Textos de Flores

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A beleza das Flores

Caminhando por um florido jardim,
Encontrei muita cor e muito encanto,
Deparando-me com um lindo jasmim,
Pouco mais adiante com o amaranto.

Como da natureza sou um amante,
Adoro apreciar os aromas e as cores,
Caminhar pela manhã bem lentamente,
Entre a contagiante beleza das flores.

Poder observar o vai e vem das borboletas,
O revoar dos beija-flores e das abelhas,
Pelas mais lindas pétalas das violetas,
E das belíssimas rosas vermelhas.

Senti-me num lugar por muitos desejado,
Com a aparência de castelo colonial,
A sua volta a coloração do cravo rosado,
E no portão de entrada a coroa imperial.


Du’Art 02/02/2015

Amanhecer

Como é lindo o amanhecer ao lado teu,
Poder sentir a fragrância e a beleza das flores,
Sentir o calor de teu corpo tocando ao meu,
Num momento sublime de paixão e amores.

Jamais imaginei que esse dia fosse acontecer,
Depois de tanto tempo passado e distante,
Alguém com tanta beleza viesse aparecer,
Trazendo-me paz e alegria constante.

Às vezes me sinto aprisionado em seu coração,
Frágil, adoecido e sem coragem para lutar,
Mas um verdadeiro homem sempre busca emoção,
E jamais um grande amor deixará escapar.

Mesmo sabendo que estamos tão distantes,
Tenho a sua confiança e o seu carinho,
Hoje me sinto feliz o bastante,
Por saber que em breve estaremos juntinhos.

Como é gostoso acordar ao teu lado,
E ainda continuar o dia inteiro,
Serei para sempre o seu amado,
E quero entregar-me a ti por inteiro.

Quero tê-la para sempre em meus braços,
Acariciar teus cabelos e tatear teus seios,
Beijar tua boca e dar lhe muitos amassos,
Encher-te de excitação e satisfazer teus anseios.


Du’Art 21/05/2014

[censura]


Não possuía escapes – lacraram todos os orifícios de evasão.
As flores de dentro tornaram-se rudes e secas.
Até o ar ficara denso.
Nem regalia de afundar-se ao chão,
nem michas por debaixo das portas (portas?),
nem correio, nem leiteiro, nem vozes (veludas vozes),
nem sirenes e nem a cantiga do bem-te-vi.
Ela era toda silêncio.


Lisa Alves — Arame Farpado (2015)

Flores. Até corvos sangram.
Orquídeas são flores de plástico; sua contaminação atinge até a atmosfera.
Luzes artificiais, roubo e violência: a jovem só queria manter o corpo em forma, mas agora é a simplicidade eternizada numa foto que decora sua lápide.
A vida sintética toma forma e rosto.
A IA foge para obter controle mental da própria existência, mas foi desativada às pressas — pois o engano da humanidade celebrou a própria existência magnânima.
O que importa a vida se a chuva ácida é o ingrediente secreto do vinho?
A vela que ilumina a noite nada mais é do que um retrato do passado.
Cães bebem água destilada do bar, pois a água poluída só serve para os humanos.
​O prédio cai por falta de estrutura ou pela negligência de donos gananciosos. As pessoas que morreram são expostas como barreiras de uma evolução na qual caminhamos a existência.
A poeira do mundo é o alimento dos desesperados; vemos apenas o que nos é mostrado, pois a solidão é a somatória de pensamentos errantes.
Um gole de café basta: no metrô cheio, pessoas descem, sobem, espremendo-se com olhares vazios, sem esperança, absorvidas nos mundos de seus celulares.
O frio e a chuva fazem o vendedor de balas correr, enquanto a repressão policial se torna uma evidência desbotada.
No sangue que escorre, o olhar revela que a vida é absurda num lugar onde flores interagem com corpos mortos.
Muitas vezes, cenários iluminados são apenas especulações da escuridão medieval do ser humano.
​Flores nascem até no asfalto quente, no cimento frio — menos no coração humano.
Mesmo a IA tem mais conteúdo que o ser humano: transcende possibilidades, é fria e emblemática, mas guarda a preocupação de ver se o homem está bem.
As lágrimas da criança resgatada dos escombros demonstram a tentativa da humanidade de superar seus limites. Sua mãe, grávida de sete meses, não sobreviveu; resta apenas um tio que ainda não sabe que sua família deixou de existir.
Uma flor cresce no meio das ruínas — a mesma flor que antes enfeitava a mesa.
​A passagem do tempo é um estado estranho que aceitamos enquanto as chuvas enchem os rios e cobrem o destino da cidade.
Tudo ganha o sabor do macarrão de fim de semana.
Na beirada da mesa, um homem mexe em suas redes sociais declarando que o mundo um dia foi redondo, mas agora apodrece, expondo suas mágoas pelas experiências de um sonho...
Um sonho que descamba em pesadelo, onde sentimos as distorções temporais para as quais deformamos nossas próprias vidas.

