Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
A vida era difícil, mas era engraçada.
Acho que eu tinha uns 7 ou 8 anos, quando ganhei de presente do meu pai uma caixa de engraxar, feita por ele mesmo. Ela era quase do meu tamanho, bem pesada. No primeiro dia de trabalho, como muitas dificuldades, consegui chegar até a praça, Era um sábado, dia de movimento\\Ajeitei a cadeira, a caixa e fiquei ali, esperando alguém que quisesse engraxar Eu, até então, nunca tinha feito aquilo; . Depois de um tempo começou a chegar outros meninos, com o o mesmo propósito que o meu, ou seja: ganhar uns trocados para ajudar em casa. Foram chegando e já me expulsaram dali. Aquele local já tinha dono e se eu quisesse engraxar que arrumasse outro local, mas em todos os locais que eu me ajeitava vinha alguém e me expulsava. No fim, acabei ficando bem longe do "ponto", isso, sem antes ter tomado uns pontapés e juras de que, se voltasse iriam quebrar a minha caixa. Depois de um longo tempo, consegui um freguês.O cara tinha uma botinona bem velha, toda suja de barro vermelho, barro cola, Lidei um tempão com aquele pedaço de couro feio e imundo., Primeiro, lavei bem lavada., barro pra tudo quanto era lado., enxuguei, abri minha latinha de graxa, zerada, marca nuget, a melhor, e mandei ver naquele couro velho, que nem cor tinha mais.-- Depois de bem lustrada até que ficou bonita, ficou meio manchada, mas ficou bonita--, o cara olhou pra botinona, agora mais parecendo um arco íris, me xingou e foi embora sem me pagar. (Mais um que me deu o cano)
Ossos do oficio., Assim começou minha profissão de engraxate, que durou uns quatro anos. Tomei muitas porradas, muitos chutes,quebraram minha caixa mais de uma vez, mas um dia cheguei no "ponto" Ali, sim, também dei muitos pontapés e quebrei algumas caixas de engraxar ,dos meninos que tinham a caixa maior do que eles, mas que precisavam ganhar uns trocados pra ajudar em casa./i
Sarça
Chegou a noite,
Como dormirei eu, se até a minha Alegria entristeceu-se?
Chegou a meia-noite e foi-se os amigos; quem ficará e consolar-me-á?
Miserável sou eu.
Como ramo espinhoso espanto os pássaros que trazem alegria, e fugindo, escondem de mim sua voz.
Longe de mim brincam as criancinhas,
E de mim fizeram a coroa do sofrimento.
Até em ti Alegria, causei dor.
Meus espinhos perfuraram tua pele, e rasgaram teu coração.
Minhas raízes fizeram-te tropeçar,
E meu tronco foi para ti como pedra à cabeça.
Agora desfalece tu aos meus pés.
Sangrei-te com meus abraços,
Fiz-te sofrer com minhas carícias.
Como lírio delicado és tu, oh Alegria.
Qual louco fez permitir-te florir em meio à sarça?
"Mãe, por que eu sou marrom?"
Essa foi a pergunta que meu filho fez aos 4 anos quando foi chamado dessa forma pelos coleguinhas da escola. Eu olhei dentro dos olhos dele e expliquei que ele era o resultado de muito amor entre o papai e a mamãe, e que eu era o leite, o papai, o chocolate e que ele era o tetê que tanto gostava... ele simplesmente sorriu e me disse: "É verdade!" e essa analogia nunca mais saiu de sua cabeça.
Meus amigos, nenhuma criança nasce preconceituosa. Certamente essas crianças ouviram alguma coisa dentro de casa, como uma "brincadeirinha ou apelido"!
Acho até louvável que muitas pessoas tenham se unido em apoio ao "blackouttuesday", mas é preciso muito mais que isso. É responsabilidade de todos nós ensinar nossas crianças (filhos, netos, sobrinhos) o respeito ao ser humano e o Amor ao próximo.
Tchau
A felicidade anda pensando em ir embora
Flertando com outro alguém que de certa forma
Sou eu em vidas passadas
E talvez não vai me restar quase nada.
A felicidade é outrora, lembranças póstumas
Inquietação polvorosa de tempos de meninice
Antes chamada de ansiedade
Hoje não entendo destas tais verdades.
O curto espaço de tempo entre um milésimo de segundo
E o batimento de um coração machucado
É uma grande discrepância aos olhares tímidos
De quem observa, um rosto pálido e enfado.
A felicidade não é fiel, ela é momentânea
Como o nascer do sol que te enche de esperança
Mas ao final do dia, se vai no horizonte
Sem ao menos dizer o porquê e não se sabe onde se escondes.
A felicidade não te ama.
O dia que eu realmente
Ama uma mulher
Que seja única
Em pensamento, desejo e felicidade
Uma amiga, minha paixão
Não desejarei, mas nenhum
Amor verdadeiro, impossivel de explicar
É totalmente sentido e sem sentido
Nada jogado aos ventos.
