Textos Emocionantes

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O ideal é nos comportarmos adequada e corretamente. Porém, somos humanos imersos em emoções e nem sempre conseguimos seguir à risca todas as regras.

Em alguns momentos temos atitudes mais descontraídas e informais bem como podemos “perder a cabeça”. Não se culpe por isso, mas continue se policiando para se portar educadamente em lugares e também com as pessoas.

Quando você se depara e convive com pessoas sem a menor educação você pode perder o controle. Pois conhecendo o certo fica mais difícil aceitar o erro ainda que seja do outro.

Num acesso de raiva você pode esquecer todas as regras e se igualar a quem te incomodou. Depois pode se sentir decepcionado (a) por conhecer todas as regras, mas não conseguir segui-las à risca. Mas, não se sinta culpado (a) por isso, pois todo o humano quando experimenta a dolorosa picada do desrespeito pode se descontrolar e esquecer todas as regras e ter a errônea ideia de magoar quem o magoou.

Não cobre perfeição dos outros nem de si mesmo (a), apenas progrida comportando-se cada vez melhor e lembre-se: somos humanos imperfeitos em busca de aperfeiçoamento.

Maturidade Emocional


“Maturidade emocional não é vencer discussões, é entender que nem todo mundo quer compreender o que você sente. E quando isso acontece, o silêncio deixa de ser fraqueza e se torna sabedoria.


Explicar-se demais cansa a alma. Quem realmente quer entender, entende até o silêncio; quem não quer, transforma qualquer palavra em julgamento.


Afastar-se de pessoas e ambientes tóxicos não é orgulho, é amor-próprio. Às vezes, o maior ato de coragem não é insistir, mas recomeçar.


E as decepções? Elas nascem menos do que os outros fizeram e mais das expectativas que criamos. Mas cada dor também traz uma lição: escolher a própria paz nunca será egoísmo.


Porque amor-próprio é parar de se apagar para iluminar quem nunca valorizou sua luz.”

CUIDA DE MIM, SENHOR!

Senhor !
Neste súbito momento de emoções
Não sei explicar tamanho vazio.
Quando a dor consome o meu corpo
Sinto-me caindo e meus olhos virando.
E , como pássaro ferido
Na espreita das serpentes
Que desejam devorar-me.
Senhor!
Tira-me das fraquezas humanas
Revela em mim a fé
Que possa levantar-me
E ter ânimo para caminhar.
Senhor!
Sou teu filho pecador
Que nesta hora fragilizado
Busca em ti consolo
Busca esperanças de paz
Busca a realidade maior
Que é viver pelo amor!
Amor que transforma
Refresca minha alma
Que tão somente em Ti
Posso confiar plenamente
E pedir com toda humildade
Cuida de mim, Meu Senhor!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
MIMOSO DO SUL- ESPÍRITO SANTO
CELULAR/ZAP - 28 - 999714550

EMOÇÕES

Não carrego a sorte no bolso
Não levo amuletos ou patuá
Levo comigo as emoções
Embaladas nos meus pensamentos.
A vida me leva com o tempo
Que só Deus sabe o destino
Procuro desejos mais puros
No amor tudo posso e invento.
Não invejo riquezas desse mundo
Nada levaremos desta terra
O amor este sim se faz eterno
Nos leva pro céu nos livra do inferno.
Estenda as mâos pro seu irmão
Diga palavras que possa ajudar
Abrace a quem puder abraçar
Jamais desanime de lutar
Pois sua vida foi gerada para amar !

JOAO BATISTA BARBOSA
POESIA

NO PEDÁGIO

No pedágio eu busquei emoções
Vagando nas estradas do sul
Torneando as linhas da vida...
No encontro que se fez retorno
Deslizando tatuagens coloridas.
No pedágio entre vagos mistérios
Na cabine olhos que percebiam
Que a busca era mesmo constante
Não eram inúteis aquele instante!
Mas uma força pulsando no peito
Uma aventura revirando o leito
O desejo de provar daquela fonte
Rio que jorrava no meu coração .
Mas águas que fluem para o mar
Doces, mas que se tornaram amargas
Limites entre sorrisos e lágrimas
Beirando a vontade de beijar
Porém a boca foge sem oraçao .
Nesse pedágio nas bandas de lá
Escondido continua em seu casulo
Fugindo do medo por não amar...
Deixando sangrar-me pelo chão
Espiando sucumbir nesse pedágio
Onde o preço foi grande decepção !

JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA E PENSAMENTOS

BEIJO DE DEUS


O sopro do vento
Beija suavemente
Nossas emoções .
E com esse frescor
Avançamos o tempo
Que nos faz velejar
Pela ondas da vida.
Sentimos vontades
Vezes com lágrimas
Outras com prazeres...
Algumas na contramão
Diga de sorte ou azar.
Mas a cadência não cessa
Pela força dos desejos
Pela intensidade da fé
Que nos leva sempre além .
Somos o sopro divino
Pelo ar que respiramos...
Sentimos a presença de Deus
No beijo suave do vento
Esse com certeza
É o beijo maravilhoso de Deus !


JOÃO BATISTA BARBOSA

SER POETA
Ser poeta de coração
Traçar desejo e emoção
Buscar o céu e o chão !
Sou poeta da vida
Misturado numa química
No suave e doce olhar
Sem explicações traçar
Linhas dessa transformação
Para que possa entender
Que sou poeta de coração!
Revelar maravilhosas cores
Encontro da boca e do beijo
Sem entender esse mistério
Eu sou poeta sem explicação!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

SEU POETA
Sou poeta do seu coração
Escrevendo desejos e emoções
Buscando delícias no sentimento...
Sou o poeta da sua vida
Misturado numa química linda
No seu suave e tão doce olhar
E sem explicações vou traçando
Linhas dessa grande transformação
Para que verdadeiramente entenda
Que sou poeta do seu coração!
=====
Revelações em maravilhosas cores
O encontro da boca e do beijo
Sem entender esse mistério
Eu sou poeta sem explicação!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

EMOÇÕES MISTURADAS

Emoções que pairam no horizonte
Nas dimensões reais do prazer
Contraste através do horizonte
Formas diversas que se possa ver.
Emoções brotam toda vida
Escondem entre risos e lágrimas
Tal como chegada e partida
Tais forças em vários climas.
Desejos em fases mistificadas
Plantando ou colhendo flores
Horas de imprevisíveis temporais.
Assim em emoções tão misturadas
Sinais em tonalidades decolores
Águas sinuosas que não voltam jamais.

Em um modelo de sociedade atual nada foi feito para durar .
Porém nossas emoções respondem a toda esse modelo .
E passamos a nos relacionar com um principal objetivo de levarmos alguma vantagem .
O chamado do ser humano nunca foi para viver algo superficial, mas sim a verdadeira essência em sua plenitude.

Forró
"Melodia envolvente e dançante, com sanfona marcante, refrão contagiante e emoção nordestina, transmitindo amor, saudade e alegria."


Piseiro
"Melodia moderna e animada, com batida de piseiro envolvente, refrão forte, fácil de decorar e cantar, transmitindo paixão, sofrência e superação."


Brega
"Melodia romântica e sentimental, com forte carga emocional, refrão marcante e inesquecível, transmitindo amor, saudade e sofrimento apaixonado."


Arrocha
"Melodia intensa e apaixonante, com clima de sofrência, refrão poderoso e fácil de cantar, transmitindo dor de amor, saudade e desejo de reconciliação."


Seresta
"Melodia suave e nostálgica, com interpretação emocionante, refrão marcante e elegante, transmitindo amor verdadeiro, saudade e recordações inesquecíveis."
Se quiser um comando ainda mais completo para a Suno, pode usar:


Redação
Voz masculina emotiva, melodia marcante, refrão forte e fácil de cantar, produção profissional, interpretação intensa, instrumentos característicos do estilo, transmitindo amor, saudade, esperança e emoção verdadeira, com potencial para tocar o coração do ouvinte.

