Textos Emocionantes

Cerca de 5555 textos Emocionantes

A sua sedução talvez seja um caminho sem volta, uma composição emocionante de formas delicadas, uma personalidade excêntrica, uma bela liberdade farta, insaciável, sendo ousada, doce e intensa, existe um fogo inegável na sua alma e um chama forte no seu corpo, proveniente da sua essência, onde a paixão se espalha.

Sua clara ousadia provocam sentimentos calorosos e os seus instintos e os daqueles que a observam atentamente são intensificados, o início de um grande êxtase através dos olhos, incentivando o imaginário, momentos de entusiasmo, bastante diferente de outros, uma sensação para cada avanço, todos prazerosos

Ela não permite uma aproximação tão facilmente, mas não tem controle sobre os pensamentos audaciosos, o desejo de estar na sua companhia pessoalmente e desfrutar da euforia entre a troca de olhares, o diálogo de palavras e o contato de pele, sem pular nenhuma etapa, juntos numa noite veemente e nas horas que não passam.

O Romantismo entre a Chuva e a Flora

A emoção do amor divino refletindo sobre as pétalas de uma rosa, um símbolo de romantismo no esplendor de uma cor calorosa, ornado com algumas pérolas de água — joias caídas do céu —, visão charmosa ao romper o véu da escuridão de uma noite chuvosa.

O Timbre Afinado da Emoção

No seu lindo canto, ouço a pureza de uma doce criança; na sua aparência delicada, vejo a delicadeza de uma rosa. Entretanto, isso não quer dizer que ela seja fraca, pois, mesmo entre as rochas, floresce — tipo uma mulher quando canta rock.

Assim, a sua intensidade se revela a cada nota — aquelas presentes na sonoridade forte de uma música intensa — que consomem a sua mente e se vestem das suas emoções, então, as expressa na sua voz de uma maneira profunda e sincera.

Interpretação simples, de fato, inspiradora: a bela mostra de um timbre afinado e emotivo. Muito mais do que uma beleza sonora, uma entrega satisfatória entre cordas vocais e espírito, numa ocasião transformadora regrada à emoção e ao ritmo.

Além da Superfície, O Florescer da Força na Delicadeza

A sua alma liberta e as suas emoções fervorosas fazem dela uma arte provocante, que apresenta mais do que beleza, uma essência interessante que faz a sua força florescer na sua delicadeza; e mesmo em uma ocasião passageira, ela consegue ser marcante assim como experiência prazerosa e inesquecível. Então, ver apenas a sua superfície não é o bastante; porém poucos têm a permissão de mergulhar na profundidade do seu íntimo.

No canto do seu viver, a emoção e a razão fazem um dueto.

Agradar a todos certamente não faz parte do seu propósito; entretanto, ela faz questão de ter por perto os seus próximos — aqueles que conquistam de várias formas o seu afeto através de momentos duradouros, laços verdadeiros; entre encontros e reencontros, pois sem eles certamente o seu mundo não seria o mesmo.

O seu tempo de descontração é precioso, esbanja emoção quando canta e quando se expressa de outras maneiras, em cada ocasião, sempre espontânea, mas não dispensa a razão; sabe o quanto que pode custar uma decisão emotiva, tanto que, às vezes, prefere não arriscar — uma personalidade sincera, bastante seletiva.

A vida da sua jovialidade é entusiasmante, ainda que haja dificuldades, inseguranças e fases desafiantes; então, apresenta a sua perseverança e um daqueles sorrisos radiantes oriundos da infância. Tudo ao seu redor é revitalizado, as cores ganham força, principalmente se o canto do seu amor estiver ecoando para aqueles que se importam.

O Céu se emociona e vem O Sonho Lúcido com A Tua Chegada

O dia está bastante chuvoso e mais uma vez o céu está emocionado. Agora, seria muito oportuno para que a tua presença viesse ao meu encontro, ainda que fosse apenas na minha mente, nos meus pensamentos mais profundos.

Desfrutaria, então, de um sonho lúcido em um ambiente nublado, com as chamas do nosso desejo se destacando; os nossos sentidos aguçados, os nossos instinto libertos e o tempo gentilmente parado para não apressar o nosso momento.

