Textos Emocionantes

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Amar também é deixar ir.
E o que se faz com as emoções?
O que se faz com as memórias?
O que se faz com o amor e a saudade?
O que o consciente compreendi, reformula e se refaz.
Os sentimentos gritam, transbordam e adoecem.
Não há luta maior que entre a razão e a emoção.
Porque onde um se explica o outro apenas comunica.

O Método Neurofânico


Seleção: escolher uma música conforme o estado emocional desejado.


Imersão: concentrar-se na experiência musical para favorecer a mudança emocional.


Transformação: utilizar a música para buscar motivação, confiança ou tranquilidade.


Enfrentamento: aplicar a disposição recuperada à realidade, agindo com coragem e lucidez.

⁠Nossas emoções são balões.
Se entendermos e as percebermos, aprendendo a solta-los flutuaremos de uma para outra sem ficarmos presos a nenhuma.
Todas elas são nescessárias, só não devemos nos prender as mesmas feito viciados em drogas, que mesmo sabendo que amando nossos defeitos insistimos nestes opressores. Porém entender que são só estados emocionais.

A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoções, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, ações, energias etc...


Porém, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessário programar a consciência universal para poder viver e conviver, é sobre isso.


Se for criada com ou sem boa cultura, terá certeza que a vida é isso.


Como se a cultura diária escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.

Tem-se energias inteligentes para poder agradar o próximo sem algum interesse, dependência emocional ou validação, mesmo estranhos por aí, como a própria gentileza ou algum favor viável, enobrecendo a alma sempre quando puder.


É como agradar-se quando não se desagrada, sem custar nada. Isso existe na medida com equilíbrio e é de agradecer, é poder.

DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA


Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."

Quando a Noite Chega: A Importância de Ter o Nosso “190” Emocional
A vida é marcada por momentos de luz, mas também por períodos de profunda escuridão. Em algum momento, quase todos enfrentamos crises existenciais, inseguranças profissionais, perdas, frustrações ou situações que nos fazem sentir vulneráveis. Nessas horas, descobrimos uma verdade simples e poderosa: ninguém deveria atravessar a escuridão sozinho.
Quando enfrentamos uma emergência médica, ligamos para o serviço de urgência. Quando há um incêndio, acionamos os bombeiros. Mas e quando o que está em crise é a nossa esperança, nossa autoestima ou nossa capacidade de seguir em frente? Quem chamamos?
Todos precisamos de alguém que seja o nosso “190 emocional”. Alguém para atender quando o desespero bate à porta, quando os pensamentos se confundem, quando o medo paralisa ou quando simplesmente não encontramos forças para continuar. Não precisa ser um profissional da área de saúde, embora esse apoio seja muitas vezes fundamental. Pode ser um amigo, um familiar, um mentor, um colega ou qualquer pessoa capaz de oferecer escuta, acolhimento e presença.
Há uma falsa crença de que força significa resolver tudo sozinho. No entanto, a verdadeira fortaleza está em reconhecer a própria fragilidade e permitir que alguém caminhe ao nosso lado. Compartilhar angústias não diminui a dor imediatamente, mas reduz o peso de carregá-la sozinho. Muitas vezes, uma conversa sincera não resolve o problema, mas impede que ele nos consuma.
No ambiente profissional, por exemplo, é comum que as pessoas escondam o cansaço, a ansiedade e as dúvidas sob uma aparência de controle. Entretanto, ninguém é imune ao esgotamento, ao sentimento de inadequação ou à incerteza sobre o próprio futuro. Ter alguém de confiança para ouvir, orientar ou apenas permanecer presente pode ser a diferença entre desistir e recomeçar.
A escuridão tem uma característica perigosa: ela nos convence de que estamos sozinhos. Mas quase sempre existe uma mão estendida, um ombro disponível ou uma voz disposta a lembrar que a tempestade passa. Por isso, tão importante quanto encontrar o nosso “190” é também nos tornarmos o “190” de alguém. Um telefonema atendido, uma mensagem respondida ou alguns minutos de atenção genuína podem representar muito mais do que imaginamos.
No fim das contas, a vida não é uma jornada de autossuficiência, mas de conexões. E, quando tudo parece escuro, a presença de alguém que nos ajude a enxergar uma pequena luz pode ser exatamente o que precisamos para encontrar novamente o caminho. Afinal, ninguém deveria enfrentar sozinho os momentos em que a alma pede socorro.