CONFISSÃO DO SENTIR


Dentro desse sentir,
aprendo a seguir,
deixo a emoção conduzir
os passos do meu existir.


Confesso com os olhos
o que a voz não alcança dizer,
e guardo no coração
razões para viver.


Procuro não desapontar
quem me oferece afeição,
pois o carinho verdadeiro
merece dedicação.


E quando o tempo silencia
seus passos pelo caminho,
renovo o amor da vida
com esperança e carinho.


Assim sigo,
entre sonhos e emoção,
fazendo de cada instante
uma nova celebração.

Um olhar refinado sobre si.
Não é sobre controlar as emoções, porque controlar sugere prisão, e nada que é preso floresce. É sobre cuidar, dar espaço para que as emoções tenham voz, mas na hora certa, no tom certo, sem sufocar a razão.


Olhar para dentro de si é um exercício de coragem. É reconhecer cada parte que compõe o todo: os medos escondidos, as dores que ainda ecoam, os sonhos que teimam em brilhar, mesmo quando tudo ao redor parece cinzento.


É como lapidar uma pedra bruta: exige tempo, paciência e um certo amor pelo processo.
O olhar refinado não busca perfeição, mas entendimento. Ele nos ajuda a distinguir o que sentimos, a perceber o que precisa ser silenciado e o que merece ser ouvido.


Pensar é, portanto, uma forma útil de agir.
Não agir por impulso, mas por consciência. Não calar o coração, mas ensiná-lo a dançar em harmonia com a mente.


Olhar para dentro de si é um ato de estratégia e também de poesia. Porque só quem aprende a se enxergar de verdade pode, enfim, escolher os caminhos que levam à sua melhor versão.

Consciência na Vida (Rap da Prevenção)
Torça, grite, seja feliz, viva emoção,
mas não esquece a proteção no coração.
Na hora do amor, tem que ter consciência,
camisinha é respeito, cuidado e consciência.
Não é só futebol, é vida em jogo também,
se protege direito pra chegar sempre bem.
HIV não escolhe, não tem direção,
mas a prevenção tá na sua mão.
Helaine machado

Guardo tua voz como trilha sonora antiga, dessas que ainda emocionam,
mas não combinam com o agora.
Não há raiva aqui, só um carinho maduro, que entende que ficar também pode ser ir embora.


Então este é o último episódio
de “nós”, sem promessas,
sem reprise, sem volta.
Aperto o stop com lágrimas
calmas e verdadeiras,
e sigo — levando amor,
mas escolhendo paz.

E olha… eu vou te contar uma coisa que a gente só entende depois de apanhar emocionalmente igual tapete em dia de limpeza pesada… amor que marca é barulhento. Faz escândalo, quebra prato invisível, deixa cicatriz que a gente até mostra com um certo orgulho, tipo troféu de guerra que ninguém pediu pra disputar. Já o amor que permanece… ah, esse quase não faz barulho nenhum. Ele chega de mansinho, senta do seu lado e, quando você percebe, já está ali há anos, dividindo até o último pedaço de pão e o último suspiro de paciência.


Eu já fui dessas que confundia intensidade com destino. Achava que quanto mais difícil, mais verdadeiro. Quanto mais lágrimas, mais profundo. Basicamente uma novela mexicana ambulante, só faltava a trilha sonora dramática e uma câmera dando zoom no meu rosto enquanto eu olhava pro nada pensando “por quê?”. E o pior é que a gente romantiza isso. A gente acha bonito sofrer. Olha que perigo.


Mas aí a vida, essa professora sem paciência e sem filtro, vem e fala “minha filha, senta aqui que você ainda não entendeu nada”. E foi aí que eu comecei a perceber que o amor que fica não precisa te convencer de nada. Ele não te deixa em dúvida, não te faz virar detetive emocional, não exige interpretação de texto às três da manhã.


O amor que permanece é quase sem graça… e é justamente por isso que ele é extraordinário. Ele não te dá frio na barriga todo dia, porque te dá algo muito melhor: paz. E paz, minha querida, não viraliza, não rende história caótica pra contar pras amigas, não dá engajamento… mas sustenta uma vida inteira.


