Textos de grandes Pensadores

Cerca de 887 textos de grandes Pensadores

No século XIX Nietzsche diagnosticou a morte de Deus, mas as armas utilizadas no deicídio (a ciência e a razão) se tornaram objeto de culto. É preciso usar o martelo mais uma vez para destroçar o altar no qual se encontra e depois dar uma marretada na própria cabeça para tirar de si a ideia de crença surgida na mente humana há mais de 12 mil anos.

Inserida por Mario11

"Os seguidores de Nietzsche e Foucault estão apaixonadamente persuadidos de que a verdade é mero artifício retórico empregado a serviço da opressão, e dizem isso por extenso. Qual é, então, a condição de eles dizerem tal coisa? Devemos dar-lhes a escolha. É falso? Ou está a serviço da opressão?"

Inserida por LEandRO_ALissON

Amo o pensamento de Friedrich Nietzsche quanto sua opinião sobre a existência. O filósofo (dizem ser bipolar) não acreditava que éramos alguma coisa, mas que estávamos em constante transformação. O verbo ser então não cabia para designar a existência, não somos bonitos ou feios, tristes ou felizes, doentes ou saudáveis, apenas estamos de algum jeito em relação a um determinado momento.

Inserida por damascoin

⁠⁠Quando Nietzsche escreveu a frase "transvaloração de todos os valores" pela primeira vez, o movimento espiritual dos séculos em que estamos vivendo encontrou, afinal, a sua fórmula. Transvaloração de todos os valores é a característica mais fundamental de cada civilização, pois é o início de uma civilização que remolda as formas da Cultura que a precederam, entende-as à sua maneira, pratica-as de outro modo.

Inserida por marcelo_zilli

⁠“Como disse o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, ‘o que não me mata, me fortalece’. Essa frase resume bem a ideia de que as dificuldades e os obstáculos da vida podem servir como estímulos para o crescimento pessoal e profissional. Pessoas que continuam existindo mesmo diante de tantos nãos ou afastamentos. Isso serve para a amizade, o relacionamento pessoal e o profissional. São pessoas determinadas que não desistem facilmente. Agora, pessoas que desistem fácil provavelmente não conseguem chegar a lugar nenhum. Continuam na mesma zona de conforto.”

Inserida por juliana_kimura

⁠"Minha cabeça é como a de Nietzsche, igualzinha, no seguinte: entendo o mundo como ele é. Mas não consigo traduzir para as pessoas como o enxergo. Eu quis dizer, entendo conceitos, definições, lógicas, a realidade. Porém, ainda que eu escreva para tentar explicar, fica complexo, ambíguo às vezes. Não importa se dou a melhor definição de algo, para mim, está ainda faltando alguma coisa, mesmo que eu saiba o que quer dizer com precisão o significado de uma palavra por exemplo, na minha mente não cheguei no limite do que a palavra poderia significar. Talvez Nietzsche tenha ficado literalmente louco por não consegui fazer as pessoas entenderem como ele enxergava a realidade, eu, me contento com o desentendimento das pessoas sobre como vejo a realidade muitas vezes e creio que Deus seja real, Ele consegue sem esforço algum entender tudo que penso mesmo antes de eu no tempo ter pensado."

Inserida por PHIHeitor

⁠Werther, o primeiro herói romântico, mostra-se mais humano que o super-homem de Nietzsche. Goethe trouxe à luz muitas verdades da condição humana em seu livro "Os sofrimentos do jovem Werther" baseado em suas próprias experiências. Nietzsche construiu uma filosofia de ilusões inspirada em si projetando no seu conceito algo que ele nunca foi. Encontramos mais honestidade num escritor sentimental do que num filósofo fantasioso que não viveu o que ensinou.

Inserida por Claudineidias

Friedrich Nietzsche (1844-1900), filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano. Assim, para este, os ideais arquetípicos são a vontade de verdade, a vontade do escravo, do ressentido. No entanto, quem de nós pode ser plenamente livre desses ideias? A ideia de além-homem, super homem, é também um ideal arquetípico, uma utopia de uma mente desesperada. Não tem como, não há como fugir realmente: ou cremos que há uma transcendência ou vivemos na ilusão arquetípica do nosso próprio desespero.

Inserida por samuelfortes

Nietzsche, no livro “Humano, Demasiado Humano”, incorreu em uma falácia de equívoco ao afirmar que “a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez” porque bem sabemos que na realidade ter péssima memória pode ser uma desvantagem que ocasiona várias vezes um sofrimento com as mesmas coisas ruins como se fosse a primeira vez.