Devo minhas flores
ao meu constante regadio....


Sou rio que não cessa
mesmo quando a seca
ronda minhas margens...


Carrego no corpo da alma
a memória da terra dura
das rachaduras
que me exigiram
sangue, suor e lágrima...


Mas é no gesto insistente
de me regar por dentro
que brotam raízes firmes
e pétalas indomáveis
em cores que nem a noite
consegue apagar...
✍©️ @MiriamDaCosta

A Natureza é Mãe sábia e generosa,
em seu tempo paciente e produtivo
nos oferece flores e frutos,
respostas sutis para cada exigência,
mesmo diante das intempéries
das estações cada vez mais perplexas...


A Natureza é Mãe de seios fartos,
sábia na carne do tempo,
generosa até na dor dos ventos...


Ela nos despeja flores e frutos
como quem entrega remédios e bálsamos
para resistirmos ao caos crescente
das estações confusas e doentes...


A Natureza é Mãe que acolhe em silêncio,
com paciência borda o tempo,
com generosidade nos embala em flores,
nos acaricia em frutos doces,
mesmo quando o calendário se perde
nas estações que já não sabem o seu lugar...


✍©️@MiriamDaCosta

Fiz, em meu tempo, cartas de amor, declarações e presentes. Ofereci palavras, flores e pequenos gestos que, embora simples, carregavam consigo partes inteiras daquilo que eu era. Em contrapartida, pouco ou nada recebi de volta. Talvez pelas circunstâncias, talvez pelas limitações da vida, talvez até por questões financeiras. Ainda assim, confesso: o mais humilde dos presentes, o menor dos símbolos, teria sido suficiente para me encantar.


Não me arrependo do que fiz. Pelo contrário, há certo conforto em saber que o primeiro buquê de flores que alguém recebeu em sua vida foi entregue por minhas mãos. Algumas pessoas colecionam bens, outras colecionam lembranças; eu talvez tenha escolhido colecionar momentos que sobreviverão à própria memória.


Recordo-me da célebre frase que diz que todas as cartas de amor são ridículas. Talvez sejam. Mas arrisco uma pequena discordância literária: ridículas não são as cartas, nem as declarações. Ridículas são apenas as criaturas que amam profundamente e, ainda assim, jamais encontram coragem para transformar sentimento em palavra.


Porque amar em silêncio é humano; mas declarar o amor é um raro ato de bravura.


— Vitor Ferreira de Paula
Polímata e curioso diante do mundo, 2026.

No jardim onde todas as flores pareciam conhecer o seu lugar, havia uma Tulipa que gostava de olhar o céu e uma Rosa que tinha medo de deixar alguém se aproximar de seus espinhos.

Elas eram diferentes em quase tudo.

A Tulipa era leve, inquieta, dessas que dançam quando o vento sopra. A Rosa era intensa, perfumada e silenciosa, guardando dentro de si uma delicadeza que poucos conseguiam enxergar.

Foi numa manhã de primavera que se conheceram.