Ficaria mais honrado se eu soubesse que, do outro lado, tu estarias sonhando junto comigo; assim, a distância física que nos afasta seria ignorada facilmente pelo nível alto de realismo e de sabor diante dos nossos olhos e no fulgor dos nossos espíritos.

A Sonoridade da Emoção que Ecoa — Um Espírito de Verão

Os ventos dos seus pulmões se movimentam e dão um fôlego de vida para um instrumento que ecoa a emoção que vem do seu íntimo como um espírito de verão — livre, caloroso e expressivo, exibindo a sua liberdade através de uma sonoridade profunda — a doçura cativante da integridade; o som amável da intensidade que se perpetua.

Apresentação emocionante em um lindo cenário feito de naturalidade, um lugar afastado do mundo caótico, parecendo ser mágico e fantasioso, onde as águas do rio se movem com muita tranquilidade; as árvores são frondosas — a flora com o seu verde chamativo. O céu azulado com nuvens grandiosas. Um verdadeiro paraíso.

Acompanhando o mesmo ritmo, a musicalidade dessa natureza se junta àquela melodia de profundidade, leveza, sinceridade e grandeza. Em tons de cordialidade e amor que trazem mais beleza à realidade; então, a simplicidade expõe o seu valor com muito mais destaque: o calor do avivamento; o sonho desperto de belos detalhes; os bons tempos.

CIRANDA
Num ciranda
Enfeitada, bonitinha
Cheinha de emoções.
Numa rua, toda rosa
Iluminada num jardim.
Sonharia, brincaria
Como criança toda prosa.
Não teria nenhum medo
Nem a fome, nem as dores
Só teria vida e alegria!
Nesse sonho eu faria
Um laguinho de patinhos
Um pomar de muitas frutas
Crianças brincando
Ciranda noite e dia
Nessa minha moradia!
João Batista Barbosa

AS ROSAS QUE VOCÊ PLANTOU!
As rosas que você plantou
E regou com tanta emoção
Os canteiros que modelou
Suavemente com sua mão.
As rosas que você plantou
Amarelas, brancas, vermelhas, rosas
Todas seu coração amou
Canta poesias e prosas.
Entre essas lindas flores
Um pouco ficou de saudade
Do perfume e das cores
Momentos de felicidade.
O tempo levou suas rosas
Deixou marcas dolorosas
Mas deixou pensamentos
Essência dos sentimentos.
Rosas através do tempo
Perfumadas pelo vento
Lembram o quanto amou
As rosas que você plantou!
João Batista Barbosa

E olha… eu vou te contar uma coisa que a gente só entende depois de apanhar emocionalmente igual tapete em dia de limpeza pesada… amor que marca é barulhento. Faz escândalo, quebra prato invisível, deixa cicatriz que a gente até mostra com um certo orgulho, tipo troféu de guerra que ninguém pediu pra disputar. Já o amor que permanece… ah, esse quase não faz barulho nenhum. Ele chega de mansinho, senta do seu lado e, quando você percebe, já está ali há anos, dividindo até o último pedaço de pão e o último suspiro de paciência.


Eu já fui dessas que confundia intensidade com destino. Achava que quanto mais difícil, mais verdadeiro. Quanto mais lágrimas, mais profundo. Basicamente uma novela mexicana ambulante, só faltava a trilha sonora dramática e uma câmera dando zoom no meu rosto enquanto eu olhava pro nada pensando “por quê?”. E o pior é que a gente romantiza isso. A gente acha bonito sofrer. Olha que perigo.


Mas aí a vida, essa professora sem paciência e sem filtro, vem e fala “minha filha, senta aqui que você ainda não entendeu nada”. E foi aí que eu comecei a perceber que o amor que fica não precisa te convencer de nada. Ele não te deixa em dúvida, não te faz virar detetive emocional, não exige interpretação de texto às três da manhã.


O amor que permanece é quase sem graça… e é justamente por isso que ele é extraordinário. Ele não te dá frio na barriga todo dia, porque te dá algo muito melhor: paz. E paz, minha querida, não viraliza, não rende história caótica pra contar pras amigas, não dá engajamento… mas sustenta uma vida inteira.