by Cida Vitório

Eita que hoje o céu amanheceu com seu emocional abalado...
Tá falando grosso demais!
Riscando a terra com seus lampejos de fúria...
E, a chuva, que é mulher e experiente,
nem liga pra esses arroubos de macho...
E cai... calma, suave regando o ventre da terra...
enquanto as flores dançam feito bailarinas de sainhas coloridas,
e as folhas balançam felizes em forma celebratória.
E as crianças...
Ah, as crianças, embrulhadinhas feito presentes de natal, despreocupadas e alheias aos fenômenos da Mãe natureza!
- É a festa da vida!
Haredita Angel esbanjando poesia em dia de chuva...
17.10.25

Permita-me tocar
as suas emoções,
Deixa-me habitar
nas sensações,
Libera-me os teus
doces pensamentos
e os sentimentos.


Para que dancem
os deuses em ti
de igual jeito quando
a Aurora Austral
encontra o bailante
Oceano Atlântico Sul,
e sagre o romance.


Porque das cores
desta e de outras
auroras nascemos,
Vestidos e despidos
nós dois estaremos,
sempre que por amor
nos for consentido.

Poemário Rodeense






Emoções com a sinuosidade
do Médio Vale do Itajaí,
O silêncio é a minha música
favorita e a passarada
faz a adorável companhia.




Não fui na Vila das Letras,
porque me perdi entre poemas,
Fiquei entre eles distraída
entre sóis e minhas estrelas.




Embora não revele, inteiro és,
todo o Poemário Rodeense;
Por enquanto, secreto,
e cada verso tem sido feito
para falar de nós por inteiro.

Com os sentimentos,
as sensações e as emoções
não se faz esporte,
Embora eu reconheça
que todos são coisas sérias.


O coração não é pista
de skate em praça pública,
Um amor que se orgulhe
de verdade em praça pública,
é talvez questão de sorte.


[Você é a direção e eu o seu norte.]

Ainda que silenciosos
no campo das carícias
nas nossas emoções,
e das mútuas intenções:
Embalamos tentações.


Iluminados pela Lua,
sou a tua amada Cantuta,
És tu o meu Beija-flor
em meio a brisa noturna.


Com dulçor tudo ao redor
nos coloca para dançar Huayno
com ritmo, ventura e fervor:
Não duvido que existe amor.

Por El Hatillo deixar que as emoções
nos conduzam pela Praça Bolívar,
para que se consiga reencontrar.


Diante do monumento de Simón Bolívar
permitir neste dia tranquilo
que se construa pelo destino
um outro monumento ainda maior por dentro.


Através da janela transcendental
dos teus olhos latino-americanos
é o que desejo e peço como sentimento.

Funâmbula na corda bamba
dos humores ao redor,
deixar que guiem emoções
e o seu próprio humor
é um preço muito pesado,
que pode custar muito caro.


​Através da fata morgana
de tudo o que engana
e impede de ter clareza,
melhor ter os pés na terra
com toda a firmeza:


​Homens de poder morrem sós.

Fechar a carteira emocional


Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.


Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.


Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.


Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.


E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.

“Eu sou assim porque sou escorpião.” “Tenho lua em caos e ascendente em sumiço emocional.”

Humaninhos pegam traço tóxico, colocam glitter cósmico e chamam de profundidade. Astrologia era pra ser símbolo, reflexão, linguagem arquetípica. Aí transformam em carteira de habilitação pra ferir os outros sem culpa. Uma espécie de “desculpa jurídica do zodíaco”. Impressionante o esforço da humanidade pra terceirizar responsabilidade até pros planetas. Saturno deve estar exausto.

Tem gente que usa signo como autoconhecimento. E tem gente que usa como biombo emocional.

“Sou intensa.” Não, querida, você só não sabe dialogar sem explodir metade da cidade emocional ao redor.

“Sou fria porque sou de escorpião.” Não. Você escolheu silêncio como arma e romantizou isso.

