Textos e frases para professor de matemática homenageando o mestre
Sempre muito analítico, calculista, matemático... Descobri que o binário facilita a previsão, precisão e/ou conclusão, mas o doce da vida esta no imprevisível, na surpresa, na novidade... Que mundo bom seria aquele calculado, porém branco e preto, binário, sem novidades, sem surpresas gostosas... Agora calculo, mas tenciono a utilizar variáveis erradas, para errar os resultados e ser surpreendido...
A matemática só pode ser utilmente aplicada às coisas reais DEPOIS que estas foram analisadas e conceitualizadas corretamente. Ora, a análise lógica das coisas reais, por sua vez, pressupõe toda uma constelação de faculdades cognitivas operando em harmonia -- percepção, memória, imaginação, sentimento, vontade --, ao passo que o raciocínio matemático exige apenas... a capacidade de raciocinar matematicamente -- uma habilidade setorial que os computadores podem imitar com perfeição e às vezes com vantagem.
Na matemática as vezes os problemas são compostos por operações de mais, menos, divisão e multiplicação, não entendemos a formula , mas no final após subtrair , dividir, somar e multiplicar, chegamos ao resultado. Assim é os problemas da vida, varias operações de tirar, multiplicar, somar e dividir precisamos fazer para se ter resultado.
A hipótese elementar da matemática de que 1+1=2, ou da máxima: "Tão certo como 2+2 são 4". É quebrada naturalmente diariamente a quase todo instante, quando uma bolha(ar ou água)+uma bolha(ar ou água)=uma bolha(ar ou água). 2pingos+2pingos=1pingo. Da mesma forma, 1:2=2 e não 0,5."
Uma civilização que iniciou e prosperou usando a matemática, astronomia, aprendeu com a Terra, a natureza, usou a agricultura e a pecuária está a beira de uma destruição eminente e pré-datada, onde não se olha mais para a matemática e astronomia como antes; onde o próprio lar onde pisamos foi esquecido.
A matemática sempre esteve ao meu lado quando eu precisava decidir se queria pequenos momentos bons, divididos em três, ou se somava cada uma das parcelas e sorria um riso gigante, supondo que isso fosse bastar. Nunca basta. Quando se é criança, principalmente, cada momento é único. Na verdade, momentos únicos acontecem para todos nós. Cada vírgula é um texto inteiro. Cada momento é pra sempre. Pra mim, pra você. Pra nós dois juntos.
Na teoria do caos é exatamente isso que os matemáticos querem prever: o que as pessoas pensam que é acaso mas, na realidade, é um fenômeno que pode ser representado por equações. Alguns pesquisadores já conseguiram chegar a algumas equações capazes de simular o resultado de sistemas como esses, ainda assim, a maior parte desses cálculos prevê um mínimo de constância dentro do sistema, o que normalmente não ocorre na natureza. Diz-se que até o bater de asas de uma borboleta - teoria de Edward Lorenz - podem mudar acontecimentos. Então qual o motivo de você achar que suas palavras e atitudes não tem consequência alguma?
Um relacionamento, embora tenha suas nuances, é resumidamente uma conta de matemática. Adição. Soma. O único resultado que ao se juntar dá mais que 1. Não é multiplicando, nem dividindo e muito menos subtraindo. Por isso, às vezes, não adianta a gente querer só juntar quando simplesmente não se completa, não aumenta. Não adianta palavras quando o outro tem silêncio. Não adianta vontade quando o outro tem indiferença. Não adianta explicar quando o outro está decidido a não entender. Não tem fórmula mágica. Dói mesmo. Mas o que podemos fazer? Não tem soma quando um dos lados, infelizmente, é 0.
Uma pessoa se envergonha por errar alguns cálculos matemáticos, por morar em uma casinha modesta, por se expor a um público múltiplo e contestador e por andar nas ruas trajando vestes singelas e esfarrapadas, mas não se contrai nenhum pouquinho por ofender os mais velhos, por incitar piadas de mau gosto contra criaturas frágeis, por fingir ser aquilo que não é e tampouco por mentir e manipular seus semelhantes. Destarte, não faz o que deve ser feito por timidez e realiza o que não deve ser realizado por extroversão.
Crescemos e frequentamos escolas, onde aprendemos informações sobre matemática, ciência e história, mas não recebemos a sabedoria sobre como viver a vida. Nossos pais, professores e amigos interagem conosco e nos dão o que podem, mas ensinar como estarmos presentes em nosso viver, com envolvimento e receptivos, e com capacidade de resposta para a verdade, não é foco da nossa cultura.
[...], o deslumbramento ante as sutilezas da lógica e especialmente da lógica matemática é, por si, prova de imaturidade filosófica. Embora algum estudo dessas disciplinas seja indispensável, a contribuição delas à grande filosofia é bem irrisória. O próprio criador da ciência lógica, Aristóteles, fez pouquíssimo uso dela em suas investigações, preferindo a confrontação dialética, tecnicamente inferior porém mais rentável como logica inventionis, 'lógica da descoberta' em oposição à lógica da prova.
A realidade é matemática, a realidade é música, a realidade é linguagem... Todas essas lindas afirmações são pensamento metonímico, fruto do desejo histérico de reduzir a um fator controlável algo que nem mesmo conseguimos apreender no todo. Seus autores são índios botocudos buscando nas formas geométricas de potes e panelas um refúgio contra o temor da floresta. Essas sentenças tornam-se verdadeiras quando as invertemos: matemática é realidade, música é realidade, linguagem é realidade. A realidade nos transcende e abarca, contém tudo e não se reduzirá jamais a nada que possamos 'pensar'.
A matemática está presente em tudo.Está presente no universo,no nosso mundo,no povo,na sua cultura e nos seus habitantes e suas sociedades.Com margem pequena de erro podemos dizer que 1% da humanidade se destaca no quesito inteligência e 99% são medíocres.Assim é também entre os comentaristas que infestam as mídias,tanto comentaristas políticos,econômicos e esportivos.1% falam com embasamento.99% só falam asneiras.
“Eu poderia falar igual Galileu, que a Matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo, igual Descartes, que o método matemático é modelo para aquisição de conhecimento em todos os campos, igual Pitágoras, que tudo é feito de números, mas não, pois a Matemática é fantástica vista de qualquer maneira que seja”.
A beleza da estética mineral in natura é por si só universal, matemática, geométrica e concreta. Uma real inspiração futurística para os melhores projetos de ocupação urbana dos espaços. E o Brasil ainda possuiu uma das mais ricas diversidades de gemas e minerais do planeta. Com tudo isto a carência de cursos profissionais para o setor mineral e joalheiro é imensa, parece que ainda estamos aguardando, por piratas ou internacionais aventureiros descobridores.
Não faz sentido explicar o universo físico em termos de relações matemáticas e ao mesmo tempo condicionar essas relações à existência do mesmo universo, como se fossem meros fatos empíricos e não leis incondicionalmente válidas, independentes de qualquer universo. Ou as leis da razão são eternas, ou toda e qualquer explicação do que quer que seja é história da carochinha.
Mãe não tem diploma ou certificado. Nem carteira de habilitação, fórmula matemática ou contrato de letras miúdas. Mesmo que ser mãe não seja para qualquer uma. Por isto, não haverá mãe por decreto judicial, por lei irrevogável ou por receita médica. Não mãe de verdade. Nem basta se declarar mãe apenas por se achar que é. Não há presunção de maternidade. É preciso ser, simplesmente ser. Mas, antes de tudo, é preciso saber ser mãe.
Faço Matemática na faculdade, e o que eu mais aprendi lá foi fazer política. Não que seja ruim, muito pelo contrário, e não que haja um incentivo pra isso no curso; mas porque sofri choque de ideias, porque aprendi e tomei para mim valores que só se tem acesso em locais muito específicos. Se alguém, algum dia, me perguntar o que a faculdade de matemática me trouxe de melhor, eu direi: - A negação plausível dos conceitos fracos que levei para lá.
Na Matemática com interpretação algébrica, uma divisão de um número maior do que zero por zero tende ao infinito (Exemplo: 1/0 = Inf). É um caso particular que resulta em contradições e paradoxos quando se divide por este valor (0). Desde então, estive avaliando tal caso e criei uma tese na qual diz que todo número (n > 0) dividido por zero deve permanecer inalterado, isoladamente. Bom, a princípio parece loucura ou a mesma idéia de Mahavira, matemático indiano que tentou explicar esse cálculo, mas de maneira errônea. Mas deixe-me explicar. Nas calculadoras comuns (e até em algumas científicas) a divisão de um número maior do que zero por zero não é aplicável (devido usar interpretação elementar baseada na aritmética simples), resultando em um erro acompanhado de uma mensagem. Quando se consegue efetuar esta operação, obtemos o infinito como resultado. Mas, como já dito, nesta situação há contradições e paradoxos, aceitando-se, desde então, apenas a indefinição ou indeterminação. Portanto, resolvi observar as idéias e notar que, tratando ISOLADAMENTE o dividendo (1), seu valor deve permanecer o mesmo, já que há indefinição ou indeterminação efetuando-se a divisão por zero. Não estou afirmando que 1/0 = 1, mas que, a operação não deve ser efetuada por motivos de indefinição ou indeterminação do cálculo, mantendo-se, a partir de então, o dividendo, que é 1.
E tem aquela coisa, né? É que eu leio um livro de história aqui. O outro sabe mais de matemática ali. O outro acolá, bom, aquele só entende de Futebol. Mas no fundo. Não sei de nada. Mas todo mundo acha que sabe. Dizer o quê? Todo mundo parece que tem razão. Os seus livros, escrito por outros, dizem que sim. Eu acredito no sábio que diz que viu a história, mas ainda não aprendeu.