Entre o amor que marca e o amor que permanece, eu também fico com o que fica. Porque o que marca às vezes só prova que doeu. O que permanece prova que deu certo. E no final das contas, depois de tanto drama desnecessário, tudo o que a gente quer é alguém que fique. Que fique quando o encanto dá uma cochilada, quando o dia é comum, quando a gente não está interessante, quando a gente só é… humana.


E é curioso, porque o amor que fica não grita “eu sou o amor da sua vida”. Ele só… fica. E nisso, ele vence.


Agora me diz, você ainda está escolhendo emoção ou já está escolhendo permanência?

LIBERTEM-SE DA ILUSÃO EMOCIONAL, PORQUE ELA É UMA PRISÃO...

Cada um de vocês pode se libertar disso. Isso não é amor; vocês amam a versão que inventaram da pessoa. Mas, se hoje fossem viver um romance, acabariam do mesmo jeito. Idealizamos aquilo que não existe mais ou aquilo que a gente acabou inventando.

Pensamos, choramos, a ponto de sentir tanta dor emocional que achamos que vamos enlouquecer. Eu passei muito tempo sofrendo assim; sonhava, mesmo sem querer pensava. É como se os ventos trouxessem memórias de nós e soprassem nos meus ouvidos, alcançando o subconsciente.

Poxa, foi aos 16 anos, e isso ainda perdurou por muito tempo.

Um dia, tive a coragem de escrever e contar tudo o que sentia, tudo o que me lastimava. Eu precisava me libertar! Nunca mais seríamos nada um para o outro, além de memória. Ele confessou também que, se fosse em outra época, talvez mais adiante, e se não tivéssemos ninguém, talvez seríamos perfeitos um para o outro e daríamos o amor que tanto não entendemos. Mas hoje nós dois seguimos nossas vidas, respeitamos nossos parceiros, e ambos resolvemos nunca mais entrar em contato.

Eu disse isso; já ele falou no silêncio. Nas desculpas por não ter percebido o quanto eu o amava, pediu perdão. Eu disse que não havia nada para perdoar e que desejava que ele fosse muito feliz em sua vida, porque ambos estamos sendo cuidados, e que assim permaneça.

Nunca mais chorei, nunca mais sofri, nunca mais pensei no que poderia ter sido. Escrever diretamente ao destinatário e abrir a alma me libertou. Nunca mais escrevi melancolias; hoje sou motivação. E, sim, ninguém esquece, a menos que soframos um colapso mental e percamos a memória. Mas a gente consegue, a partir disso, seguir a vida como se nunca tivesse se decepcionado durante todo esse tempo.

Espero que façam o mesmo e se libertem, deixando bem claro que já é passado e que tudo o que queriam era colocar para fora o que faz doer.

Eu demorei, mas demorei mesmo, daquele tipo de atraso emocional que não aparece no relógio, só no peito, para entender que o amor, às vezes, é uma espécie de teatro interno onde eu mesma escrevo o roteiro, dirijo a cena e ainda me emociono como se fosse tudo absolutamente real. E veja só, eu ganhando prêmio de melhor atriz de um relacionamento que só existia metade. Metade não, sejamos generosas, um terço… porque a outra parte estava ocupada demais colecionando aplausos em outros palcos.


É curioso como a memória tem esse talento meio cínico de selecionar cenas. Eu me lembro perfeitamente do momento em que disse “eu te amo” pela primeira vez, abraçada, chorando, como se estivesse entregando um pedaço de mim que não vinha com manual de devolução. Naquele instante, era verdadeiro. E isso ninguém tira de mim. O problema nunca foi o que eu senti, foi o que eu construí em cima disso. Eu não amei só uma pessoa, eu amei uma narrativa inteira, uma saga digna de várias temporadas, com direito a final feliz, trilha sonora e filhos correndo no quintal que só existia na minha cabeça.


Enquanto isso, ele… ah, ele era jovem, leve, solto, quase um turista emocional. Passava, olhava, sorria, colecionava experiências como quem junta figurinhas repetidas. E eu ali, me sentindo edição limitada. Olha a audácia da minha ilusão. Eu, que escrevia “bíblias” inteiras sobre um futuro compartilhado, enquanto ele mal lia o resumo da contracapa. Não era maldade, era descompasso. Eu estava vivendo um romance, ele estava vivendo um momento.


