Textos de grandes Pensadores
Yin sem yang, Sol sem a lua, Romeu sem Julieta, Branco sem o preto, Einstein sem Elsa, Susanna Kaysen sem Lisa Rowe. Consegue ver que nada disso faz sentido?! Pois bem… essa seria a minha vida sem você! Uma bússola quebrada, sem sentido algum, sem norte, sul, sudeste, nordeste… Eu poderia ter uma vida sem você, mas não seria garantia de viver, da mesma forma que vivo com você, Mi amor.
O tempo é algo tão relativo. Seguindo o raciocínio de Einstein: "Para um corpo parado, o tempo corre com velocidade máxima. Mas quando o corpo começa a se movimentar e ganha velocidade na dimensão do espaço, a velocidade do tempo diminui para ele, passando mais devagar. Ou seja, quanto mais rápido o corpo se move, mais devagar o tempo passa". E me pergunto se tal afirmação também se aplica ao coração humano, pois você se foi há três meses, são 90 dias, 12 semanas, 2.160 horas; 129.600 minutos; 7.776.000 segundos. Olhando assim, parece muito tempo haha, mas eu ainda me lembro perfeitamente do aroma do seu perfume, da sua risada, da sua voz, das suas músicas favoritas, das suas comidas prediletas, e ainda me recordo de quanto amava estar contigo. Percebo, então, que o tempo é de fato relativo em todos os sentidos, pois enquanto estamos em movimento nulo, tudo permanece igual e estável, mas basta um olhar, uma mensagem, um pensamento, para mudar a trajetória e o tempo em si! O dilema é que eu não quero parar, eu continuo acelerando mais e mais, em uma tentativa desesperada de deter o tempo! Mas tudo é em vão, pois você colocou o pé no freio e parou. Agora eu corro sozinho.
"O grande físico Alemão: Albert Einstein, não teve uma vida familiar tranquila: Teve 3 filhos, o do meio, Eduard, acabou sendo internado com ESQUIZOFRENIA, quando estava na Alemanha o visitava com frequência, porém o Presidente Americano, o convidou, devido a sua grande sabedoria, para ensinar nos EUA, por isso, não conseguiu mais visitar o filho no hospital. Certo dia, recebeu a notícia de que seu filho havia morrido: chegando no local, olhou para o filho e disse, chorando: ESTE FOI O ÚNICO PROBLEMA QUE NÃO CONSEGUI RESOLVER. Lembre-se: os problemas ocorrem com todos nós e tem problema que não conseguimos resolver".
Hoje sei como se sentia Albert Einstein, sei como se sentia Galileu, sei como se sentia Leonardo da Vinci, sei como se sentia Sócrates, sei como se sentiam todos os grandes pensadores, tão tolos para a época, mas tão inteligentes hoje para nós, tão eternos. Hoje sabemos que estavam a frente de seu tempo. Eu me sinto assim, exatamente como eles. Podem me chamar de louco, pode me chamar de burro de tudo aquilo que quiserem. A Diferença do ignorante é que ele fica preso em seu tempo, a nossa diferença é a liberdade. Podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo, no passado e no futuro, podemos brincar com o tempo, alterar a história, somos autônomos, somos livres, viajantes do tempo. Nós temos o poder de modificar a matéria, temos o poder de modificar o espaço-tempo. E se você não acredita eu só consigo ter mais certeza disso.
Já dizia Albert Einstein “O único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar.” So sei na que minha primeira tentativa profissional, em que eu arrisquei deu certo não pelo motivo de dinheiro, e sim pelo aprendizado que foi adquirido, pude trabalhar com pessoas novas que me passarão um pouco de sua experiência profissional, não esquecendo daquelas que me passarão toda a base, aprendi que cada lugar é único, cada pessoa é única. E “não arriscar nada é arriscar tudo” palavras sabias de Al Gore,., se Deus permitir vai acontecer muitas coisas na minha vida ainda, mais uma coisa eu entendi “arriscar é o que te faz andar em uma Caminhada que você não sabe quando termina nem que obstáculos vai encontrar.”