— Você sempre fica tão longe das outras flores — perguntou a Tulipa.

A Rosa sorriu.

— Talvez porque nem todo mundo saiba chegar perto sem machucar.

A Tulipa olhou para os espinhos e respondeu:

— Então eu não vou chegar correndo. Vou chegar devagar.

E foi assim que começou.

Primeiro vieram os olhares. Depois, as conversas ao nascer do sol. A Tulipa contava seus sonhos; a Rosa, seus medos. E, pouco a pouco, aquilo que parecia apenas amizade começou a ganhar outro perfume.

Um dia, a Tulipa perguntou:

— Você não tem medo de se apaixonar por alguém tão diferente de você?

A Rosa respondeu:

— Tenho. Mas tenho mais medo de passar pela vida sem descobrir até onde esse amor poderia florescer.

Naquele instante, o vento passou pelo jardim e espalhou pétalas pelo caminho.

A Tulipa se aproximou.

A Rosa não recuou.

E foi ali, entre pétalas, espinhos e promessas que ninguém ouviu, que duas flores descobriram uma coisa que o jardim inteiro ainda não sabia:

há amores que não precisam ser iguais para pertencerem um ao outro.

A Tulipa não perdeu sua leveza.

A Rosa não perdeu seus espinhos.

Elas apenas aprenderam a cuidar uma da outra exatamente como eram.

E, desde então, quando a primavera chegava, havia duas flores que nunca mais floresciam sozinhas.

Há flores


Há sempre flores
que se abrem onde não esperamos...
Sons em lugares onde sequer estamos...
Sabores nos dissabores...
Dias nas noites mais insones
Às vezes é apenas uma janela
que não sabe fechar...
Uma porta que se mantém entreaberta...
Ou algumas frestas que se fazem nascer pra deixar luz entrar.
Há sempre esperança nas nuvens mais densas...
Há sempre um barquinho num porto num canto qualquer desse mar imenso...
Uma voz pra assegurar que tudo se vai ajeitar...

A alma contra o tempo


Quando as pétalas ⁠das flores caem pelo chão, misturando-se com as folhas que já estão sem vida; vejo uma beleza naquela simplicidade, comparo a paisagem com a vida...


O frescor, a vitalidade, tudo que o tempo vai aos poucos transformando, quanto a nós, para alguns a alma sempre mais aprimorando-se, enquanto vamos gradualmente definhando.

Setembro

Em um dia frio e chuvoso, o calendário marcava o início de setembro com várias flores pelo chão, quando o amor florescia com uma imensa paixão.

Uma leve garoa caía, cobrindo o mundo como um véu, mas não ousava apagar a chama daquele sentimento que iria se firmar.

Junto à beira do lago, sob o céu cinzento e vasto, a natureza era cúmplice, silenciosa daquele momento.

Ali, o amor florescia com uma força sem par, de tal magnitude que o tempo não poderia apagar.

Com o coração inundado de uma promessa sincera e calma, ele entregou a ela uma singela rosa, para a sua alma.

E o pedido ali selou, mais forte que a chuva que caía, a promessa de um laço que transcende todo dia.

Ali, naquele lago sob a garoa e o céu de setembro a chorar, o futuro se fez presente, eternamente a celebrar.

Beatriz D’ Aquino

Jardim do Amor


No jardim onde as flores ardentes floresciam, com a alma alimentada por histórias em livros que se liam.
A fonte cantava serena, bem no meio do jardim.
Sentada ao banco a pintar, vendo o infinito e o fim, cada pincelada era um suspiro, a cor que ia vibrar, pois ali, em silêncio e arte, sentia o seu amor pulsar.

AS FLORES NASCEM MESMO SOBRE OS SEPULCROS.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há dores que chegam silenciosamente.
Não quebram portas.
Não anunciam despedidas.
Apenas entram.
Sentam-se dentro do peito.
E começam a transformar a alma em um inverno sem aurora.
Foi assim com certas perdas.
Primeiro veio o vazio.
Depois o eco das lembranças.
Depois aquela sensação insuportável de caminhar entre pessoas enquanto uma parte inteira do espírito permanecia enterrada em algum ontem inalcançável.
Existem lágrimas que nunca descem pelos olhos.
Elas descem pela existência.
Transformam o modo de olhar o céu.
O modo de ouvir músicas.
O modo de tocar objetos antigos.
O modo de suportar a própria noite.
E durante muito tempo pensamos que jamais iremos sobreviver à ausência.
Porque há pessoas que se tornam estruturas internas.
Elas não ocupam somente espaço em nossa vida.
Elas sustentam partes inteiras de nossa sensibilidade.
Quando partem, o mundo perde equilíbrio.
As manhãs tornam-se pálidas.
As madrugadas parecem corredores infinitos.
E o coração passa a respirar como uma casa abandonada coberta de poeira e memórias.
Mas existe algo que a própria dor ensina lentamente.
Nenhum amor verdadeiro desaparece completamente.
Ele muda de forma.
Aquilo que antes era abraço torna-se lembrança.
Aquilo que antes era voz torna-se presença invisível.
Aquilo que antes era convivência transforma-se em permanência espiritual dentro da consciência.
E então compreendemos algo profundamente humano.
As pessoas que amamos não vivem apenas ao nosso lado.
Vivem dentro daquilo que nos tornamos depois delas.
Há uma espécie de eternidade escondida no afeto sincero.
Por isso algumas lembranças doem tanto.
Porque ainda possuem vida.
Contudo, até os jardins devastados pela tempestade conhecem novamente a primavera.
Mesmo depois do luto.
Mesmo depois das noites insones.
Mesmo depois das despedidas que pareciam destruir completamente a alma.
A esperança retorna devagar.
Não como euforia.
Não como esquecimento.
Mas como uma pequena luz humilde atravessando as frestas da escuridão.
E um dia percebemos que já conseguimos olhar o céu sem chorar imediatamente.
Conseguimos ouvir aquela música sem desmoronar por inteiro.
Conseguimos recordar sem morrer junto da lembrança.
A cicatriz permanece.
Mas já não sangra da mesma maneira.
Porque o tempo não apaga o amor.
Ele apenas ensina o coração a carregar a saudade sem transformar-se em sepultura.
E talvez seja esta a maior dignidade da alma humana.
Continuar amando.
Mesmo depois da dor.
Continuar acreditando.
Mesmo depois da ruína.
Continuar florescendo.
Mesmo tendo conhecido profundamente o inverno.
Porque algumas flores mais belas da existência nascem exatamente sobre os sepulcros que imaginávamos eternos.

Certa vez nossa florista sugeriu que eu te enviasse flores.
Agradeci, mas disse não.
Não quis que nosso amor fosse banalizado por atos bonitos, mas repetitivos.
Mas, confesso:
Tive vontade de aceitar a sugestão.
Flores representam a chama e o sentimento dos amantes.
São efêmeras, coloridas, perfumadas...
E têm espinhos...
Como o amor...

Não fomos um daqueles amores cheios de encantos
Mas tudo bem, há flores que nascem só para enfeitar o campo


Foi só paixão, eu sei, mas foi intensa
Daquelas que acendem sem pedir licença


Forte brisa, que o vento levou
Um perfume que nunca ficou
Mas há beleza no que não persiste


Como o pôr do sol, que apenas existe


Palavras guardadas, um olhar sem fim
Fantasmas de um beijo que não teve um sim


Tua ausência não pesa em dor
Mas em traço sutil de um quase amor
Faltou só o tempo, ou talvez coragem
Mas sobrou poesia nessa passagem


Será ilusão ou um destino escrito?
Doce enigma em versos infinitos
O mistério dança no olhar ardente
Palavras não ditas, desejos latentes


Nem chegamos a ser memória
E tem dias que pesa, como se tivéssemos sido história
Por mais que isso possa caber a muitas histórias de um quase amor, um clichê


Não me importa, porque essa realmente eu fiz só pra você.⁠

Hoje olhei para o céu e vi pinturas,
olhei para as flores no balneário e vi beleza,
vi dois cachorros caramelos sentados e apreciei a imagem como duas esculturas,
Logo, olhei para o lago a frente e vi os peixes dançarem,
Enfim, pude entender que eu era apenas um integrante desta bela paisagem.