E o mais bonito e mais doloroso de admitir é que o meu amor era real, sim. Não foi mentira, não foi invenção no sentido vazio. Foi sentimento de verdade direcionado para uma história que eu amplifiquei além do que existia. É como plantar uma árvore num terreno que nunca foi seu e depois estranhar quando alguém constrói um muro ali. A culpa não é da árvore, nem da semente. Mas talvez da expectativa de que o mundo ia respeitar algo que só eu sabia que estava crescendo.


Hoje, quando eu olho para trás, não sinto mais aquela vontade desesperada de reescrever o passado. Eu olho com uma espécie de carinho maduro, quase irônico. Como quem vê uma versão mais jovem de si mesma acreditando que intensidade é sinônimo de reciprocidade. Não é. Intensidade é só intensidade. Amor mesmo precisa de resposta, de presença, de construção conjunta. Sozinha, eu não estava vivendo um amor, eu estava sustentando uma fantasia muito bem alimentada.


E tem uma liberdade silenciosa nisso tudo. Porque quando eu entendo que não perdi exatamente alguém, mas sim uma ideia, tudo muda de lugar dentro de mim. Eu não fui rejeitada como pessoa, eu só investi em algo que não tinha a mesma profundidade do outro lado. E isso não diminui quem eu sou. Pelo contrário, revela o quanto eu sou capaz de sentir, de me entregar, de criar. Só que agora, com um pequeno detalhe a mais: lucidez.


Eu continuo sendo essa mulher que sente muito, que escreve demais, que imagina futuros inteiros em segundos. Mas hoje eu aprendi a perguntar, antes de construir castelos: tem alguém aqui comigo levantando essas paredes, ou sou só eu decorando um espaço vazio?


Porque no fim das contas, o amor não pode ser uma medalha na estante de ninguém. Amor de verdade não se coleciona. Se vive, lado a lado. E se não for assim, eu prefiro a honestidade do vazio do que a ilusão confortável de uma história bonita que nunca saiu do papel.


Se você se reconheceu em algum pedaço disso, talvez seja hora de parar de reler capítulos antigos e começar a escrever algo novo.

A maturidade emocional é uma das conquistas mais silenciosas e, ao mesmo tempo, mais revolucionárias da vida. Não se trata de apagar sentimentos ou fingir indiferença diante do caos, mas de aprender a conviver com eles sem se perder. É como caminhar por uma cidade barulhenta e, ainda assim, manter dentro de si um espaço de calma, onde o ruído não alcança.


Ela nasce quando entendemos que não temos controle sobre o comportamento dos outros, mas temos controle sobre nossas respostas. É nesse intervalo entre o estímulo e a reação que mora a liberdade. Quando alguém nos critica, provoca ou decepciona, podemos escolher se vamos entregar nossa paz ao impulso ou se vamos respirar fundo e responder com consciência. Essa escolha, repetida dia após dia, é o que nos fortalece.


Ser emocionalmente maduro é aceitar que a vida não se curva às nossas expectativas. É perceber que insistir em ter sempre razão, em esperar que os outros ajam como nós agiríamos, é uma prisão invisível. A maturidade nos convida a soltar esse peso, a abandonar o rancor e a transformar a raiva em aprendizado. Não significa tolerar injustiças ou se calar diante do que fere nossos valores, mas sim escolher batalhas com sabedoria, preservando aquilo que é mais precioso: a paz interior.


Na prática, maturidade emocional é pausar antes de responder, é nomear o que sentimos para não sermos reféns da emoção, é enxergar na crítica uma oportunidade de crescimento, é usar o silêncio como escudo quando a provocação não merece resposta. É agradecer pelo que temos mesmo nos dias difíceis, porque a gratidão dissolve a raiva e abre espaço para a serenidade.
No fundo, maturidade emocional é a arte de viver com leveza em meio ao peso do mundo. É a coragem de olhar para dentro e reconhecer que a verdadeira força não está em controlar os outros, mas em dominar a si mesmo. E quando aprendemos isso, descobrimos que a paz não é um acaso, mas uma escolha diária — uma escolha que nos liberta.


