Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Sentido
Seguindo a vida eu vou
Parando quando necessário
Parando a toda hora
Na duvida entre o amor próprio
E o amor do próximo
Lendo livros de todos os temas
Teorias
Poemas
Pensando a respeito:
É mais vivo quem vive?
Ou aquele que realmente viveu?
Respeitando os que nos desprezam
Desprezando o respeito
Indo a favor de tudo o que vai contra meu antagonismo
Contradizendo minha coerência
Humanizando a minha existência
EU...EU!
Determinação
Invade!
Decide!
Realize!
Transforme!
Perpetue!
Persevere!
São algumas palavras que não podem faltar...
Nessa vida,Nos precisamos delas...
Temos que ter foco...seguir adiante mesmo que tudo indique o caminho oposto... Nunca desista...
Realize seus sonhos!!
Transforme o impossível, em possível...
Escreva sua historia e a perpetue para a eternidade..
O impossível sentira inveja de você...
Invada seu espaço Com Determinação...
Faça valer a pena cada segundo de vida ...
A sua vida e muito mais importante de qualquer coisa...
Priorize você..sempre você...mais você...e ainda mais você!
Ame-se sempre!
►Meu Paraíso
Hoje eu estou melhor,
Passei muitas semanas me sentindo só
Vejo que perdi muito tempo
Mas posso dar continuação aos meus inventos
Eu estava com o coração partido
Relembrando momentos já extintos
E isso estava me matando por dentro,
Que a cada dia, eu criava um novo testamento
Assim como Prometeu deu aos homens o fogo, e logo sofreu
Dei o amor de um plebeu, que se rendeu
E o mundo de hoje não parece aceitar sentimentos como os meus
O romance parece que perdeu o seu valor, está distante
Pois, se me arrisco mostrar um texto meu mal escrito,
Damas irão debochar, os tais amigos irão me humilhar
E sempre penso nisso tudo, mas não desisto
Pois a minha intenção não é ser bem visto,
É apenas ficar quietinho, rabiscando uns pensamentos lindos
Tento, incessantemente, agradar a todos, mas não sou Cristo
E se mesmo ele não agradou, eu não consigo.
Eu nunca quis escrever sobre depressão,
Mas infelizmente um texto nasceu em meio a uma situação
Não consigo ler os meus versos que sei que irão me abater
Queria escrever sobre um amor, uma paixão
Mas do que adianta, se hoje estou com os pés no chão?
O que tenho aqui como companheiras são as paredes,
Que vigiam a minha vida, como câmeras.
Às vezes eu só quero parar de rimar,
Às vezes quero apenas me afastar, e deixar o tempo me devorar
São muitas as vezes que penso que estou sendo idiota
Mas as vezes sinto falta da caneta, e acabo pegando-a de volta
E eu nunca escrevi almejando alguém para me ler,
Só queria escrever, sem pensar muito nos "porquês"
Mas hoje acredito que encontrei o motivo
Eu estava fugindo do mundo real,
Criando um lugar seguro para me esconder, meu refugio
Onde eu era uma pessoa normal, sem deslocamento social
Um lugar onde eu era aceito, era igual
Onde não precisava me preocupar com pessoas mentirosas
Não, não aceito o termo que todas são falsas,
Pois, se eu acreditar, não fará sentido viver em sociedade,
Então terei que fugir para as áreas montanhosas, subirei como o bater de asas
E por que não possuir tal capacidade, e liberdade
Me pus a me instalar no meu cantinho,
Quieto, como um pássaro em seu ninho, me protegendo do frio.
E eu pensei sinceramente que cessaria os textos em 2016,
Mas eu estranhamente continuei, e um certo tempo dediquei
Disse para mim mesmo: "-Já chega, vai escrever textos a vida inteira?"
Por alguma razão, passei a não dar ouvidos as minhas indagações,
E meus pensamentos ganharam forma, ilustrações a cada hora
Mesmo querendo parar, minha mente me persuadia a continuar
E logo eu estava lá, sentado no chão, apenas formando versos na solidão.
Pobre de mim, pensei que conheceria alguém similar
Alguém que tivesse uma forma de se expressar como a minha
Mas, infelizmente, a única que conheci foi-se embora de vista
Porém, a minha vontade me movia, e ainda hoje me encaminha
E, ao término de sete dias, me pego escrevendo como a um cego
Coloco minha mão sobre o caderno, fecho os olhos,
E imagino a linda visão que ostenta o horizonte
Talvez seja essa uma de minhas inspirações?
Talvez meus versos desejam alcançar os corações?
Poderia eu estar no milênio correto,
Mas no século incerto?
Me sinto tão sem lugar aqui,
As pessoas que observo só querem saber de exibição,
Seja de bebidas, seja com as "melhores coisas da vida", a curtição
Aquelas que deixam as pupilas avermelhadas, e a vista embaçada
Mas ainda não sinto que eu esteja a perder tal "prazer"
Opto por me distanciar, me abster
Quero estar limpo quando eu morrer,
Apesar que isso jamais irá acontecer
Mas, em alguns assuntos é melhor eu não me envolver.
Hoje eu estou bem, não sei quanto tempo vai durar
E mesmo sozinho, sem nenhum amigo,
Lentamente eu estou a me levantar
Imaginando um mundo lindo, um paraíso
Onde serei aceito pelo que sou, pelo que preciso
E uma nova utopia hoje eu crio.
TRAMBIQUE
Nessa rede eu me enredo
... Em madorna sobre o ar...
Em sono com minha parede
para assim melhor sonhar.
Durmo... E em sono me pego
sonhando com seu amar
e no tráfico desse meu ego
sou impedido de te amar.
Nessa rede eu balanço
para não vê o mundo rodar
em meu balançar, avanço
nem vejo o tempo passar.
Nessa rede eu me lanço
como peixe em desespero
avanço de molho e gancho...
Nas malhas dos trambiqueiros.
Antonio Montes
OUTRAS TERRAS
Era água, e eu...
Naveguei sobre ela
cheguei em outras águas,
águas de outras terras
outros seios...
Outras línguas
outras pernas.
Gente de sentimentos serpentes
... Não sorria,
nem mostrava os dentes.
Era terra de outras terras
onde o verde emperra...
Sedento por sede
e por águas de outras heras.
Antonio Montes
COMO EU
João! João vive como eu...
Pobre assalariado,
fincado no emprego
comida, todavia simples
desagregado da liberdade
nunca tem tempo!
Para viver em total felicidade.
João, mora como eu...
Mora em casa simples...
As vezes desmorona,
as vezes seu bairro se alaga...
João paga... Paga, esgoto,
luz, paga água...
Comida, bebida
condução e aluguel
paga tudo, nunca tem nada!
O João passa como eu...
Sempre na falta do mundo
passa por emprego, pela fome
passa por ai com esperança
passa desempregado
passa até mesmo...
A vergonha de ser homem, homem
em um país que os mandantes
são lobisomens e esses animais
tem auxilio para tudo, tudo...
Até mesmo para desviar
todo o nosso tesouro, e depositar...
Nas terras de outros homens
João morre?
Sim! Sim, o João morre como eu...
Sem dinheiro para ser enterrado,
bramura silenciosa
poucas lagrimas... Morre em
uma casa desprovido de riqueza
sobre uma cama apertada,
duas tabuas como mesa
e bocas bocejando p'ra você...
Coitado, uma pessoas tão boa!
Homem integro
um nobre ser.
Antonio Montes
Dia após dia
Noite após noite
Aquele teu abraço era tudo que eu queria
Naquela noite fria
Era você quem eu queria
Mas sem aquela malícia
Só com seu olhar e aquela risadinha
Já é tarde e o sono bate
Mas nada que atrapalhe minha atividade
Porém aumenta a ansiedade e a minha saudade
Mas amanhã é um novo dia
Haverá uma nova noite fria
E novamente eu irei pensar em ti
Hoje eu sonhei que estava caindo de um helicóptero, e se fosse verdade? Eu morreria? É bem provável, mas, e depois de morrer? O que teria depois disso? Se questionar da morte é muito viável, todos se perguntam sobre, e nunca arranjaram uma resposta.
Se tivéssemos um amigo nosso de outro planeta, como seria? Seria igual? Parando pra pensar o quão gigante o universo é, por que achamos que somos únicos? Nunca usamos nossa criatividade pra imaginar o que tem "lá fora". Imagina acharmos dragões, fadas, monstros... É criatividade, mas quem impede de virar realidade?
Sempre durmo pensando o quão minúsculo sou ao mundo, e o quão importante as pessoas me acham, nunca parou pra pensar que isso não tem sentido? É incrível né? Nunca pensamos nisso, nas coisas mais simples.
Seria eu muito infantil pra pensar o quão isso e o quão aquilo? Talvez sejam apenas dúvidas, e quando pergunto aos adultos, eles acham isso bobeira, eles são muito ocupados, não acha? Pelo menos no mundo deles.
Quero crescer e continuar criativo, isso que me faz bem, tenho que admitir que eu concordo com uma frase dos mais velhos "Siga o que te faz bem" . Se eu seguir me questionando sobre coisas assim, eles vão me julgar? Vão me achar infantil? Por quê?
SONETO DA PARTIDA
Ao despedir do cerrado, central sertão
na noite, eu deixarei a luz da lua acesa
a minha admiração posta, fica na mesa
e as lembranças largadas no árido chão
Os cuidados, ao pai, deixo minha certeza
que o bem é mais, mais que a ingratidão
que a vida com amor é repleta de razão
e que o sono só descansa com nobreza
Talvez sinta falta ou talvez só indagação
o que importa foi a história com clareza
e paz que carrego no adeus com emoção
E nesta canção de laço e fé no coração
a esperança na bagagem, única riqueza
se parto, também, fica a minha gratidão
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, maio
Cerrado goiano
A paciência que eu quero que tenham comigo é a mesma que preciso ter com o outro. É um engano achar que, não tem ninguém sendo paciente comigo. Se assim acho, sou um presunçoso!
Somente eu posso olhar pro meu interior e, perceber se no meu dia a dia estou sendo mais paciente ou mais implacável. Que possamos nos notar, pra que a caminhada seja mais leve. E que o olhar não seja de um juiz louco pra sentenciar, mas um olhar como de uma criança, cheio de paz.
No caminho pro trabalho, eu vejo tanta coisa…
Pessoas diferentes, com histórias diferentes, esperanças diferentes, perspectivas diferentes, expectativas, talvez…
Aqueles dois senhores que sempre ficam conversando na esquina e sempre me olham quando eu paro o carro no pare. Aquela senhora que sempre tá ali parada no mesmo lugar, sempre esperando. A moça que faz caminha com seus fones de ouvido, o casal com o bebê no carrinho. Ah, aquele casal…Eu fico admirada quando ela olha pra ele e abre aquele sorriso largo confirmando com os olhos que a vida talvez faça sentido só por aquele momento.
E assim o meu dia começa bem, é como se cada um deles já fizessem parte da minha vida, e eu nem preciso conhece-los, eles me transmitem vida, cada um deles com suas particularidades…
Os dois senhores na esquina me mostram que é possível preservar uma amizade, aquela senhora sempre no mesmo lugar representa a esperança, talvez a fé. A moça da caminhada representa a perseverança, e o casal, o casal representa o amor em sua forma mais singela, não só o amor que um sente pelo outro, mas o amor pela família.
E nesses quinze minutos eu consigo tudo o que eu preciso pra começar um novo dia:
Amizade, esperança, fé, perseverança e amor.
— Ana Cris
seja minha voz no meu ser
viva entre meu eu
sendo o partido meu coração,
flor, digna que resplandece
entre as colinas pairam seu bem querer,
sejo seu desejo único,
nessa planície de prazeres, a musica
que se dá por vencida...
bora cabo de boa esperança,
esteja longes, meu amor deslumbra eu coração,
nesta terra de contrastes sois o vento,
que por assim derruba sua alma...
vela em suas lagrimas até o ressentimento
se transpõe aos ditos do bem querer
calor e chuva se encontram,
primariamente se acha o fogo o elemento
da paixão ressoa em teus olhos
chorosos pelo desejo de viver.
Compromissos inadiáveis e canos irreparáveis.
Todas as vezes que eu combino algo com alguém, tomo a precaução de escrever o dia, hora, assunto e se for um encontro, o endereço completo e o telefone.
Nada de “em frente ao”, perto da porta de entrada ou “onde tem uma banca de jornais”.
Tomo ainda a precaução de deixar claro que se qualquer uma das partes não puder ir,deve avisar até a hora tal do dia tal.
Tudo isso para dizer que se você marcou alguma coisa comigo pode ter certeza que eu irei ou avisarei antes, caso haja algum imprevisto.
Em contrapartida, caso você me dê o cano, pode ter certeza de que foi o primeiro e o último.
No frio eu deixo o calor do meu corpo para te aquecer
Na madrugada deixo o meu olhar para observar o seu sono
Na minha ausência deixo uma camisa para que voce nunca esqueça o meu cheiro
Para o fim da tarde deixo o meu sapato já velho e cansado ,para te fazer lembrar que todas as vezes que eu precisei partir eu tive você como mil motivos para voltar.
Ela sou Eu...
Ela precisa que alguém pegue em suas mãos e a conduza por um caminho lindo, florido, encantado, caminho do brilho do sol, do arco-íris , caminho das cores cintilantes, do cheiro de terra, da vida. Ela gosta de tudo que a encante, do frescor da brisa, do orvalho.
Os olhos dela são brilhantes, o sorriso é a coisa mais gostosa desse mundo. Ela tem uma mente poética, aonde os seus versos vão sendo formados, assim como a música, ela ama e precisa de alguém que compartilhe tudo isso.
Ela gosta de detalhes e quer estar com alguém que a faça perceber também e sinta como ela.
As flores do lugar que ela está são belas, tem vida mas estão meio confusas e bagunçadas, ela precisa cuidar do seu jardim, tirar as ervas daninhas, isto é, de alguém que a ajude a fazer isso juntos.
Ela se atrai e se encanta pelo seu jeito doce, pela sua paixão pelas coisas simples, suas histórias que são contadas com sensibilidade.
Ela ama o amor que existe em você de graça.
Ela ama a família. Ela ama quando você sabe de comida, de bebidas, de restaurantes e pratos deliciosos que ela ainda não conhece.
Ela tem paladar apurado, refinado.
Ela tem bom gosto.
Ela gosta do puro, do autêntico, ela não é indecisa, sabe o que quer.
Ela é esteticista, delicada, organizada, sabe de moda, do que vai rolar.
Ela é psicóloga e ama comportamento humano.
Ela gosta de café puro sem açúcar, de cerveja forte, puro malte (Serra Malte )
Ela gosta de quem é o que é.
Ela é dos pés no chão, precisa de alguém que a faça voar, quando ela sai de si é gostoso.
Ela é deslumbrante, ela gosta de palavras, conhecimento, sabedoria e aprender com o próximo.
Ela é culta, tem ouvidos, olhos e coração voltados para arte, conteúdo e beleza, do que é singelo, do que é lindo, tanto dentro quanto fora, que mexe com a sua, com a minha alma.
Ela é a coisa mais maravilhosa do planeta que eu já vi na minha frente.
Ela não existe, mas existe sim. Ela se chama “fascinante”.
Ela me intriga, desperta minha curiosidade.
Ela tem um mistério no olhar que me leva para algo bom.
Ela e eu temos um segredo.
Eu me encanto com ela, meu coração bate forte, sinto borboletas no estômago, me dá um medo de me apaixonar porque não consigo me controlar.
Ela é amiga, carinho verdadeiro, puro.
Nós temos uma sincronia, uma conexão boa até demais.
Ela é o fogo, eu sou a água congelada. Ela me derrete todo.
Ela me faz ser o que sou.
Ela é um sonho, ela ama a chuva, acho que é porque lava a alma, limpa, cristaliza, deixa o novo mais novo.
Ela é felina, tem garras de leoa, eu fui arranhado pelo seu andar quando ela veio em minha direção...
Quando eu era criança, morava em uma cidadezinha do interior, caminho do Paraná. Cresci indo todos os domingos à igreja presbiteriana com minha família. Minha mãe era costureira e fazia as camisas e calças do jeito que eu queria, meu pai era músico e tocava no coreto da praça principal, saíamos da igreja e íamos espera-lo terminar o concerto. Eu me lembro da primeira vez, eu assistia meu pai e eu estava comendo pipoca com pimenta com os meus cabelos penteados, com a minha camisa alinhada ao lado de minha mãe e meu amigo, depois meu pai vinha e íamos felizes para casa assistir uma série que ele gostava muito, você nem vai se lembrar, é muito antigo: Cyborg o homem de 100 milhões de dólares...rsrs ...aí orávamos e íamos dormir, as luzes se apagavam e o domingo terminava, era sempre assim!
Você tem os olhos cheios de esperança
De uma cor que mais ninguém possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui
Eu já li os teus olhos nas fotos, são negros e brilhantes, porém oblíquos e dissimulados...
Eu vivi esse tempo, quando o sol quer raiar, mas a neblina o esconde, o amor me avisa que a saudade vai longe ...
Lembro-me do pão caseiro feito com carinho pela minha mãe, da manteiga derretida e do café quentinho, com o leite trazido pelo leiteiro em uma garrafa verde deixada à porta, das carroças de cavalos com sininhos no pescoço, dos caminhões cheios de boias frias que passavam em direção à roça, de meu pai me levando de bicicleta para a escola e eu brincando com a fumacinha de sereno na boca, das brincadeiras no recreio, do sinal da sirene que berrava quando a gente corria e escorregava na escada, das brigas da saída na calçada...
Do apito do trem chegando à estação, lembro-me de você e fico triste, enfim, me alegro com as notas tocadas naquele sax prateado naqueles anos dourados...
Eu vinha vindo pelo caminho da cozinha,
abri a geladeira devagarinho, me deu uma tremedeira, assim, dentro do meu peito.
Foi dito e feito... Teu vinho ainda estava lá...
Perfeito, lembrei- me de você, senti carinho misturado com saudade...
Então eu percebi que sou mesmo aficionado por você...
Mudo de idade, te vejo em ubiquidade, mas não te encontro, procuro por toda cidade! Teu olhar não sai do meu ar, eu juro... até mesmo no escuro...
Todas a vezes que foi embora eu tomei o fôlego do querer ardente
Arranquei as vísceras orgulhosas e os sanguessugas do meu otimismo
Corri atrás de você como se fosse a última pessoa que me faria voltar a vida novamente
Quando segurei seu braço disse que iríamos queimar juntos, mas você o soltou, deixo-me sozinha dentro do círculo flamejante.
Talvez seja a rutura radical do eu, assoberbado pela rapidez das mudanças e pelo rompimento dos espaços tradicionais.
Talvez seja a transformação da própria história pessoal e inequivocamente social.
Talvez seja a alteração das crenças habituais pela assimilação auto aceite de uma nova forma de pensar e de agir.
Talvez seja a consciencialização de que em qualquer vivência existirão sempre dificuldades ao longo de novos percursos.
Talvez seja a determinação e a firmeza em gostar da alternativa oposta.
Talvez seja a conciliação da cabeça com o coração.
Talvez…
Desenganei-me.
E a viagem interestelar continua, num convite a mim própria para a prosseguir e nela reafirmar a fé, sem erradicar as dúvidas, as alegrias e as tristezas humanas.
Erradamente achei-me generosa, quando, no fundo, era egoisticamente generosa.
Depois das frustrações, dos enganos e dos desenganos, das tolerâncias e da culpa indevida, esclareci devidamente, e perante mim mesma, que não sou vítima de ninguém e que o deixei de ser de mim, pois, se me atribuo direitos, deverei atribuí-los aos outros também, da mesma forma que os outros o deverão fazer relativamente a mim.
Depois do vácuo autista, a aventura peculiar de uma nova rota marítima.
Continuemos, então.
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