Isto é uma conclusão. Nosso sistema de ensino está baseado no PENSE, portanto, (segundo Einstein:- penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada ), na mão contrária do que libera a capacidade de pensamento. Que tal pensar direito: pare de pensar!!!
Uma questão shakespeareana de ser ou não ser: ser bobo feliz ou esperto infeliz? Se Einstein fosse responder, ele ponderaria que depende do tempo em que se é feliz sendo bobo e infeliz sendo esperto. Entretanto, para Carlos Drummond de Andrade, a resposta seria objetiva: 'Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.'"
Albert Einstein, certa ocasião disse " Não tentes ser bem-sucedido, tenta antes ser um homem de valor ". Não alcancei o sucesso, ate por que costumo pensar que o apogeu cobra a queda mas reconheço, bem o sentido da expressão usada, pois por mérito, conhecimento e generosidade fui agraciado com o diploma de Homem de Valor, em Nova York concedido a mim, pela maçonaria americana.
"Platão dizia que 'verdade conhecida é verdade obedecida'. Tão logo você enxergou nitidamente que certa conduta é má, tem de evitá-la por todos os meios. Até lá, tem uma certa margem de erro justificado, como exigência inerente à própria noção de aprendizado, com a condição de confessar o erro tão logo o tenha percebido como tal e de não teimar nele depois disso. Quando você descobriu o que é bom, não o largue por dinheiro nenhum deste mundo."
Uma vez compreendido que, se a filosofia de Platão (e portanto também forçosamente as de Sócrates e Aristóteles) é essencialmente EDUCAÇÃO, e educação da consciência, fica aí esclarecido, sem margem para dúvidas, qual deve ser o papel da filosofia no conjunto da vida social e política: é o mesmo papel que cabe a todo e qualquer trabalho educacional. Não cabe ao educador premoldar o futuro de seus estudantes, mas apenas ajudá-los a encontrar e realizar o seu próprio destino. Por essa mesma razão não lhe cabe reformar a sociedade, mas apenas preparar as novas gerações para que, em caso de necessidade, e se isto corresponder às suas vocações pessoais, possam reformá-la como bem o entendam, inspirando-se indiretamente nos valores aprendidos do filósofo mas sem se prender a alguma fórmula que ele, aliás, jamais deve lhes transmitir. A intervenção da filosofia na política só se revela frutífera quando é indireta, sutil e de longo prazo.
Milhares de anos atrás, na República, Platão ofereceu uma visão curiosa de pessoas que confundem sombras lançadas numa parede com a realidade. Na Ilíada, os troianos caíram por um cavalo. Shakespeare preferia sorrisos a pontas de espadas e colhia rosas mesmo sabendo dos espinhos. E, nos últimos anos, o viés cognitivo é utilizado como o último desespero para salvar a raça humana e substituir a coragem. O uso de palavra de sentido inverso ou oposto ao que quer ser proferido é empregado para gerar confiabilidade na informação. Como quando a televisão te manda desligar a televisão.
Desde o Meno, de Platão, é possível estabelecer que o professor não é, em primeiro lugar, alguém que sabe instruindo quem não sabe. Ao invés disso, ele é alguém que tenta recriar o assunto na mente do estudante. Sua estratégia é a de antes de mais nada fazer o estudante reconhecer o que potencialmente já sabe, e isso inclui a quebra dos poderes de repressão interna que o impedem de distinguir o que sabe. Eis aí a razão de ser o professor, e não o estudante, quem faz a maior parte das perguntas. Esse traço de ensino em meus livros provocou algum ressentimento entre meus leitores, ressentimento que se deve muitas vezes à lealdade para com outros professores. Esse ressentimento vem junto com a percepção de uma certa esquiva deliberada de minha parte, trazida à baila sobretudo porque não dispenso a ironia, coisa essencial, para todo o professor desde Sócrates. Nem toda a esquiva, entretanto, é apenas uma esquiva. Até mesmo as parábolas de Jesus eram ainoi, ou seja, fábulas com uma característica de enigma. Em outras áreas, como no zen-budismo, o professor no mais das vezes é alguém que mostra sua capacidade por se recusar a responder às perguntas ou que as varre com algum paradoxo. Responder a uma pergunta (ponto a que voltaremos no curso deste livro) é consolidar o nível mental em que foi formulada. A menos que se deixe algo de reserva, sugerindo a possibilidade de uma pergunta melhor e mais completa, o avanço mental do estudante se detém.