Inserida por LicinioFM

Os usurpadores conduzem ou escolhem sempre esses tempos de perturbações para fazerem passar, graças ao espanto público, leis destruidoras que o povo não adotaria jamais em situação normal. A escolha do momento da instituição é um dos caracteres mais seguros pelos quais se pode distinguir a obra do legislador da obra do tirano.

Mas onde existe ainda esse homem da natureza que vive uma vida verdadeiramente humana; que não leva em consideração a opinião dos outros, e que se deixa levar pura e simplesmente pela por suas inclinações e sua razão, sem atentar para o que a sociedade e o público aprova ou censura? Procuramo-lo em vão entre nós. Em toda parte apenas um verniz de palavras; em toda parte apenas a ambição por uma felicidade que existe simplesmente na aparência. Ninguém se importa mais com a realidade; todos colocam a essência na aparência. Vivem como escravos e bufões de seu amor próprio. Não para viver, mas para fazer os outros acreditarem que eles vivem ". Rousseau, XVIII

A família é o primeiro modelo de sociedade política; o chefe é o pai, o povo são os filhos, e tendo nascido todos livres e iguais, não trocam sua liberdade a não ser pela utilidade. A diferença é que, na família, o amor do pais pelos filhos compensa os esforços que lhe exigem, ao passo que, no Estado, o prazer de comandar substitui o amor que o chefe não sente por seu povo.

Todo homem nascido escravo tem como destino ser escravo, nada é mais certo: os escravos perdem tudo em suas algemas, inclusive o desejo de se livrarem delas. Por isso, se há escravos por natureza, é porque houve escravos contra a natureza. A força constituiu os primeiros escravos, a covardia os perpetuou.

Enquanto um povo é obrigado a obedecer e obedece, faz bem; mas quando pode desfazer suas amarras e as desfaz, age ainda melhor; porque retomando a liberdade através das mesmas regras que usaram para retirarem-na, mostra que elas servem para obtê-la de volta ou não serviriam para subtraí-la de início.

A educação vem da natureza, do homem ou das coisas. O desenvolvimento interno das nossas faculdades e órgãos é a educação da natureza; o uso que nos ensinam a fazer desse desenvolvimento é a educação do homem; e o ganho da nossa própria experiência sobre os objetos que nos afetam é a educação das coisas. O aluno em que as lições desses mestres se contrariam é mal educado; aquele em quem todas visam os mesmos fins, esse é bem educado.

Inserida por muriloamati

⁠Os escravos perdem tudo ao serem acorrentados – até mesmo o direito de se libertar dos grilhões; amam a escravidão tanto quanto os companheiros de Ulisses amavam seu embrutecimento. Portanto, se existem escravos por natureza, é porque existem escravos contra a natureza. A força fez os primeiros escravos, a covardia os eterniza.

Inserida por leobosco

A respeito de tudo isso, haveria muitas observações particulares e reflexões que fazer, mas não há aqui lugar para isso e me basta haver mostrado, nesta pequena parte, o sistema mais geral da natureza, sistema que fornece uma nova razão de tirar o homem da classe dos carnívoros e de o colocar entre as espécies frugívoras.

Jean-Jacques Rousseau
A Origem Da Desigualdade Entre Os Homens, 1755.
Inserida por lautaro_sama

⁠Apressaram-se tanto em levar ao cúmulo a medida de minha miséria que todo o poder humano, auxiliado por todas as astúcias do inferno, não teria mais nada a acrescentar. A própria dor física, em vez de aumentar meu sofrimento, me distrairia; ao arrancar-me gritos, talvez me poupasse das lamúrias, e os dilaceramentos de meu corpo suspendessem os de meu coração.

Jean-Jacques Rousseau
Os devaneios do caminhante solitário (1782).
Inserida por PensamentosRS

⁠O hábito de refletir sobre mim mesmo finalmente me fez perder o sentimento e quase a recordação de meus males; descobri, assim, por minha própria experiência, que a fonte da verdadeira felicidade está em nós e que não depende dos homens tornar realmente miserável aquele que sabe querer ser feliz.

Jean-Jacques Rousseau
Os devaneios do caminhante solitário (1782).
Inserida por PensamentosRS

O nascimento na verdade é a primeira morte interna pois recebemos a lapidação externa, sofremos assim uma cirurgia de natureza psicológica de certa forma "dantesca"...

Acredito que ninguém é livre até jogar fora o veneno da endoculturação...

Nas palavras de Nietzsche deixo-te um conselho: "Torna-te quem tu és"....

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Inserida por poetamisantropo