No fim, caráter nunca esteve no mapa astral. Só o caos potencial. O resto é decisão.
E a pior parte? Quem ama ainda tenta entender. Fica procurando sentido em casa astral enquanto recebe indiferença na cara. Uma tragédia bem humana, aliás. Pessoas ferem, somem, deixam cicatriz… e depois culpam Vênus retrógrado como se o universo tivesse hackeado o bom senso delas.

... o bem viver
não se limita ao pleno proveito
das nossas emoções, tampouco se resume
aos rígidos preceitos da razão; visto que optar
apenas por umlado — emoção ou razão — nos sujeitaria à não resposta de uma súbita
amargura, ou à fria indiferença...
Sofreríamos, sobretudo, das
agrurasde uma vida
'manca'!

POR QUE UMA EMOÇÃO MUITO FORTE PARECE ESTAR SEMPRE CERTA?

Há momentos em que não apenas sentimos alguma coisa. Sentimos que aquilo que sentimos prova alguma coisa.

O medo parece provar que existe perigo. A raiva parece provar que houve injustiça. A culpa parece provar que somos culpados. A ansiedade parece anunciar que algo dará errado. A paixão parece confirmar que determinada escolha é correta.

Mas uma emoção pode ser absolutamente verdadeira como experiência e insuficiente como evidência.

Esse talvez seja um dos erros mais discretos do julgamento humano: confundir intensidade psicológica com autoridade para decidir.

Quanto mais intenso é um estado emocional, maior pode ser sua capacidade de ocupar nossa atenção. E aquilo que ocupa intensamente a atenção pode adquirir uma importância desproporcional no julgamento.

O problema não está em sentir.

Está em transformar automaticamente aquilo que sentimos em autorização para agir.

Entre emoção e ação existe um espaço que frequentemente atravessamos depressa demais. Nesse espaço deveria ocorrer uma pergunta: o que esta emoção está me informando e o que estou acrescentando à informação que ela realmente oferece?

O medo pode pedir investigação sem justificar fuga. A raiva pode sinalizar uma percepção de violação sem demonstrar que nossa interpretação está correta. A tristeza pode revelar perda sem definir o futuro. A ansiedade pode indicar incerteza sem possuir qualquer capacidade de prever acontecimentos.

Isso significa que regular uma emoção não é necessariamente diminuí-la. Podemos sentir intensamente e ainda assim recusar que sua intensidade determine, sozinha, a decisão seguinte.

Essa distinção está no centro daquilo que venho denominando autorização funcional e calibração discernitiva: reconhecer um conteúdo interno sem conceder automaticamente a ele o poder correspondente à força com que aparece.

Não precisamos negar o que sentimos para pensar.

Precisamos aprender a perguntar quanto do que sentimos merece decidir.

Porque sentir intensamente não é o mesmo que autorizar intensamente.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

COMO SABER SE ESTOU TOMANDO UMA DECISÃO PELA EMOÇÃO?

Sentir não é decidir.

Uma emoção pode ser legítima, intensa e até necessária sem que, por isso, deva determinar aquilo que faremos.

O problema começa quando confundimos a força com que sentimos com a autoridade que aquilo que sentimos merece possuir sobre nossas decisões.

Entre sentir e agir existe um espaço.

É nesse espaço que podemos perguntar: o que estou sentindo merece ser ouvido, mas merece ser obedecido?

Nem toda emoção precisa desaparecer para perder o comando.

Às vezes, amadurecer emocionalmente não significa sentir menos.

Significa sentir intensamente sem autorizar intensamente.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

COMO NÃO DEIXAR UMA EMOÇÃO DECIDIR POR MIM?

Não precisamos expulsar uma emoção para impedir que ela governe uma decisão.

Podemos sentir medo e avançar.

Sentir raiva e não agredir.

Sentir desejo e não obedecer.

Sentir ansiedade e não transformar antecipação em realidade.

Isso acontece porque presença não é autoridade.

Algo pode estar intensamente presente em nossa consciência sem precisar possuir a mesma intensidade de poder sobre nosso comportamento.

Talvez a pergunta não seja:

“Como faço para parar de sentir isso?”

Talvez seja:

“Quanto poder sobre aquilo que farei estou concedendo ao que estou sentindo?”

Regular uma emoção não é necessariamente silenciá-la.

Às vezes é apenas retirar dela o direito de decidir sozinha.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador