Textos Emocionantes
ONTEM E HOJE
Ontem,
a carta cruzava estradas,
levando notícias e emoção;
Hoje,
a mensagem corta os céus
na velocidade da conexão.
Ontem,
o avô contava histórias
à sombra do velho juazeiro;
Hoje,
o mundo inteiro cabe
na tela de um aparelho.
Ontem,
a enxada riscava a terra
sob o calor do verão;
Hoje,
máquinas guiadas por satélites
fazem a mesma plantação.
Ontem,
o valor estava na palavra,
no aperto firme da mão;
Hoje,
contratos digitais registram
o peso da obrigação.
Mas nem tudo mudou,
nem tudo ficou para trás;
a tradição guarda as raízes,
a inovação abre portais.
A primeira ensina quem somos,
a segunda onde chegar;
uma sustenta o presente,
a outra faz avançar.
Pois o futuro mais seguro
não nasce da divisão:
é quando o ontem oferece sabedoria
e o hoje traz renovação.
Além da Superfície, O Florescer da Força na Delicadeza
A sua alma liberta e as suas emoções fervorosas fazem dela uma arte provocante, que apresenta mais do que beleza, uma essência interessante que faz a sua força florescer na sua delicadeza; e mesmo em uma ocasião passageira, ela consegue ser marcante assim como experiência prazerosa e inesquecível. Então, ver apenas a sua superfície não é o bastante; porém poucos têm a permissão de mergulhar na profundidade do seu íntimo.
AS ROSAS QUE VOCÊ PLANTOU!
As rosas que você plantou
E regou com tanta emoção
Os canteiros que contornou
Carinhosamente com sua mão.
As rosas que você plantou
Amarelas, brancas, vermelhas, rosas
Todas seu coração tanto amou
Canta poesias e também prosas.
Entre essas lindas flores
Um pouco ficou de saudade
Do cheiro e das belas cores.
O tempo levou suas rosas
Mas deixou em pensamentos
A essência dos sentimentos.
As rosas que plantou outrora no tempo
Sopram ainda através do eterno vento
João Batista Barbosa
Transformação
Me transformo em minhas próprias emoções.
Cada uma dela se refere ao meu ser.
Me sinto honrado em saber que posso sentir algo.
Sinto que os meus sentimentos já não cabem mais nesse espaço.
Escrevo para disseminar tudo aquilo que eu sinto.
Me vejo parado em frente ao comodismo.
MUNDO SEM EMOÇÃO
Mundo na retina dos olhos
Vai além dos pensamentos
E quando embora se inclina
Palavras perdem a rima
Quase ninguém tem sentimentos
Parece o congelar das emoções
Quase ninguém sente paixões
Daquelas que rolavam lágrimas
O tempo soprou bem longe
Cheiro bom que antes colorido
Agora nada mais tem sentido
O mundo se perdeu na fonte
Que pulsava coração ardente
Ele fugiu e nem deixou semente
Todas flores do romantismo
Virou buquê sem realismo
Não tem graça nem fantasia
Cessou a doce poesia
O mundo gira sem sentido
O homem assim corrompido
Sem desejos sinceros
Adormece na solidão
Pois que antes havia emoção
Já não existe mais coração!
João Batista Barbosa
Poesias e pensamentos
VIAJANTE ARDENTE!
A emoção que brinda
No momento inesperado
No rompante do instante
Quando menos esperamos!
A sensação de alegria
Misturada com surpresa
Com toda euforia
Inundando sentimentos!
Simplesmente emoções
Que estampam nossa voz
No clarão raiar do dia
No cair da noite fria
Ou quem sabe coincidência
Numa estrela cadente
A tempo de um pedido...
Sou mero viajante
Que num raro instante
Veleja os pensamentos
Numa viagem de magia
Do momento tão freqüente
Pulsando coração ardente
Nesta emoção tão forte
Refaz a vida entre a morte
Da Luz iluminando a mente!
JOÃO BATISTA BARBOSA
Poesias
O ideal é nos comportarmos adequada e corretamente. Porém, somos humanos imersos em emoções e nem sempre conseguimos seguir à risca todas as regras.