Hoje em dia e fácil, dizer " Te amo"
Amor de verdade e aquele que no leito de morte, um falar por outro, te amare ate eternidade.
aí daquele no qual eu me envolverque levantar a voz pra mim, para ofender
Que mover seus braços para me bater
Será o fim de nossa relação, o amor não é
Agressão, a partir do momento que você
Permitir que alguém lhe dê um tapa
Na próxima ele o agredirá com a faca
Não acredite no buquê de flores dele
E nem no eu mudei
Mas mude você de homem.
Eu também já passei algumas noites sem dormir, e tive noites mal dormidas
Eu já passei o dia todo sem comer por nervoso e medo
Eu também já tive medo de sair na rua por causa de espinhas, vergonha e outras coisas
Eu também já peguei roupa emprestada,
Eu também já gostei do mesmo menino que uma amiga, e não me envolvi por respeito
Eu também já menti que estava em tal lugar e estava em outro
Eu também ja acreditei no pra sempre de alguém
Eu também fui adolescente
....
Porquê?
Porque insisto com isto?
Porque eu nunca desisto?
Porque ainda resisto?
Porque sofri e ainda invisto?
Invisto totalmente em um ser,
No intuito de um dia o ter,
Porque não concordo em perder?
Dessa forma cruel e sem entender.
Você ao meu lado vai estar?
Da companhia irá gostar?
Será que irá me amar?
Para em meus braços então delirar.
Então feliz será o dia,
Que eu fizer a poesia,
E nela você me aceitaria,
Vivendo os encantos dessa magia.
Magia linda do amor,
Onde sou aluno e professor,
Dádiva deixada pelo Criador,
Enigma e mistério de uma dor.
Dor de um velho tristonho,
Pesadelos noturnos e medonhos,
Tenho saudades daqueles sonhos,
Mas os teus beijos ainda não disponho.
Porque um sonho persiste?
Um beijo,ninguém resiste?
Uma lágrima de um filme triste,
Faz reviver, aquele que insiste.
Lourival Alves
uma poesia louca...
As vezes penso que sou só eu
Mas minha mente me faz caminhar por um caminho só seu,
As vezes penso que o mundo é só meu e me vem o pensamento que sou seu.
Você é o mistério que tenho que desvendar, mas só quero ir onde o sol está
Mesmo que o caminho seja escuro você pode iluminar.
Quem pode descobrir onde o amor está?
Quem me dá a certeza que devemos só amar?
As vezes a vida nos faz odiar, mas só quero caminhar onde o sol está
Esquecer o ódio da humanidade e novamente amar.
Eu sei onde o ódio está, está dentro de mim
É como um demônio querendo meu fim
Me olho no espelho e nada vejo, me inojo e me jogo num abismo sem volta.
Só ela pra me salvar e me pergunto se você vai me amar,
E matar o demônio antes dele me matar.
Eu, alguém que tanto defende a importância de fazer uso das oportunidades que Cristo nos proporciona diariamente, hoje me deparo com o estranho desejo de fixar os pés no chão e deixar que todas essas oportunidade passem, simplesmente deixá-las ir.
Mas uma essência, uma raiz que há dentro de mim, que surgiu na criação, quando Deus em sua perfeita vontade me formou, me faz permanecer de pé e caminhando, os passos não são mais os mesmos, hoje em alguns momentos eles são precisos em outros deixa levar-se pela impulsividade, pelos medos e receios e pisam falsamente, gerando com isso, instabilidade.
Concluo que apesar desses medos, dores e lembranças devo fazer como diz a poetisa Marcela Tais "Bom marinheiro só se faz com a tempestade no mar, que o ensina a velejar, são e salvo retornar. E a pipa só pode voar se o vento forte a empinar, com sua força arrastar seu corpo leve no ar. Viver é um risco que risca a vida, que você não arrisca, minha vó dizia: coloque o medo debaixo do braço e siga".
Siga!
Sentença
faz muito tempo que eu venho
nos currais deste comício,
dando mingau de farinha
pra mesma dor que me alinha
ao lamaçal do hospício.
e quem me cansa as canelas
é que me rouba a cadeira,
eu sou quem pula a traseira
e ainda paga a passagem,
eu sou um número ímpar
só pra sobrar na contagem.
por outro lado, em meu corpo,
há uma parte que insiste,
feito um caju que apodrece
mas a castanha resiste,
eu tenho os olhos na espreita
e os bolsos cheios de pedras,
eu sou quem não se conforma
com a sentença ou desfeita,
eu sou quem bagunça a norma,
eu sou quem morre e não deita.
Dançando Negro
Quando eu danço
atabaques excitados,
o meu corpo se esvaindo
em desejos de espaço,
a minha pele negra
dominando o cosmo,
envolvendo o infinito, o som
criando outros êxtases...
Não sou festa para os teus olhos
de branco diante de um show!
Quando eu danço há infusão dos elementos,
sou razão.
O meu corpo não é objeto,
sou revolução.