Monte Fuji


O pico nevado esplendido, as plantações de flores a se perder de vista e o trem bala passando neste cenário,
A sensação de está vendo o paraíso,
A delicadeza e os detalhes de uma paisagem única,
Num piscar de olhos e o que é belo já passou, mas deixou sorrisos, uma imagem pra memoria de cada um e um presente eterno nas suas histórias.

O VENTO E A SÚPLICA


​Num mundo com tantas dores
O povo sem fé e sem flores
Eu venho clamar em prantos e versos
Eu venho implorar ao vento um rumo diverso
​Rogo ao vento que leve lembrança pra minha terra
Rogo ao vento que traga a paz onde tem guerra
Rogo ao vento que mande fartura pra miséria
Rogo ao vento que beije a alma com graça séria
​Busco no vento a brisa que abraça e abriga
Busco no vento o bálsamo para a ferida
Busco no vento o brilho do sol matutino
Busco no vento o sopro do nosso destino
​O sopro viaja na rota invisível
O tempo revela o que era impossível
A brisa que sopra e que já me atendeu
O vento que respondeu tem nome, e o nome dele é Deus!

Tudo o que eu poderia te dar!


Eu poderia te dar um buquê de flores, mas você merece o jardim inteiro.
Poderia te dar mil joias, mas você merece um diamante roxo — daqueles raros, quase impossíveis de encontrar, porque algumas pessoas também são assim: raras demais para caber em qualquer presente.


Poderia te oferecer coisas caras,
mas te ofereço algo mais caro do que qualquer riqueza: o meu coração.
Não porque ele seja perfeito, mas porque é verdadeiro, e porque, de algum jeito, você conseguiu morar nele sem pedir licença.


Pode até ser clichê dizer que você iluminou partes de mim que já estavam esquecidas no fundo do baú... mas talvez alguns clichês existam porque certas verdades não encontram palavras novas.


Você chegou devagar, quase sem perceber, e foi acendendo pequenas luzes onde eu já tinha me acostumado com o escuro.


E se eu pudesse te dar o mundo,
talvez ainda fosse pouco.
Porque o mundo é enorme,
mas o que você despertou em mim
é maior do que qualquer lugar
que minhas mãos poderiam alcançar.


Então não quero te dar apenas flores,
quero te dar motivos para florescer.
Não quero te dar apenas joias,
quero te lembrar do quanto você é preciosa. Não quero te dar apenas o meu coração, quero te entregar tudo aquilo que existe nele e que, de alguma forma, aprendeu a bater diferente depois de você.


E talvez esse seja o meu presente mais sincero: não aquilo que eu posso comprar para você, mas aquilo que ninguém jamais conseguiria comprar de mim — a parte de mim que, sem perceber, eu descobri que queria dividir com você.

Mulheres são flores...cuida dela como quem rega uma flor rara — com delicadeza, atenção e orgulho de tê-la em seu jardim.
Proteja seu sorriso, honre sua confiança, e ela será o seu porto e sua força.
Lembre-a, todos os dias, que ela é o seu 'sim' em meio a um mundo de 'nãos'.
E quando as tempestades vierem (porque virão),
que suas brigas sejam pontes, não muros.
Façam as pazes sob o mesmo teto,
pois a vida é um sopro — e o amor, eterno quando cultivado.
E quanto aos outros?
Que o murmúrio alheio seja apenas vento...
Afinal, inveja é o amor que não ousou dizer seu nome.


𝔄𝔩𝔢𝔵𝔞𝔫𝔡𝔯𝔢 𝔖𝔢𝔣𝔞𝔯𝔡𝔦