Em alguns momentos temos atitudes mais descontraídas e informais bem como podemos “perder a cabeça”. Não se culpe por isso, mas continue se policiando para se portar educadamente em lugares e também com as pessoas.
Quando você se depara e convive com pessoas sem a menor educação você pode perder o controle. Pois conhecendo o certo fica mais difícil aceitar o erro ainda que seja do outro.
Num acesso de raiva você pode esquecer todas as regras e se igualar a quem te incomodou. Depois pode se sentir decepcionado (a) por conhecer todas as regras, mas não conseguir segui-las à risca. Mas, não se sinta culpado (a) por isso, pois todo o humano quando experimenta a dolorosa picada do desrespeito pode se descontrolar e esquecer todas as regras e ter a errônea ideia de magoar quem o magoou.
Não cobre perfeição dos outros nem de si mesmo (a), apenas progrida comportando-se cada vez melhor e lembre-se: somos humanos imperfeitos em busca de aperfeiçoamento.
[A Fantástica Fábrica de Submissões e a Ampulheta dos Aloprados]
nem aqueles
tijolos emocionais,
arremessados
com força total
em alta velocidade,
despertaram
os gritos.
um silêncio
pesadíssimo,
se mantinha
calado, mudo
e emudecido,
paralisado
por assim dizer.
nem mesmo
as cercas morais,
que avançavam
em plena luz do dia,
expulsando nossa
honestidade mais
sincera, para
as longínquas
ilhas da periferia,
serviram
para impulsionar
os surtos
coletivos.
enquanto um
tresloucado
aleatório, saía
para passear
com teus transtornos,
sabíamos no fundo,
que os enclausurados
por tuas sandices,
eram os menores
perigos, deste
vasto sanatório
a céu aberto.
as insanidades
se resumiam
quase sempre,
a alguns resquícios
pífios das loucuras
individuais.
de um ou outro
maluco, tomado
pela insensatez
oportuna, d'uma
demência respingada.
porém, o risco real,
brotava na ânsia
alucinada por cargos
eletivos e teus
patrocínios.
da normalidade
intolerável, que vinha
sendo semeada,
pela padronização
homogênea e
indiscriminada
das ilusões,
prevista e promulgada,
pelo rigoroso processo
de mu-mi-fi-ca-ção.
Michel F.M. - Trilogia Flores do Pântano
Bruno Michel Ferraz Margoni
03/01/2024
Como reprimir a avalanche de sensações e emoções que me tomam o ser?
Se mesmo que eu tente sufocar isto em mim transborda.
A emanação de sentimentos que me toma a alma e se esvai corpo afora, como banho demorado de água morna?
Como calar o sentimento que estava aprisionado e encontrou vazão para ecoar?
Silenciar o grito de alegria que teimosamente se faz som audível a quem me encontrar?
Como não transbordar amor se o sorriso não se apaga de mim?
São tantos por quês, que desisto de perguntar e responder, quero apenas me deixar ficar, para apenas ser…
Jardim das Emoções
Quando Flávia Encontrou Bruna
Na sala havia muitas crianças, vozes, movimentos e descobertas acontecendo ao mesmo tempo.
Algumas delas tinham desafios maiores para se comunicar, para compreender ou para se acalmar.
Nem sempre o adulto conseguia estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
Flávia era uma dessas crianças.
Autista e não verbal, começava, aos poucos, a dizer algumas palavras.
Em casa, a mãe se dedicava com amor, reforçando cada conquista, cada som, cada tentativa.
O jardim era agitado.
A turma era grande, e os desafios também.
Não era falta de cuidado — era a realidade.
E foi ali que a inclusão aconteceu de verdade.
Bruna percebeu Flávia.
Entendeu seus gestos, esperou seu tempo, segurou sua mão quando o barulho era demais.
Sem precisar que alguém mandasse, ela ajudava.
Enquanto os adultos organizavam o possível, as crianças faziam o essencial:
cuidavam umas das outras.
Com Bruna por perto, Flávia se sentia mais segura.
Arriscava novos sons, novos olhares, novas tentativas.
Pequenos passos, grandes conquistas.
Flávia não estava sozinha.
Ela tinha uma amiga.
E, naquele espaço cheio de desafios, a amizade também ensinava.
"A inclusão não pode ser feita apenas de boa vontade; ela precisa de profissionais, recursos e políticas públicas reais."
A criança não deve carregar a responsabilidade que é do sistema.
Finalizo minha apresentação com este apelo. A educação inclusiva não pode ser feita apenas de boa vontade; ela precisa de recursos e respeito à diversidade. Que nosso olhar atento se transforme em ação e luta por uma escola verdadeiramente acolhedora e equitativa."
''O Cataclismo Iminente''
No abismo interno ou mar infinito,
São várias emoções misturadas,
Fazendo-nos ficar sobrecarregados e aflitos,
Um colapso iminente, como uma bomba-relógio.
Se permanece no mesmo lugar,
Até um momento explodir,
Gerando uma catástrofe enorme.
E mesmo reconstruindo os edifícios,
A população afetada,
Ainda terá sido a afetada,
E a nada que possamos fazer,
Que mude isso.
Mas podemos ao menos,
Reconstruir com mais cuidado,
E ficarmos sempre preparado,
Se acaso vier um abalo sísmico.
Nem todo silêncio significa rejeição
Quando estamos emocionalmente fragilizados, a mente tende a preencher os espaços vazios com interpretações. Uma mensagem sem resposta pode parecer desinteresse. Um olhar distante pode parecer rejeição. Um dia difícil pode ser entendido como falta de carinho.
Mas a realidade nem sempre confirma aquilo que pensamos.
Nossa percepção é influenciada pelas emoções, pelas experiências passadas e pelas crenças que carregamos.
Antes de transformar uma interpretação em verdade, vale a pena perguntar: “Existe outra forma de compreender essa situação?”
Essa simples pergunta pode diminuir muitos sofrimentos desnecessários.
Pepita de Oliveira
As emoções não são inimigas
Muitas pessoas tentam eliminar a tristeza, o medo ou a raiva como se essas emoções fossem sinais de fraqueza.
Na verdade, elas fazem parte do funcionamento saudável da mente.
O sofrimento costuma aumentar quando brigamos com aquilo que sentimos.
Reconhecer uma emoção não significa concordar com ela. Significa permitir que ela seja compreendida antes de decidir o que fazer.
A inteligência emocional não está em sentir menos. Está em responder melhor ao que sentimos.
Pepita de Oliveira
Vou onde a música me chama
A alegria é contagiante e as emoções são imensas
O sentido da vida é exatamente isto
Brincar, dançar e deixar fluir seus sentimentos
Sem se incomodar com o julgamento alheio
O importante é sorrir e viver a vida como lhe convém
Se divertindo plenamente
Com um só objetivo
Ser feliz.
Quando se é novo é sempre a somar. Somam-se amigos, emoções, experiências, livros, canudos, lugares, responsabilidades, preocupações e ambições, vícios e prazeres que não viciam.
Até cada ano de vida que se viveu é celebrado como se fosse uma proeza. É triunfalmente que se chega aos 6, 10, 14, 18 ou 22 anos. E com razão. Ainda consigo lembrar-me que eram obra.
Depois, não sei a que idade (é aquela em que nos deixamos de importar tanto com as coisas, daí nunca darmos por ela), começamos a compreender a alegria e a liberdade de subtrair coisas e pessoas que só nos pesam, roubando-nos tempo, paciência e a calma necessária para sobrevivermos e que se vão tornando, monstruosa e deliciosamente, cada vez maiores.
O tempo de subtrair é cruel e frio e imensamente libertador. Dá vida aos últimos anos de vida que temos. Sim, porque a vida acaba. A morte acontece e, irritantemente, dura para sempre. Há quem diga que é como o tempo antes de nascermos (até um gênio como Samuel Beckett caiu neste pensamento impreciso) mas não é. O tempo depois de morrermos é sempre pior do que o tempo antes de nascermos.
Ninguém sobrevive. Nascemos, vivemos e morremos. Sobreviver é tão estúpido como anteviver. A grande diferença entre estar perto da nascença e estar perto da morte é que a proximidade da morte é necessária e suficientemente melhor conselheira.
