Textos e poemas

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⁠POEMAS EM HOMENAGEM A VLADIMIR CARVALHO

Vladimir Carvalho: Voz dos Candangos

Vladimir Carvalho, de fita e sena,
No cinema nacional, faz-se presente,
“O País de São Saruê”, um poema,
Mostra a história do Brasil latente.

“Conterrâneos Velhos de Guerra”, retrato
Dos operários erguendo Brasília,
Morrendo na lida, sem aparato,
Imagens que revelam a dor, sem trilha.

Deu voz aos candangos, aos excluídos,
Revelou as contradições do Estado,
Desigualdades de um povo sofrido.

Na censura, sua arte foi cravada,
Formou cineastas com seu legado,
Sua marca na cultura é eternizada.

- Antonio Costta
24/10/2024

Guardião da Memória do Cinema Nacional

Vladimir Carvalho, guardião da história,
No cinema brasileiro, eternizou,
A memória do país que registrou,
Imprimindo na tela, de forma notória.

Desde jovem, na Paraíba iniciou,
Consagrando documentarista, com paixão,
Filmou injustiças, a censura, a opressão,
Na ditadura a verdade revelou.

Parte do Cinema Novo, movimento vital,
Captou lavradores, violeiros, ceramistas,
E os candangos, na capital federal.

Eternizou o Nordeste, suas conquistas,
Vladimir Carvalho, com seu olhar social,
Fez do cinema, voz dos injustiçados e artistas.

- Antonio Costta
24/10/2024

Inserida por Antonio_Costta

⁠Um dia me perguntaram por que meus poemas não falavam de amor
E eu friamente disse que esse tema eu não conhecia
Meu peito cheio de ilusão me inspirava
E com muito remorso eu escrevia

E quando eu encontrei o seu amor
Meu coração demorou a entender
A real felicidade por trás de amar alguém
E esse alguém corresponder

Então você chegou de mansinho
Tão calmo, gracioso e paciente
E eu fugi discretamente
Assim, sem desculpa, meio termo ou explicação

Mas a terra deu sua volta completa
E o destino nos colocou frente a frente novamente
E quando eu te vi não sabia
Com que sentimento me aguardaria

E com o passar das horas me vi querendo
Reparar o erro cometido
Te olhei indiscretamente e aceitei que te queria comigo

Aquele beijo me tirou do eixo
E eu não sabia sequer disfarçar
A vontade que tomou meu peito
De ao seu lado ficar

…E permanecer…

Desse dia em diante eu tive a certeza
Que o tempo coloca as coisas no lugar
Que poderiam passar mil anos, mas no momento certo eu iria te amar.

E te amo
Te quero
E espero

Espero que enquanto houver vida
Que não me falte oportunidades para escrever
Sobre essa mágica sensação
De estar amando você

Que os segundos se tornem dias, meses, anos e infinitos
Para que tenhamos tempo suficiente
Pra viver esse amor tão bonito.

Te amo hoje e sempre, Renato Leitão Cardoso.

Inserida por MenCar

⁠Escritora da janela

Da minha janela,
o que eu vejo?
Outras janelas ...
Poemas, ruas e vilarejos.

Viajo a olhar na direção das colinas.
Enxergo trens, flores, cores e ruínas.

Pássaros voando em bando e,
no céu a beleza da lua.
Vejo crianças cantando,
numa ciranda no meio da rua.

O tempo que passa, apressado,
no tic tac das horas,
um verso no papel, rabiscado.

O que vês,
escritora da janela?
Indaga-se, Francine, curiosa.
Vejo o que ninguém vê ...
Subjetivamente, misteriosa.

Lise Oliveira

Inserida por Liseoliveira28

⁠Sempre fiz poemas pra ti
Mas nunca mostrei nenhum...
A saudade bate na porta algumas vezes
Ontem ate tomei café com ela...

Ela me disse que também se dói em vir
Mas não tem escolha, se apaixonou por mim
Acredita ela, gamada assim?!!
É bom, companhia né... mas enfim!

Seu lugarzinho ainda esta aqui
Quer seu arroz branquinho?
Lembro de você dizer assim
"tem que cuidar de mim"
E eu cuidei como nunca
Cuidaria de novo...

O que não daria para ouvir seus gritos...
Suas propostas para comer pizza na sexta
E se um dia eu falhar?
Nunca acreditei que era possível...

Eiii saudade? Decidi terminar !
Podemos nos ver só daqui dois anos ?
Obrigada e até já já!

Inserida por Tellesk

⁠Eu não leio poemas
Não vejo belezas nas flores
Não entendo trocadilhos
Nem troco os móveis de lugar

Não pinto aquarelas
Não entendo de pianos
Não bebo vinhos
Não movo montanhas

Não queria viver em sociedade
Não defino limites
Não amo demais
Tão quanto de menos, talvez

Não vejo pores do sol
Nem naceres de lua
Vivo sem bateria no celular
Tenho medo de antenas

Não dirijo carros dos outros
Não empresto meus poemas não lidos
Nem minha visão de mundo
Não alugo minha alma

Não me encanto por valores
Não queria gostar de café
Não queria ser criativo pra poemas sem sentido
Queria saber tocar contra baixo

Sempre quis ver o mundo do alto
Aprender a voar
Esquecer o gosto de remédios ruins
E voltar a sentir o mesmo gosto que senti quando te provei a primeira vez

Queremos muita coisa
Inventamos desejos novos como máquinas de escrita de jornais antigos
Desenvolvemos negações sobre momentos que não há de ser preciso

Amamos e odiamos o que compõe o mundo a nossa volta na mesma intensidade

Inserida por poetadequinta

⁠O Infinito Chamado Saudade

Te escrevi vários poemas que talvez nunca lerá.
Ou quem sabe um dia, quando o tempo fizer sentido pra nós.
Fico pensando o que você está fazendo agora,
se o vento que sinto aqui também passa por você.

Será que, em algum momento, você também pensou em mim?
Enquanto eu crio versos, tentando te alcançar com palavras,
será que aí, do outro lado, há um silêncio que me busca?

O mundo é tão grande, mas meu pensamento insiste em te encontrar.
Será que você sente isso também?
Ou sou só eu, perdida nesse infinito chamado saudade?

Inserida por heloa82

Quem mandou o poeta se apaixonar? E agora começa a fazer poemas para te dedicar

Nessa imensidão que são Teus olhos castanhos eu quero afundar, em cada cachinho do teu cabelo, eu quero me enrolar

E o teu cheiro que cada vez mais faz minhas narinas te buscar, o teu jeito calmo de falar, me conquista todos os dias, mesmo sem você se esforçar

Quem mandou o poeta se apaixonar por uma pessoa que tem medo de amar? E eu posso te dizer que o amor é tudo que eu tenho para te oferecer

Inserida por Liah

⁠Hoje fui editar os meus poemas
E me deparei comigo mesma
Tão iludida, tão fraca e tão miserável
Nossa, como fiquei com vontade de dar um soco na minha cara
Como eu pude ter sido tão idiota
Tão estúpida, tão "inocente"
Como pode alguém sofrer tanto assim
Como posso ter sido tão miserável
Não é possível que eu tenha sido assim
Tem dias que eu simplesmente me odeio
Odeio pelo que tive que passar
Odeio ter sido tão frágil e ter me deixado magoar dezenas de vezes
Por alguém que foi tudo na minha vida
Odeio ter dado esse tipo de "poder" para outra pessoa
Odeio ter deixado a minha felicidade nas mãos de outro ser
Odeio ter amado outra pessoa mais do que Tudo
O que eu ganhei com isso?
Teve algo de bom nesse sofrimento?
Não, nada de bom, nada que tenha me servido de aprendizado
A única coisa, que a minha escrita está muito melhor
Sou uma escritora tão boa ao ponto, de quem sabe um dia ser publicada?
O meu eu de hoje, sente pena de quem eu fui
Eu fico triste por mim mesma
Fico triste pelo que tive que passar
E não tive outra escolha a não ser "seguir em frente"
Eu fico triste por ter passado pelo Inferno
Pelo menos, sei que a probabilidade de alguém me fazer sofrer assim é praticamente nula
Porquê eu já sofri o suficiente nessa encarnação
Estou preparada para o resto da minha vida
Estou preparada para os melhores dias da minha existência
Eu não passei por tudo isso para desistir agora
Eu não me orgulho de como cheguei até aqui
O que eu fiz com o meu corpo para suportar a dor de ser deixada para trás
Mas, essa sou eu cheia de cicatrizes internas e externas