Tatianne Ernesto S. Passaes

" A solidão pode ser uma experiência emocional dolorosa que sentimos quando nossa necessidade humana de companhia não está satisfecha com a companhia de Deus. Não deixe a dor roubar tua esperança. O sentir só não é o mesmo que estar sozinho. Transforme esta solidão em SOLITUDE —a arte de desfrutar da própria companhia. Escolha vivenciar o teu momento como tranquilidade, introspectiva, criatividade ou descanso. Também aproveite para relacionar consigo mesmo e com Deus que jamais te deixou ou deixará só."




—By Coelhinha

Oh meu pai de coração
Tu sempre fostes guerreiro
Suportando a tempestade da emoção
Ajoelhado aos pés deste coqueiro

Ajoelhado aos pés deste coqueiro
Pareces um homem contemplado
Destinado a ser grande obreiro
Nesta obra do Mestre Manifestado!

Espelha-te homem neste coqueiro!
Que pelo exemplo derrotou majestades
Ele permanece em pé forte madeiro
A suportar da natureza as tempestades

Necessitas para este exemplo olhar
Aprende velho homem ao entender
Cumpras a nobre missão de amar
A este amigo coqueiro preciso compreender.

Homenagem ao vocalista dos TROVANTE




Fizeste parte, musical e emocional, da minha inesquecível memória geracional dos anos 80. Só quem viveu os 80's por dentro entende o que aqui escrevo. Assisti a vários concertos dos Trovante, e cada um deixou em mim uma marca que nunca se apagou.


Admirei‑te como músico, pela forma como transformavas o palco em alma; e admirei‑te como ser humano, pela serenidade, pela verdade e pela presença que oferecias a quem te escutava. Eras — és — daqueles artistas que não passam: ficam, sedimentam, acompanham.


Hoje, ao escrever‑te, percebo que a tua música não foi apenas banda sonora da minha geração, foi também uma agulha magnética silenciosa, daquelas que continuam a apontar para dentro, mesmo quando o mundo lá fora muda.


Desencarnaste deste mundo, é verdade, mas a verdade maior é que nunca deixaste realmente de estar. Há artistas que partem e há artistas que ficam, tu ficaste no lugar onde a música se transforma em memória viva, naquele território íntimo onde o tempo não apaga: apenas depura.
Até trovantemente sempre, Luís Represas.

Guardo tua voz como trilha sonora antiga, dessas que ainda emocionam,
mas não combinam com o agora.
Não há raiva aqui, só um carinho maduro, que entende que ficar também pode ser ir embora.


Então este é o último episódio
de “nós”, sem promessas,
sem reprise, sem volta.
Aperto o stop com lágrimas
calmas e verdadeiras,
e sigo — levando amor,
mas escolhendo paz.

Ah.. vida de ilusões,
das quais nascem emoções.
Temperamentos dispersos com o vento,
mas que acolhem um só sentimento.


Esperanças de um seres,
cuja as estrelas perdem seus brilhos.
Desmotivação de uma época,
mas vivências reprimidas em outra época.


Assim fazemos outras vidas,
na esperança de obtermos novas conquistas.
Desejos de um experimento passado,
onde os momentos não foram demonstrados.

Emoções negativadas pela crença de autoridade máxima.
Mas incompreensão nos relatos de tempos não vivenciados.

Ambientes cuja à realidade se mostram específicas,
corroborando com emoções esquecidas.
Porém as energias não se mostram,
em uma concentração de ideias inclusivas.

Cultura destruída por outros ideais,
formando uma nova cultura de pesares.
Mas fogem pelos caminhos não trilhados,
buscando igualdades escutadas.

Deficiências que se expressam,
nas miscigenações de uma Era,
cuja à literatura revela outras épocas.
Mas vejamos um período contínuo,
na imensa vontade de estar contigo.

Revisões de textos decorridos,
pelas mãos de um período esquecido.
E assim olhamos para à natureza,
pensando nas memórias de longo prazo.

Sabedorias conquistadas por vivências exclusivas,
mas perdidas pelos encantamentos repassados de maneiras enraizadas.

"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.

Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.

Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."