Antes de morrermos convém nos despirmos até estarmos nus; só com os nossos verdadeiros amores.
Miguel Esteves Cardoso
" A solidão pode ser uma experiência emocional dolorosa que sentimos quando nossa necessidade humana de companhia não está satisfecha com a companhia de Deus. Não deixe a dor roubar tua esperança. O sentir só não é o mesmo que estar sozinho. Transforme esta solidão em SOLITUDE —a arte de desfrutar da própria companhia. Escolha vivenciar o teu momento como tranquilidade, introspectiva, criatividade ou descanso. Também aproveite para relacionar consigo mesmo e com Deus que jamais te deixou ou deixará só."
—By Coelhinha
A tristeza
Tristeza é um sentimento horrível,
Uma emoção natural que sinaliza,
Vontade de se alegrar parece impossível,
Mas o tempo aos poucos tudo cicatriza.
Processar as perdas e frustrações
Gera diminuição de energia
Deve-se focar em hábitos e ações
Para aumentar o nível de alegria.
É um processo de emoção natural
Desencadeada por uma perda maior
Com impactos biológicos anormais
Afetando até a imunidade sem dó.
Todavia, a tristeza é falsa energia,
É preciso mudar a perspectiva então,
Tirar o peso e buscar mais alegria,
Desnudar-se de toda melancolia, ou não.
A alegria chega e acaba a tristeza,
Dissipa as energias da melancolia.
Aumenta a formosura e a beleza,
Finalizando com toda essa agonia.
Raimundo Nonato Ferreira
Julho/2026
Consciência na Vida (Rap da Prevenção)
Torça, grite, seja feliz, viva emoção,
mas não esquece a proteção no coração.
Na hora do amor, tem que ter consciência,
camisinha é respeito, cuidado e consciência.
Não é só futebol, é vida em jogo também,
se protege direito pra chegar sempre bem.
HIV não escolhe, não tem direção,
mas a prevenção tá na sua mão.
Helaine machado
Hortencias sua flor forma um buquê,
Um buquê não sei de quê?
Pois cada cor é uma emoção
Que traduz no coração.
Que belas cores!
branco, azul e rosa,
Formam cores pela acidez da terra.
Portanto há outra espécie como a amarela.
Como são lindas as hortencias!
Que chama borboletas, abelhas e beija-flor
Com a simples beleza da flor!
Meus olhos não esconde a admiração,
Fico grata por tanta beleza,
Louvo a DEUS em sua perfeição
De coração e adoração !
LIDDY VIANA
O apego é uma das causas mais profundas dos problemas emocionais, porque, ao nos apegar a algo, geramos o medo de perder aquilo que seguramos. Esse medo alimenta a ansiedade, a insegurança e a dor. Normalmente, nos apegamos a sentimentos, pensamentos, ações, a eventos do passado, a expectativas do futuro, ao tempo que passou ou ao que ainda está por vir, a pessoas, a lugares, ao lar, ao conforto, ao trabalho, à família, aos amigos, aos objetos e até ao nosso próprio corpo. Quando nos apegamos, ficamos presos a essas coisas, como se dependêssemos delas para nossa satisfação ou identidade. E, ao não querer soltar, nos tornamos reféns do que nos segura, o que impede qualquer mudança verdadeira em nossas vidas.
Esse apego cria um ciclo: quanto mais seguramos, mais nos tornamos prisioneiros do que não conseguimos libertar. Apegados, nos fechamos para novas experiências, para o novo que poderia nos trazer crescimento, aprendizado e autonomia. O apego nos impede de mudar, de crescer e, consequentemente, de aliviar o sofrimento que ele próprio cria. Porque, enquanto mantivermos esse apego, o problema continuará a se manifestar, de forma repetitiva, até que sejamos capazes de desapegar, de soltar aquilo que já não serve mais. A verdadeira mudança vem quando aprendemos a liberar, a desapegar, a permitir que o fluxo natural da vida aconteça sem medo, sem resistência. Só assim a gente para de sofrer, fica mais tranquilo internamente e aprende a viver sem ficar tão apegado as coisas.
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