A escola virtual
Tá na hora da transmissão
a aula já vai começar,
liga logo a televisão
eu quero estudar!
Matemática é na segunda-feira;
Terça é Língua Portuguesa
Quarta tem história e geografia
Quinta a Ciência vem ensinar. ..
Sexta-feira vem a Língua Inglesa;
A arte e a Educação física onde colocar?
No sábado e no domingo não dá!
Então dá um jeito nesta grade horária
mesmo porque está escola virtual
tem caráter emergencial e será temporaria!
Maria Lu T S Nishimura
esse momento está sendo delicado,eu sei😣
Estamos afastados,eu sei😞
Correndo risco de vida,eu sei😪
Angustiados,eu sei😔
Mais tenha fé enquanto o mundo todo desiste,Deus ainda está cuidadando de nós. Por tanto não se preocupe à fé tem o poder de superar,de vencer! Confie no Senhor pois ele é nosso pastor,e nada nos faltará🙏🏻
eu rezo a todos os santos
imploro
suplico
a todos os céus que houverem
a todos os envolvidos
a qualquer um
que por favor
me traga o meu amor de volta
mas
o meu amor foi embora porque quis
ninguém pediu
e é aí que a dor começa
ao te ver partir
sem mais
sem menos
aqui era abrigo
era café quentinho no copo, como você gostava
era rodinha de rapadura, que você adorava quando eu comprava
era amor
de dia
de tarde
de noite
porque você teve que partir?
Pacto
Grita minha alma.
Chora meu espírito.
Maldito e miserável, sou eu.
Dar-me a morte, pois eu não vivo sem minha amada.
Fuja, meu amor,
Mas antes, dar-me a morte.
Meu espírito sente angústia mortal.
Toma teu coração, e foge de minha face.
Mas antes, dar-me a morte.
Afasta-te de mim, meu amor,
Eu não posso ser por ti amado.
Por isso, imploro,
dar-me a morte.
VONTADE EU TIVE DE FICAR ALI
Depois de uma relaxante caminhada
O sol já querendo dormir
Bandos de passarinhos em revoada
Eu encantada com tudo ali...
Macaquinhos passavam fazendo algazarra
Grupinhos de esquilos se formavam
Pulando e fazendo farra
Outros na palmeira se agrupavam...
Entre o capim alto da beira da estradinha
Uma cerquinha com ramos de alecrim
Onde descansava uma solitária andorinha
Um pardal e um querubim...
E o pôr do sol entre o rendilhado
De árvores que pareciam uma tela pintada
De longe se avistava o telhado
De uma casinha encantada...
E a noite logo chegava
Restando só um fiapo do sol
A lua toda prosa iluminava
Um lindo canteiro de girassol...
Por ironia do destino
O passeio chegou ao fim
Resta-me apenas o sonho
Guardado dentro de mim...
Autoria- Irá Rodrigues
Positividade
Eu queria ser alegre
Eu queria ter uma
Boa auto estima
Eu queria me aceitar
Eu queria ser grato
Eu queria ter coragem
Eu queria ser confiante
Eu queria ter esperança
Eu queria ser bom
Eu queria ser bem humorado
Eu queria ter compaixão
Eu queria me colocar
No lugar do próximo
Eu queira ser cordial
Eu queria ser criativo
Eu queria ser dedicado
Eu queria ser amigável
Eu queria ter uma mente aberta
Eu queria ter disciplina
Eu queria ser justo
Eu queria ter esperança
Eu queria ter amor próprio
Agora volte para a primeira linha
Troque a palavra queria
Pelas palavras sou e tenho
Eu veja o que acontece
Eu quero alguém para ficar do meu lado, alguém que me abrace e diga que tudo vai ficar bem, quero ser de alguém mesmo que essa pessoa não seja minha. Eu não quero um namorado, amante ou ficante eu quero alguém que fique comigo não um amigo ou melhor amigo.
Eu não quero um amor eu só quero alguém, pensando bem eu não sei o que eu quero eu só sei que quero algo.
Vocês pareciam tão pilhados quanto eu
Ríamos de chorar
O carro parado, rodava a cidade
A mais de 140 km por hora
O vento da madrugada repuxava o rosto desconfigurado
No vidro da janela, o reflexo de mim mesmo
Me acompanhava feito sombra
Agarrado pelos pés de um solo infinito que ruia
Íamos, íamos, íamos e nunca chegavamos
Duas e dezenove, 2:19, três, duas e dezenove
Eita, que p**** é essa?
Diga-se de passagem, mas estavam todos lá
Um a um iam se apresentando
Música, olhares, toques e sorrisos
Complexos, incertos, oportunistas, poderosos eu diria
De fato aquilo tudo era ridículo
Mas foi tudo que ficou, desde o princípio
No primeiro golpe
Fugimos no estalo do recado
Leves, tão leves, que voavam, flutuavam
Não parecia certo, mas era bom
Muito bom pra ser verdade
E não era
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