Entre o amor que marca e o amor que permanece, eu também fico com o que fica. Porque o que marca às vezes só prova que doeu. O que permanece prova que deu certo. E no final das contas, depois de tanto drama desnecessário, tudo o que a gente quer é alguém que fique. Que fique quando o encanto dá uma cochilada, quando o dia é comum, quando a gente não está interessante, quando a gente só é… humana.


E é curioso, porque o amor que fica não grita “eu sou o amor da sua vida”. Ele só… fica. E nisso, ele vence.


Agora me diz, você ainda está escolhendo emoção ou já está escolhendo permanência?

LIBERTEM-SE DA ILUSÃO EMOCIONAL, PORQUE ELA É UMA PRISÃO...

Cada um de vocês pode se libertar disso. Isso não é amor; vocês amam a versão que inventaram da pessoa. Mas, se hoje fossem viver um romance, acabariam do mesmo jeito. Idealizamos aquilo que não existe mais ou aquilo que a gente acabou inventando.

Pensamos, choramos, a ponto de sentir tanta dor emocional que achamos que vamos enlouquecer. Eu passei muito tempo sofrendo assim; sonhava, mesmo sem querer pensava. É como se os ventos trouxessem memórias de nós e soprassem nos meus ouvidos, alcançando o subconsciente.

Poxa, foi aos 16 anos, e isso ainda perdurou por muito tempo.

Um dia, tive a coragem de escrever e contar tudo o que sentia, tudo o que me lastimava. Eu precisava me libertar! Nunca mais seríamos nada um para o outro, além de memória. Ele confessou também que, se fosse em outra época, talvez mais adiante, e se não tivéssemos ninguém, talvez seríamos perfeitos um para o outro e daríamos o amor que tanto não entendemos. Mas hoje nós dois seguimos nossas vidas, respeitamos nossos parceiros, e ambos resolvemos nunca mais entrar em contato.

Eu disse isso; já ele falou no silêncio. Nas desculpas por não ter percebido o quanto eu o amava, pediu perdão. Eu disse que não havia nada para perdoar e que desejava que ele fosse muito feliz em sua vida, porque ambos estamos sendo cuidados, e que assim permaneça.

Nunca mais chorei, nunca mais sofri, nunca mais pensei no que poderia ter sido. Escrever diretamente ao destinatário e abrir a alma me libertou. Nunca mais escrevi melancolias; hoje sou motivação. E, sim, ninguém esquece, a menos que soframos um colapso mental e percamos a memória. Mas a gente consegue, a partir disso, seguir a vida como se nunca tivesse se decepcionado durante todo esse tempo.

Espero que façam o mesmo e se libertem, deixando bem claro que já é passado e que tudo o que queriam era colocar para fora o que faz doer.

Eu demorei, mas demorei mesmo, daquele tipo de atraso emocional que não aparece no relógio, só no peito, para entender que o amor, às vezes, é uma espécie de teatro interno onde eu mesma escrevo o roteiro, dirijo a cena e ainda me emociono como se fosse tudo absolutamente real. E veja só, eu ganhando prêmio de melhor atriz de um relacionamento que só existia metade. Metade não, sejamos generosas, um terço… porque a outra parte estava ocupada demais colecionando aplausos em outros palcos.


É curioso como a memória tem esse talento meio cínico de selecionar cenas. Eu me lembro perfeitamente do momento em que disse “eu te amo” pela primeira vez, abraçada, chorando, como se estivesse entregando um pedaço de mim que não vinha com manual de devolução. Naquele instante, era verdadeiro. E isso ninguém tira de mim. O problema nunca foi o que eu senti, foi o que eu construí em cima disso. Eu não amei só uma pessoa, eu amei uma narrativa inteira, uma saga digna de várias temporadas, com direito a final feliz, trilha sonora e filhos correndo no quintal que só existia na minha cabeça.