Os brasileiros vivem no dia a dia o mito da Caverna de Platão. A exemplo daqueles escravos presos e assistindo o desfile de imagens na parede da caverna, os brasileiros assistem diariamente o desfile de autoridades dos três poderes da república, que,- agora em telas digitais e até mesmo ao vivo -, falam, prometem, encantam, decepcionam, mentem, assaltam e deixam os escravos ainda mais escravos. Mas como os antigos escravos da caverna, também os brasileiros continuam iludidos que tudo que vêem é a verdade. De tempo em tempo, alguns destes escravos se libertam e se tornam um daqueles e tentam mostrar para os que não entraram na política que as coisas são bem diferentes do que eles imaginam. Mas como mito original, continuam acreditando nos políticos safados como se honestos fossem e que lhe falam a verdade.
Qual era a religião de Platão? Jesus era formado em quê? Essas perguntas retóricas destacam que acumulação nunca foi sinônimo de liberdade. A acumulação, seja material ou espiritual, acaba se tornando um fardo ou uma prisão. Quando o demais se torna de menos, isso é o cúmulo da ignorância.
Muitos esbravejam, gritam e tocam os tambores anunciando a sua libertação da caverna de Platão, só que infelizmente 😔 continuam carregando em seu inconsciente: as sombras do medo, as loucuras de suas máscaras, a ganância e a corrupção. Pobres seres, que mesmo tentando caminhar na luz da vida, estão sempre apavorados com as suas escuridões mentais, que se enraizaram no seu espírito. Mas há uma grande e real forma de libertação, que é tendo um encontro verdadeiro com o Cristo, 🤗para poder abandonar, de vez, a sua própria cruz, que estará sempre algemando as almas dos arrogantes, hipócritas, caluniadores, pobres de espírito e infiéis. Porém, buscais primeiramente a sabedoria de Deus e a sua justiça, porque as demais coisas Ele vos acrescentará.🙏 E desta forma poderás abandonar de vez, a falsa camuflagem, para que todos possam lhe ver, como uma verdadeira imagem e semelhança do Criador.
Parabéns, pessoal! Nós conseguimos superar a velha caverna de Platão! Em vez de ficarmos presos a sombras projetadas nas paredes, agora estamos presos a telas brilhantes e sedutoras que nos fornecem todas as respostas que precisamos. Não precisamos sair e explorar o mundo real - basta deslizar o dedo na tela e BAM! Temos tudo o que precisamos saber sem sequer precisarmos abrir um livro.
Quando eu era criança, fui instruído tanto na Bíblia como no Talmude. Sou judeu, mas fico fascinado pela personalidade brilhante do nazareno. (...) Ninguém pode ler os evangelhos sem sentir a presença real de Jesus. A sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito está preenchido com tanta vida.
Nota: Trecho de entrevista com Einstein.
...MaisRecuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. (…) diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, (…) Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto então melhor meus sentimentos de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar, a mim e aos outros, a sério demais. Vejo o mundo com bom humor.
A pior das instituições gregárias se intitula exército. Eu o odeio. Se um homem puder sentir qualquer prazer em desfilar aos sons de música, eu desprezo este homem... Não merece um cérebro humano, já que a medula espinhal o satisfaz. Deveríamos fazer desaparecer o mais depressa possível este câncer da civilização.
"Agora eu vou acrescentar algumas palavras que eu não preparei antes. Um país se torna realmente uma só alma em conscientemente servindo a vida intelectual, e no caso de nosso povo judeu, foi realmente esta jornada, a qual conservou o povo judeu como um todo. Nós não existiríamos hoje, como uma comunidade de pessoas, sem a isso continuação disso, ou o interrompimento ... ehh ... atividade na aprendizagem e no pensamento e na literatura."
