fica nua.
Pior sem reação.
A elite louca.
Enche os lábios sorrateiros.
Faz planos ligeiros.
Ouço.
Fazer do Brasil um carnaval peculiar.
Para a ganância continuar no palco.
O povo ficar a dançar.
Essa poesia vem do alto.
E diz.
Grita.
Agita.
Espinica .
Porque sua vida e o Brasil sofre assalto.
Giovane Silva Santos
*Experiência*
Um dia muito cedo
Eu bem triste e pensativo
Esperando as coisas cair lá do céu
Esperando que a vida
Fosse mais que um sentimento
que as pessoas fosse mais humanas
Se perguntando porque o mundo
Nós trás tantas magoas
Esperar é necessário!
Mais não as vezes
Somos obrigados a arriscar
Mesmo que não dando certo
Mais vale como experiência
Pois sábios
Correm atrás de experiência
Para dá firmeza as oportunidades.
Autor: Matheus Silva
#COISAS
Tantas coisas lindas que eu gostaria de falar...
Esperanças são como as estrelas...
As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se podem ver nem tocar...
Há ilusões perdidas mas tão lindas...
Há muito o que caminhar...
Há muito o que percorrer...
Você não perde o que nunca teve...
Nem mantém o que não é seu...
A vida é feita de chegadas e encontros...
Mas também de adeus...
Que mentiras lindas eu mesmo inventei e contei para mim...
Lembro das lindas palavras ao vento...
Que embalei...
Ah o amor...
Me tirou do chão e pôs em mim lindas asas...
Não me ensinou a voar...
Não me preparou para surpresas encontrar...
Deixou marcas eternas no meu coração...
Tudo que eleva minha alma vou guardando comigo...
Sentimentos em coleção...
Se você não quiser ver..
De nada adianta eu lhe mostrar...
Antever...
O que mais a alma necessita é ser tocada na simplicidade...
Às vezes, não moro em mim...
Fujo...
Minha necessidade...
Quem vem comigo?
É hora de tecer sonhos ...
Sandro Paschoal Nogueira
Tudo está prestes a desmoronar!
Tudo que eu lutei pra fazer e construir!
Estou sozinha, sem ninguém.
Não sei escrever direito e muito menos tenho talento pra alguma coisa.
São ideias soltas, sem nenhum sentido.
Ninguém sabe nada sobre mim, o que se passa na minha cabeça.
NÃO aja como se soubesse!
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