- 18 de março de 2025

Inserida por sheila_f_carvalho

⁠SOMBRAS

Guardo poemas soturnos e cinzentos
Numa inspiração desbotada, sem luz
Suspiro no verso sentido, que traduz
A minha poética, cheia de tormentos
Tem tons, inquietos, ais e lamentos
Nos sussurros, a poesia me conduz
Choro e apertos numa pesada cruz
Poetizando estes árduos momentos

E cada sentimento, então, aí figura
Sofrência, enchendo de desventura
A prosa que só queria, apenas amar
E triste, poeto e sinto, sofro e enleio
Vejo tudo feio, tenho o coração cheio
E, a noite sombria, a passar devagar.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
13 abril, 2024, 19’32” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠poemas alcoólicos, mente torpe
você só cospe as palavras
um tiro numa ruma sem poste
a cada gole você perde seu norte
você pede que ela volte
cada palavra não dita ecoa
sua mente boa
parece efeito de uma velha broa
ao aportar em casa
percebe sua desonra
mas que tristeza
a falência da trompa de um elefante
e é dos fortes, um grande
que potencial deixado para trás
um imenso atrase

Inserida por gvlielmvs

⁠Uma segunda chance para o amor
(Livro Crônicas E Poemas Reflexivos)

Eu vejo em seus olhos
No fundo do seu olhar
Com ou sem óculos
Que comigo quer estar

Não é preciso nem adivinhar
Nem é preciso se esforçar
O amor acontece
Seus gestos teu amor descreve

Meu sonho é te ver arriscar
O medo perder
O amor viver
Ao meu carinho se entregar

O amor não é só um lance
Para vida um fôlego
Para paz um bandeira branca
Para nosso sentimento uma chance

Antonio Ferreira

Inserida por Poetaantonioferreira

⁠⁠POESIA
A poesia não é inerente aos poemas, versos e acordes.
Se encontra poesia no morro, gueto ou cortiço
No cenário poético do sertão.
Nos bruguelos replicando a capoeira.
Existe poesia no sol, na chuva
No samba ou candomblé.
Na folha seca que flui
No doce ninar de uma mãe
No abraço rude do papai
Pode está no coração.
E é ampla
De modo a não caber nas palavras

Inserida por NICOLAVITAL

Sonhos e desesperanças:

⁠Desacreditada de poemas românticos, forçada a viver a doçe ilusão de um quase algo que quase me matou.
Sonhando alto pelo impossível que de possível só tinha a dor.

destinada a sofrer por amar, abandonada pela própria esperança e fadada a morte sem a mansa sensação do amor.

A dúvida que corrói os ossos e abala a mente, nos trás brevemente a sensação de esperança, que morre logo após a quebra de confiança.

Inserida por Lary_cat06

⁠Não sou dos poemas,
não sei rimar,
nao sei versar,só contemplar,
contemplo o tempo
que poderia ter passado junto a ti
se tu não me afastasse de ti
Então me vejo presa a somente te amar
Amar por telas,
telas que te vejo e pinto,
a tela de uma caixa mágica,
onde te juro um te amo
e só sai amor profano.

Inserida por bumm_xtpsy

⁠DE POETAS E FORMATADORES
Marcial Salaverry

Ora direis, julgar poemas,
ora direis, julgar formatações...
Julgamento é algo subjetivo,
e quase sempre sem objetivo...
Dizer se tal poema é bonito,
dizer se tal formatação é linda...
Existem diferenças de estilos poetais...
Assim também de estilos formatais...
Cada qual deve fazer o sabe,
da melhor maneira possivel...
Chamaram-me "poeta de pé quebrado"...
Engessei o pé, e continuei...
Todos sempre teremos platéia.
Existe gosto para todo e qualquer estilo,
jeito ou maneira de fazer algo.
Tem aqueles que gostam,
e tem os que desgostam,
e para estes, existe a tecla DEL...
Para os que apreciam, sigamos poetando,
bem como que se siga formatando...
para os que criticam, sigamos deletando...
Webmasters, artistas que vestem os poemas,
cada qual com se estilo pessoal...
Não importa se traje passeio ou social...
O que importa é seu gosto...
O poeta tem que sentir o tema,
para fazer seu poema...
O artista tem que sentir o tema,
para vestir o poema...
Cada qual com sua sensibilidade,
e essa é a grande verdade,
deve fazer o que sua alma mandar,
sem que ninguém queira comandar...
Não tem poema bom ou ruim,
nem formatação bela ou feia...
Se alguém não gostar,
basta deletar, ao invés de criticar...
Sempre haverá alguem para apreciar,
e efusivamente elogiar...
O importante é o trabalho de todos respeitar...
Todos estão aqui para a Net embelezar...

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠Em cada verso

Frio dormente.
Gotejo poemas na madrugada gelada.
É uma confusão na mente...
Desconfio... todo poeta sente.

Sou as marcas do tempo.
Sou as dúvidas que a todos assolam.
Sou o mar...
Sou o céu.
Sou o ar.

Ando rimando amores com dores.
Rindo pra não chorar.
Amando desesperadamente o que não sei amar.
Indo por um caminho que não tem volta...

Vendo na escuridão uma miríade de cores.
Sou a vida em você.
Sou tudo o que você sente e vê
em cada verso que vejo nascer.

Inserida por RosangelaCalza

Poesia de Mulher

⁠De todos, meus poemas favoritos...
Teu sorriso, teu olhar,
Que me emaranham num rascunho lascivo,
Do que é perder-se em te encontrar.

Na teu oceano de imensidão,
Meu barco a esmo, sem remos,
Nas variantes das tuas marés,
Indo a tua direção,
Seguindo teus encantos de mulher.

E sim, há terra a vista!
E também os cantos da sereia ao luar.
Sem bússola, mapa ou guia,
Só me encontro pelas estrelas em teu olhar.

Tudo que cabe em ti.
E o que transgride, nao revolve.
Me envolve, e como a onda, torno a ti.

Inserida por marielle_borges

⁠Contei-lhe minha história e para ti fiz nascer poemas...
Coração solto em terra ímpia a florescer...
Da ilusão por mim criada só tive algemas...
Onde aprendi a sofrer...

Todas as portas já cerradas...
Todas as ruas vazias...
Vejo as estrelas a chorar...
E até, quem diria...
Não é mais bela a lua...
É só uma luz fria...

No jardim das almas...
Ninguém acompanha meu caminhar...
Saudade ou aspiração?
Deixei minhas virtudes cair ao chão...

Cansei de tanto oferecer...
Do que não há de voltar...
Do tempo que há de chegar...
Castigo inexpiável...
Tamanho é meu parecer...
Para ter meus sonhos realizados...
A quem devo obedecer?

Para quê a busca das coisas?
Quando por fim tudo acaba?
Valerá a luta da conquista...
Onde ainda se crê e se ama ainda?