Enquanto isso, ele… ah, ele era jovem, leve, solto, quase um turista emocional. Passava, olhava, sorria, colecionava experiências como quem junta figurinhas repetidas. E eu ali, me sentindo edição limitada. Olha a audácia da minha ilusão. Eu, que escrevia “bíblias” inteiras sobre um futuro compartilhado, enquanto ele mal lia o resumo da contracapa. Não era maldade, era descompasso. Eu estava vivendo um romance, ele estava vivendo um momento.


E o mais bonito e mais doloroso de admitir é que o meu amor era real, sim. Não foi mentira, não foi invenção no sentido vazio. Foi sentimento de verdade direcionado para uma história que eu amplifiquei além do que existia. É como plantar uma árvore num terreno que nunca foi seu e depois estranhar quando alguém constrói um muro ali. A culpa não é da árvore, nem da semente. Mas talvez da expectativa de que o mundo ia respeitar algo que só eu sabia que estava crescendo.


Hoje, quando eu olho para trás, não sinto mais aquela vontade desesperada de reescrever o passado. Eu olho com uma espécie de carinho maduro, quase irônico. Como quem vê uma versão mais jovem de si mesma acreditando que intensidade é sinônimo de reciprocidade. Não é. Intensidade é só intensidade. Amor mesmo precisa de resposta, de presença, de construção conjunta. Sozinha, eu não estava vivendo um amor, eu estava sustentando uma fantasia muito bem alimentada.


E tem uma liberdade silenciosa nisso tudo. Porque quando eu entendo que não perdi exatamente alguém, mas sim uma ideia, tudo muda de lugar dentro de mim. Eu não fui rejeitada como pessoa, eu só investi em algo que não tinha a mesma profundidade do outro lado. E isso não diminui quem eu sou. Pelo contrário, revela o quanto eu sou capaz de sentir, de me entregar, de criar. Só que agora, com um pequeno detalhe a mais: lucidez.


Eu continuo sendo essa mulher que sente muito, que escreve demais, que imagina futuros inteiros em segundos. Mas hoje eu aprendi a perguntar, antes de construir castelos: tem alguém aqui comigo levantando essas paredes, ou sou só eu decorando um espaço vazio?


Porque no fim das contas, o amor não pode ser uma medalha na estante de ninguém. Amor de verdade não se coleciona. Se vive, lado a lado. E se não for assim, eu prefiro a honestidade do vazio do que a ilusão confortável de uma história bonita que nunca saiu do papel.


Se você se reconheceu em algum pedaço disso, talvez seja hora de parar de reler capítulos antigos e começar a escrever algo novo.

Tempestade Interior


Mudanças de humor, um turbilhão sem fim
Instabilidade emocional, um coração que não tem paz
Medo de abandono, uma sombra que me segue
Um vazio que dói, um grito que não sai
Agir sem pensar, um impulso que me consome
Comportamento autodestrutivo, um caminho que me destrói
Dificuldade em manter relacionamentos, um laço que se desfaz
Um isolamento que me engufa, um silêncio que me mata
Pensamentos negativos, uma voz que me condena
Distorcido e sombrio, um reflexo que me apanha
Dor crônica, um peso que me oprime
Problemas de sono, um descanso que não vem
Sou uma tempestade, um mar em fúria
Um coração que se debate, uma alma que se perde
Mas a psicologia me mostra um caminho
A terapia é a chave, o refúgio que me acolhe


TCC, TDC, Psicodinâmica, Grupo, um apoio sem igual
Terapia ocupacional, apoio de pares, um laço que não falha
Com a ajuda de um profissional, posso encontrar a paz
E transformar a tempestade em um mar calmo, em um novo aza
A luz do sol brilha novamente, a esperança renasce
E eu, enfim, posso respirar, posso viver, posso ser feliz.


Filosofia/psicologia/poesia
Autor: Caio Vinícius dos Santos costa

Emoções num poço de gravidade massiva somos visionários no lienar do evento de sagitário...
Dualidade nas cruas vertentes alienação intelectual se torna evidência que terra pode ser plana pois nunca virão o espaço sideral, nunca tiveram a realidade ambígua. Penas um gosto do mundo imerso da paralelos digitais
Por Celso Roberto Nadilo