Sim, é certo...
Quem eu amo...
Agora zomba e ri do meu amor…
Em tudo o que fiz pus o cuidado...
Será possível mesmo o fim de tudo?
Restando-me só ausência e dor?

Sandro Paschoal Nogueira

⁠“Jardins de Eternidade — Poemas que Semeiam a Alma”

Que o nosso semear jamais seja mero gesto,
mas um rito antigo — pulsação da terra em nossas mãos.
Cada grão, um sopro de esperança silente;
cada flor, um renascer entre corações humanos.

Rejeito a pressa dos que colhem sem olhar,
e o brilho ilusório das intenções vazias.
Que o amor nos chegue como vinho envelhecido —
maduro em desejo, profundo em suas vias.

Que as boas intenções nos alcancem,
como o mar à praia se oferece:
com a paciência dos séculos
e a brandura de um destino calmo.
Que te toquem, que me toquem,
como folhas que se curvam ao sol nascente.

A grandeza do ser não está na superfície polida,
mas no que vibra no íntimo —
nos silêncios que ninguém pressente,
nos amores que ninguém compreende,
na alma que se despe sem buscar ser compreendida.

Dispenso adornos, títulos, brilhos vãos.
O que é verdadeiro nasce puro,
sem disfarces, sem artifício —
como o rio entre pedras,
ou a luz que se insinua pelos galhos.

Simplicidade é coragem.
Verdade é chama que não se dobra à escuridão.
Clareza é dom dos que se revelam inteiros,
mesmo quando o mundo prefere a sombra da ilusão.

Quem planta com o coração abriga mundos.
Quem abriga com amor é jardim de eternidade.
E quem ama sem medida,
esse já colheu o que há de mais sagrado:
a alma do outro, livre e entregue — em liberdade.

Inserida por rosangela_montano

Cereja

Tem noite que é para amar diferente.
Madrugadas calmas onde os poemas nascem.
enquanto esta amando ainda podem se ouvir.
Bem na hora de um verdadeiro romance estrelas cadentes caem,
Taças e vinhos para apimentar a emoção.

Moranguinho e um cajá para dar sabor a sensação de viajar.
Para dentro de nós mesmo a eloquência de amar e se dar o bastante.
E nada é tão ofegante se você também não alimentar lá na alma,
O coração ensolarado da cor do pecado trem bala não chega a tempo.
Só seu pensamento pode materializar o amor.
E ver por entre as nuvens um céu espelhado de tão claro.
Para abençoar os movimentos volupiosos dessa enxurrada de suor só nosso.
E essa primavera que não chega para matar a cede de flor de seu pescoso doce.

Amor felino coladinhos, afinadinho gatinho no telhado.
Cabelos soltos ao vento da morena um reino encantado.
Ela se entrega toda refinada,
Aurea de deusa grega só quer ser amada.

E o silencio fechar a porta para sentir desejada!
Possuída de amor ela é o afortunado luar...
O sabor de todas as frutas e não só da cereja do serrado.
A gente fica afinado com o som e o sabor a cor desse desejo marron.

Sinto ondas e adrenalina
é de perder a respiração.
Eu entro gatinho nessa relação,
E ela me faz leão.
E o coração pira e o espírito imagina.
Como seria sempre bom no fim da tarde pegar sua mão.

Andar a praia toda de mãos dadas curti sua presença de mulher.
Sou almas que se apaixona a todo estante,
Pela garota mais elegante,
Gerada em relâmpagos de prazeres arrepiantes.
Ela é como o Evereste, o amor a fez gigante.
Quando ela vem as estrelas se inclina,
para ela gentilmente menina, brilhar!

Os olhos castanho dela é tudo de mais sério,
São meigos e puro mistério,
Mistério de uma noite de amor ao lado da flor,
Que nos meus braços semeou a mais gostosa alegria.
Se ela não existisse meu coração a inventaria.
Eternamente dentro um do outro seria;
Fogo e silêncio, amor e calmaria!
15.09 + 19.01.2022

Inserida por Itaoe